terça-feira, 15 de abril de 2014

Pesquisas falaciosas, a Igreja e os Indios, Bolsas e Cotas, Cenários Políticos


Pesquisa da Folha - Conclusões falaciosas
As pesquisas feitas com amostragens representativas realmente refletem a opinião pública, da mesma forma que um exame de sangue colhe uma amostragem para ver a situação do sangue todo. Além da amostragem correta é indispensável que as questões não induzam as respostas e que as conclusões sejam imparciais.
A pesquisa publicada na Folha sobre a revisão da Lei da Anistia foi viciosa, pois a pergunta conduzia a resposta. Em tese todas as pessoas de bem repudiam a tortura e a punição aos torturadores naturalmente teria uma resposta favorável.
Foi anunciado que 80% acham que os torturadores devem ser julgados, mas evitou-se publicar que mais gente deseja punir os antigos terroristas do que aos agentes do Governo apontados como torturadores (54% a 46%;). A maioria dos brasileiros não tem a ambiguidade moral das esquerdas, que querem a revisão da Lei da Anistia, mas só sobre os crimes de seus adversários.
Vicioso também o argumento de que os militantes que participaram de atentados, de assaltos ou de "justiçamentos" já teriam sido presos e julgados naqueles dias. Alguns foram, outros não.
A divulgação parcial desta pesquisa soma-se ao esforço da mídia em antagonizar a Nação com suas próprias Forças, deixando o País inerme em face das ameaças estrangeiras. O estímulo, a orientação e os recursos para isto naturalmente vem de fora, mas alguns partidos ajudam para se aproveitarem eleitoralmente. Serão inconsequentes? Ou talvez apenas burros?

Que diz a verdadeira Igreja de Cristo?
O Padre Anchieta evangelizou, atraiu os índios para a civilização, ajudou-os a sair da antropofagia e das trevas da Idade da Pedra. Promoveu a paz, a integração das raças e o desenvolvimento. Fundou cidades. Sua obra foi o início da criação da nossa nação na terra de Santa Cruz.
Alguns dos seus sucessores agem ao contrário. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) segrega os índios, transformando-os em inimigos da Sociedade. Estimula o ódio racial e a violência. Está por traz das invasões. Trocou o Evangelho de Cristo, pela cultura pagã – uma das mais bárbaras que se tem notícia. Houve bispos que até abraçaram o comunismo, mesmo aceitando recursos de ONGs capitalistas e até de Governos estrangeiros para dividirem o nosso País em pequenas nações étnicas obedientes ao Capital Internacional.
Com quem fica a verdadeira Igreja de Cristo? Com Anchieta e Nóbrega que criaram as bases do nosso País ou com Casaldáglia e Aldo Mongiano que tentam nos destruir? – A resposta já foi dada pelo Papa: José de Anchieta foi canonizado, não por seus milagres (que existem), mas por sua conduta, que deve servir de exemplo. Enquanto isto, sem apego à verdade, contaminados pela ideologia da aparato ambientalista-indigenista internacional, os bispos da Amazônia críticam às hidrelétricas da região, em especial às de Jirau e Santo Antônio, sugerindo que estariam causando a cheia do rio Madeira, Foi devido às pressões dessa gente que, essas usinas praticamente não têm reservatórios, sendo do tipo "a fio d'água", além de reduzirem a geração de energia perderam a função de regularização das vazões do rio, o que atenuaria os efeitos da cheia recorde.
Esses falsos sacerdotes menosprezando as orientações da cúpula da Igreja, não distinguem a diferença entre o homem e os animais, remontando as funções humanas apenas a bases biológicas e genéticas.
Depois da canonização do padre Anchieta, apontado como exemplo a ser seguido, como ficam os bispos comunistas e indianistas da CNBB? Para onde irão então? - Certamente merecerão o mesmo inferno que os corruptos do nosso Congresso e os ativistas partidários do STF.

As Bolsas e as Cotas
- As Bolsas - É óbvio que as "bolsas" foram criadas com objetivos eleitorais e.atingiram seu objetivo espúrio, tanto que os políticos prejudicados que exploraram seus inegáveis efeitos maléficos, agora próximos das eleições propuseram torná-las permanentes colocando-as na Constituição para marcar que não as vão interromper. São igualmente demagogos.
É evidente o exagero das bolsas. Nenhum país poderá sustentá-las por muito tempo, a não ser que disponha de uma renda extra como o petróleo da Arábia, mas no momento da crise financeira mundial foram as bolsas que mantiveram aqui a industria e o comércio funcionando e propiciou mercado interno para os pequenos e os grandes produtores agrícolas. Os erros são ampliá-las demasiadamente (e demagogicamente) e ou prolongá-las demasiado no tempo. Ambos os erros acontecem aqui. Assim não há orçamento que agüente. Entretanto, uma das bolsas, estrategicamente falando, deveria ser mantida e até ampliada: a bolsa maternidade pois a longo prazo a maior ameaça ao nosso País é a redução da população.
Olhando para o futuro sabemos que, com menos de 2,1 filhos por casal a população diminui e estamos com 1,8, com tendência a diminuir.
O fenômeno não é apenas brasileiro: Há outros. os gregos, por exemplo, com menos de 1,3 filhos por casal, desaparecerão como povo ainda neste século e sua pátria será ocupada pelos prolíferos islamitas da Turquia. A população do Japão nas três últimas gerações baixou de 140 para 80 milhões e atualmente tem mais idosos do que crianças. A diferença é que nós temos um vasto território a ocupar e a defender.
Os países que pensam no futuro incentivam a natalidade. Um dia teremos que revisar as tais bolsas demagogicamente distribuídas. Cuidemos para manter as que são realmente necessárias
- As Cotas – Se podemos garimpar alguns raros motivos sadios nas bolsas, nas cotas não acharemos nenhum. As cotas não existem para promover justiça social, mas para separar as pessoas em grupos hostis. O primeiro passo é convencê-las a usar rótulos de identidade racial ou outro qualquer. O passo seguinte é criar hostilidades e ressentimentos onde não havia e ampliar os que já existissem anteriormente.
A simples observação da situação geopolítica mundial nos demonstra que o impulso a desagregação nacional é intenso em todos os países de grande extensão territorial, exceto talvez os anglofônicos, aliás há motivo para desconfiar que esse impulso ao separatismo é intencional e tem uma finalidade geopolítica e pode ser apenas uma manobra do estímulo à diversidade social, sexual, racial e etc. Some-se a isto a divisão e radicalização política e teremos ai um País esfacelado
Maldição eterna aos que estimularem as nossas divergências.
Armamento nuclear - um lembrete
Há apenas vinte anos a Ucrânia concordou em se desfazer de seu imenso arsenal atômico herdado da URSS. Hoje vê impotente lhe arrebatarem uma província.
Independente da justiça da causa, isto aconteceria se ela tivesse mantido aquele arsenal? – Sabemos que não. Nenhuma nação que disponha de armamento nuclear e meios de lançá-los será invadida ou pressionada além dos limites.
"Agradeçamos" a nossa debilidade militar ao Collor, ao FHC e aos petistas que os sucederam.

Cenários da política interna & externa
A cada semana aumentam as probabilidades de derrota do PT e ele bem merece. Ainda que desde o início da República a regra fosse o partido do Governo se aproveitar da situação e a oposição tentar derrubá-lo para poder também se aproveitar, nunca houve tanto descaramento como no governo petista, ao menos no varejo. Certamente, a divulgação da corrupção e do roubo ajudam a derrubar um governo, isto já aconteceu com o Collor e contribuiu para a derrubada do Jango, entretanto o fator preponderante para a queda não foi a corrupção da pelegada nem a inegável incompetência que conduziu ao mau desempenho da economia, foi o fator ideológico – mesmo sem ser comunista Jango lhes abria o caminho, num ambiente de Guerra Fria. Os mesmos fatores se repetem agora, alguns atenuados, mas desta vez teremos eleições.
A tendência é que a economia piore e muito. O ensaio inicial da atual governante de baixar os juros e nacionalizar o petróleo já seria suficiente para que a oligarquia financeira internacional decidisse ajudar a mudança e com as posições antiamericanas da Dilma haverá todo o peso político para que o atual governo se dê mal. Quando isto ficar evidente talvez ainda haja o ensaio de troca da Dilma pelo Lula (mais maleável), mas dificilmente dará resultado.
O nacionalismo inicial do atual governo guardou relação com o nacionalismo varguista -militar, de apostar nas riquezas nacionais, no mercado interno, na valorização dos salários, na proteção das empresas brasileiras etc., seguido parcialmente por JK ou seja, coisas que incomodam os Estados Unidos. O mercado financeiro anunciou que a confiança dele, no governo PT estava acabando.
Dilma já cedeu, mas mais insatisfações foram criadas pelo apoio aos governos hostis de Cuba e da Venezuela e pela suspensão da visita da Dilma aos Estados Unidos no ano passado, devido ao episódio Snowden. Após a suspensão da visita, Dilma anunciou a compra de aviões da Suécia, deixando a Casa Branca ainda mais abalada. Daí em diante azedou tudo. Dilma, sim, virou pedra no sapato de Washington e do mercado financeiro especulativo, que, nem mesmo a concessão do juro mais alto do mundo fará ceder.
Não adianta tentar se opor. O atual governo já cedeu tudo e só tem o apoio dos que estão se aproveitando. Mesmo que não fosse assim não adiantaria. A oligarquia financeira é forte demais.
Pior do que está não fica, diria um palhaço sem graça, mas pode ficar, sim! 
A previsível derrota de Dilma pode lançar o País em clima de grande instabilidade política, mais grave do que a balburdia de 64. 
Os petistas, ressentidos com a derrota, tentarão inviabilizar o sucessor e não abandonarão os cargos sem antes boicotar o serviço público e paralisar as atividades do estado com os verdadeiros exércitos dos sem-terra e com a falta de apetite das Forças Armadas para intervir de novo, nada estará garantido. 
Em caso de vitória do PT? - Então os sem-terra, os sem-teto, os índios e seus outros apoiadores se sentirão no direito de tomar os bens alheios dando origem a reação que pode levar à guerra civil e principalmente a sabotagem da oligarquia financeira internacional que levará a nossa economia à dificuldades nunca vistas em nossa História.
Então não há solução? – Quem sabe! 
Estes são apenas cenários prováveis. Muita coisa ainda pode acontecer.
Que Deus proteja a todos nós. 
Gélio Fregapani
12 Abr 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Lula em campanha abre o Jogo




Esse vídeo extraído do facebook é notável porque mostra um Lula inteiramente à vontade voando para Belém do Pará no avião de campanha, expondo em palavras dele a estratégia de tomada de poder pelos comunistas preconizada por Gramsci, temperada com conselhos do Duda Mendonça.     

domingo, 9 de março de 2014

Cenário Mundial: Ucrânia; Cenário Nacional: Prazo Fatal para Revogação do Tratado


Não há no mundo lugar para dois Impérios Romanos e se existirem não permanecerão em paz. Após longa queda de braço as contradições do comunismo implodiram a União Soviética e durante curtas três décadas o mundo viveu a Pax Americana, sucessora da Pax Britânica, que havia sucedido a Pax Romana. Nesse interregno agiganta-se o colosso chinês anunciando ser o próximo desafiante do atual “Hegemon” e a Rússia é retirada do caos por um líder nacionalista e corajoso capaz de jogar tudo para não perder a posição de seu país.
Os EUA, país ainda hegemônico, também defende seus interesses com garra, respondem a ameaças à sua moeda com invasões se for necessário e jogam com tudo para trocar os governos que lhes são hostis. Bem sucedidos em atrair algumas das “repúblicas” da antiga  URSS, no momento procuram atrair a Ucrânia para a OTAN, enfraquecendo a posição da Rússia, que reage com audácia arriscando mesmo a uma nova guerra. Os EUA procuram também mudar o governo da Venezuela. 

 O Caso do Sudeste europeu
Poucas dúvidas restam que a Ucrânia se dividirá, ficando o núcleo ucraniano aliado à OTAN e a Criméia, talvez mais alguma parte incorporada à Rússia ou ao menos autônoma. Para evitar a secessão, a Ucrânia teria que concordar com todas as exigências russas, mas as amargas lembranças tornam o entendimento muito difícil, na verdade a Ucrânia teve muito pouco tempo de independência e nunca chegou a constituir uma unidade nacional. Habitada originalmente por população etnicamente búlgara, esses se fundiram com invasores mongóis formando o povo tártaro, de onde saíram os famosos guerreiros cossacos, quase sempre a serviço do Império Russo.
Ainda que romantizados por Hollywood, os cossacos nunca tiveram a confiança do exército do Czar, que preferia utilizá-los em missões de reconhecimento, mas os monumentos existentes demonstram que teriam prestado excelentes serviços ao Império na conquista da Sibéria.
Na revolução bolchevista os cossacos se posicionaram contra os comunistas e foram massacrados. Só a lembrança desse fato já justificaria a animosidade dos povos, mas pior, sob Stalin os comunistas resolveram exterminar os ucranianos pela fome, confiscando-lhes todos os mantimentos, num genocídio que certamente superou em crueldade o genocídio turco sobre os armênios ou o nazista contra os judeus. A partir daí a amizade entre os dois povos se tornou impossível. Naturalmente os ucranianos receberam os invasores alemães como libertadores, mas com a derrota foram entregues pelo ocidente à União Soviética, onde constituiu contra a vontade uma das “repúblicas” daquele Império. Nessa situação recebeu o território da península da Criméia, até então parte da “república” da Rússia e habitada predominantemente por russos étnicos.
A História e a etnia da Criméia indicam que ela voltará a fazer parte da Rússia.  Se os EUA e seus aliados quiserem atrair o que restar da Ucrânia terão que arcar com um apoio econômico, difícil na atual conjuntura. Quanto a declarar guerra à Rússia por causa da invasão, como fez a Inglaterra quando da invasão da Polônia, consideramos  fora de cogitação, as circunstâncias são outras. Nesse choque de vontades tende a vencer a vontade mais forte e parece ser a da Rússia. E será uma batalha defensiva.

O Caso da América do Sul
É onde é mais fácil para os EUA de manter ou mesmo ampliar sua posição. Tendo o nosso País se metido onde não devia na política interna do Paraguai, era previsível a aproximação daquele país com os EUA, como já o fazem a Colômbia e secundariamente o Chile e o Peru. Os governos hostis, mais por serem maus governos do que por influência norte-americana estão ameaçados de substituição e coopera para isto o inconcebível apoio à Cuba, em detrimento de seus próprios povos, motivados por uma ideologia que já se revelou nefasta.
Contudo, na defesa de seus interesses, os EUA não descansam. Através de ações diplomáticas, pressões econômicas e domínio da imprensa desenvolvem a “guerra de 4ª geração” para minar não só quem o hostiliza mas também a quem poderia ensaiar o libertar-se do semi protetorado existente.
Na Venezuela intensifica a atuação com suas Forças Especiais e certamente auxiliará a derrubar o governo do Presidente Maduro, que governa com a mesma incompetência mas sem o carisma do Chavez.
A imprensa anuncia que Cuba mandará tropas em apoio a Maduro. Forças Especiais e agentes subversivos já o faz há décadas. Tropas, se for verdade, serão mal recebidas pelo exército venezuelano que se voltará contra o Governo. Os povos sul-americanos, na maioria, não compartilham dos ideais esquerdistas de seus dirigentes. Ao que pese as justas restrições a atuação dos Estados Unidos e dará a este o pretexto que precisam para intervir, mas e a UNASUL não vai reagir militarmente? – Claro que não,a UNASUL é apenas uma ficção. Limitar-se-á a fazer discursos.

No Nosso País
Quanto a nós, ao que parece, os EUA (como peça de manobra da oligarquia financeira internacional) já decidiu tirar o PT do governo, aliás em boa hora, porque vai mal. Claro, não podemos esperar coisa melhor, talvez venha alguém mais entreguista ainda, mas pelo menos que não tenha o mesmo amor pela Cuba e seu regime.
Se fosse apenas essa interferência em nossa política interna já deveríamos estar com as barbas de molho em relação aos EUA , mas a situação ainda é pior, no receio que possamos um dia a fazer-lhes sombra procuram nos dividir em nações étnicas. Usam de todas as falsidades com suas malditas ONGs, apelam para a defesa da democracia (só quando interessa, jamais na Arábia Saudita), na defesa do meio-ambiente aqui  (farms here, Forest there), forçam o afastamento das Forças Armadas da Direção Nacional, bloqueiam o avanço industrial e científico e quem sabe explodem nossos foguetes e com eles nossas tentativas de entrar no clube espacial.
 Ocenário brasileiro torna-se assustador. Além da interferência estrangeira a insegurança pública atinge a nível alarmante, com a população alarmada implorando uma intervenção. A causa da insegurança não está somente na inadequação das leis, mas é também um efeito colateral da campanha do desarmamento, que orientada do estrangeiro visa acovardar o povo de forma a acostumá-lo a ceder a qualquer ameaça sem pensar em reagir. Uma vez “domesticado”o povo, a Nação também não reagirá as ameaças externas. Isto faz parte da guerra de 4
 ª geração, ainda que a população não o compreenda.
O nosso medo da inflação leva o mau governo a aumentar os juros, o que faz baixar o crescimento, os programas governamentais são incompetentes, deficitários e inflacionários. O ideal socializante do governo já acabou com a indústria nacional e com ela com os empregos e agora tenta acabar com o agronegócio e ainda teremos que pagar a Copa e as Olimpíadas.  É difícil saber em qual dos Três Poderes a podridão é maior.  A dívida do país está chegando à casa dos 3 trilhões...  2015 será de uma recessão braba. Contudo, temos um Governo escolhido pelo povo. Foi uma má escolha, mas não sabemos se a outra alternativa seria ainda pior. Somente as Forças Amadas ainda são respeitadas e para elas se voltam as esperanças de correção dos rumos.
Claro, não cabe a nenhum Exército o ditar em qual regime o País deve viver, nem tampouco estabelecer o nível  de corrupção, mas nenhum Exército pode assistir impassível ao desmanche de sua nação.
Entretanto, os episódios conflituosos envolvendo indígenas em vários estados, não deixam dúvida: ou a sociedade brasileira se decide a interromper o avanço do “indigenismo” estimulado do exterior ou o País verá multiplicarem-se de forma explosiva os conflitos entre estes últimos e os não-indígenas, com sérias ameaças para a ordem social e no extremo, até mesmo para a sua integridade territorial, ainda mais do
 que a situação da economia, do que a estéril discussão política, do que a corrupção desenfreada e do que o revanchismo suicida da Comissão da “Verdade” é a questão indígena que forçará o Exército a intervir novamente.
 A Nação Brasileira está sendo esquartejada. O inimigo divide para vencer.
Sabemos que teremos que intervir. Já o fizemos outras vezes. Certamente  não cabe ao Exército escolher em qual regime o País deve viver, mas não assistiremos impassíveis ao desmanche de nossa nação.

Orgulho e vergonha
Tenho orgulho do nosso Exército. Emociona-me a Epopéia dos Guararapes, as lutas no Sul, os lances da Guerra no Paraguai, a FEB e tantas figuras heróicas, avultando a personalidade sem jaça de Caxias, transformando adversários em colaboradores e ex-inimigos internos em camaradas de armas.
Também tenho vergonha de alguns episódios. Não me envergonha a ação de 64. O Exército fez o que tinha que ser feito. Envergonha-me a quartelada que proclamou a República, encerrando o melhor governo que já tivemos e jogando o nosso País no caos. Envergonha-me do episódio de Canudos onde exterminamos nossa gente, além de ter demonstrado uma incompetência dificilmente igualada por outro Exército. Finalmente me envergonho do apoio dado aos órgãos traidores da Funai e Ibama no despovoamento da Amazônia e da traição ao dificultar ao máximo a fabricação de armas no Pais.
Talvez nossos militares, nos diversos níveis da hierarquia, tenham recebido ordens superiores de expulsar brasileiros de suas terras para entregá-las até mesmo a índios vindos do exterior; a impedir a agricultura e a indústria para preservar bagres e sapos, tudo a comando de ONGs estrangeiras dirigidas pelo capital internacional. Eles sabem que estão agindo contra a Pátria, mesmo assim cumprem as ordens.
Com tal atuação o Exército está perdendo sua única vantagem: a confiança da população. A FAB, antigamente considerada benemérita na Amazônia, já perdeu, quando por falta de combustível passou a voar para a Funai e o Ibama, os inimigos do progresso. Agora é a vez do Exército. Pode ser que ideologicamente cooptados, alguns militares o façam com prazer. Neste caso são traidores. Mais provavelmente o fazem por covardia, escudando-se, em nome da disciplina, numa distorcida lealdade que deveria ser primeiro para com a Pátria. Para estes ofereço simbolicamente uma pena branca. Eles sabem o que isto significa. 

Que Deus ilumine nossas decisões  
 Gelio Fregapani
Comentário Geopolítico  191
09 de Março de 2014 



ADENDO

Governo brasileiro tem prazo até 24 de julho para revogar a independência política e territorial que aceitou conceder às nações indígenas



Celso Serra
O governo do Brasil tem prazo até 24 de julho para anular um dos maiores crimes de lesa pátria já cometidos em nosso país – a assinatura da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), concedendo independência política, territorial e econômica às nações indígenas, que já detêm mais de 20% do território nacional, se incluirmos as áreas ainda a demarcar.
Pelo disposto no artigo 39, o Brasil tem o direito de denunciar a Convenção ao final de um período de dez anos, contados da data de entrada em vigor, o que ocorreu aqui a 25 de julho de 2003. Ou seja, o prazo terminaria dia 25 de julho de 2013, mas há um período adicional de mais 12 meses para o país dar a decisão final.
O gravíssimo problema surgiu no final do governo FHC, quando o Brasil assinou esta Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, cujo texto contém dispositivos que castram nossa soberania interna. O tratado internacional nos obriga a aceitar passivamente o direito ilimitado de propriedade e posse de terras pelas tribos indígenas (“terras que tradicionalmente ocupam” e, de modo ampliativo e ilimitado, “terras que não estejam exclusivamente ocupadas por eles, mas às quais, tradicionalmente, tenham tido acesso para suas atividades tradicionais e de subsistência”).
UM TRATADO SOB MEDIDA
Não podemos culpar nenhuma nação pela aprovação e ratificação do Brasil à Convenção 169 da OIT, feita sob medida para atingir países em situação semelhante ao nosso. Aos governos de cada uma dessas nações caberia defender sua soberania. E a comparação com a conduta de outros países prova que foi o Brasil que não soube defender sua soberania sobre o território nacional.
Por exemplo, os Estados Unidos estavam em situação semelhante a do Brasil e seu governo não aprovou a Convenção 169, agiu com zelo, não admitindo qualquer ingerência em seu direito de ser a autoridade suprema no espaço territorial do país e no que diz respeito à situação de seus habitantes.
APENAS 17 PAÍSES ACEITARAM
A OIT tem 185 países-membros. Apenas 17 assinaram a Convenção. Os outros 168 não o fizeram, por não admitir qualquer restrição sobre suas soberanias. Além dos Estados Unidos, também a Inglaterra, o Canadá, Nova Zelândia e Austrália, membros da Comunidade Britânica, não aceitaram a Convenção 169 da OIT.  Registre-se que, destes países, apenas a Inglaterra não possui em sua história a ocupação milenar por aborígenes.
Na realidade, para manter a plena soberania em seu espaço territorial, o Brasil estava em situação muito cômoda perante a OIT: bastava acompanhar a posição tomada pela esmagadora maioria dos países-membros e e também não ter assinado o Convênio.  Mas não procedeu assim e criou para si um enorme problema de ordem interna, visto que, na plenitude do espaço territorial brasileiro, teve restringido seu poder de legislar, administrar, elaborar e avaliar planos e programas de desenvolvimento nacional e regional, construir estradas, hidrelétricas e demais obras de infraestrutura, enfim, de decidir soberanamente sobre o que poderia ser mais necessário ao progresso e desenvolvimento do país.

A questão indígena é um problema de importância vital para o país, mas ninguém se interessa em resolvê-lo



Celso Serra
É inacreditável e inconcebível o descaso brasileiro em relação à chamada questão indígena. As diversas tribos estão abandonadas à própria sorte pelo governo, o que facilita a atuação das ONGs estrangeiras que assediam as tribos, interessadas não somente nas reservas minerais da Amazônia, mas também nas múltiplas riquezas da biodiversidade.
Os índios estão em pé de guerra, já tentaram até invadir o Palácio do Planalto, e sonham com a independência territorial, política e econômica, que lhes é garantida por dois importantíssimos tratados internacionais assinados pelo governo brasileiro nas gestões de Fernando Henrique Cardoso e de Lula.
O problema surgiu no final do governo FHC, quando o Brasil estranhamente aprovou a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, cujo texto nos obriga a aceitar passivamente o direito ilimitado de propriedade e posse de terras pelas tribos indígenas. Depois, em 2007, no segundo mandato de Lula, o Brasil aprovou na ONU a Declaração Universal dos Direitos das Nações Indígenas, que ratifica e amplia os termos da Convenção da OIT, dando independência e autonomia total aos territórios indígenas, que teoricamente agora têm direito de se transformarem em países independentes.
COM FORÇA DE LEI
A Convenção 169 foi ratificada pelo Congresso e outorgada pelo governo Lula, tem força de lei federal e está em pleno vigor, alimentando as aspirações emancipacionistas das tribos indígenas. Já a Declaração da ONU até hoje não foi enviada ao Congresso pelo governo. Ou seja, ainda não tem força de lei. Mas como foi efetivamente aprovada na ONU pelo governo do Brasil, e isso tem um significado político muito forte, não há dúvida.
Importante notar que, entre os países independentes que tinham muito a perder por ainda terem populações consideradas “nativas”, o Brasil foi o único a admitir essa cessão de sua soberania sobre parte do território nacional, o que significa deixar de deter o controle sobre cerca de 20% do país (incluindo as áreas indígenas ainda em processo de demarcação).
Agora, o governo do Brasil só tem prazo até 24 de julho de 2014 para anular a ratificação da Convenção 169 da OIT. A decisão cabe exclusivamente à presidente Dilma Rousseff, mas será que ela tem conhecimento da existência desses importantes tratados internacionais, estranhamente aprovados pelo Brasil? E quem se interessa por assunto tão sem importância?
Enquanto isso, as tribos estão à míngua, como ficou demonstrando no recente caso ocorrido em Humaitá, no Amazonas, com a cobrança de pedágio na Rodovia Transamazônica e o trucidamento de três cidadãos brasileiros que trafegavam naquela estrada.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Mandela, A questão indígena, Cenário político interno e Expectativas internacionais


Mandela e os nossos subversivos
     Mandela não foi sempre um santo. No início ele, em nome de uma causa, tal como os nossos subversivos, assaltava, destruía, assassinava, aprovava matanças e investia contra todas as atividades produtivas no campo, do mesmo modo como faziam os nossos comunistas os quais agora se valem dos sem terra e dos indigenistas da Funai para continuar a fazer o mesmo sem riscos. A prisão perpétua a que Mandela foi condenado deveu-se mais aos crimes que cometeu do que a propalada defesa da igualdade racial. Tal como nossos subversivos terminou por chefiar a sua pátria. Nesse ponto começam as diferenças
Então, ao contrário dos nossos, não falou mais em raças, mas em uma nacionalidade única. Criou uma comissão da Verdade com ênfase na reconciliação, obrigando a todos, agentes do estado e terroristas, a confessar, em primeiro lugar, os seus excessos, antes de acusar o adversário pelos males sofridos ao contrário da nossa comissão que visa a vingança e se recusa a sequer ouvir os crimes do outro lado.
Mandela amadureceu despindo-se dos preconceitos, abominando as práticas da elite do seu partido que ao galgar o poder, tal como o PT, acomodou- se e quis usufruir das"facilidades" do estado. O que o torna diferente dos nossos governantes pós- revolução é sua atuação em prol de seu país. Sua filosofia: fazer da África do Sul uma nação coesa. Manter seu povo unido independente de raças e de classes sociais. Enquanto isto, os nossos subversivos, há 15 anos no governo, procuram jogar negros contra brancos, brancos contra índios além de incentivar a hostilidade entre classes.  Tudo fazem para nos dividir em etnias hostis.
A situação se complica com a péssima atuação dos Ministros da Justiça e a dos Direitos Humanos, que parecem querer por lenha na fogueira.
O evoluir da situação poderá exigir a atuação de uma “Força Pacificadora” e a Presidente Dilma já aprendeu que precisa contar com as Forças Armadas quando algo não pode falhar e muitas vezes só com elas,as Forças Armadas, para não ficar refém de quem ameaça fazer greve. Teria Dilma a coragem de contrariar a cúpula de seu partido e como fez Mandela, esquecer as divergências e promover a união? Duvido. Mas... Agora que alguns dos piores do partido estão presos é possível que ela se liberte.


O prosseguir da questão indígena

    1 - Acontecimentos no Mato Grosso do Sul  - 80 fazendas invadidas para forçar a ampliação e a demarcação de novas reservas indígenas. Ameaçam fazer novas invasões e os produtores rurais preparam-se para reagir. As divergências irredutíveis e a presença de forças reativas prenunciam um conflito que se sabe como começa mas não como terminará.
Nenhum outro país do mundo admitiria demarcações de quistos em regiões de
fronteira, com o risco de independência destas áreas, muito menos onde o subsolo tem urânio, nióbio e outros minérios raros como no caso da Fronteira Norte. Causa perplexidade a obsessão governamental representado pelo indigno Ministro da Justiça em ampliar continuamente as áreas indígenas em detrimento dos não-índios, ignorando o direito da propriedade e prejudicando a produção e o desenvolvimento. Parece querer provocar uma revolução, pois é óbvio que haverá reação.
Certo, os produtores rurais preparam-se para reagir. Certamente ainda mais do que a integridade da Pátria estão defendendo o que é seu, mas todas as revoluções iniciam assim.
Podemos como exercício, pensar no futuro: É claro que algumas das próximas invasões serão rechaçadas com sangue. Certamente entrará em ação a Força Nacional de Segurança para garantir a integridade dos invasores, mas também encontrará resistência, e se esta for séria chegará a vez do Exército então não mais para ajudar as invasões pois sabem melhor do que os políticos que a questão indígena faz parte do plano anglo-americano de dividir o nosso País.
Se os fazendeiros forem inteligentes evitarão o choque com os índios, atacarão as sedes da Funai, do Cimi e das ONGs e castigarão seus membros. Se assim fizerem cortarão a cabeça do mal e pouparão muitas mortes de quem, no final das contas não passa de elemento de manobra do ambicioso estrangeiro. 

    2 - Mais uma expulsão de brasileiros- 1.200 famílias com seis mil pessoas serão expulsas de São João do Caru, MA, para ampliação de uma reserva indígena destinada a 33 índios nômades do Pará. A ampliação, de 118 mil hectares, ocupará parte do município e áreas de mais três cidades. A maior parte das pessoas que vivem lá são pequenos produtores que praticam agricultura de subsistência. Naturalmente aumentarão o contingente de sem-terra.

3 - Dinheiro mal empregado - O Governo anuncia que deverá comprar fazendas para ampliar as reservas indígenas. Que burrada geopolítica. Pode até diminuir a resistência dos produtores rurais, mas prejudicará a produção e incentivará cada vez mais novas invasões. Nós é que pagaremos

    4 - Hora de reformular - É urgente definir várias questões sobre nossos índios. Todos os analistas, todos os militares e todos que prestam atenção aos problemas nacionais sabem de sobra que as principais potências do Ocidente estão usando os índios como peça de manobra para dividir o nosso território. Que visam a posse dos preciosos minérios do subsolo e também eliminar a concorrência na agropecuária. Sabem que as ONGs devidamente subsidiadas conseguem fazer o que nem a CIA e o M-5 ousariam, dentro de uma guerra de 4ª Geração a qual o nosso povo só agora começa a perceber. A maior parte de nossos patrícios indígenas já é aculturada e a miscigenação é uma realidade. São brasileiros, mas as ONG agem como se fossem um povo dom inado que deve ser libertado.
Como considerá-los selvagens, que necessitam de grandes extensões de terra para caçar e pescar? A experiência demonstra que eles são manipulados por alienígenas, com interesses espúrios, objetivando tirá-los do Brasil só uma reformulação da política indigenista nos salvará dos conflitos que tendem a evoluir para uma Guerra Civil.

Cenário Político interno
     Já expressamos a opinião que entre os dois postulantes com possibilidades de vitória, a Dilma pessoalmente, seria a menos ruim. Que entre grupos o pior seria o que se comprometer com as malignas proposições da Marina para herdar os votos dos iludidos seguidores dela e que possivelmente esses votos seriam disputados por ambos os lados em um segundo turno, com concessões à filosofia do anti-desenvolvimento.
Agora um fato auspicioso: Esboça-se uma candidatura para se contrapor ao grupo Campos/Marina – a do ruralista Ronaldo Caiado, que está falando em assegurar as justas propriedades, em promover o desenvolvimento e em reformular a política de direitos humanos só para bandidos, dando a oportunidade das pessoas de bem de se defenderem. – É verdade, no momento essa candidatura não teria chance de vitória, mas revelando-se como o de melhor apelo popular do que o do grupo ecoxiita, a disputa por seu apoio destruirá a possibilidade de concessões aos que querem parar o progresso.


Expectativas internacionais
Espera-se que passe dezembro sem grandes novidades, mas os primeiros meses do próximo ano deverão trazer algumas definições, principalmente em função dos EUA. Se o gás de xisto  corresponder a propaganda os EUA se manterão incontestáveis no topo do mundo e os produtores de petróleo perderão renda, poder e prestígio, podendo iniciar uma era de convulsões. Entretanto, se o gás de xisto não corresponder a propaganda serão os EUA que estarão em grandes dificuldades. Mesmo assim não será nenhuma potência que poderá derrotar o Império Americano. Se ele desmoronar será  sob o peso de suas contradições econômicas. Sua dívida pública é impagável e continua a emitir dólares sem lastro para comprar petróleo e tudo mais. – e importar capitais de outros países, m ediante a venda de bônus do Tesouro, para financiar o déficit orçamentário, o consumo, que excede a produção, e as guerras que tem que empreender para manter a supremacia. É claro que, se não contar com uma riqueza extra(o gás de xisto) isto não continuará por muito tempo e os reflexos no mundo mal podemos conjeturar.
No momento em que o dólar perder a credibilidade como moeda internacional de reserva não se pode descartar a possibilidade de um calote que abalaria profundamente o mundo.
Nesse cenário que nos afigura como provável só podemos imaginar desorganização da economia mundial, com grandes guerras, revoluções, fome e miséria.
Que não aconteça, mas se acontecer que nos encontre prevenidos.


Feliz Natal
Aproximando-se a data em que comemoramos o nascimento do Redentor, pedimos a Deus que abençoe suas casas e a todos que estiverem nelas neste Natal

 COMENTÁRIO ESTRATÉGICO 187
15 de dezembro de 2013

 Gelio Fregapani

ADENDO
 (SERÁ  VERDADE?)
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Embora as pesquisas amestradas e a propaganda chapa-branca vendam o “fato consumado” de que Dilma Rousseff se reelege (inclusive no primeiro turno), a conjuntura política e econômica real demonstra o exatamente o contrário. A Oligarquia Financeira Transnacional, que controla de fato o Brasil, já decidiu que o ciclo de poder presidencial do PT no Brasil precisa ser encerrado em 2014 – contrariando as previsões ufanistas de Lula da Silva de uma hegemonia petista até 2022.

A Petrobras é o calcanhar de Aquiles do governo. Na Assembléia Geral Extraordinária marcada para o próximo dia 16, às 15 horas, no Rio de Janeiro, o PT sofrerá um dos ataques diretos mais contundentes aos seus esquemas. Outro fator que tende a ser decisivo para a derrota do PT ano que vem é a oposição econômica que lhe será promovida pelos maiores bancos. Itaú e Bradesco vão apostar na oposição: Aécio Neves ou Eduardo Campos. Postura idêntica a da Rede Globo (que já começou a pancadaria tirando o emprego de José Dirceu no hotel que seria o QG da campanha de 2014).  
A sabotagem dos controladores globalitários, promovida nos bastidores econômicos, contra Dilma Rousseff já começou e tende se ampliar no decorrer de 2014. Acusada midiática e justamente de ter derrubado o crescimento brasileiro e aumentado a inflação e a dívida interna, bagunçando as contas públicas, Dilma vai ser alvo de ataques diretos ao seu modelo nada eficiente de gestão em suas empresas símbolos do capimunismo no Brasil: a Petrobras e o BNDES.
Dilma corre até o risco de ser responsabilizada, judicialmente, por várias decisões que causaram, vem causando e devem causar ainda mais prejuízos aos investidores da Petrobras. Antes de ser alçada pelo Presidentro Lula para o trono do Palácio do Planalto, Dilma foi a “presidenta” do Conselho de Administração da Petrobras – cargo que é ocupado pelo desgastado Guido Mantega – que já pode ser pintado como o gestor do fracasso econômico da própria presidenta que tenta a reeleição.
Investidores da Petrobras – principalmente os internacionais – apostam que o governo não resiste a uma auditoria judicial, séria e independente, em vários negócios: nas refinarias Abreu Lima e Passadena, no Comperj, na Companhia de Recuperação Secundária (CRSec), na Petrobras International Finance Company S.A (PFICO) e na Gemini (caso que agora, surpreendentemente, aparece no noticiário que sempre o abafou. As fragilidades na Petrobrás atingem mortalmente Dilma, Mantega e Lula – padrinho do ex-presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, e de seu diretor financeiro Almir Barbassa (no cargo há três governos).
Só a petralhada canalha e os petistas fanáticos fingem não perceber que o PTitanic já bateu no iceberg que irá afundá-lo a partir de outubro de 2014. A próxima traição programada contra o PT é o rompimento do pacto com PMDB (partido que funciona igualzinho à Rede Globo: sempre apoia quem está no governo). O movimento de rompimento com o PT será comandado pelo vice-Presidente Michel Temer (maçom que obedece ao que seus mestres britânicos da oligarquia transnacional ordenam) e pelo desesperado Sérgio Cabral Filho (que dará o troco ao “amigo” Lula por investir na candidatura ao governo do Rio do petista Lindberg Farias).
O PT não resistirá a 2014. Esta é a aposta dos agentes econômicos internacionais. E se o Brasil não vencer a Copa da Fifa, a derrota programada será socialmente ainda mais desgastante para petistas e petralhas que, a partir de agora, devem investir na procura do bote salva-vidas no PTitanic. Na língua dos controladores globalitários, “the game is over”.
Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 6 de Dezembro de 2013.



sábado, 23 de novembro de 2013

Notícias, boas e más. Os militares e as revoluções. O Avião EMBRAER KC-390


Boas Notícias

 Apesar de Ministros nomeados politicamente, inclusive com evidente incompetência em concurso, o STF nos trouxe duas alegrias:

1- Após sessão conturbada, STF decidiu pela prisão de José Dirceu e outros 21 mensaleiros.

Obs: Cada vez que se pune um corrupto, se inibe cem outras corrupções.
2 Oministro Luiz Fux suspendeu a ampliação de uma terra indígena, até o julgamento da ação. Até lá está impedida anexação de terras à área indígena.
Obs: A ampliação da reserva causaria efeitos sociais similares aos da Raposa –Serra do Sol, mas esse último é mais perigoso por ser na fronteira e prenhe de minerais raros e preciosos, além das malditas ONGs estarem procurando uni-la à área Ianomâmi criando outra reserva, a Anaro.

Más Notícias
1 - Quando o Plano Real foi lançado, em julho de 1994 a dívida mobiliária federal interna era R$ 65,6 bilhões de reais e a dívida externa era de US$ 73,6 bilhões.Nos anos FHC (dezembro de 1994 a dezembro de 2002), a dívida mobiliária cresceu para R$ 841 bilhões (12,8 vezes), e a dívida externa aumentou para US$ 212 bilhões apesar das privatizações desnacionalizantes. Os juros impedem novos investimentos.
Nos oito anos de Lula a dívida mobiliária interna federal subiu para R$ 2,3 trilhões (2,7 vezes). Com a Dilma, no final de 2012 e chegou a R$ 2,8 trilhões.
2 – A facilidade com que os EUA espionam nossas comunicações é causada por algo mais do que a ineficiência da nossa contra-espionagem. Eles tiveram prestimosa ajuda do governo FHC que entregou o sistema de telecomunicações ao capital privado, especialmente o norte americano, durante o período de desmonte do estado nacional, que ele chamava de “reformas modernizantes. Até bem pouco tempo se jactava disso. Ficou mudo. Seu servilismo, seu pouco amor a pátria, facilitou ainda mais a invasão da vida privada de todos nós e não apenas dos mandatários. Em outras palavras, demos o galinheiro para a raposa tomar conta.
Agora talvez fique claro porque combatemos a privatização das telecomunicações. Não era uma questão apenas econômica. Estava em jogo questões de segurança e soberania nacional.

Surpreendente

Vazou a informação que políticos condenados teriam pedido para serem presos em quartéis do Exército. O motivo seria o medo de serem mortos pelos outros detentos, o que seria possível, pois a “justiça “ dos bandidos é mais severa do que a oficial, mas...Não eram eles que alegavam tortura nos quartéis?
Afinal, será isto mesmo que querem? Há algum plano por trás disto? A propósito, o pedido foi do pessoal do Waldemar Costa Neto.

Há males que vem para o bem
      Em 2005, Dirceu dominava o governo e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão Se o mensalão não tivesse existido ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o atual ocupante do Palácio da Alvorada.
Mesmo participante da corrupção, Roberto Jefferson salvou o nosso País de um perigo talvez ainda maior do que havia em 64. A prisão, Jefferson merece, mas a nossa gratidão também.

Alerta:  Pode ser o primeiro sangue
As ONGs estrangeiras e o Cimi induzem os índios a avançarem mais e mais sobre fazendas produtivas. Produtores rurais, descrentes de um judiciário que só os prejudica, juntam recursos para resistir. As ONGs instigam os índios a reagir com violência.
 A Funai e o Ministério Público forçam tanto a barra que  parecem desejar um primeiro sangue” que dê origem a uma convulsão social.

Os Governantes, os Militares e as revoluções
1 - O melhor governante que tivemos foi Pedro II e foi tirado por uma revolução militar-palaciana.
2 -  O Getulio trouxe um grande avanço, mas foi, duas vezes, retirado por revoluções palacianas, que conseguiram a adesão das Forças Armadas.
3 - O Jucelino, dentro das circunstâncias de então, foi o melhor que poderíamos ter. Agiu como estadista geopolítico e terminou seu governo com grande aprovação popular. As reações palacianas-militares foram pequenas e antes de sua posse.
4 - O Jânio Quadros saiu por avaliar erroneamente que as Forças Armadas exigiriam sua permanência. Seu substituto, o Jango, era uma nulidade completa. Nenhum país aguentaria as greves permanentes que provocou. Foi retirado por uma revolução militar-palaciana-popular.
5 – O “saneamento” do Castello Branco foi indispensável na época, mas ele pensava mais em termos da Guerra Fria do que em termos nacionais.
6-  O nacionalista Costa e Silva lamentavelmente durou pouco. Morreu logo.
7 - Bons presidentes foram somente o Médici e o Geisel. Terminaram seus governos com grande aprovação popular, especialmente o Médici. Os governos militares, quase sempre tiveram aprovação popular.
8 - O Figueiredo completou a transição para a Democracia. Era um tanto relapso, mas ao menos era honesto como também foram os outros governos militares. Terminou seu governo sem aprovação popular, mas seria garantido pelas Forças Armadas se necessário.
8 - O Sarney tinha todos os defeitos e as pouquíssimas virtudes da política de currais eleitorais, mas por isto mesmo não houve interesse palaciano em retirá-lo do poder, apesar de forte desaprovação popular. Os militares se mantiveram alheios à política.
9 - O Collor foi retirado por uma revolução exclusivamente palaciana. O motivo foi amparar o monopólio de seus companheiros no saque das finanças públicas, excluindo os demais corruptos quando fora de seu grupo. Tendo cedido às pressões estrangeiras na questão ianomâmi não teria mesmo o apoio militar, e o alheamento das Forças permitiu sua retirada em uma revolução palaciana sem interferência militar.  .
10 – O FHC foi o maior desastre. Não se sabe quais suas razões, mas trabalhou intencionalmente para destruir o País. Conseguiu, em manobras bem sucedidas, neutralizar e mesmo emascular as Forças Armadas, que continuaram alheias à política partidária. Apesar de ter apoio palaciano e estrangeiro, terminou seu segundo governo com tal repúdio popular que só concluiu seu segundo governo pela certeza de mudança com as eleições.
11 – O Lula era apenas um sindicalista que procurava vantagem até onde desse para si e seu grupo, mesmo em detrimento do futuro do País. Cedia quando pressionado, inclusive pelo estrangeiro, entretanto teve sorte. Algumas das medidas tomadas, eleitoreiras e certamente erradas, devido às circunstâncias se revelaram mais benéficas do que a expectativa. Apesar de escândalos de corrupção terminou seu governo com aprovação popular e elegeu quem quis. Os militares continuaram alheios à política.
12 - A Dilma, ainda que tenha deficiências, é bem melhor do que todos os outros governantes de pós revolução. Naturalmente há alguma oposição palaciana e a continuidade de uma série de greves pode retirar-lhe o ainda forte apoio popular.  Tem provocado inutilmente as Forças Armadas com revanchismos e por isto pode não contar com o apoio delas, que estão sendo assediadas pelos opositores palacianos.
13 -  Ainda pode vir algo bem pior do que qualquer dos que passaram: a Marina


Opiniões diferentes sobre a Democracia
- de Winston Churchill
A Democracia é a pior forma de governo, com exceção das outras formas  
 - de Milor Fernandes
 Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim
    -  de Alexander Tyler, (professor de história na Universidade escocesa de Edimburgo)
"A democracia é sempre de natureza temporária; Ela não existe como forma permanente de governo, permanecerá apenas até o momento em que os eleitores descobrem que podem beneficiar-se de generosas doações do tesouro público. Daí em diante, a maioria escolherá os candidatos que prometem o máximo de benefícios a partir do erário público e como consequencia a democracia entrará em colapso por casa da política fiscal frouxa e será sempre seguida por uma ditadura. "

 

 Os EUA e o mundo
Desde o final da Guerra Fria os EUA detêm tal supremacia militar que lhes permite não ter escrúpulos em defesa de seus interesses. Isto não é novidade na História, quem tem o poderio de um Império Romano costuma agir como um Império Romano. Entretanto, nos próprios EUA se ouvem alertas de que esse rumo é insensato e que estariam sendo vistos como um Estado criminoso e até mesmo como "a grande ameaça externa às suas sociedades".
Um novo cenário global vislumbra, se não uma redução do poderio dos EUA, ao menos a consolidação de outros centros de poder. Outros países desenvolverão armas nucleares próprias ou exigirão sua destruição total, pondo limites no poder absoluto norte-americano, até agora isento de seguir as normas que impõe aos outros.
A relativa ausência de notícias pode indicar que os EUA desistiram de interferir diretamente na Síria ou mesmo de atacar o Irã. Ainda é cedo para saber se é uma mudança de mentalidade ou o sinal de um maior equilíbrio de força .

Que Deus oriente o nosso País
 COMENTÁRIO ESTRATÉGICO 185
20 de novembro de 2013
Gelio Fregapani

                         
  
ADENDO

 Quando a gente quer, a gente faz: 
Embraer prestes a lançar KC-390
Por Carlos Cardoso em 13 de novembro de 2013

Em 1954 saiu das linhas de montagem da Lockheed um dos aviões mais bem-sucedidos de todos os tempos, o Hércules C-130. Por quase 60 anos ele tem servido admiravelmente bem dezenas de países, obliterando terroristas em sua versão AC-130, transportando mantimentos para zonas de desastre, resgatando cidadãos israelenses em Entebe ou brasileiros, no Peru (ou Bolívia, não estou lembrando) pousando na cabeceira da pista e recuperando os refugiados sem desligar os motores, decolando em seguida sob fogo inimigo. Sim, a FAB faz essas coisas também.
Só que 60 anos, mesmo com modernizações, é muito tempo para um avião. Nenhuma eletrônica consegue renovar um projeto tão antigo, ainda mais com o Hércules, sendo turbohélice, não sendo capaz de acompanhar os aviões mais modernos. Em países com dinheiro sobrando (hoje em dia, nenhum) dá para dividir as missões entre várias aeronaves, é preciso que uma única seja capaz de reabastecimento aéreo, reconhecimento, transporte de tropas, passageiros, carga e se for o caso, ataque.
Todo mundo está de olho nesse nicho, e um dos principais candidatos é… a Embraer. O avião que ela está desenvolvendo é esse bicho da foto aí de cima, o KC-390. Ele voa a 850 km/h, contra 592 km/h do Hércules, e carrega 23 toneladas de carga, contra 20 do modelo americano. A autonomia do Hércules é maior, mas o KC-390 não tem exatamente pernas curtas:

Com 11 toneladas de carga ele faz Brasília-Miami, sem escalas. Mais que suficiente para transportar uma brigada paraquedista até Buenos Aires, não que eu esteja sugerindo algo.
A unidade custará US$ 50 milhões, contra US$ 30 milhões do Hércules, mas não dá para competir com uma aeronave com 60 anos de amortização de custos. O programa de desenvolvimento vai custar US$ 2,25 bilhões, com o governo brasileiro botando boa parte da grana. É isso ou gastar bem mais financiando o programa de desenvolvimento de outros países, já que não há ainda concorrentes à altura do KC-390. A própria Boeing está se tornando parceira da Embraer, não duvido que ele ocupe um nicho de transporte de passageiros (configuração para 80) em regiões remotas, já que pode operar em pistas de terra com buracos de até 40 cm.

A estimativa é que o KC-390 faça seu primeiro vôo em 2014 e entre em operação em 2016. Há vários países bem interessados, e no Brasil um dos principais clientes será… os Correios.

Os números envolvidos são impressionantes, tanto em investimento quanto em perspectivas de faturamento. Principalmente, servem para mostrar que apesar de não conseguirmos fazer uma simples estante pra Estação Espacial Internacional, e nossos foguetes competirem com os de Robert Goddard, ficando atrás dos de Von Braun (e dos indianos), temos uma indústria aeroespacial real, que só precisa de menos cabides, menos caciques e mais responsabilidades reais junto aos acionistas. Aí funciona. E muito bem