sábado, 28 de janeiro de 2012

Cenário político-militar; mundial e nacional

Situação mundial – O cenário político e o econômico

Continua o cenário potencial de conflito no Oriente Médio e seu entorno. O Irã afirma que fechará o estreito de Ormuz se for atacado. Entretanto, a temperatura bélica diminuiu um pouco por conta de certos posicionamentos. A Rússia reforçou as advertências de que não ficará de braços cruzados diante de qualquer agressão militar contra o Irã ou a Síria. Os EUA procuparam um contato (coisa que não faziam) ainda que para dizer que será inaceitável o fechamento do Estreito de Ormuz e conjuntamente com Israel adiaram um exercício conjunto. Entretanto comenta-se que a Rússia estaria articulando, com os países balcânicos, um “acerto de contas” com a Turquia.

Com esses dados podemos fazer a seguinte leitura:

1 -É possível que o Irã tenha meios de fechar, por algum tempo, o estreito de Ormuz e os EUA preferem evitar do que enfrentar

2 – A Rússia talvez faça ameaças apenas para trocá-las” por liberdade de ação nos Balcans.

Quanto a economia, o consenso quase universal, é pessimista. O declínio econômico e o aumento do desemprego obrigarão a drásticos cortes em programas sociais, afetando ainda mais a indústria e o comércio. Mesmo subestimando a profundidade das crises, há razões para acreditar que os governos não podem salvar o sistema, em processo de desintegração e confusão.

A economia dos EUA sofrerá as consequências da sua inconsequencia. O dólar, impresso sem controle e cada vez menos aceito, perderá o valor e talvez até deixe de existir, reduzindo a zero o valor das divisas acumuladas naquela moeda. significando o maior calote mundial já realizado. A simples ameaça desse calote já foi a causa primária da atual recessão mundial, e chega a ser difícil imaginar o apocalíptico cenário da concretização da ameaça.

Lógico que venha a mente uma solução militar: uma guerra bem sucedida pelo petróleo, mas ganhar a guerra não é tão fácil como ganhar batalhas. Outra alternativa para os EUA uma seria o retorno ao seu antigo isolamento, mas desta vez com uma tremenda redução do nível de vida; coisa ainda inaceitável, mas possível no futuro. Mesmo não chegando a tais extremos, a simples retração do mercado estadunidense causará profundas alterações na economia mundial, cenário que expomos a seguir.

A Europa sofrerá as consequências do declínio geral dos mercados mundiais. A Alemanha, França, os Países Baixos e os países nórdicos ainda tentarão aguentar a retração econômica. A Inglaterra, afundando no crescimento negativo tentará obter vantagens apoiando os EUA nas conquistas a manu militarii entre os estados petrolíferos e outros "nichos’, ". A Europa do Sul (dos PIGS) entrará numa depressão profunda e a indispensável redução de salários e benefícios sociais reduzirão drasticamente o consumo e em consequencia o número de empregos.
O nível de desemprego a provocará conflitos sociais e levantamentos populares. A ruptura da União Européia é quase inevitável. É pouco provável que uma Europa deprimida, fragmentada e polarizada adira a qualquer aventura militar estadounidense-israelense contra o Irã ou mesmo a Síria. A Europa cavalgada pela crise opor-se-á à abordagem de confronto de Washington em relação à Rússia e à China.

Os novos centros de crescimento, China, Índia, Brasil, Rússia, que durante uma década proporcionaram ímpeto para o crescimento mundial,, com a diminuição das encomendas, tendem a desacelerar rapidamente e estarão ocupados com suas crises intenas. Os únicos beneficiários seriam os fornecedores de petróleo, se tiverem paz, mas o único deles que teria força para garantir a paz para si é a Rússia. Falta saber se é isto que ela quer.


Situação Nacional - Dilma X Partidos e o aval das Forças Armadas
O diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, declarou guerra ao aparelhamento político responsável pela conservação das estradas, que se sabe, é eivado de corrupção. Determinou que todos os cargos de confiança devem ser preenchidos por funcionários de carreira. Com sua decisão, retira cerca de 100 cargos comissionados dos partidos da base aliada, incluindo 26 superintendentes regionais, com salários acima de R$ 20 mil. Nos meios políticos, o clima naturalmente é de indignação.

A pressão política para a retirada do general certamente será avassaladora. Temem que a ideia do general Fraxe seja estendida aos demais órgãos do governo. Um indício que este seja o plano é a futura presidente da Petrobras, Graça Foster, ter entrado em alguns gabinetes do Senado Federal para avisar que deveria trocar diretores. Atualmente o PT, PMDB e PTB dominam feudos dentro da estatal, com indicações de diretores e subsidiárias. Foster teve que pisar em ovos.

Nessa queda de braço veremos a força ou a fraqueza da presidente; sabemos onde está o coração dela, mas se mantiver o rumo terá muito a perder políticamente. Ainda que ganhe moralmente seu mandato estará na corda bamba.

Sejamos realistas. A “base aliada” da presidente e até seu próprio partido já estavam esperando uma oportunidade para dar-lhe uma rasteira. Pior agora, se ameaçar desmanchar os feudos. Da oposição, igualmente corrupta e sectária, nada a esperar.

Certamente as medidas presidenciais obterão um amplo apoio popular, mas ainda que esse apoio possa influenciar o desencadeamento de movimentos, ele por si não garante ninguém contra a classe política, que jamais perdoará a quem prejudicar a sua “boquinha”. Com o inútil judiciário, ninguém poderá contar, a não ser certos bandidos.

Restará talvez à Dilma o aval das Forças Armadas, mas isto não se consegue automaticamente. É claro que o “amplo apoio popular” facilita as coisas, mas existem velhas cicatrizes que a ministra dos Direitos Humanos e outros radicais (de ambos os lados) insistem em manter abertas.

É certo que o aval das Forças Armadas passará pela correção dos soldos e pelo reequipamento bélico, mas só isto não é suficiente. Os verdadeiros valores dos militares são mais elevados – se referem ao bem da Pátria. Dilma não conquistará os militares só com benesses. Ela necessitará reunir-se com eles expor seus planos de governo, mostrar que é isto que o Brasil precisa e os óbices a serem ultrapassados. Enfim, falar-lhes como chefe ao dar uma ordem de operações: para quem não sabe, é dizer primeiro qual a nossa missão e o porquê; segue-se a estratégia pretendida, as possibilidades do “opositor”, a tarefa de cada um e os meios a disposição. Esta é a liguagem que o s militares entendem. Assim pode se lhes pedir qualquer sacrifício.

Até o impossível.

Este ano em que nuvens negras ameaçam descer sobre a terra e que as necessidades e ambições hegemônicas de um modo ou outro envolverão a nossa Pátria, nacessitaremos mais do que nunca de um chefe de coragem. E essa coragem tem que começar em casa.

Que Deus guarde a todos vocês
Gelio Fregapani

Comentário 121
26 jan 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A Guerra mais perto ; Prospectivas; “Estamos melhorando”

A Guerra mais perto
Analogias com situações anteriores indicam que já está tomada a decisão estadunidense de ir à guerra com o Irã. Pretexto eles arranjarão. Talvez estejam esperando apenas um maior grau de confiança que a Rússia e a China não intervirão.

Pelas novas leis norte-americanas todos os países que fizerem negócios que passem pelo Banco Central do Irã, não poderão mais se relacionar economicamente com os Estados Unidos. Isto, por si, é um ato de guerra.

Não de sabe se o Irã morderá a isca, mas diz que tem condições de fechar o estreito de Ormuz, o que não poderia ser tolerado nem pelos EUA/OTAN nem mesmo pelo seu aliado chinês.

Prospectiva para 2012
1. Conflito que muito provavelmente será desencadeado, podendo estender-se tomando vulto imprevisível - /EUA/OTAN/Israel x Irã/Síria...

2. Atritos que provavelmente vão piorar em 2012: EUA x Síria, Paquistão, Sudão, Afeganistão, Somália ...

3. Conflitos internos não resolvidos: Iraque, Iêmen, Bahrein, Síria, Palestina, Líbia, Sudão, Somália

4. Conflitos internos propensos a surgir: Líbano, Israel, Egito, Bolívia, Arábia Saudita, Jordânia, Argélia, Sudão

Como isto afetaria ao mundo e a nós...
Certamente haverá um “bloqueio” americano (aos países que negociarem com o Irã) os quais serão impedidos de se relacionar economicamente com os Estados Unidos. (a menos que seja absolutamente necessário aos últimos). Como temos negócios com os EUA e também com o Irã, teremos que tomar decisões. Conforme o evoluir dos acontecimentos, o bloqueio econômico pode se transformar em bloqueio militar.

Se desencadeado confronto militar EUA x Irã haverá escassez de petróleo, cujo preço irá à estratosfera, com grandes vantagens para a Rússia e até para os demais produtores, se conseguirem manter a posse e o controle. Correremos o risco de perder o Pré-sal,a “manu militarii” o, que exigirá, para ser evitado, importante capacidade de dissuasão, preparação para explodir as plataformas em caso de ataque e, principalmente, muita habilidade e nas negociações, dosando o que ceder com o que ganhar, assim como foi na II Guerra Mundial. Esse cenário é semelhante ao referente aos minerais estratégicos da nossa fronteira Norte.

A floresta da mãe Joana
Resultado de uma enquête em vários países: A metade dos estrangeiros entrevistados acha que a importância ambiental da Amazônia é suficiente para que ela seja administrada de acordo com regras internacionais - e não brasileiras; 12% deles defendem pura e simplesmente a internacionalização.

As Malvinas são argentinas?
A Argentina anuncia que não desiste da sua soberania nas Malvinas. Considerando que humilhou e destruiu suas Forças Armadas, não terá chance de recuperá-las nesta década. Nem na próxima.

Estamos melhorando
Ainda vivemos um tanto acovardados. Políticos fingiram crer que eliminariam a violência nos desarmando e nos entregando inermes à bandidagem. Tentaram nos induzir a “não reação”. Externamente procuraram nos fazer também crer que, quase desarmados, poderíamos deixar a responsabilidade da segurança com a ONU. Consideravam as notícias da ambição estrangeira como “paranóia ultranacionalista”. Eram muito valentes apenas para atender os ditames do príncipe Charles, usando o meio ambiente como pretexto para que não ocupássemos a Amazônia.

Além da covardia, um dos motivos que os moveram: a cegueira geopolítica ou a traição pura e simples, naturalmente muito bem remunerada. Ou talvez ambos os motivos.

O nosso povo já desconfia que a incapacidade de reação aos bandidos poderia nos manter prisioneiros do próprio medo e começa a se armar a revelia das autoridades. Já desconfia também que a “protetora” ONU pode vir a ser quem endossará o roubo da Amazônia e do Pré-sal

Agora algo está mudando: mais da metade do nosso povo já tem consciência que só a força pode conter a ambição estrangeira. Mudando a mentalidade muda também a atitude: Ultrapassado o entreguismo de Collor e o de FHC, e o acovardamento dos primeiros seis anos da era Lula, nosso Governo inicia a levantar a cabeça. Vejamos:

Contrariando a pressão internacional, o Governo represou a criação de novas unidades, de conservação e de terras indígenas especialmente na Amazônia, submetendo-as ao crivo do Ministério de Minas e Energia. Não deixou criar unidades de conservação em 2011; em 1990, seu primeiro ano de mandato, Collor criara 15

Ainda estamos enfrentando as pressões contra Belo Monte - Collor covardemente engavetou o projeto da Usina Hidrelétrica de Cararaô, no rio Xingu; FHC o manteve engavetado, bem como Lula, nos primeiros seis anos. Então o ressuscitou, sob o nome de Belo Monte, mas só o atual Governo enfrenta altivamente as fortíssimas pressões internacionais e não mais se dobra à ditadura ambientalista, orientada do exterior.

Vários ministros (herdados) foram afastados, sob forte suspeita de corrupção. Isto não havia anteriormente. Claro, ainda falta alguns, inclusive o da cartilha gay.

Quanto ao Judiciário, seria bom que pudesse explicar: a Raposa Serra do Sol; o casamento gay; a Lei dos precatórios; a recusa a extradição do italiano assassino; a neutralização do “Ficha limpa”; o não julgamento do Mensalão e os incríveis hábeas corpus para bandidos, que imediatamente se evadem para o exterior, mas já está aparecendo uma Eliana Calmon. Há esperança do futuro.

Um alerta final
A situação mundial evolui para o confronto. É como se gritasse: “Brasileiros, despertem! Brasil, prepare-se!

Despreparados, vocês terão que improvisar, e talvez seja tarde demais.
Só mais um detalhe:
Caso ecloda uma guerra de grandes proporções, ainda que se mantenha neutro, o nosso País receberá uma avalanche de refugiados; de brasileiros no exterior. De refugiados estrangeiros legais e ilegais (veja o caso dos refugiados do Haiti).

Será que nossos Ministérios já começaram a planejar para essa eventualidade?
Que Deus guarde a todos vocês

Gelio Fregapani
Comentário nº. 119
08 de janeiro de 2012

domingo, 11 de dezembro de 2011

Guerra e Paz; Proliferação Nuclear e Desenvolvimento Industrial.

Guerra e Paz

Israel avisa que não tolerará um Irã nuclear. Os EUA e o Reino Unido posicionam seus navios para um ataque à Síria e ao Irã, tal como haviam feito com o Iraque.

É óbvio que há uma guerra em preparação. Imaginávamos que iniciaria por um ataque aéreo de Israel à indústria nuclear iraniana, o que arrastaria os EUA, aliás bem contentes pela oportunidade de garantir seu acesso ao petróleo; que os EUA contassem com a aliança da OTAN, ou ao menos do Reino Unido, e que a China apenas protestaria aproveitando para resolver suas pendengas com seus muçulmanos e para reincorporar Taiwan. Imaginávamos também que a Rússia, sendo beneficiada pelo aumento do preço do petróleo causado pela guerra (a Rússia é o país que mais excedentes tem), se limitasse a desaprovar a guerra, isto se não apoiasse uma eventual coligação balcânica anti turca, caso a Turquia apoiasse militarmente os países islâmicos. Vitória certa!

Entretanto... A China ordena à sua Marinha que se prepare para combater e a Rússia envia um porta-aviões e escolta para uma base na Síria. Mandaram o recado que tem outros interesses e se envolverão.

Isto talvez evite ou ao menos retarde a guerra, mas se ela vier será maior do que o esperado. Terá âmbito mundial

Proliferação Nuclear

Os EUA podem ter quantas ogivas quiser.

A Rússia, a China, A França e o Reino Unido também.

A Índia, o Paquistão, e Israel romperam a barreira e se armaram.

O Irã e a Coréia do Norte estão proibidos por quem não tem moral para proibir.

A Arábia saudita diz que considera a possibilidade de desenvolver a bomba.

Aqui, dois presidentes a serviço do estrangeiro sepultaram o desenvolvimento.

Até quando? – Quem tiver essas armas jamais será atacado. - Coragem Dilma!

Tal como em Alcântara?

A imprensa em Israel tem destacado as especulações sobre sabotagens que teriam provocado a explosão em uma base de mísseis a 45 quilômetros de Teerã, que pode ter afetado significativamente o programa nuclear daquele país.

Ao todo, 17 militares iranianos morreram no incidente, qualificado por Teerã como "acidental". Entre os mortos está o chefe do projeto de desenvolvimento de mísseis do Irã.

Desenvolvimento Industrial

É Impossível desenvolver a indústria nacional sem algum grau de proteção. Temos que lembrar que os ingleses, os americanos e os alemães se desenvolveram em um ambiente protegido. Assim fizeram também os japoneses. Os chineses, hoje, fazem da mesma forma .

As nascentes empresas de capital nacional, criadas quando a II Guerra impediu as importações, foram hostilizadas por Roberto Campos em pleno governo militar e descaracterizadas na constituição de 88. Finalmente até as estatais foram entregues ao estrangeiro pelo Collor e FHC. Quase só nos sobrou o commodities do agronegócio

A China usa o câmbio e todas as maneiras para proteger sua indústria. Segue o caminho que dá certo. Obteve notáveis progressos econômicos e tecnológicos, e emergiu como superpotência. Criou regras para absorver capital e tecnologia, exigindo associação com empresas chinesas. Planificou dentro de seu interesse. Hoje conta com empresas de ponta em todos os setores, enquanto o nosso País quase já não tem marcas nacionais, pois entregou seus mercados às transnacionais, importando ou pagando por tecnologia raramente compensadora, em nome do livre comércio e do neoliberalismo imposto pelas potências imperiais.

O atual governo vem adotando algumas medidas de proteção contra a desindustrialização, como a redução da “Selig” e a taxação de importados. Ainda tímidas. Precisa ser incentivado a ir adiante. No aprofundamento da crise global, a nossa melhor opção seria nos tornarmos auto-suficientes. Claro que para isto temos que ter condições militares de garantir nossa neutralidade, mas a primeira medida seria a proteção da indústria nacional.

A Posição do Exército
Disciplinadamente um Exército cumpre ordens. É certo, nem deveria ser de outra forma. Entretanto soldados não são autômatos sem alma, e muito espezinhados ou quando sentem que sua lealdade está sendo conduzida contra os interesses de sua Pátria, tendem a tomar outro posicionamento; reconheçamos, nem sempre o mais adequado.

Os militares foram espezinhados a partir da “nova República”, mas deu para aguentar. Instados a agir contra os interesses nacionais, no caso da Raposa-Serra do Sol, ensaiaram uma atitude. Não durou muito, logo voltaram a se escudar em uma disciplina que mais encobriu a covardia do que o cumprimento do dever, pois pelo menos deveriam lealmente mostrar ao comandante supremo o erro que estava fazendo. Enquanto isto o Exército ia perdendo sua única vantagem: a confiança da população.

Felizmente os ventos estão mudando, e a Comandante em Chefe dá indícios de agir no interesse do País Embora tenha erroneamente aprovado a parcial “comissão da vingança”, já deu mostras de consideração, acenando com recomposição dos soldos e de reequipamento bélico. Se confirmados os bons indícios, ainda persiste o problema interno; uma burocracia asfixiante que impede até de pensar. Faz com que os Estados Maiores não percebem que blindados não tem mais lugar na batalha moderna, dominada por mísseis e sistemas de armas remotamente controlados. Que a ameaça (o apoio militar da OTAN à independência de área s indígenas na Fronteira Norte) nos exige o povoamento da provável área do conflito, e isto só pode ser feito com garimpeiros. Que o inimigo terá supremacia aérea e não poderemos deslocar um só comboio ou sequer um barco regional com reforços. Que não poderemos abrir mão de minas antipessoais independente de tratados, e que além de treinamento necessitamos de armas modernas fabricadas aqui!

Sobre este último aspecto a burocracia paralisante chega as raias do absurdo. Criam-se todos os embaraços, mesmo ilegais, a quem quer fabricar ou inovar qualquer armamento, a menos que seja empresa estrangeira. Não é culpa do Governo; São regras inadequadas criadas pelo Exército e aplicadas maldosamente, como se houvesse uma intenção de nos manterem desarmados.

Quanto ao Novo Código Florestal

Ainda que crie alguma segurança jurídica aos agricultores, 80% de reserva legal mais as margens dos igarapés quase inviabilizam a ocupação da Amazônia

Mas que a proximidade da comemoração do Natal de Nosso Senhor, possa nos aproximar mais ainda e contribuir para a harmonia entre todos nós.

Gelio Fregapani
Comentário nº. 116
11 de dezembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Geopolítica - A próxima guerra; Amazônia e ONGs.

Geopolítica - A próxima guerra - Preparando o ataque ao Irã –
O governo de Israel evidencia o desejo de atacar, antes que o Irã adquira capacidade nuclear, mas hesita em fazê-lo sem o aval dos EUA. Israel sabe que seu poderio nuclear, estimado em 200 bombas, teria condições de dissuadir a qualquer um, menos a um doido capaz de se explodir para causar algum dano. Ainda que Israel tenha razão, as consequencias podem ser maiores do que o previsto, pois o Irã não é um Iraque nem uma Líbia. A esperança de Israel seria de arrastar os EUA na guerra, e tem cacife suficiente para consegui-lo.

O desenvolvimento de capacidade nuclear do Irã seria uma ameaça para Israel para os Estados Unidos um transtorno, mas não uma ameaça vital. Certamente Barack Obama não gostaria de atacar o Irã antes das eleições de 2012, mas a aliança com Israel, a necessidade de petróleo, a evaporação da credibilidade do dólar, a deterioração das relações com a Turquia e com o Egito e a crise financeira causando distúrbios internos tipo “ocupemos a Wall Street”,são caminhos que por si só, podem precipitar outra campanha militar norte-americana no Oriente Médio. Tudo está confirmando a famosa conferência do gen. Wesley Clark em 2002, onde revelou planos estadunidenses para desestabilizar sete países do Oriente Médio, iniciando pelo Iraque e concluindo pelo Irã. Motivo: petróleo.

Certamente a Europa não vai se opor, pelo menos não depois de ter atacado a Líbia. A Grã-Bretanha se prepara para participar da ação militar, inclusive oferecendo suas bases militares no Oceano Índico. Já estuda as melhores posições para instalar seus submarinos e navios. A Rússia e a China mesmo que se oponham, não iriam a guerra por isto, já que também tem motivos para temer a ameaça islâmica
Informações da inteligência sobre o programa nuclear iraniano, nos moldes das usadas do ataque à Saddam são fracos demais para servir de pretexto, mas uma provocação, ou mesmo uma farsa tipo Torres Gêmeas pode antecipar os acontecimentos. Essa provocação, real ou forjada, talvez aconteça em Israel.

- Rumo provável das Operações – Uma guerra se sabe como inicia, mas não como termina. Podemos supor que devastadores bombardeios convencionais desmontem toda infra-estrutura iraniana, e contenham o Egito, a Turquia e ou a Síria se essas saírem dos protestos retóricos. Provavelmente as operações terrestres serão do tipo “commandos”, evitando a ocupação permanente do terreno, mas é algo que pode acontecer, pois lá estão as jazidas do ouro negro e os EUA ainda se acreditam bemvindos. Surpreendem-se porque o povo invadido lhes resiste, se eles só os estão bombardeando para protegê-lo dos tiranos A desproporção de forças e de tecnologia garante a vitória militar, mas não a ocupação tranquila.

- Consequencias – Em médio prazo os EUA e EU terão garantido o suprimento de petróleo e a segurança de Israel, mas a curto prazo cairá a produção de petróleo e o preço irá as alturas. A China aproveitará para se acertar com Taiwan, mas a grande beneficiária será a Rússia; neutra e com seu grande excedente de petróleo caríssimo. Talvez nós também, com o pré-sal, se pudermos manter a neutralidade. Quanto ao Império Americano, cremos que conseguirá interromper seu declínio, mas verá crescerem de importância a Rússia, a China, a Índia e mesmo o nosso Brasil.
Claro, isto tudo é só o resumo de um cenário. Pode acontecer outra coisa ou até não acontecer nada.

ONGs, Ministérios e o desenvolvimento da Amazônia
A ladroagem nas ONGs dos ministérios dos Esportes e do Turismo chamaram atenção do Pais, mas nem arranharam ainda as piores: as que recebem recursos do estrangeiro, para nos arrancarem um pedaço do território. As ligações dessas são com a Funai e com o Ibama, e sua atuação principal é evitar o desenvolvimento e consequente ocupação da Amazônia por nós.

A Amazônia jamais terá seu potencial de riquezas incorporado ao País, sem a infraestrutura imprescindível ao aproveitamento de suas vastas riquezas, principalmente em minérios, fauna e flora. Assim, as obras das hidrelétricas da usina de Belo Monte, em Altamira, no Pará, e de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, são indispensáveis a qualquer esforço desenvolvimentista. Essas obras, que promoverão migrações populacionais para o preenchimento de espaços vazios existentes desde o início dos trabalhos, tem sido sistematicamente obstadas por ação das ONGs.

Orientados por ONGs, líderes indígenas prepararam, quase sigilosamente, o I Encontro dos Povos Indígenas de Altamira, realizado em fevereiro de 1989. A Eletronorte compareceu desprevenida. Estava certa de que os convenceria a aceitarem as barragens no Xingu. Seriam das maiores e mais baratas hidrelétricas que se podiam pretender em qualquer parte do mundo. Saiu escorraçada. E os projetos, arquivados. Entretanto o País necessita dessa usina, capaz de fornecer ainda mais energia do que a nossa parte na de Itaipu. Isso foi um disparate que muito prejudicou o País.

Os estrangeiros se valeram das ONGs, e estas dos índios. Eles tocam no inconsciente coletivo, tanto o nacional quanto – e, sobretudo – o internacional. Suas utopias, fundadas numa sociedade distinta da nossa e associada a uma idéia de Rosseau se apresentam como se fossem mais puras do que a nossa sociedade corrompida, mas não é assim. O tema é mais complicado. Trata-se de disputa disfarçada por recursos naturais escassos.

Passados quase 30 anos, as cinco represas previstas para o Xingu foram reduzidas a uma só. Belo Monte, bem menor do que a usina original, de Kararaô e só agora, 10 anos depois da retomada do projeto, começou a montagem do acampamento para a execução das obras. Novamente os índios são os pretextos para evitar o desenvolvimento, mas felizmente se esboça uma reação. O licenciamento ambiental não poderá mais impor condicionantes à liberação de empreendimentos que não tenham relação direta com o impacto da obra. Serão beneficiadas com esse novo modelo de licenciamento, linhas de transmissão, rodovias, portos e do setor de petróleo e gás e obras de infraestrutura como Belo Monte, as quais até agora eram paralisadas desde por reclamações de índios distantes até para proteger uma perereca “em extinção” sempre sob o patrocínio das malditas ONGs estrangeiras.

Creio que podemos creditar a doma dos ecoxiitas à firmeza da Dilma. As pressões que está recebendo fariam ceder a alguém menos corajoso, como o Lula cedeu no caso da Raposa.

Não dá para acreditar
Em vez de treinamento de combate, uma turma de 200 soldados recebeu treinamento de guarda-parques na Reserva Biológica de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Os 200 soldados foram treinados pelo Serviço de Guarda-Parques e ajudarão a fiscalizar a unidade de conservação e a combater incêndios.
Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani
Comentário nº. 114
06 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A FARSA IANOMANI

SALVEMOS O TERRITÓRIO BRASILEIRO ENQUANTO HÁ TEMPO!

"Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado "IANOMÂMI", nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas. Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra "ianomâmi" era um nome genérico aplicado ao "ser humano".

Recentemente, caiu-me nas mãos o livro "A FARSA IANOMÂMI", escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.

Menna Barreto procurou provar que os "ianomâmis" haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma "nação" indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro "Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.

Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.

Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos "Gigantes da Nacionalidade", embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o "Bandeirante das Fronteiras Remotas"

Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de "Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão", prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.

Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.

Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.

Um desses trabalhos denominado "O VALE DO RIO NEGRO", classificado pelo Chefe da "Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão" como um subsídio para "a geografia física e humana da Amazônia", foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação "IANOMÂMI! QUEM?.

No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que "são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas". Prossegue o autor: "Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos". Também os índios "TUCANOS" constituem uma família a parte, complementa o trabalho.

Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo "IANOMÂMI".

Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome "IANOMÂMI". Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos "IANOMÂMIS".

Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo "TUCANO", pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os "IANOMÂMIS" também não apareceram entre os "TUCANOS".

Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas "MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS", que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos "IANOMÂMIS".

Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo "não existiu e não existe" senão nas mentes ardilosas dos inimigos do Brasil.

Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado "IANOMÂMI", localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.

Interessante ressaltar que a jornalista que "inventou" os "IANOMÂMIS" não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL" sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: "Comitê International de la Defense de l´Amazon"; "Inter-American Indian Institute"; "The International Ethnical Survival"; "The International Cultural Survival"; "Workgroup for Indigenous Affairs" e "The Berna-Geneve Ethnical Institute".

Também é apoiada pelo WWF, a fundação do Príncipe Charles, o inglês que é dono de toda zona fronteiriça da Guiana Inglesa/Raposa Serra do Sol, onde se apresenta a maior reserva mundial de Nióbio, elemento químico essencial para a liga de titânio utilizada em motores aeronáuticos, cascos de submarinos nucleares, etc.

Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das "Diretrizes" da organização referentes ao BRASIL: "É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico".

Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL", ao incentivarem a "invenção" dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.

Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de "Reserva Ianomâmi" deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos "aruaques" e 'caribes'.

Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os "zelosos" funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os "competentes" servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a "Lei de Segurança Nacional", artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados."

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".

Roberto Gama e Silva

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Amazônia, Meio-ambiente, Lições da Líbia, BRICS e Liderança

O futuro da Amazônia
Projetos como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, Teles Pires e o complexo do Tapajós são parte do ciclo de ocupação que iniciou sob o governo militar, interrompido por FHC. A Amazônia já participa com 10% da geração de energia no país, mas passará a 23%, até 2020. Como efeito colateral, há no Congresso um projeto de lei tornando obrigatória a construção de eclusas juntamente com as hidrelétricas, viabilizando o transporte integrado por rodovias, ferrovias e hidrovias que reduzirão tremendamente os custos de transporte interno. Escoada pelos portos de Belém, Manaus e Santarém, o preço da nossa soja será imbatível.

Entretanto, dia a dia recrudesce a oposição internacional, usando os pobres índios a pretexto do meio ambiente, ameaçando a continuidade das obras e a ocupação da Amazônia. Para acelerar a implantação dos projetos, estuda-se um freio à ditadura ambiental e leis que permitam a exploração mineral em áreas indígenas. Contando com a exploração das incríveis jazidas minerais e com a futura plantação de dendê para fazer biodiesel, A Amazônia se tornará o principal dos motores do crescimento, se ainda nos pertencer.

A firmeza com que a Dilma está enfrentando as pressões nos dá esperanças. Que ela nunca desista.

Feitiço contra o feiticeiro
O confronto da realidade dos fatos com a ideologia ambientalista está redundando em um comportamento esquizofrênico por parte das lideranças européias, no que se refere à política energética. Em toda a Europa paira a ameaça da escassez de energia. No Reino Unido, o fenômeno da "pobreza energética" aumenta a dificuldade de pagamento das tarifas crescentes, em razão dos subsídios às fontes "renováveis". Na Espanha, chega-se à conclusão de que a energia nuclear não poderá ser abandonada em médio prazo. Só na Alemanha, ainda permanece o clima de euforia com as fontes "renováveis", ignorando-se os sinais de que tal aventura poderá resultar em uma catástrofe. A tal "descarbonização" da economia os prejudica cada vez mais. É bom que provem um pouco de seu veneno.

Lições da LíbiaO Fato – Kadafi já está eliminado. É provável que o folclórico “tirano” tenha sido o melhor governante do Mundo Árabe e da África pois usava o petróleo para o bem de seu país. É certo que havia descontentes, mas nenhum tirano entrega armas ao povo.

Claro que isto não evitou o ataque as melhores forças aéreas do mundo, mas mesmo com os bombardeios “para proteger a população civil”, dificilmente seus opositores teriam vencido sem o auxílio das magníficas Forças Especiais de uma dezena de países, que forneceram armamentos ,que deixam nosso Exército com inveja.

O Exército líbio era de cerimonial. Não tinha meios eficazes de defender seus interesses. No ano 2000 a Líbia renunciou ao desenvolvimento de armas de destruição em massa. Caso as tivesse, dificilmente a OTAN a teria atacado.

A Lição - Riquezas nas mãos de quem não as pode defender deixa de ser vantagem e passam a atrair desgraças. A não ser que entregue tudo

Análise – Ainda que o nosso País esteja igualmente mal armado, o Brasil não é uma Líbia, com apenas 9 milhões de habitantes e divididos em tribos. A ameaça que se percebe é a de secessão de áreas indígenas, talvez protegida pela “Exclusão Aérea”.

Como Dissuadir – Impossível enfrentar no ar as melhores forças aéreas do mundo. As 36 aeronaves de caça não farão diferença, mas bons e abundantes mísseis antiaéreos cobrariam alto preço aos atacantes. Se os fabricarmos em quantidade e qualidade, temos como certo que seria um grande fator de dissuasão. Outro grande fator, mais fácil de conseguirmos, seria a existência de grande número de snipers, também chamados de caçadores ou franco-atiradores, desde que tenham armas adequadas.

Hoje em dia, as melhores são os fuzis de precisão ponto 50, capazes de atingir alvos a mais de 2 mil metros, sem possibilidade de defesa. É claro que nosso País ainda não os fabrica, mas um jovem brasileiro – Fernando Humberto, os fabrica nos Estados Unidos e não os faz aqui impedido pela burocracia do Exército.

É bom que nossos chefes sejam alertados; Exércitos não são peças de cerimoniais!

Analogias
Uma das ferramentas para a montagem de cenários futuros é a chamada “analogia científica”, que procura a identificação de casos atuais com casos já ocorridos. Ainda que não seja um “oráculo”, a História comprova que em expressivo número a evolução tende a ser idêntica. Sobre a guerra em gestação, não há como deixar de fazer um paralelo entre o cenário da atual crise internacional e o descrito por Winston Churchil, em Memórias da Segunda Guerra Mundial, da situação em 1929, dez anos antes da eclosão: "A prosperidade de milhões de lares americanos havia crescido sobre uma estrutura gigantesca de crédito inflado, que subitamente se revelou um fantasma. Afora a especulação com ações em âmbito nacional, que até os mais famosos bancos havia através de empréstimos fáceis, um vasto sistema de crediário na compra de casas, móveis, automóveis e inúmeros tipos de utensílios e artigos domésticos de luxo havia crescido. Ruíram juntos.

... As consequencias dessa perturbação na vida econômica tornaram-se mundiais. Seguiu-se uma contração generalizada do comércio, em virtude do desemprego e da produção decrescente. Impuseram-se restrições tarifárias para proteger os mercados internos. A crise generalizada trouxe consigo graves dificuldades monetárias e paralisou o crédito interno. Isso espalhou a ruína e o desemprego por todas as partes do mundo... Os desastres daí decorrentes..." (W.C -Memórias da Segunda Guerra)’

Ministros
Pelo jeito houve uma mutação: antes do Orlando o PC do B idealizava desapropriar a propriedade privada em benefício da pública. Com o Orlando passou a desapropriar a pública em benefício da privada.

Sem dúvida o Aldo Rebelo é honesto e trabalha pelo Brasil, mas seria melhor que continuasse como deputado, em nossa luta pela integridade nacional.

E o Haddad? Depois de mostrar inconseqüência com o kit gay, agora com o ENEM mostra incompetência.

Alvo errado

Muitos dos meus irmãos de armas parecem escolher alvos errados. Ficam atirando em antigos adversários que não são mais inimigos – Dilma, Genuíno e outros, esquecendo dos inimigos atuais – Greenhalg, Thomas Bastos, Tarso Genro, Erundina ...

Gélio Fregapani
Comentário nº. 113
25 de outubro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Rumos da Política Internacional + Nosso País

Rumos da Política Internacional
Provavelmente na Líbia após a guerra haverá um longo período de caos, com um governo tribal, instável e autoritário, mas dócil á tutela militar da Otan. Assim, estará criado o primeiro “protetorado colonial” da organização militar, na África. O apoio aos rebeldes líbios significa que os Estados Unidos, juntamente com a Grã-Bretanha e França, não respeitarão as normas do Direito Internacional, e intervirão em qualquer país, a pretexto de razões humanitárias ou de defesa da população civil, mas na verdade para defender seus interesses econômicos e estratégicos. Assim, se lhes for conveniente, alegarão defesa da população indígenas ou do meio ambiente.

O atual atrito turco-israelense pode desencadear a guerra (euroamérica X maometanos) antes do que se esperava. A Turquia está exigindo que Israel se desculpe e ameaça enviar navios de guerra para escoltar os navios de ajuda humanitária tentando quebrar o bloqueio naval israelense Um pedido de desculpas de Israel por ter atacado o navio turco certamente adiaria a guerra, Se a evitaria, há duvida.

Inútil pensar em um mundo sem guerras. Todos os países, sem exceção, devem sua existência e o território que ocupam a guerras bem sucedidas. Quanto mais recursos naturais tiver uma terra, mais disputada será. Barbas de molho!

Na internet são levantadas dúvidas sobre o atentado do 11 de setembro. Já se considera como certo que um boeing não poderia ter se chocado no Pentágono sem deixar marcas das asas e das turbinas nas paredes.

Campanha mundial para nos deixar sem energia
No País, as ONGs reúnem e financiam o MAB, MST e índios em protesto contra hidrelétricas, estradas e põem fogo à canteiros de obras. No exterior, protestam contra Belo Monte em Berlin, Würzburg, Paris, Haia, Washington, Nova York, Los Angeles, São Francisco, Miami, Canberra, Taipeh, Jacarta, Viena, Oslo, Ancara, Guadalajara, Moscou, Lisboa, Porto, Toronto, Moscou, Malmö, Copenhague e Istambul .
Iludidos ou remunerados, a maioria dos manifestantes nem sabe onde fica Belo Monte

Democracia cara demais

Difusamente se desenvolve a consciência que nossa democracia está cara demais. A passeata contra a corrupção no dia 7 pode ter sido apenas o início. Além da corrupção, é perceptível o repúdio ao número de parlamentares e a suas mordomias. Um documento do PT chegou a propor extinção do Senado.
De forma mais coerente, corre na internet a idéia de redução do número de senadores, deputados e vereadores. Consideram que essas funções políticas custam “uma Vale do Rio Doce” a cada quatro anos, e que poderiam ser reduzidas de dois terços.

Realmente, se os senadores representam seus estados, deveria ser um só por estado e não três, e esse poderia ser designado pelo governador.
Mais cedo ou mais tarde, por pressão da opinião pública, alguma redução acontecerá

O nosso Nióbio já pertence a estrangeiros

Um consórcio chinês de cinco estatais pagou US$ 1,95 bilhão por participação de 15% na produtora de nióbio Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, a fim de assegurar o acesso a esse importante mineral. A compra coloca o grupo chinês de frente com um grupo de empresas do Japão e Coreia do Sul, que em março havia comprado outros 15% da empresa, de propriedade da família Moreira Sales. Entretanto a CBMM já era controlada por estrangeiros. O Grupo Moreira Sales detinha oficialmente 51% das ações com direito a voto, sendo o restante de empresa norte-americana subsidiária da "Union Oil", e o d iretor financeiro e outros membros da alta direção eram pessoas da empresa estrangeira.

Segundo o Almirante Gama e Silva, é antiga a posição de testa-de-ferro do Sr. Moreira Sales, que teria prosperado acobertando, durante a "nacionalização” da Crescinco aos verdadeiros donos da financeira, os Rockfellers, nos anos 1950

A História e os costumes

A História nos mostra que a dissolução dos costumes precede a destruição da sociedade. Apesar, ou por causa dos exemplos históricos, um grupo insiste em incentivar o hedonismo visando a destruição das forças morais da nação, quando não da civilização ocidental. Entretanto o nosso povo ainda possui no profundo de sua alma reservas de bom senso e de moralidade que o fazem reagir contra os fatores de dissolução social, decorrente, entre outros motivos, de uma influência religiosa ainda marcante como também pela difusa consciência do que todos queremos para nossos filhos. Falta apenas prelados e eclesiásticos corajosos e dispostos a conduzir a grei pelos caminhos da Civilização Cristã, e não pelos des caminhos que conduzem ao abismo. Mas isto não acontecerá enquanto os heréticos adoradores da mãe terra continuarem dominando o CIMI

Ambientalismo e obscurantismo

Estamos importando etanol dos EUA Como foi possível? – Fácil: proibindo de plantar. Só a proibição de plantar cana na Amazônia já deixa metade do País sem produzir etanol. Principal responsável pela proibição: Marina Silva.
No início do ano, vândalos paralisaram as atividades da UHE do Jirau, às margens do Rio Madeira por mais de um mês, com depredação de alojamentos, veículos e equipamentos. Não foi um protesto contra as condições de trabalho como a mídia anunciou; foi uma ação do ambientalismo político mundial. Eu sei, estive lá. Agora o movimento será contra Belo Monte e contra o novo Código Florestal. Representante máximo desse movimento no Brasil: Marina Silva.

O feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa, é uma maravilha da tecnologia nacional. Resistente ao vírus do mosaico dourado, uma terrível doença que aniquila as plantações, reduzirá perdas e uso de agrotóxicos. O desenvolvendo do transgênico verde amarelo é nossa melhor resposta às ameaças das grandes multinacionais, que pretendem, é claro, dominar a tecnologia. . Mesmo com tais vantagens, ambientalistas retrógrados se opõem à liberação comercial do feijão transgênico, impedindo por 2 vezes sua votação da CTNBio. – Estrela do ambientalismo: Marina Silva -
Ambientalismo é uma coisa, obscurantismo é outra.

Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani
Comentário nº. 109
12 de setembro de 2011

ADENDO
Artigo no Alerta Total
Apesar do recorrente discurso militar de que “está protegida por nós”, o Brasil tem tudo para perder a soberania sobre ricas áreas na Amazônia. No dia 29 de agosto, a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) do Governo do Amazonas assinou um “Memorando de Entendimento” com representantes indígenas do Alto Rio Negro e a mineradora canadense Cosigo Resources Ltda, para a aprovação do “Projeto de Extrativismo Mineral no Estado do Amazonas”. A mídia amestrada tupiniquim praticamente se cala sobre este importante assunto.

O documento prevê que as partes se comprometem em constituir, junto às comunidades indígenas, organizações e lideranças, a “Anuência Prévia e Consentimento Esclarecido” para realização de inventário das potencialidades por perfuração e viabilidades econômicas das terras indígenas dos rios Içana e Tiquié, no Alto Rio Negro, e Apaporis, no rio Japurá. O assunto amazônico foi discutido, mundialmente, entre os dias 26 e 29 de junho deste ano, em Niagara Falls, na Província de Ontario, no Canadá, durante a Reunião Internacional de Cúpula Indígena sobre Energia e Mineração.

Agora, a próxima tática da Secretaria de Estado para os Povos Indígenas do Amazonas e de seus parceiros transnacionais é fazer “um seminário regional, em São Gabriel, para sensibilizar o poder público e o Exército”. O resultado das discussões e os projetos pilotos elaborados serão apresentados no dia 27 de outubro, na Feira Internacional da Amazônia (Fiam), em Manaus. O evento terá a participação da presidenta Dilma Roussef. Está tudo claramente divulgado no Portal Oficial do Governo do Amazonas. Tudo escancarado.

Assinaram o recente acordo, Paulo Cristiano Dessano, da Vila José Mormes, na comunidade indígena de Japurá; Irineu Lauriano Baniwa, liderança de Jandu Cachoeira; Pedro Machado Tukano, de Pari-Cachoeira (todos em São Gabriel da Cachoeira), além do secretário da Seind, Bonifácio José Baniwa, e o vice-presidente Cosigo, Andy Rendle. A Cosigo é uma empresa de mineração canadense que já possui nove propriedades requeridas no município de Japurá (a 1.498 km de Manaus) para trabalhar na exploração de ouro e alumínio. Andy Rendle revela que a meta é promover grandes projetos de mineração em terras indígenas que beneficiem diretamente a essas populações no Amazonas e não causem impacto ao meio ambiente.

Pelo menos quatro projetos já estão em andamento: o projeto Lapidart, em São Gabriel, com apoio no arranjo produtivo; a cerâmica artesanal, que envolve todas as comunidades indígenas; o geoturismo, que transforma São Gabriel em um grande geoparque, que une a compra das jóias a um roteiro turístico até o Pico da Neblina; e a geração de energia. O esquema tem o apoio da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).

O entreguismo anazônico se torna fatal porque a região é mal ocupada e ignorada pela grande maioria dos brasileiros. Nela, ONGs com bandeiras dos EUA, Inglaterra, Canadá, Bélgica, Holanda, Alemanha, França, Itália, Suíça, Japão e Indonésia fornecem recursos humanos e financeiros para elaboração e execução de programas e projetos focados no suposto “desenvolvimento integrado sustentável” em ec oturismo, extrativismo e “educação”.

Na prática, as ONGs que “adotam os povos da floresta abandonados pelo Poder Público brasileiro” são pontas de lança da Oligarquia Financeira Transnacional para preparar a região, na prática, para ter micro-nações independentes do Brasil, operando conforme o esquema globalitário. Na verdade, as ONGs funcionam como verdadeiras centrais de inteligência para agências de estudos geopolíticos transnacionais. Geralmente administradas por antigos ou recém saídos diretores de estatais, organismos ministeriais e instituições públicas dos estados e municípios da Amazônia, as ONGs contam com financiamentos de bancos e agências do capital financeiro mundial.

O nome das principais? Anotem: Amigos da Terra (Friends of the Earth); Fundação Mundial para a Natureza (Word Wide Fund for Nature—WWF); Canadense par a o Desenvolvimento Internacional (CI DA); Fundação Ford; Club 1001; Both Ends; Survival International; Conservation International; Fundação Interamericana (IAF); Fundação MacArthur; Fundação Rockefeller; Fundação W. Alton Jones; Instituto Summer de Lingüística (SIL); National Wildlife Federation — NWF The Nature Conservation —TNC; Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia; União Internacional para a Conservação da Natureza (UNIC) e o World Resource Institute — WRI.

Quase todas as ONGs agem com o maior profissionalismo possível. Seus projetos e planos de trabalho dão resultados. As populações locais atendidas por eles se beneficiam. Logicamente, percebem que o governo brasileiro não liga para elas. Pragmaticamente, as ONGs se legitimam. E, assim que houver condições geopolíticas, daqui a uns 20 ou 30 anos (dependendo, até menos), as reservas extrativistas, indígenas ou ecoturísticas pod erão se transformar em territórios globais, com autonomia e independência, fora do controle do governo brasileiro que, na prática, intencionalmente ou por incompetência, não lhes dá a devida importância.

Se a coisa continuar assim, a Amazônia pertencerá, de fato e de direito, aos laranjas da Oligarquia Financeira Transnacional. Como bem chama atenção economista Adriano Benayon, autor do livro “Globalização Versus Desenvolvimento”, devemos ficar atentos. Segundo Banayon, “qualquer causa, mesmo que justa (como direitos humanos, direitos dos indígenas, conservação do meio-ambiente) costuma ser desvirtuada pelos dirigentes da tirania mundial, disfarçados de humanitários.

Em seu livro, Benayon comprova como os globalitários agem, através de ONGs, para manipular, no interesse deles, os enganados das periferias, como o Brasil, o país mais sug ado do planeta e mantido no subdesenvolvimento sob a direção dos imperiais. Bemayon demonstra que os controladores apenas desejam conservar o Brasil (principalmente a Amazônia) como fonte inesgotável de recursos naturais, daqui retirados, muitas vezes por preços que nem de longe custeiam o valor real dos bens, sem falar nos desgastes ambientais.

Por tudo isto, os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira precisam acordar e agir contra nossa perda de soberania. Precisamos, urgentemente, propor um Projeto de Nação para o Brasil, com base em uma leitura atualizada e sem frescuras ideocráticas da Doutrina de Segurança Nacional – alvo dos ignorantes ou criminosos ataques ideológicos. E tal missão não é (apenas) para os militares – a quem muitos acomodados preferem delegar poderes divinos. É tra balho para cada um de nós, patriotas, que têm consciência de amor ao Brasil, para desenvolvê-lo de verdade, e não apenas fazê-lo crescer.

A base para o Projeto de Nação para o Brasil está escrita nos velhos manuais da Escola Superior de Guerra – a ESG, que o Governo do Crime Organizado quer transformar em uma faculdadezinha de quinta categoria. Temos de realizar os Objetivos Nacionais Permanentes a serem alcançados e mantidos: Democracia, Paz Social, Soberania, Integridade do Território Nacional, Integração Nacional e Progresso. Isto só vai ser possível através do fortalecimento das Expressões do Poder Nacional: Política, Econômica, Ambiental, Psicossocial, Militar e Científico-Tecnológica.

Vamos formular e colocar em prática o Projeto de Nação para o Brasil? Temos de agir, depressa, como militares em guerra. Do contrário, os militantes-meliantes farão triunfar a vontade deles e seus parceiros transnacionais. Nada aos Transnacionais”. O lema é: Brasil Acima de Tudo!

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

© J orge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Setembro de 2011. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.