<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769</id><updated>2012-01-28T10:04:43.325-08:00</updated><title type='text'>Arco de Fronteiras:                                          O Escudo Brasileiro</title><subtitle type='html'>Comentários em Defesa de Nossas Fronteiras e do Patrimônio Nacional</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>60</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3917460443520092827</id><published>2012-01-28T10:02:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T10:04:43.334-08:00</updated><title type='text'>Cenário político-militar; mundial e nacional</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Situação mundial – O cenário político e o econômico&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;         Continua o cenário potencial de conflito no Oriente Médio e seu entorno. O Irã afirma que fechará o estreito  de  Ormuz se for atacado. Entretanto, a temperatura bélica diminuiu um pouco por conta de certos posicionamentos. A Rússia reforçou as advertências de que não ficará de braços cruzados diante de qualquer agressão militar contra o Irã ou a Síria. Os EUA  procuparam um contato (coisa que não faziam) ainda que para dizer que será inaceitável o fechamento do Estreito de Ormuz  e conjuntamente com Israel adiaram um exercício conjunto. Entretanto comenta-se que a Rússia estaria articulando, com os países balcânicos, um “acerto de contas” com a Turquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esses dados podemos fazer a seguinte leitura:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         1 -É possível que o Irã tenha meios de fechar, por algum tempo, o estreito de Ormuz e os EUA preferem evitar do que enfrentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        2 – A Rússia talvez faça ameaças apenas para trocá-las” por liberdade de ação nos Balcans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Quanto a economia, o consenso quase universal, é pessimista. O declínio econômico e o aumento do desemprego obrigarão a drásticos cortes  em programas sociais, afetando ainda mais a  indústria e o comércio. Mesmo subestimando a profundidade das crises, há razões para acreditar que  os governos não podem salvar o sistema, em processo de desintegração e confusão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         A economia dos EUA sofrerá as consequências da sua inconsequencia. O dólar, impresso sem controle e  cada vez menos aceito, perderá o valor e talvez até deixe de existir, reduzindo a zero o valor das divisas acumuladas naquela moeda.  significando o maior calote mundial já realizado. A simples ameaça desse calote já foi a causa primária da atual recessão mundial, e chega a ser difícil imaginar o apocalíptico cenário da concretização da ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Lógico que venha a mente uma solução militar: uma guerra bem sucedida  pelo petróleo, mas ganhar a guerra não é tão fácil como ganhar batalhas. Outra alternativa para os EUA  uma seria o retorno ao seu antigo isolamento, mas desta vez com uma tremenda redução do nível de vida; coisa ainda inaceitável, mas possível no futuro.   Mesmo não chegando a tais extremos, a simples retração do mercado estadunidense causará profundas alterações na economia mundial, cenário que expomos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Europa sofrerá as consequências do declínio geral dos mercados mundiais. A Alemanha, França, os Países Baixos e os países nórdicos ainda tentarão aguentar a retração econômica. A Inglaterra, afundando no crescimento negativo tentará obter vantagens apoiando os EUA nas conquistas a manu militarii entre os estados petrolíferos e outros "nichos’, ". A Europa do Sul (dos PIGS) entrará numa depressão profunda e a indispensável redução de salários e benefícios sociais reduzirão drasticamente o consumo e em consequencia o número de empregos.&lt;br /&gt;O nível de desemprego a provocará conflitos sociais e levantamentos populares. A ruptura da União Européia é quase inevitável. É pouco provável que uma Europa deprimida, fragmentada e polarizada adira a qualquer aventura militar estadounidense-israelense contra o Irã ou mesmo a Síria. A Europa cavalgada pela crise opor-se-á à abordagem de confronto de Washington em relação à Rússia e à China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Os novos centros de crescimento, China, Índia, Brasil, Rússia, que durante uma década proporcionaram  ímpeto para o crescimento mundial,, com a diminuição das encomendas, tendem a desacelerar rapidamente e estarão ocupados com suas crises intenas. Os únicos beneficiários seriam os fornecedores de petróleo, se tiverem paz, mas o único deles que teria força para garantir a paz para si é a Rússia. Falta saber se é isto que ela quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Situação Nacional -   Dilma X Partidos e o aval das Forças Armadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       O diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, declarou guerra ao aparelhamento político responsável pela conservação das estradas, que se sabe, é eivado de corrupção. Determinou que todos os cargos de confiança devem ser preenchidos por funcionários de carreira. Com sua decisão, retira cerca de 100 cargos comissionados dos partidos da base aliada, incluindo 26 superintendentes regionais, com salários acima de R$ 20 mil. Nos meios políticos, o clima naturalmente é de indignação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A pressão política para a retirada do general certamente será avassaladora. Temem que a ideia do general Fraxe seja estendida aos demais órgãos do governo. Um indício que este seja o plano é a futura presidente da Petrobras, Graça Foster, ter   entrado em alguns gabinetes do Senado Federal para avisar que deveria trocar diretores. Atualmente o PT, PMDB e PTB dominam feudos dentro da estatal, com indicações de diretores e subsidiárias. Foster teve que pisar em ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Nessa queda de braço veremos a força ou a fraqueza da presidente; sabemos onde está o  coração dela, mas se mantiver o rumo terá muito a perder políticamente. Ainda que ganhe moralmente seu mandato estará na corda bamba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos realistas. A “base aliada” da presidente e até  seu próprio partido já estavam esperando uma oportunidade para dar-lhe uma rasteira. Pior agora, se ameaçar  desmanchar os feudos. Da oposição, igualmente corrupta e sectária, nada a esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Certamente as medidas presidenciais obterão um amplo apoio popular, mas ainda que esse apoio possa influenciar o desencadeamento de movimentos, ele por si não garante ninguém contra a classe política, que jamais perdoará a quem prejudicar a sua “boquinha”.  Com o inútil judiciário, ninguém poderá contar, a não ser certos bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restará talvez à Dilma o aval das Forças Armadas, mas isto não se consegue automaticamente. É claro que o “amplo apoio popular” facilita as coisas, mas existem velhas cicatrizes que a ministra dos Direitos Humanos e outros radicais (de ambos os lados) insistem em manter abertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       É certo que o aval das Forças Armadas passará pela correção dos soldos e pelo reequipamento bélico, mas só isto não é suficiente. Os verdadeiros valores dos militares são mais elevados – se referem ao bem da Pátria. Dilma não conquistará os militares só com benesses. Ela necessitará reunir-se com eles expor seus planos de governo, mostrar que é isto que o Brasil precisa e os óbices a serem ultrapassados. Enfim, falar-lhes como chefe ao dar uma ordem de operações: para quem não sabe, é dizer primeiro qual a nossa missão e o porquê; segue-se a estratégia pretendida, as possibilidades do “opositor”, a tarefa de cada um e os meios a disposição. Esta é a liguagem que o s militares entendem. Assim pode se lhes pedir qualquer sacrifício. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Este ano em que nuvens negras ameaçam descer sobre a terra e que as necessidades e ambições hegemônicas de um modo ou outro envolverão a nossa Pátria, nacessitaremos mais do que nunca de um chefe de coragem. E essa coragem tem que começar em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário 121&lt;br /&gt;26 jan 2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3917460443520092827?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3917460443520092827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2012/01/cenario-politico-militar-mundial-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3917460443520092827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3917460443520092827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2012/01/cenario-politico-militar-mundial-e.html' title='Cenário político-militar; mundial e nacional'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-4762346655074731463</id><published>2012-01-09T16:34:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T16:41:33.539-08:00</updated><title type='text'>A Guerra mais perto ;  Prospectivas;   “Estamos melhorando”</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Guerra mais perto&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Analogias com situações anteriores indicam que já está tomada a decisão estadunidense de ir à guerra com o Irã. Pretexto eles arranjarão. Talvez estejam esperando apenas um maior grau de confiança que a Rússia e a China não intervirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pelas novas leis norte-americanas todos os países que fizerem negócios que passem pelo Banco Central do Irã, não poderão mais se relacionar economicamente com os Estados Unidos. Isto, por si, é um ato de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não de sabe se o Irã morderá a isca, mas diz que tem condições de fechar o estreito de Ormuz, o que não poderia ser tolerado nem pelos EUA/OTAN nem mesmo pelo seu aliado chinês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Prospectiva para 2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. Conflito que muito provavelmente será desencadeado, podendo estender-se tomando vulto imprevisível  - /EUA/OTAN/Israel x Irã/Síria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Atritos que provavelmente vão piorar em 2012: EUA x  Síria, Paquistão, Sudão, Afeganistão, Somália ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Conflitos internos não resolvidos: Iraque, Iêmen, Bahrein,  Síria, Palestina, Líbia, Sudão, Somália&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Conflitos internos propensos a surgir: Líbano, Israel, Egito,  Bolívia, Arábia Saudita, Jordânia, Argélia, Sudão &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Como isto  afetaria  ao mundo e a nós...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Certamente haverá um “bloqueio”  americano (aos países que  negociarem com o Irã) os quais  serão impedidos de se relacionar economicamente com os Estados Unidos. (a menos que seja absolutamente necessário aos últimos). Como temos negócios com os EUA e também com o Irã, teremos que tomar decisões. Conforme o evoluir dos acontecimentos, o bloqueio econômico pode se transformar em bloqueio militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desencadeado confronto militar EUA x Irã haverá escassez de petróleo, cujo preço irá à estratosfera, com grandes vantagens para a Rússia e até para os demais produtores, se conseguirem manter a posse e o controle. Correremos o risco de perder o Pré-sal,a “manu militarii” o, que exigirá, para ser evitado, importante capacidade de dissuasão, preparação para explodir as plataformas em caso de ataque e, principalmente, muita habilidade e nas negociações, dosando o que ceder com o que ganhar, assim como foi na II Guerra Mundial. Esse cenário é semelhante ao referente aos minerais estratégicos da nossa fronteira Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A floresta da mãe Joana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Resultado de uma enquête em vários países: A metade dos estrangeiros entrevistados acha que a importância ambiental da Amazônia é suficiente para que ela seja administrada de acordo com regras internacionais - e não brasileiras; 12% deles defendem pura  e simplesmente a internacionalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As Malvinas são argentinas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A Argentina anuncia que não desiste da sua soberania nas Malvinas. Considerando que humilhou e destruiu suas Forças Armadas, não terá chance de recuperá-las nesta década. Nem na próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estamos melhorando&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Ainda vivemos um tanto acovardados. Políticos fingiram crer que  eliminariam a violência nos desarmando e nos entregando inermes à bandidagem. Tentaram nos induzir a “não reação”. Externamente procuraram nos fazer também crer que, quase desarmados, poderíamos deixar a responsabilidade da segurança com a ONU. Consideravam as notícias da ambição estrangeira como “paranóia ultranacionalista”. Eram muito valentes apenas para atender os ditames do príncipe Charles, usando o meio ambiente como pretexto para que não ocupássemos a Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da covardia, um dos motivos que os moveram: a cegueira geopolítica ou a traição pura e simples, naturalmente muito bem remunerada. Ou talvez ambos os motivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso povo já desconfia que a incapacidade de reação aos bandidos poderia nos manter prisioneiros do próprio medo e começa a se armar a revelia das autoridades. Já desconfia também que a “protetora” ONU pode vir a ser quem endossará o roubo da Amazônia e do Pré-sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora algo está mudando: mais da metade do nosso povo já tem consciência que só a força pode conter a ambição estrangeira. Mudando a mentalidade muda também a atitude: Ultrapassado o entreguismo de Collor e o de FHC, e o acovardamento dos primeiros seis anos da era Lula, nosso Governo inicia a levantar a cabeça. Vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariando a pressão internacional, o Governo represou a criação de novas unidades, de conservação e de terras indígenas especialmente na Amazônia, submetendo-as ao crivo do Ministério de Minas e Energia. Não deixou criar unidades de conservação em 2011; em 1990, seu primeiro ano de mandato, Collor criara 15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estamos enfrentando as pressões contra Belo Monte - Collor covardemente engavetou o projeto da Usina Hidrelétrica de Cararaô, no rio Xingu; FHC o manteve engavetado, bem como Lula, nos primeiros seis anos. Então o ressuscitou, sob o nome de Belo Monte, mas só o atual Governo enfrenta altivamente as fortíssimas pressões internacionais e não mais se dobra  à ditadura ambientalista, orientada do exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários ministros (herdados) foram afastados, sob forte suspeita de corrupção.  Isto não havia anteriormente. Claro, ainda falta alguns, inclusive o da cartilha gay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Judiciário, seria bom que pudesse explicar: a Raposa Serra do Sol; o casamento gay; a Lei dos precatórios; a recusa a extradição do italiano assassino; a neutralização do “Ficha limpa”; o não julgamento do Mensalão e os incríveis hábeas corpus para bandidos, que imediatamente se evadem para o exterior, mas já está aparecendo uma Eliana Calmon. Há esperança do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um alerta final&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A situação mundial evolui para o confronto. É como se gritasse: “Brasileiros, despertem!  Brasil, prepare-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despreparados, vocês terão que improvisar, e talvez seja tarde demais.&lt;br /&gt;Só mais um detalhe:&lt;br /&gt;Caso ecloda uma guerra de grandes proporções, ainda que se mantenha neutro, o nosso País receberá uma avalanche de refugiados; de brasileiros no exterior. De refugiados estrangeiros legais e ilegais (veja o caso dos refugiados do Haiti).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que nossos Ministérios já começaram a planejar para essa eventualidade?&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº. 119&lt;br /&gt;08 de janeiro de 2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-4762346655074731463?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/4762346655074731463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2012/01/guerra-mais-perto-prospectivas-estamos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4762346655074731463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4762346655074731463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2012/01/guerra-mais-perto-prospectivas-estamos.html' title='A Guerra mais perto ;  Prospectivas;   “Estamos melhorando”'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1224644556712762597</id><published>2011-12-11T16:35:00.000-08:00</published><updated>2011-12-11T16:39:03.524-08:00</updated><title type='text'>Guerra e Paz; Proliferação Nuclear e Desenvolvimento Industrial.</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Guerra e Paz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Israel avisa que não tolerará um Irã nuclear. Os EUA e o Reino Unido posicionam seus navios para um ataque à Síria e ao Irã, tal como haviam feito com o Iraque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que há uma guerra em preparação. Imaginávamos que iniciaria por um ataque aéreo de Israel à indústria nuclear iraniana, o que arrastaria os EUA, aliás bem contentes pela oportunidade de garantir seu acesso ao petróleo; que os EUA contassem com a aliança da OTAN, ou ao menos do Reino Unido, e que a China apenas protestaria  aproveitando para resolver suas pendengas com seus muçulmanos e para reincorporar Taiwan. Imaginávamos também que a Rússia, sendo beneficiada pelo aumento do preço do petróleo causado pela guerra (a Rússia é o país que mais excedentes tem), se limitasse a desaprovar a guerra, isto se não apoiasse uma eventual coligação balcânica anti turca, caso a Turquia apoiasse militarmente os países islâmicos.   Vitória certa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto...  A China ordena à sua Marinha que se prepare para combater e a Rússia envia um porta-aviões e escolta para uma base na Síria. Mandaram o recado que tem outros interesses e se envolverão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto talvez evite ou ao menos retarde a guerra, mas se ela vier será maior do que o esperado. Terá âmbito mundial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Proliferação Nuclear&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA podem ter quantas ogivas quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Rússia, a China, A França e o Reino Unido também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Índia, o Paquistão, e Israel romperam a barreira e se armaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Irã e a Coréia do Norte estão proibidos por quem não tem moral para proibir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Arábia saudita diz que considera a possibilidade de desenvolver a bomba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, dois presidentes a serviço do estrangeiro sepultaram o desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando? – Quem tiver essas armas jamais será atacado. -  Coragem Dilma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tal como em Alcântara?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa em Israel tem destacado as especulações sobre sabotagens que teriam provocado a explosão em uma base de mísseis a 45 quilômetros de Teerã, que pode ter afetado significativamente o programa nuclear daquele país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, 17 militares iranianos morreram no incidente, qualificado por Teerã como "acidental". Entre os mortos está o chefe do projeto de desenvolvimento de mísseis do Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Desenvolvimento Industrial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Impossível desenvolver a indústria nacional sem algum grau de proteção. Temos que lembrar que os ingleses, os americanos e os alemães se desenvolveram em um ambiente protegido. Assim fizeram também os japoneses. Os chineses, hoje, fazem da mesma forma .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nascentes empresas de capital nacional, criadas quando a II Guerra impediu as importações, foram hostilizadas por Roberto Campos em pleno governo militar e descaracterizadas na constituição de 88. Finalmente até as estatais foram entregues ao estrangeiro pelo Collor e FHC. Quase só nos sobrou o commodities do agronegócio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China usa o câmbio e todas as maneiras para proteger sua indústria. Segue o caminho que dá certo. Obteve notáveis progressos econômicos e tecnológicos, e emergiu como superpotência.  Criou regras para absorver capital e tecnologia, exigindo associação com empresas chinesas. Planificou dentro de seu interesse. Hoje conta com empresas de ponta em todos os setores, enquanto o nosso País quase já não tem marcas nacionais, pois entregou seus mercados às transnacionais, importando ou pagando por tecnologia raramente compensadora, em nome do livre comércio e do neoliberalismo imposto pelas potências imperiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual governo vem adotando algumas medidas de proteção contra a desindustrialização, como a redução da “Selig” e a taxação de importados. Ainda tímidas. Precisa ser incentivado a ir adiante. No aprofundamento da crise global, a nossa melhor opção seria nos tornarmos auto-suficientes. Claro que para isto temos que ter condições militares de garantir nossa neutralidade, mas a primeira medida seria a proteção da indústria nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Posição do Exército&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; Disciplinadamente um Exército cumpre ordens. É certo, nem deveria ser de outra forma. Entretanto soldados não são autômatos sem alma, e muito espezinhados ou quando sentem que sua lealdade está sendo conduzida contra os interesses de sua Pátria, tendem a tomar outro posicionamento; reconheçamos, nem sempre o mais adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os militares foram espezinhados a partir da “nova República”, mas deu para aguentar. Instados a agir contra os interesses nacionais, no caso da Raposa-Serra do Sol, ensaiaram uma atitude. Não durou muito, logo voltaram a se escudar em uma disciplina que mais encobriu a covardia do que o cumprimento do dever, pois pelo menos deveriam lealmente mostrar ao comandante supremo o erro que estava fazendo. Enquanto isto o Exército ia perdendo sua única vantagem: a confiança da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente os ventos estão mudando, e a Comandante em Chefe dá indícios de agir no interesse do País Embora tenha erroneamente aprovado a parcial “comissão da vingança”, já deu mostras de consideração, acenando com recomposição dos soldos e de reequipamento bélico. Se confirmados os bons indícios, ainda persiste o problema  interno; uma burocracia asfixiante que impede até de pensar. Faz com que os Estados Maiores não percebem que blindados não tem mais lugar na batalha moderna, dominada por mísseis e sistemas de armas remotamente controlados. Que a ameaça (o apoio militar da OTAN à independência de área s indígenas na Fronteira Norte) nos exige o povoamento da provável área do conflito, e isto só pode ser feito com garimpeiros. Que o inimigo terá supremacia aérea e não poderemos deslocar um só comboio ou sequer um barco regional com reforços. Que não poderemos abrir mão de minas antipessoais independente de tratados, e que além de treinamento necessitamos de armas modernas fabricadas aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre este último aspecto a burocracia paralisante chega as raias do absurdo. Criam-se todos os embaraços, mesmo ilegais, a quem quer fabricar ou inovar qualquer armamento, a menos que seja empresa estrangeira. Não é culpa do Governo; São regras inadequadas criadas pelo Exército e aplicadas maldosamente, como se houvesse uma intenção de nos manterem desarmados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quanto ao Novo Código Florestal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que crie alguma segurança jurídica aos agricultores, 80% de reserva legal mais as margens dos igarapés quase inviabilizam a ocupação da Amazônia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que a proximidade da comemoração do Natal de Nosso Senhor, possa nos aproximar mais ainda e contribuir para a harmonia entre todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gelio Fregapani&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº. 116 &lt;br /&gt;11 de dezembro de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-1224644556712762597?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/1224644556712762597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/12/guerra-e-paz-proliferacao-nuclear-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1224644556712762597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1224644556712762597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/12/guerra-e-paz-proliferacao-nuclear-e.html' title='Guerra e Paz; Proliferação Nuclear e Desenvolvimento Industrial.'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-5029668915257027315</id><published>2011-11-07T05:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T05:54:55.975-08:00</updated><title type='text'>Geopolítica - A próxima guerra;  Amazônia e ONGs.</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Geopolítica - A próxima guerra - Preparando o ataque ao Irã – &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O governo de Israel evidencia o desejo de atacar, antes que o Irã adquira capacidade nuclear, mas hesita em fazê-lo sem o aval dos EUA. Israel sabe que seu poderio nuclear, estimado em 200 bombas, teria condições de dissuadir a qualquer um, menos a um doido capaz de se explodir para causar algum dano. Ainda que Israel tenha razão, as consequencias podem ser maiores do que o previsto, pois o Irã não é um Iraque nem uma Líbia. A esperança de Israel seria de arrastar os EUA na guerra, e tem cacife suficiente para consegui-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento de capacidade nuclear do Irã seria uma ameaça para Israel para os Estados Unidos um transtorno, mas não uma ameaça vital. Certamente Barack Obama não gostaria de atacar o Irã antes das eleições de 2012, mas a aliança com Israel, a necessidade de petróleo, a evaporação da credibilidade do dólar, a deterioração das relações com a Turquia e com o Egito e a crise financeira causando distúrbios internos tipo “ocupemos a Wall Street”,são caminhos que por si só, podem precipitar outra campanha militar norte-americana no Oriente Médio. Tudo está confirmando a famosa conferência do gen. Wesley Clark em 2002, onde revelou planos estadunidenses para desestabilizar sete países do Oriente Médio, iniciando pelo Iraque e concluindo pelo Irã. Motivo: petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente a Europa não vai se opor, pelo menos não depois de ter atacado a Líbia. A Grã-Bretanha se prepara para participar da ação militar, inclusive oferecendo suas bases militares no Oceano Índico. Já estuda as melhores posições para instalar seus submarinos e navios. A Rússia e a China mesmo que se oponham, não iriam a guerra por isto, já que também tem motivos para temer a ameaça islâmica&lt;br /&gt; Informações da inteligência sobre o programa nuclear iraniano, nos moldes das usadas do ataque à Saddam são fracos demais para servir de pretexto, mas uma provocação, ou mesmo uma farsa tipo Torres Gêmeas pode antecipar os acontecimentos. Essa provocação, real ou forjada, talvez aconteça em Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;- Rumo provável das Operações – &lt;/span&gt;Uma guerra se sabe como inicia, mas não como termina. Podemos supor que devastadores bombardeios convencionais desmontem toda infra-estrutura iraniana, e contenham o Egito, a Turquia e ou a Síria se essas saírem dos protestos retóricos. Provavelmente as operações terrestres serão do tipo “commandos”, evitando a ocupação permanente do terreno, mas é algo que pode acontecer, pois lá estão as jazidas do ouro negro e os EUA ainda se acreditam bemvindos. Surpreendem-se porque o povo invadido lhes resiste, se eles só os estão bombardeando para protegê-lo dos tiranos A desproporção de forças e de tecnologia garante a vitória militar, mas não a ocupação tranquila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;- Consequencias –&lt;/span&gt; Em médio prazo os EUA e EU terão garantido o suprimento de petróleo e a segurança de Israel, mas a curto prazo cairá a produção de petróleo e o preço irá as alturas. A China aproveitará para se acertar com Taiwan, mas a grande beneficiária será a Rússia; neutra e com seu grande excedente de petróleo caríssimo. Talvez nós também, com o pré-sal, se pudermos manter a neutralidade. Quanto ao Império Americano, cremos que conseguirá interromper seu declínio, mas verá crescerem de importância a Rússia, a China, a Índia e mesmo o nosso Brasil.&lt;br /&gt;Claro, isto tudo é só o resumo de um cenário. Pode acontecer outra coisa ou até não acontecer nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ONGs, Ministérios e o desenvolvimento da Amazônia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A ladroagem nas ONGs dos ministérios dos Esportes e do Turismo chamaram atenção do Pais, mas nem arranharam ainda as piores: as que recebem recursos do estrangeiro, para nos arrancarem um pedaço do território. As ligações dessas são com a Funai e  com o Ibama, e sua atuação principal é evitar o desenvolvimento e consequente ocupação da Amazônia por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Amazônia jamais terá seu potencial de riquezas incorporado ao País, sem a infraestrutura imprescindível ao aproveitamento de suas vastas riquezas, principalmente em minérios, fauna e flora. Assim, as obras das hidrelétricas da usina de Belo Monte, em Altamira, no Pará, e de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, são indispensáveis a qualquer esforço desenvolvimentista. Essas obras, que promoverão migrações populacionais para o preenchimento de espaços vazios existentes desde o início dos trabalhos, tem sido sistematicamente obstadas por ação das ONGs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientados por ONGs, líderes indígenas  prepararam, quase sigilosamente, o I Encontro dos Povos Indígenas de Altamira, realizado em fevereiro de 1989. A Eletronorte compareceu desprevenida. Estava certa de que os convenceria a aceitarem as barragens no Xingu. Seriam das maiores e mais baratas hidrelétricas que se podiam  pretender em qualquer parte do mundo. Saiu escorraçada. E os projetos, arquivados. Entretanto o País necessita dessa usina, capaz de fornecer ainda mais energia do que a nossa parte na de Itaipu. Isso foi um disparate que muito prejudicou o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estrangeiros se valeram das ONGs, e estas dos índios.  Eles tocam no inconsciente coletivo, tanto o nacional quanto – e, sobretudo – o internacional. Suas utopias, fundadas numa sociedade distinta da nossa e associada a uma idéia de Rosseau se apresentam como se fossem mais puras do que a nossa sociedade corrompida, mas não é assim. O tema é mais complicado. Trata-se de disputa disfarçada por recursos naturais escassos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados quase 30 anos, as cinco represas previstas para o Xingu foram reduzidas a uma só. Belo Monte, bem menor do que a usina original, de Kararaô e só agora, 10 anos depois da retomada do projeto, começou a montagem do acampamento para a execução das obras. Novamente os índios são os pretextos para evitar o desenvolvimento, mas felizmente se esboça uma reação. O licenciamento ambiental não poderá mais impor condicionantes à liberação de empreendimentos que não tenham relação direta com o impacto da obra. Serão beneficiadas com esse novo modelo de licenciamento, linhas de transmissão, rodovias, portos e do setor de petróleo e gás e obras de infraestrutura como Belo Monte, as quais até agora eram paralisadas desde por reclamações de índios distantes até para proteger uma perereca “em extinção” sempre sob o patrocínio das malditas ONGs estrangeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que podemos creditar a doma dos ecoxiitas à firmeza da Dilma. As pressões que está recebendo fariam ceder a alguém menos corajoso, como o Lula cedeu no caso da Raposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não dá para acreditar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em vez de treinamento de combate, uma turma de 200 soldados recebeu treinamento de guarda-parques na Reserva Biológica de Guaratiba,  na Zona Oeste do Rio. Os 200 soldados foram treinados pelo Serviço de Guarda-Parques e ajudarão a fiscalizar a unidade de conservação e a combater incêndios.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº. 114&lt;br /&gt;06 de novembro de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-5029668915257027315?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/5029668915257027315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/11/geopolitica-proxima-guerra-amazonia-e_07.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5029668915257027315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5029668915257027315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/11/geopolitica-proxima-guerra-amazonia-e_07.html' title='Geopolítica - A próxima guerra;  Amazônia e ONGs.'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3321875306276022710</id><published>2011-11-02T06:33:00.000-07:00</published><updated>2011-11-02T06:36:44.719-07:00</updated><title type='text'>A FARSA IANOMANI</title><content type='html'>SALVEMOS O TERRITÓRIO BRASILEIRO ENQUANTO HÁ TEMPO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado "IANOMÂMI", nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas. Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra "ianomâmi" era um nome genérico aplicado ao "ser humano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, caiu-me nas mãos o livro "A FARSA IANOMÂMI", escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menna Barreto procurou provar que os "ianomâmis" haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma "nação" indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro "Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos "Gigantes da Nacionalidade", embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o "Bandeirante das Fronteiras Remotas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de "Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão", prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses trabalhos denominado "O VALE DO RIO NEGRO", classificado pelo Chefe da "Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão" como um subsídio para "a geografia física e humana da Amazônia", foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação "IANOMÂMI! QUEM?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que "são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas". Prossegue o autor: "Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos". Também os índios "TUCANOS" constituem uma família a parte, complementa o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo "IANOMÂMI".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome "IANOMÂMI". Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos "IANOMÂMIS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo "TUCANO", pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os "IANOMÂMIS" também não apareceram entre os "TUCANOS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas "MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS", que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos "IANOMÂMIS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo "não existiu e não existe" senão nas mentes ardilosas dos inimigos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado "IANOMÂMI", localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante ressaltar que a jornalista que "inventou" os "IANOMÂMIS" não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL" sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: "Comitê International de la Defense de l´Amazon"; "Inter-American Indian Institute"; "The International Ethnical Survival"; "The International Cultural Survival"; "Workgroup for Indigenous Affairs" e "The Berna-Geneve Ethnical Institute".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é apoiada pelo WWF, a fundação do Príncipe Charles, o inglês que é dono de toda zona fronteiriça da Guiana Inglesa/Raposa Serra do Sol, onde se apresenta a maior reserva mundial de Nióbio, elemento químico essencial para a liga de titânio utilizada em motores aeronáuticos, cascos de submarinos nucleares, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das "Diretrizes" da organização referentes ao BRASIL: "É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do "CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL", ao incentivarem a "invenção" dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de "Reserva Ianomâmi" deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos "aruaques" e 'caribes'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os "zelosos" funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os "competentes" servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a "Lei de Segurança Nacional", artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Roberto Gama e Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3321875306276022710?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3321875306276022710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/11/farsa-ianomani.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3321875306276022710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3321875306276022710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/11/farsa-ianomani.html' title='A FARSA IANOMANI'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-5076936140742859849</id><published>2011-10-31T08:22:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T08:27:22.550-07:00</updated><title type='text'>Amazônia, Meio-ambiente, Lições da Líbia, BRICS e Liderança</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O futuro da Amazônia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Projetos como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, Teles Pires e o complexo do Tapajós  são parte do ciclo de ocupação que iniciou sob o governo militar, interrompido por FHC. A Amazônia já participa com 10% da geração de energia no país, mas passará a 23%, até 2020. Como efeito colateral, há no Congresso um projeto de lei tornando obrigatória a construção de eclusas juntamente com as hidrelétricas, viabilizando o transporte integrado por rodovias, ferrovias e hidrovias que reduzirão tremendamente os custos de transporte interno. Escoada pelos portos de Belém, Manaus e Santarém, o preço da nossa soja será imbatível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, dia a dia recrudesce a oposição internacional, usando os pobres índios a pretexto do meio ambiente, ameaçando a continuidade das obras e a ocupação da Amazônia. Para acelerar a implantação dos projetos, estuda-se um freio à ditadura ambiental e leis que permitam a exploração mineral em áreas indígenas. Contando com a exploração das incríveis jazidas minerais e com a futura plantação de dendê para fazer biodiesel, A Amazônia se tornará o principal dos motores do crescimento, se ainda nos pertencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A firmeza com que a Dilma está enfrentando as pressões nos dá esperanças. Que ela nunca desista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Feitiço contra o feiticeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O confronto da realidade dos fatos com a ideologia ambientalista está redundando em um comportamento esquizofrênico por parte das lideranças européias, no que se refere à política energética. Em toda a Europa paira a ameaça da escassez de energia. No Reino Unido, o fenômeno da "pobreza energética" aumenta a dificuldade de pagamento das tarifas crescentes, em razão dos subsídios às fontes "renováveis". Na Espanha, chega-se à conclusão de que a energia nuclear não poderá ser abandonada em médio prazo. Só na Alemanha, ainda permanece o clima de euforia com as fontes "renováveis", ignorando-se os sinais de que tal aventura poderá resultar em uma catástrofe. A tal "descarbonização" da economia os prejudica cada vez mais. É bom que provem um pouco de seu veneno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lições da Líbia&lt;/strong&gt;O Fato – Kadafi já está eliminado. É provável que o folclórico “tirano” tenha sido o melhor governante do Mundo Árabe e da África pois usava o petróleo para o bem de seu país. É certo que havia descontentes, mas nenhum tirano entrega armas ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que isto não evitou o ataque as melhores forças aéreas do mundo, mas mesmo com os bombardeios “para proteger a população civil”, dificilmente seus opositores teriam vencido sem o auxílio das magníficas Forças Especiais de uma dezena de países, que forneceram armamentos ,que deixam nosso Exército com inveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Exército líbio era de cerimonial. Não tinha meios eficazes de defender seus interesses. No ano 2000 a Líbia renunciou ao desenvolvimento de armas de destruição em massa. Caso as tivesse, dificilmente a OTAN a teria atacado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lição - Riquezas nas mãos de quem não as pode defender deixa de ser vantagem e passam a atrair desgraças. A não ser que entregue tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise – Ainda que o nosso País esteja igualmente mal armado, o Brasil não é uma Líbia, com apenas 9 milhões de habitantes e divididos em tribos. A ameaça que se percebe é a de secessão de áreas indígenas, talvez protegida pela “Exclusão Aérea”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Dissuadir – Impossível enfrentar no ar as melhores forças aéreas do mundo. As 36 aeronaves de caça não farão diferença, mas bons e abundantes mísseis antiaéreos cobrariam alto preço aos atacantes. Se os fabricarmos em quantidade e qualidade, temos como certo que seria um grande fator de dissuasão. Outro grande fator, mais fácil de conseguirmos, seria a existência de grande número de snipers, também chamados de caçadores ou franco-atiradores, desde que tenham armas adequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, as melhores são os fuzis de precisão ponto 50, capazes de atingir alvos a mais de 2 mil metros, sem possibilidade de defesa. É claro que nosso País ainda não os fabrica, mas um jovem brasileiro – Fernando Humberto, os fabrica nos Estados Unidos e  não os faz aqui impedido pela burocracia do Exército.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom que nossos chefes sejam alertados; Exércitos não são peças de cerimoniais!   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Analogias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das ferramentas para a montagem de cenários futuros é a chamada “analogia científica”, que procura a identificação de casos atuais com casos já ocorridos. Ainda que não seja um “oráculo”, a História comprova que em expressivo número a evolução tende a ser idêntica. Sobre a guerra em gestação, não há como deixar de fazer um paralelo entre o cenário da atual crise internacional e o descrito por Winston Churchil, em Memórias da Segunda Guerra Mundial,  da situação em 1929, dez anos antes da eclosão: "A prosperidade de milhões de lares americanos havia crescido sobre uma estrutura gigantesca de crédito inflado, que subitamente se revelou um fantasma. Afora a especulação com ações em âmbito nacional, que até os mais famosos bancos havia através de empréstimos fáceis, um vasto sistema de crediário na compra de casas, móveis, automóveis e inúmeros tipos de utensílios e artigos domésticos de luxo havia crescido. Ruíram juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... As consequencias dessa perturbação na vida econômica tornaram-se mundiais. Seguiu-se uma contração generalizada do comércio, em virtude do desemprego e da produção decrescente. Impuseram-se restrições tarifárias para proteger os mercados internos. A crise generalizada trouxe consigo graves dificuldades monetárias e paralisou o crédito interno. Isso espalhou a ruína e o desemprego por todas as partes do mundo... Os desastres daí decorrentes..." (W.C -Memórias da Segunda Guerra)’           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pelo jeito houve uma mutação: antes do Orlando o PC do B idealizava desapropriar a propriedade privada em benefício da pública. Com o Orlando passou a desapropriar a pública em benefício da privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sem dúvida o Aldo Rebelo é honesto e trabalha pelo Brasil, mas seria melhor que continuasse como deputado, em nossa luta pela integridade nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Haddad? Depois de mostrar inconseqüência com o kit gay, agora com o ENEM mostra incompetência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvo errado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos meus irmãos de armas parecem escolher alvos errados. Ficam atirando em antigos adversários que não são mais inimigos – Dilma, Genuíno e outros, esquecendo dos inimigos atuais – Greenhalg, Thomas Bastos, Tarso Genro, Erundina ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gélio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº. 113&lt;br /&gt;25 de outubro de 2011 &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-5076936140742859849?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/5076936140742859849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/10/amazonia-meio-ambiente-licoes-da-libia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5076936140742859849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5076936140742859849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/10/amazonia-meio-ambiente-licoes-da-libia.html' title='Amazônia, Meio-ambiente, Lições da Líbia, BRICS e Liderança'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6475262738567188536</id><published>2011-09-12T15:37:00.000-07:00</published><updated>2011-09-12T15:47:13.994-07:00</updated><title type='text'>Rumos da Política Internacional +  Nosso País</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rumos da Política Internacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente na Líbia após a guerra haverá um longo período de caos, com um governo tribal, instável e autoritário, mas dócil á tutela militar da Otan. Assim, estará criado o primeiro “protetorado colonial” da organização militar, na África. O apoio aos rebeldes líbios significa que os Estados Unidos, juntamente com a Grã-Bretanha e França, não respeitarão as normas do Direito Internacional, e intervirão em qualquer país, a pretexto de razões humanitárias ou de defesa da população civil, mas na verdade para defender seus interesses econômicos e estratégicos. Assim, se lhes for conveniente, alegarão defesa da população indígenas ou do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual atrito turco-israelense pode desencadear a guerra (euroamérica X maometanos) antes do que se esperava. A Turquia está exigindo que Israel se desculpe e  ameaça enviar navios de guerra para escoltar os navios de ajuda humanitária tentando quebrar o bloqueio naval israelense Um pedido de desculpas de Israel por ter atacado o navio turco certamente adiaria a guerra, Se a evitaria, há duvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inútil pensar em um mundo sem guerras. Todos os países, sem exceção, devem sua existência e o território que ocupam a guerras bem sucedidas. Quanto mais recursos naturais tiver uma terra, mais disputada será. Barbas de molho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na internet são levantadas dúvidas sobre o atentado do 11 de setembro. Já se considera como certo que um boeing não poderia ter se chocado no Pentágono sem deixar marcas das asas e das turbinas nas paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Campanha mundial para nos deixar sem energia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No País, as ONGs reúnem e financiam o MAB, MST e índios em protesto contra hidrelétricas, estradas e põem fogo à canteiros de obras. No exterior, protestam contra Belo Monte em Berlin, Würzburg, Paris, Haia, Washington, Nova York, Los Angeles, São Francisco, Miami, Canberra, Taipeh, Jacarta, Viena, Oslo, Ancara, Guadalajara, Moscou, Lisboa, Porto, Toronto, Moscou, Malmö, Copenhague e Istambul .&lt;br /&gt;Iludidos ou remunerados, a maioria dos manifestantes nem sabe onde fica Belo Monte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Democracia cara demais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Difusamente se desenvolve a consciência que nossa democracia está cara demais. A passeata contra a corrupção no dia 7 pode ter sido apenas o início. Além da corrupção, é perceptível o repúdio ao número de parlamentares e a suas mordomias. Um documento do PT chegou a propor extinção do Senado. &lt;br /&gt;De forma mais coerente, corre na internet a idéia de redução do número de senadores, deputados e vereadores. Consideram que essas funções políticas custam “uma Vale do Rio Doce” a cada quatro anos, e que poderiam ser reduzidas de dois terços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, se os senadores representam seus estados, deveria ser um só por estado e não três, e esse poderia ser designado pelo governador.&lt;br /&gt;Mais cedo ou mais tarde, por pressão da opinião pública, alguma redução acontecerá  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O nosso Nióbio já pertence a estrangeiros&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um consórcio chinês de cinco estatais pagou US$ 1,95 bilhão por participação de 15% na produtora de nióbio Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, a fim de assegurar o acesso a esse importante mineral. A compra coloca o grupo chinês de frente com um grupo de empresas do Japão e Coreia do Sul, que em março havia comprado outros 15% da empresa, de propriedade da família Moreira Sales. Entretanto a CBMM já era controlada por estrangeiros. O Grupo Moreira Sales detinha oficialmente 51% das ações com direito a voto, sendo o restante de empresa norte-americana subsidiária da "Union Oil", e o d iretor financeiro e outros membros da alta direção eram pessoas da empresa estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Almirante Gama e Silva, é antiga a posição de testa-de-ferro do Sr. Moreira Sales, que teria prosperado acobertando, durante a "nacionalização” da Crescinco    aos verdadeiros donos da financeira, os  Rockfellers, nos anos 1950&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A História e os costumes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A História nos mostra que a dissolução dos costumes precede a destruição da sociedade. Apesar, ou por causa dos exemplos históricos, um grupo insiste em incentivar o hedonismo visando a destruição das forças morais da nação, quando não da civilização ocidental. Entretanto o nosso povo ainda possui no profundo de sua alma reservas de bom senso e de moralidade que o fazem reagir contra os fatores de dissolução social, decorrente, entre outros motivos, de uma influência religiosa ainda marcante  como também pela difusa consciência do que todos queremos para nossos filhos. Falta apenas prelados e eclesiásticos corajosos e dispostos a conduzir a grei pelos caminhos da Civilização Cristã, e não pelos des caminhos que conduzem ao abismo. Mas isto não acontecerá enquanto os heréticos adoradores da mãe terra continuarem dominando o CIMI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ambientalismo e obscurantismo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Estamos importando etanol dos EUA Como foi possível? – Fácil: proibindo de plantar. Só a proibição de plantar cana na Amazônia já deixa metade do País sem produzir etanol. Principal responsável pela proibição: Marina Silva.&lt;br /&gt;No início do ano, vândalos paralisaram as atividades da UHE do Jirau, às margens do Rio Madeira por mais de um mês, com depredação de alojamentos, veículos e equipamentos. Não foi um protesto contra as condições de trabalho como a mídia anunciou; foi uma ação do ambientalismo político mundial. Eu sei, estive lá. Agora o movimento será contra Belo Monte e contra o novo Código Florestal. Representante máximo desse movimento no Brasil: Marina Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa, é uma maravilha da tecnologia nacional. Resistente ao vírus do mosaico dourado, uma terrível doença que aniquila as plantações, reduzirá perdas e uso de agrotóxicos. O desenvolvendo do transgênico verde amarelo é nossa melhor resposta às ameaças das grandes multinacionais, que pretendem, é claro, dominar a tecnologia. . Mesmo com tais vantagens, ambientalistas retrógrados se opõem à liberação comercial do feijão transgênico, impedindo por 2 vezes sua votação da CTNBio.      – Estrela do ambientalismo: Marina Silva -&lt;br /&gt;Ambientalismo é uma coisa, obscurantismo é outra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº. 109&lt;br /&gt;12 de setembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ADENDO&lt;br /&gt;Artigo no Alerta Total&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Apesar do recorrente discurso militar de que “está protegida por nós”, o Brasil tem tudo para perder a soberania sobre ricas áreas na Amazônia. No dia 29 de agosto, a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) do Governo do Amazonas assinou um “Memorando de Entendimento” com representantes indígenas do Alto Rio Negro e a mineradora canadense Cosigo Resources Ltda, para a aprovação do “Projeto de Extrativismo Mineral no Estado do Amazonas”. A mídia amestrada tupiniquim praticamente se cala sobre este importante assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento prevê que as partes se comprometem em constituir, junto às comunidades indígenas, organizações e lideranças, a “Anuência Prévia e Consentimento Esclarecido” para realização de inventário das potencialidades por perfuração e viabilidades econômicas das terras indígenas dos rios Içana e Tiquié, no Alto Rio Negro, e Apaporis, no rio Japurá. O assunto amazônico foi discutido, mundialmente, entre os dias 26 e 29 de junho deste ano, em Niagara Falls, na Província de Ontario, no Canadá, durante a Reunião Internacional de Cúpula Indígena sobre Energia e Mineração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a próxima tática da Secretaria de Estado para os Povos Indígenas do Amazonas e de seus parceiros transnacionais é fazer “um seminário regional, em São Gabriel, para sensibilizar o poder público e o Exército”. O resultado das discussões e os projetos pilotos elaborados serão apresentados no dia 27 de outubro, na Feira Internacional da Amazônia (Fiam), em Manaus. O evento terá a participação da presidenta Dilma Roussef. Está tudo claramente divulgado no Portal Oficial do Governo do Amazonas. Tudo escancarado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinaram o recente acordo, Paulo Cristiano Dessano, da Vila José Mormes, na comunidade indígena de Japurá; Irineu Lauriano Baniwa, liderança de Jandu Cachoeira; Pedro Machado Tukano, de Pari-Cachoeira (todos em São Gabriel da Cachoeira), além do secretário da Seind, Bonifácio José Baniwa, e o vice-presidente Cosigo, Andy Rendle. A Cosigo é uma empresa de mineração canadense que já possui nove propriedades requeridas no município de Japurá (a 1.498 km de Manaus) para trabalhar na exploração de ouro e alumínio. Andy Rendle revela que a meta é promover grandes projetos de mineração em terras indígenas que beneficiem diretamente a essas populações no Amazonas e não causem impacto ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos quatro projetos já estão em andamento: o projeto Lapidart, em São Gabriel, com apoio no arranjo produtivo; a cerâmica artesanal, que envolve todas as comunidades indígenas; o geoturismo, que transforma São Gabriel em um grande geoparque, que une a compra das jóias a um roteiro turístico até o Pico da Neblina; e a geração de energia. O esquema tem o apoio da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O entreguismo anazônico se torna fatal porque a região é mal ocupada e ignorada pela grande maioria dos brasileiros. Nela, ONGs com bandeiras dos EUA, Inglaterra, Canadá, Bélgica, Holanda, Alemanha, França, Itália, Suíça, Japão e Indonésia fornecem recursos humanos e financeiros para elaboração e execução de programas e projetos focados no suposto “desenvolvimento integrado sustentável” em ec oturismo, extrativismo e “educação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, as ONGs que “adotam os povos da floresta abandonados pelo Poder Público brasileiro” são pontas de lança da Oligarquia Financeira Transnacional para preparar a região, na prática, para ter micro-nações independentes do Brasil, operando conforme o esquema globalitário. Na verdade, as ONGs funcionam como verdadeiras centrais de inteligência para agências de estudos geopolíticos transnacionais. Geralmente administradas por antigos ou recém saídos diretores de estatais, organismos ministeriais e instituições públicas dos estados e municípios da Amazônia, as ONGs contam com financiamentos de bancos e agências do capital financeiro mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome das principais? Anotem: Amigos da Terra (Friends of the Earth); Fundação Mundial para a Natureza (Word Wide Fund for Nature—WWF); Canadense par a o Desenvolvimento Internacional (CI DA); Fundação Ford; Club 1001; Both Ends; Survival International; Conservation International; Fundação Interamericana (IAF); Fundação MacArthur; Fundação Rockefeller; Fundação W. Alton Jones; Instituto Summer de Lingüística (SIL); National Wildlife Federation — NWF The Nature Conservation —TNC; Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia; União Internacional para a Conservação da Natureza (UNIC) e o World Resource Institute — WRI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todas as ONGs agem com o maior profissionalismo possível. Seus projetos e planos de trabalho dão resultados. As populações locais atendidas por eles se beneficiam. Logicamente, percebem que o governo brasileiro não liga para elas. Pragmaticamente, as ONGs se legitimam. E, assim que houver condições geopolíticas, daqui a uns 20 ou 30 anos (dependendo, até menos), as reservas extrativistas, indígenas ou ecoturísticas pod erão se transformar em territórios globais, com autonomia e independência, fora do controle do governo brasileiro que, na prática, intencionalmente ou por incompetência, não lhes dá a devida importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a coisa continuar assim, a Amazônia pertencerá, de fato e de direito, aos laranjas da Oligarquia Financeira Transnacional. Como bem chama atenção economista Adriano Benayon, autor do livro “Globalização Versus Desenvolvimento”, devemos ficar atentos. Segundo Banayon, “qualquer causa, mesmo que justa (como direitos humanos, direitos dos indígenas, conservação do meio-ambiente) costuma ser desvirtuada pelos dirigentes da tirania mundial, disfarçados de humanitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro, Benayon comprova como os globalitários agem, através de ONGs, para manipular, no interesse deles, os enganados das periferias, como o Brasil, o país mais sug ado do planeta e mantido no subdesenvolvimento sob a direção dos imperiais. Bemayon demonstra que os controladores apenas desejam conservar o Brasil (principalmente a Amazônia) como fonte inesgotável de recursos naturais, daqui retirados, muitas vezes por preços que nem de longe custeiam o valor real dos bens, sem falar nos desgastes ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira precisam acordar e agir contra nossa perda de soberania. Precisamos, urgentemente, propor um Projeto de Nação para o Brasil, com base em uma leitura atualizada e sem frescuras ideocráticas da Doutrina de Segurança Nacional – alvo dos ignorantes ou criminosos ataques ideológicos. E tal missão não é (apenas) para os militares – a quem muitos acomodados preferem delegar poderes divinos. É tra balho para cada um de nós, patriotas, que têm consciência de amor ao Brasil, para desenvolvê-lo de verdade, e não apenas fazê-lo crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base para o Projeto de Nação para o Brasil está escrita nos velhos manuais da Escola Superior de Guerra – a ESG, que o Governo do Crime Organizado quer transformar em uma faculdadezinha de quinta categoria. Temos de realizar os Objetivos Nacionais Permanentes a serem alcançados e mantidos: Democracia, Paz Social, Soberania, Integridade do Território Nacional, Integração Nacional e Progresso. Isto só vai ser possível através do fortalecimento das Expressões do Poder Nacional: Política, Econômica, Ambiental, Psicossocial, Militar e Científico-Tecnológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos formular e colocar em prática o Projeto de Nação para o Brasil? Temos de agir, depressa, como militares em guerra. Do contrário, os militantes-meliantes farão triunfar a vontade deles e seus parceiros transnacionais. Nada aos Transnacionais”. O lema é: Brasil Acima de Tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;© J orge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Setembro de 2011. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6475262738567188536?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6475262738567188536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/09/rumos-da-politica-internacional-nosso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6475262738567188536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6475262738567188536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/09/rumos-da-politica-internacional-nosso.html' title='Rumos da Política Internacional +  Nosso País'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3823621448274979262</id><published>2011-07-02T16:13:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T17:24:41.765-07:00</updated><title type='text'>No País e no Mundo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;No País&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Confirmada a tese do deputado Aldo Rebelo, de que ONGs estrangeiras têm sido financiadas por outros países para agir no Brasil contra o desenvolvimento econômico do país. Um relatório da ABIN o afirma. E não é o primeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O relatório da ABIN é um  cala boca para os que acreditavam que tudo não passava de teoria conspiratória da cabeça dos comunistas. Comprova que durante o debate acerca do Código Florestal ONGs estrangeiras receberam dinheiro para atuar contra os interesses do Brasil. O tempo é o melhor remédio para trazer a verdade a tona.                                                                                         (Jornal O Globo, de 19/06)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por emenda constitucional (FHC) aprovada no embalo do Consenso de Washington, qualquer empresa estrangeira que se registre no Brasil é considerada brasileira. È fácil imaginar as consequencias: As transnacionais estão comprando com os dólares que perderão o valor tudo que é terra, especialmente as que produzem cana-de-açúcar, além das usinas alcooleiras. Com tal emenda constitucional em vigor, as empresas “nacionalizadas” cassarão nos tribunais qualquer medida que as impeça de adquirir terras  com base na lei que venha a ser criada para lhes limitar o acesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Para realmente conter a apropriação incontrolada de terras por estrangeiros, creio que passo indispensável para isso é emendar de novo a Constituição, em cujo capítulo econômico foi suprimida a distinção prática entre empresa de capital nacional e empresa de capital estrangeiro”&lt;/em&gt;           &lt;br /&gt;(Dr Adriano Benayon).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As perigosas medidas de Mc Namara  para a Amárica Latina: “Afastem os militares das funções da defesa nacional; dêem-lhes missões de guardas florestais, socorristas em calamidades, protetores dos índios, etc.,  mantendo apenas núcleos que possam ser empregados pela ONU em missões de manutenção da paz e em operações  compondo forças internacionais Estão sendo postas em prática”.                    ( OJBR)                                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fragilizam-nos ainda mais face a verdadeira ameaça: – a intervenção internacional para garantir o respeito ao meio-ambiente e a independência das áreas indígenas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Causa estranheza: que os movimentos sociais e homossexuais que mais combatem a Igreja nunca dizem uma só palavra contra a CNBB  (da Internet)&lt;br /&gt;Por que será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Agora as melhores notícias:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Gás natural em Minas Gerais. Em apenas um poço perfurado na Bacia do São Francisco, foi identificada uma reserva correspondente a 22% de tudo que tínhamos, e há probabilidade de a jazida ser ainda maior. Geólogos estimam que a Bacia do São Francisco pode ser comparada com a da Sibéria, uma das mais importantes província de gás natural do planeta.  A previsão que a produção comece em dois anos.  O gás mineiro irá substituir o gás boliviano na Unidade de Fertilizantes Nitrogenados, em Uberaba , e o aumento da oferta deve reduzir o preço do produto. Foi também anunciado que o Brasil possui atualmente a terceira maior reserva de potássio do mundo, ficando atrás apenas da Rússia e do Canadá. A jazida estende-se ao longo do Rio Amazonas e há ainda indícios de outras duas. Em 2008  importou-se 91% do cloreto de potássio consumido, gastando US$ 5 bilhões. A citada mina não é notícia recente, A mina chama-se Fazendinha e foi descoberta há mais de 20 anos por geólogos da Petrobras e cubada pela Petromisa –  subsidiária da Petrobras, a qual foi extinta no governo Collor, certamente para deixar nossa produção agrícola dependente do fertilizante estrangeiro . A mina poderia estar explorada há anos, propiciando, além de empregos, aut o-suficiência e economia de uns cem bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No Mundo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nos EUA&lt;/strong&gt; - Confrontados por um quadro de crise financeira e de necessidade de recursos naturais, especialmente os energéticos, em face ao esgotamento das soluções militares, os estrategistas do Establishment anglo-americano avaliam se devem abandonar sistema histórico de dominar regiões geográficas ricas em recursos e como controlar os fluxos para os centros consumidores. Mergulhados na crise, precisam voltar a atenção para a própria reconstrução. Três anos após o início da crise, o desemprego continua alto, a dívida do país inchando, cidades quebradas e as estradas e pontes sem manutenção. Algumas áreas dos EUA já parecem um país de Terceiro Mundo; um declínio raro na história americana. A superpotência mordeu mais do que consegue digerir. Agora está cogitando de uma retirada militar. Esperemos que retire também suas ONGs da Amazônia. O Reino Unido, mais renitente, pouco poderá sem os “States”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na China&lt;/strong&gt; - se realiza o incrível deslocamento de 300 milhões de agricultores para "ambientes indusriais", - com a criação de grandes cidades, de 20, 30 e até 40 milhões de pessoas. Com o rápido crescimento, cidades chinesas, como Pequim e Xangai começam a gemer sob a pressão das populações maiores do que a da Austrália.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se sabe ainda o resultado dos empreendimentos chineses, particularmente num cenário em que o colapso da moeda estadunidense afaste da China aquele mercado lhe solape o valor de suas reservas. Paira no ar a lembrança do Grande Salto para Frente de Mao que acabou matando 40 milhões de fome. O certo é que muito do mundo vai depender do que acontecer na China. Não há como evitar pensar em guerra  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No Islã -&lt;/strong&gt;  as convulsões no mundo árabe tendem a radicalizar o Islam, alterando o equilíbrio de força no Oriente Médio. Tem dois efeitos imediatos: dificultam a hegemonia dos EUA e de Israel e afetam os preços do petróleo que impactam também o dos alimentos. O desenvolvimento e a posse de armas nucleares por parte de governos radicais islâmicos levará Israel e os EUA a atacar preventivamente, arrastando o Ocidente, e mesmo a Rússia e a China, que também se sentem ameaçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na Rússia -&lt;/strong&gt; há preocupação com distúrbios e tumultos islâmicos, o que a faz aproxima-se dos EUA em seu conflito com os árabes, mas nas sempre tensas relações com os EUA, a Rússia está tentando "reengajar" a Índia, o Sudeste Asiático, a África e também o Oriente Médio, enquanto procura excluir os EUA dos mercados energéticos da Ásia Central, do Cáspio e da América Latina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na Europa -&lt;/strong&gt;  o risco de falta de energia e consequente decadência a faz engajar-se fortemente na OTAN e forçar àquela Organização a empregar a força militar fora do continente europeu, em defesa de seus interesses energéticos e de acesso à  matérias primas.&lt;br /&gt;O emblemático ataque à Líbia demonstra que a União Européia ultrapassou a fase propagandística sobre os direitos humanos e meio ambiente para passar, definitivamente, à medidas militares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumindo: estamos vivendo um jogo geopolítico&lt;/strong&gt; que envolve para uns o poder, para outros o progresso e para terceiros a própria sobrevivência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cartas são a posse ou acesso à matérias primas, a força militar, a capacidade industrial e financeira e acima de tudo, a vontade nacional. Os mais poderosos impõem seus interesses em cada área do mundo. Podem ser pretextos os direitos humanos, o meio ambiente, as interpretações de democracia e as estruturas religiosas desfiguradas mas o jogo é duro. &lt;br /&gt;Os verdadeiros motivos dos ambiciosos - os de interesses - são suficientes para matar, mas não para lutar até a morte. Isto fica para os idealistas ou para quem não tenha alternativa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 100&lt;br /&gt;3 de julho de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3823621448274979262?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3823621448274979262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/07/no-pais-e-no-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3823621448274979262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3823621448274979262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/07/no-pais-e-no-mundo.html' title='No País e no Mundo'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1296598267765234385</id><published>2011-06-08T20:33:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T20:43:45.685-07:00</updated><title type='text'>Pressões: Belo Monte, Armas Nucleares e Desmatamento</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pressões irresistíveis? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Collor cedeu as pressões no caso ianomâmi;&lt;br /&gt;FHC, na venda da Vale, entre outras; &lt;br /&gt;Lula também, na Raposa-Serra do Sol&lt;br /&gt;Dilma declarou ter medo das repercussões internacionais se aprovado o Código Florestal. Ela enfrentou corajosamente no caso de Belo Monte.&lt;br /&gt;Manterá a coragem no caso do Código?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O caso da UHE de Belo Monte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A usina de Belo Monte será a terceira maior do mundo pela capacidade instalada. Só será menor que o projeto binacional de Itaipu e a Usina de Três Gargantas, na China. Contudo produzirá bem menos energia na estação seca (junho a agosto), pois os ambientalistas conseguiram que fosse diminuída a cota da barragem. Na média Belo Monte produzirá apenas 4,5 mil MW de energia para o sistema elétrico. Os verdes fingem não compreender que barragens são a melhor maneira de acumular energia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim o projeto será importante dentro do sistema interligado. Enquanto houver vazão para ativar as turbinas em Belo Monte, o Operador Nacional do Sistema Elétrico pode fazer que outras usinas parem de produzir e, portanto, economizem água nos reservatórios. Essa a grande vantagem de Belo Monte, segundo os técnicos do setor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o embate tenderá a se acirrar, sobretudo nos grupos ambientalistas ligados à comunidades internacionais. Não bastasse a exigência da comissão de direitos humanos da OEA, agora a ONU quer discutir a UHE de Belo Monte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom que pensemos nisso antes de ficarmos brigando entre nós por preferências políticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O caso das armas nucleares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os países continuam divididos em castas no século XXI, e tudo indica que sempre será assim.  A casta superior tem poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, e o  divisor é a posse consentida de armas nucleares. Aos demais é vedado não só a posse das armas, como da ciência que possibilitaria sua fabricação..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impensável a abolição das armas nucleares, e quem não as tem, não tem vez. Países pequenos e fracos aceitam a imposição para evitar um mal maior. Outros, por diversas circunstâncias a aceitaram voluntariamente, se amesquinhando perante a casta superior, na prática, vinculada à posse de ogivas nucleares de alcance intercontinental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois presidentes foram responsáveis pela fragilização de programas de defesa militar do nosso País: Collor, quando mandou acabar, no Pará,  com  "poço nuclear da Serra do Cachimbo" e FHC ao assinar o Tratado de Não Proliferação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FHC assinou o tratado, mas tratados podem ser denunciados, mormente quando  outros países, com maior visão, as estão construindo ou as planejando obter.          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O caso do desmatamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os ambientalistas que apenas leram sobre a Amazônia ou quando muito a sobrevoaram podem acreditar que a região é uma grande planície,e que a soja é a responsável pelo desmatamento, mas a acreana Marina Silva sabe que o relevo da floresta é demasiadamente ondulado e cortado por igarapés para permitir o uso extensivo de máquinas agrícolas. A inclinação do relevo e a excessiva umidade desestimulam a plantação de grãos. A área só se presta para a arboricultura, de seringueiras, ou dendê, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que o nosso País não planta soja na Floresta, nunca plantou. O plantio se dá no Cerrado e no máximo na zona de transição.. A confusão seria compreensível se tratando dos ecoxiitas de Ipanema, mas não para uma acreana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amazônia Legal nem sempre significa Floresta, e o Cerrado queima muito antes da descoberta do Brasil, faz parte de seu ecossistema. A diminuição das queimadas se deu exatamente pelo plantio de soja em larga escala nos cerrados, que agora sim, tem de fato a troca na fotossíntese pois caule não faz fotossíntese, apenas as folhas  O que o País precisa é conhecimento e não briga de ambientalistas de gabinete muitas vezes teleguiados pela concorrência estrangeira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alerta econômico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Está passando quase despercebido o crescimento do déficit em transações correntes devido as maciças remessas de lucros e dividendos. Por enquanto ainda temos reservas cambiais, mas isto acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande entrada de dólares, que compensaria o déficit, é uma perigosa quimera, pois desnacionaliza a capacidade produtiva da nação; aumenta a remessa de lucros e some imediatamente quando lhe for conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Questão do desarmamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Agora, quem não quer o plebiscito são os que querem o desarmamento do cidadão de bem. Já viram que serão fragorosamente derrotados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo não é bobo. Sabe que os bandidos nunca vão se desarmar, e já sentiu que a certeza da impossibilidade de reação só estimula os assaltos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo nos indica que, com o desarmamento, além da banalização dos assaltos, se multiplicará os “arrastões” em edifícios inteiros, algo que jamais aconteceria com alguns dos moradores armados e dispostos a lutar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Recebido de um irmão de armas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Se o general permanece em silêncio enquanto o governante leva a nação à guerra com meios insuficientes, assumirá a responsabilidade pelos riscos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O general que fala bem alto sobre o preparo para a guerra, enquanto a nação está em paz, coloca em risco sua posição e seu status. Entretanto, o general que fala muito baixo coloca em risco a segurança de sua nação”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Busto de Zumbi amanhece pichado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sempre estranhei o grande busto do Zumbi na Av. Presidente Vargas, como se fosse um herói nacional. Na verdade era inimigo; lutou contra nós. Sua personalidade era a de um escravocrata malvado e cruel. Será que foi homenageado só por ser negro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma avenida existe um outro busto: o do marinheiro Marcílio Dias, este era um homem digno, e morreu heroicamente combatendo pelo nosso País. Sua estátua é; dez vezes menor do que a do Zumbi. Há uma inversão de valores nesses monumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é racismo? Não! No lugar do Zumbi deveríamos homenagear o Henrique Dias; este sim, um herói brasileiro que honraria qualquer raça &lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 98&lt;br /&gt;07 de junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADENDO: Recrudesce a Ofensiva Ambientalista &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tudo contra Belo Monte!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente a Belo Monte, verificamos entre os críticos ligados ao ISA-Instituto Sócio-Ambiental (de ligações com o  CMI-Conselho mundial de Igrejas, CIMI-Conselho Indigenista Missionário/CNBB, MMA anterior e seus “infiltrados” tipo João Paulo Capobianco, ex-Secretário Executivo do MMA e membro fundador do ISA, WWF, etc.) o artigo de um deles que, como todos no “site” do ISA, combatia a construção daquela usina porque esta geraria energia para o processamento do alumínio.  Revendo o texto da  entrevista de abril de 1983 com Thomas Lovejoy da WWF, proponente do mecanismo de troca de "dívida por natureza" :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O maior problema são esses malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convêm. Eles querem se tornar potências, países soberanos e elaboram suas estratégias..." ; ..."o problema real é esse nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais ele leva." ... "Por exemplo, no Brasil, você tem estes ambiciosos projetos para a exploração do alumínio. Bem, é uma boa idéia, mas não pode ser realizada sem uma oferta maciça de energia, e é aí que residem certos problemas. Os brasileiros pensam que podem desenvolver a Amazônia, que podem tornar-se superpotência. Vivem de peito estufado com isso. Portanto, você tem que ser cuidadoso. Você pode ganhá-los com pouco. Deixe-os desenvolver a bauxita e outras coisas, mas reestruture os planos para reduzir a escala dos projetos de desenvolvimento energético alegando razões ambientais. Eles não podem conseguir dinheiro agora. Então fazemos com que alguns bancos digam a eles que eles podem conseguir dinheiro para o que estamos sugerindo. Então, alguns de nossos amigos no ministério do Planejamento vêm e dizem que isto é uma boa idéia." Pergunta:"E quem lucrará com a exploração da bauxita?"  Lovejoy: "O dinheiro para o investimento virá de vários lugares e os lucros também irão para vários lugares, e patrocinadores do WWF estarão bem no meio das coisas. Temos problemas com as nações, e talvez as nações como instituições se coloquem no caminho de tudo, dos empreendimentos lucrativos ambientalmente saudáveis.  .... O que faz o presidente mundial da WWF, o príncipe Philip, pensar assim? " Ele sabe que o mundo funciona à base de lucros e de retorno de investimentos.  É assim que a Grã-Bretanha tem sido dirigida por séculos. Ele também tem a coragem de falar contra os abusos de vários governos nacionais e de suas políticas míopes".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No documento seguinte uma visão histórica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RECRUDESCE A OFENSIVA AMBIENTALISTA CONTRA O BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1988, a ofensiva ambientalista contra o Brasil ganhou uma dimensão inusitada, não para justificar uma operação bélica do tipo da Guerra do Golfo, mas a invasão de outro tipo de "tropas representadas por dúzias de ONGs vinculadas ao Establishment oligárquico. A idéia-força era a de que o Brasil era incapaz de cuidar adequadamente dos problemas relacionados ao seu meio ambiente, sugestão devidamente acompanhada pelo conseqüente e sub-reptício corolário de que a tarefa deveria ser confiada a mãos exógenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase que subitamente, os problemas ambientais brasileiros tornaram-se temas de debates em todo o mundo. As queimadas na Amazônia, cujo status foi elevado a ''herança comum da Humanidade" pelo jornal The New Xórk Times, foram objeto de diversos editoriais e reportagens deste e de outros órgãos da imprensa internacional, além de ilustrarem amplamente a famo­sa reportagem Planet of the 1éar da revista Time, em janeiro de 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, os programas energéticos nacionais, principal­mente alguns projetados empreendimentos hidrelétricos na Amazônia, tor­naram-se alvo das considerações de governos, agências financeiras e orga­nizações ambientalistas internacionais. Estas últimas, em várias ocasiões, chegaram a convidar lideranças indígenas brasileiras para discutir os impactos ambientais dos citados projetos, além de patrocinarem diversos conclaves internacionais sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro de 1989, o CEDI e um grupo de ONGs encabeçado pela NWF e o NRDC, com o apoio de órgãos oficiais do Governo do Cana­dá, realizaram o chamado Encontro de Altamira, nesta cidade paraense. No evento, autoridades do Governo brasileiro foram "convidadas" a discutir os projetos de desenvolvimento da Amazônia - principalmente usinas hidrelé­tricas - com lideranças indígenas da região e representantes de ONGs nacio­nais e internacionais, diante de uma grande platéia de jornalistas de vários países. O grande destaque propagandístico do encontro foi a ampla difusão na imprensa internacional da fotografia de uma índia caiapó esfregando um facão no rosto do diretor da Eletronorte Antônio Muniz Lopes, pa ra protestar contra as projetadas usinas hidrelétricas. Na ocasião, o presidente do recém-criado Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Fernando César Mesquita, afirmou que a campanha ambientalista contra o Brasil era uma manobra do Departamento de Estado dos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros alvos constantes de críticas externas, provenientes dos mesmos círculos e oriundas, em especial, dos Estados Unidos, foram os programas brasileiros de tecnologia de ponta, particularmente os associados às Forças Armadas, como o programa nuclear autônomo e o programa aeroespacial, invariavelmente vinculados a supostas pretensões militaristas. Tal campanha, que seria plenamente endossada pelo Governo Collor, a partir de 1990, culminou com o virtual desmantelamento destes esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro e março, em Haia, Holanda, ocorreram duas confe­rências internacionais sobre o meio ambiente, às quais compareceram os chefes de Estado de 23 países. Na ocasião, o presidente francês François Mitterrand e seu chanceler Michel Rocard afirmaram explicitamente que paises como o Brasil deveriam abrir mão de "parcelas de soberania" sobre ecos sistemas como a Floresta Amazônica, para facilitar a sua preservação como um "patrimônio da Humanidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Haia, Rocard também falou abertamente sobre a criação de um tribunal internacional para julgar crimes contra o meio ambiente, proposta endossada pela primeira-ministra norueguesa Gro Harlem Brundtland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A despeito da reação de setores nacionalistas brasileiros, notadamente as Forças Armadas, o Governo Sarney não foi capaz de resistir às pressões internacionais de maneira categórica, vendo-se na contingência de fazer várias concessões ao lobby ambientalista. Um deles foi a criação do IBAMA, aproveitando o pessoal da antiga SEMA e do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF). Ao mesmo tempo, foi criada no Itamaraty uma Divisão de Assuntos Humanos e Ambientais. Outra concessão, de maior alcance, foi a apresentação da candi­datura brasileira para sediar a reunião das Nações Unidas que deveria marcar os 20 anos da Conferência de Estocolmo, em 1992.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro, Elaine Dewar descreve uma entrevista com Ricardo Carvalho, o primeiro chefe da divisão ambiental do Itamaraty, na qual ele explica as razões para a mudança de atitude do Governo brasileiro. A explicação revela tanto o tradicional "pragmatismo" da diplomacia brasileira como a ilusória percepção que orientava a sua conduta naquele momento crucial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele confirmou que o Governo brasileiro havia mudado recentemente as suas visões sobre as ONGs. Ele disse que elas tinham um papel a desempe­nhar em levar os problemas à atenção do Governo. A crise ambiental levantada pelas ONGs podia não ter qualquer relação com a realidade, mas, não obstante, ela havia criado momentos difíceis para o Brasil no Banco Mundial. O Brasil não havia conseguido novos empréstimos nos últimos três ou quatro anos. O Brasil também havia participado de vários encontros globais sobre a depleção do ozônio, o aquecimento global e assim por diante. Era importante que o Brasil tivesse alguma influência nessas confe­rências, porque ele vivia das suas exportações e essas resoluções, em con­junto, poderiam ter profundos impactos nos negócios brasileiros. Após a criação do Protocolo de Montreal, o Brasil havia sido recomendado a modificar a sua indústria de refrigeração, o que iria requerer 'muito di­nheiro, que nós não temos'. Na Conferência sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento da ONU, a se realizar no Rio em 1992, as necessi­dades dos países em desenvolvimento seriam levadas em consideração. Se a segurança do planeta estava em jogo, então, 'transferências de tec­nologia não podem ser feitas sobre uma base comercial', disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, manifestações "populares" contra a suposta insensibilidade ambiental do Brasil ocorreram em vários países. Uma delas ocorreu em Londres, em 14 de setembro de 1989, quando manifestantes liderados pela proprietária da rede de lojas Body Shop, Anita Roddick, bloquearam a porta da embaixada brasileira com dezenas de sacos de cartas de protesto contra a "devastação da Amazônia". Embora sob a aparência da iniciativa de uma diletante, a ação da Sra. Roddick - simultânea à publicação de um impor­tante editorial da revista The Economist sobre a Amazônia - constituiu apenas uma das pontas visíveis, ao nível da ação de rua, da bem articulada campa­nha que insiste em levantar a velha bandeira de que "a imensa riqueza da Floresta Amazônica deve ser explorada em benefício da Humanidade", como constava de um documento lido na ocasião pelos manifestantes. Participando diretamente da ação estavam ONGs como Friends of the Earth, Survival International (que se propunha a sabotar todos os fluxos fmanceiros internacionais destinados a projetos na Amazônia até que o Governo brasileiro reconhecesse os "legítimos direitos dos indígenas"), Greenpeace, Oxfam, Forest Peoples Support Group e outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomaticamente, a empresa de Roddick e a sua militância ambien­talista estão umbilicalmente ligados ao aparato ambientalista-indigenista anteriormente mencionado. Todas as suas ações no Brasil eram desempe­nhadas em estreita coordenação com a Cultural Survival e a embaixada canadense em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias depois, em 30 de setembro e 10 de outubro, em Sheffield, também na Inglaterra, a ONG Brazil Network copatrocinou, com o Instituto Católico de Relações Internacionais (CIIR), ONG londrina sem qualquer relação com a Igreja Católica, um simpósio sobre o tema ''Amazônia: Meio Ambiente de Quem?, Luta de Quem?", cujo propósito declarado foi organizar uma federação internacional para supervisionar as campanhas ecológicas sobre a Amazônia. O representante da Brazil Network e do CIIR no Brasil é o Instituto de Estudos Sócio-econômicos (INESC), de Brasília, que realiza um trabalho de lobby para essa rede internacional dentro do Congresso brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Brazil Network, atuante na Inglaterra e nos Estados Unidos, se apresentava como "uma organização independente, fundada para aprofundar o intercâmbio de informações entre grupos comprometidos com o melhoramento dos direitos humanos e a proteção ambiental no Brasil". Nos EUA, atuava em estreita cooperação com o EDF e a Conservation International.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No rastro da campanha, o Governo do presidente estadunidense George Bush, sob a instigação da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher e trazendo a tiracolo o presidente francês François Mitterrand, apressaram-se em surgir como "campeões do meio ambiente", denotando a crescente relevância da temática ambiental nas relações internacionais e o maldisfarçado intento de obstaculizar as aspirações de desenvolvimento das nações do Sul. O próprio Bush pressionou diretamente o Governo do Japão para impedir a concessão ao Brasil de um financiamento para a con­clusão da pavimentação da rodovia BR-364, no trecho que liga o Acre ao Peru, permitindo o acesso rodoviário aos portos deste país. Por sua vez, Thatcher apoiou uma série de esforços para vincular o pagamento da dívida externa de países como o Brasil à venda dos recursos naturais destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o ano de 1989, o Brasil recebeu as visitas de várias delegações estrangeiras, principalmente dos EUA, integradas por congres­sistas, líderes ambientalistas, jornalistas, artistas e até mesmo autoridades do porte do vice-primeiro-ministro holandês Rudolf de Koorte, as quais, além de virem professar in loco as suas preocupações com o meio ambiente brasileiro, aproveitaram a oportunidade para promover uma das meninas dos olhos da campanha ambientalista internacional, as conversões de "dívida por natureza". Porém, pelo menos no tocante a est e último item, a despeito de contar com vários aliados no País, a proposta não foi adiante naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação se agravaria com o advento do Governo Collor, em 1990, Utna vez que não apenas o próprio presidente da República, como dois dos principais membros do seu gabinete, o secretário do Meio Ambiente José Lutzenberger e o secretário de Ciência e Tecnologia (depois Meio Ambiente) José Goldemberg, eram notórios adeptos da "Nova Ordem Mundial" de Bush &amp; Cia., sendo ambos integrantes destacados da rede de ONGs e fundações familiares oligárquicas que a apóia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua viagem inaugural como presidente eleito, em fevereiro de 1990, Collor pode verificar in loco a importância que as nações do Hemisfério Norte atribuíam ao "fator ambiental" para as suas relações com o Brasil. Na véspera da visita do presidente eleito à Inglaterra, o príncipe Charles fez agressivas declarações públicas, qualificando a situação da Amazônia de "um pavoroso modelo de genocídio coletivo". Durante a sua estada em Londres, numerosos grupos ambientalistas realizaram ruidosas manifestações contra o Brasil. Na ocasião, o presidente brasileiro respondeu anunciando a no­meação de Lutzenberger para a Secretaria Especial do Meio Ambiente. Igualmente, ele convidou Charles a visitar o Brasil, o que ocorreria em abril do ano seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Washington, Collor reuniu-se com o presidente George Bush e o administrador da Agência de Proteção Ambiental, William Reilly, de quem recebeu uma verdadeira lista de reivindicações ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 11 de fevereiro, o jornal The New Yórk Times comentou com entusiasmo os resultados ambientais da viagem presidencial: "Collor foi surpreendentemente conciliatório com os ambientalistas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Moscou, durante uma visita à Academia de Ciências da URSS, Collor recebeu outra manifestação da articulação "verde" Leste-Oeste então predominante, ao ser surpreendido por um elogio rasgado ao físico José Goldemberg, feito pelo vice-presidente da Academia, Yevgeny Velikhov, assessor do presidente soviético Mikhail Gorbachov para assun­tos de não-proliferação nuclear e desarmamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandemente interessado em emprestar um elemento de cosmo­politismo e credibilidade internacional ao seu gabinete, em sua maioria constituído de figuras de relevância meramente regional, Collor não hesitou em convidar Goldemberg para a Secretaria de Ciência e Tecnologia, que substituía o extinto ministério do mesmo nome. Com Goldemberg e Lutzenberger, ele pensava em aprofundar os vínculos com o aparato mais dinâmico da "Nova Ordem Mundial", as redes New Age do movimento ambientalista e suas ramificações "pacifistas" do mo vimento de não-proliferação nuclear, que apenas ocultavam a política de "apartheid tecno­lógico" do Establishment oligárquico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em setembro, em sua primeira visita oficial aos EUA, Collor recebeu um inusitado documento de 30 senadores estadunidenses, apoiando entu­siasticamente as duas nomeações. O documento, redigido pelo senador Timothy Wirth, um notório adepto da instrumentalização política do ambientalismo, é explícito: ''Vossa nomeação do Dr. José Lutzenberger&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para Secretário Nacional do Meio Ambiente e do Dr. José Goldemberg para Secretário Nacional de Ciência e Tecnologia constitui um sinal muito positivo do vosso compromisso com uma nova era de desenvolvimento do Brasil... Um dos grandes desafios que o Sr. deve, indubitavelmente, enfrentar é balancear a necessidade de administrar recursos naturais e o controle da poluição com urgentes necessidades econômicas, a pobreza crônica e a carga da dívida externa... Nós concordamos em que soluções para essas dificuldades devem ser consideradas conjuntamente. Em particular, vínculos entre negociações para a redução da dívida e a proteção ambiental são bastante promissoras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-1296598267765234385?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/1296598267765234385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/06/pressoes-belo-monte-armas-nucleares-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1296598267765234385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1296598267765234385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/06/pressoes-belo-monte-armas-nucleares-e.html' title='Pressões: Belo Monte, Armas Nucleares e Desmatamento'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6096529749963630203</id><published>2011-05-30T07:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T07:19:31.301-07:00</updated><title type='text'>Tendências desagradáveis; Código Florestal e Casamento Gay</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tendências Mundiais (que esperamos não aconteçam)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A curto prazo&lt;/strong&gt;-  A OTAN provavelmente dominará a resistência Líbia e enforcará o Kadafi. Caso a Rússia se oponha fortemente, pode a Líbia ser apenas amputada de seu oeste petrolífero. (Algo semelhante poderá acontecer depois em  nosso País, com o pré-sal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A médio prazo&lt;/strong&gt; – Alguns paises muçulmanos, até agora aliados dos EUA como o Egito, a Turquia e o Paquistão, tendem a se afastar. Somado a crise financeira e a necessidade de petróleo isto conduzirá a guerra por esse recurso cada vez mais escasso. A desproporção de força garante a vitória militar dos EUA e seus aliados, mas haverá grande instabilidade, mudanças de governos e alteração das fronteiras políticas. Quem ficar fora dos combates diretos será cortejado por todos e a  mais beneficiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A longo prazo&lt;/strong&gt; – A ameaça de esgotamento do petróleo causará profundas alterações na ordem mundial. Ocidente encolherá demograficamente. O avanço do hedonismo como filosofia e a ausência cada vez maior de um Deus por quem lutar minarão as forças morais que o sustentam, tornando sua situação insustentável. Um islamismo prolífero se agigantará demográfica e moralmente ante a um ocidente hedonista e homossexual. A China e a Índia tendem a ser os novos árbitros nas disputas geopolíticas.  O nosso País estará em situação privilegiada se conseguir manter-se neutro, ocupar seu território e não se dissolver totalmente no hedonismo desenfreado, mas na falta de força militar (nuclear) e sem uma corret a política demográfica, dificilmente conseguirá manter seu maravilhoso patrimônio territorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Câmara Federal e o Código Florestal &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Confesso que sempre considerei excessivamente dispendiosos tanto a Câmara como Senado, além de quase inúteis. Nunca tinha visto um deles tomar uma decisão de real e  interesse nacional, nem mesmo se reunir para isto. Agora vi a Câmara, no caso do Código. Para começar, reuniu, não sei se pela primeira vez, mais de 400 de seus membros. Continuando, enfrentou o empenho internacional e dos setores apátridas, que chegaram a fazer ameaças em nome do governo. Parabéns à Câmara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve quem interpretasse o embate como uma disputa entre governo e oposição. Não é verdade, ainda que o líder do governo assim apresentasse e o líder de um partido oposicionista tentasse capitalizar a vitória. O embate foi entre o interesse nacional e o interesse estrangeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto foi, nesse episódio, incompreensível o papel da presidente Dilma. Deu a impressão que teria se rendido, sabe-se lá a quais ameaças de retaliação do aparato mundial.  Prefiro acreditar que ela desejava a aprovação do Código; apenas fazia um jogo de cena para dizer ao “Império” – “Fiz tudo que pude para evitar. Não tem porque aplicarem as sanções”. Não tendo sido assim, não mais merecerá o apoio dos nacionalistas, que em pouco tempo já havia conquistado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos não percebem a manobra estrangeira para dominar o nosso País, iniciando por mantê-lo subdesenvolvido e débil militarmente. A partir daí, comprando alguns políticos, ameaçando e chantageando outros, iludindo a população, amolecendo as forças morais, induzindo o medo e a filosofia da não-resistência, garantem a rendição do Gigante, mesmo que em seu hino declare que um filho seu não foge à luta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso País tem, no momento, três trunfos que lhe poderão proporcionar riqueza e influência internacional: os minerais únicos no mundo, o pré-sal e a agropecuária. Destes, devido ao aumento da demanda e nossa abundância de terras férteis, a agropecuária é o mais importante e o único inesgotável. A riqueza gerada nos poderá fornecer os recursos necessários para criarmos uma infraestrutura decente, para desenvolvermos a indústria, as pesquisas científicas e até para mantermos uma força militar suficiente para dissuadir as ambições externas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as diferentes pressões que sofremos, a principal é o mau uso do ambientalismo. A demonstração mais clara é a filosofia da Marina Silva: “Internacionalizar é a única maneira de preservar a Amazônia”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preservar para quem, dona Osmarina, perguntaríamos. (Marina é codinome) . Os estrangeiros usam suas terras para plantar e ganhar dinheiro. Eles e seus partidários  cooptados tentam nos induzir a que preservemos as nossas terras para evitar a concorrência, e quem sabe, para a utilizarem mais tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Exército e a Força Nacional de Segurança vão atuar com a Policia Federal e servidores do Ibama nas ações para conter a alta do desmatamento na Amazônia detectada pelo governo federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava na hora dessas forças terem a mesma posição nacionalista da Câmara e se recusarem a esse serviço de capitães do mato, tal como o Exército teve no episódio da Raposa-Serra do Sol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O STF e a Constituição.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Constituições não são sagradas nem imutáveis. Se imutáveis fossem, ainda teríamos a escravidão. As próprias “clausulas pétreas” só são pétreas enquanto o povo as quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regra geral, o não cumprimento das constituições antecede a sua mudança e se acaba por fazer emendas ou mesmo criar uma nova constituinte. Revoluções também as mudam, mas em toda a História, talvez pela primeira vez uma mudança teve origem num órgão como o STF; - refiro-me ao caso do “casamento gay”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição fala que a união estável entre um homem e uma mulher equivale ao casamento. Na verdade o que me parece cômico é o STF considerar a Constituição inconstitucional, e isto sem ao menos o povão demonstrar que este era o seu desejo. Tudo indica que seja até o contrário, mas sendo esse o desejo das multidões, melhor será acabar com o casamento civil. Quem quiser viver junto, que viva: problemas de partilha de bens ou de heranças, que se combinem nos cartórios. Quem quiser fazer festa que o faça, e quem quiser um sacramento que se case na Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo ficaria mais simples, mas mudanças na Constituição é função do Congresso, não do STF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Considerações sobre a Educação&lt;/strong&gt;Iniciamos com a constatação de que cerca de 80% do orçamento se destina as universidades públicas. Que 80%  da demanda é atendida pelas universidades privadas; as públicas apenas atendem 20%. Quase sempre os mais ricos, exceção aos incompetentes alçados pelas cotas raciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecemos que educação não é um fim em si mesma; é um meio para satisfazer as necessidades ou alcançar certos objetivos, e que a presidente está certa em seu esforço em propiciar os cursos técnicos, que nos fazem falta. O que estranhamos é um ministro querer ensinar a falar errado, oficializando as diferenças de classe sem atentar para a força aglutinadora de uma língua única e comum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos impressiona também o proselitismo homosexual do ministro, que apesar da ordem presidencial de cessar esse proselitismo insiste em distribuir o malfadado “”Kit”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mantém esse ministro no posto? Será  o Lula?&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 97– 29 de maio de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6096529749963630203?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6096529749963630203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/05/tendencias-desagradaveis-codigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6096529749963630203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6096529749963630203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/05/tendencias-desagradaveis-codigo.html' title='Tendências desagradáveis; Código Florestal e Casamento Gay'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1028410479167559635</id><published>2011-05-05T04:58:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T05:01:50.658-07:00</updated><title type='text'>Bin Laden,  Eletricidade, Desarmamento, Prognóstico agrícola e Filosofia de Strauss</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Apenas uma suspeita&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Algo estranha a versão de que Bin Laden, ao ser morto durante uma "cinematográfica operação militar", tenha tido o corpo tão rapidamente "descartado", sem que qualquer prova de sua morte tenha sido preservada. Suspeito que a estória esteja mal contada, tal como a do avião que teria atingido o Pentágono sem deixar marca das asas nem dos motores. É possível até que já estivesse morto há tempo; que só tenha sido mantida a imagem de estar vivo para justificar operações de ingerência, e que agora, sua morte oficial também seja uma operação psicológica.&lt;br /&gt;Claro, é apenas uma suspeita, mas se a foto do morto for uma montagem, está mal feita, pois a barba deveria estar branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como sempre, contra o progresso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“O Planalto concluiu que quem pressionou a OEA a pedir explicações&lt;br /&gt;ao governo sobre a hidrelétrica de Belo Monte foi o Conselho Indigenista Missionário (CIMI)”. (publicado na revista “Isto É” de 27 abril).&lt;br /&gt;O CIMI continua o mesmo: sempre contra o progresso do País, alinhado com as ONGs estrangeiras. Sabe bem que para os índios é indiferente um ou outro trecho do mato; sabe também que, conseguindo impedir a construção de hidrelétricas terão que ser construídas termoelétricas, muito mais poluentes. O CIMI deveria ao menos obedecer ao Papa.&lt;br /&gt;Também a Funai. “No governo há quem pense que a Funai extrapolou em São Felix do Xingu. Deu 7.8 mil Km² para 140 índios, desalojando duas mil e quinhentas famílias de assentados do Incra”. (também publicado na “Isto É” de 27 abril )vejamos como a equipe do governo vai resolver esse conflito entre seus dois órgãos ( Funai e Incra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desarmamento. Além de inconveniente é inútil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma prova da inutilidade das campanhas para desarmar a população civil que age dentro da lei e da ordem: A Polícia Militar de São Paulo apreendeu com uma quadrilha, uma submetralhadora de fabricação caseira com silenciador.&lt;br /&gt;Proibições só atingem as pessoas honestas, que, impedidas de se defenderem legalmente, tendem, por mais honestas que sejam, a preferir responder vivos a um processo do que serem mortos para cumprir a lei que os impede de reagir eficazmente em defesa dos seus. Desde que alguém inventou o machado de pedra, qualquer um com um mínimo de massa cinzenta é capaz de inventar e fabricar uma arma. Bandidos não compram em lojas, mas pelo menos essas não vieram do exterior.&lt;br /&gt;Isto trás a baila outra questão: Tiranos temem armas nas mãos do povo. Pessoalmente me parece difícil que um governo, que distribua armas à população possa ser um ditador ou um tirano, mesmo que toda a imprensa mundial assim o nomeie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Prognóstico é do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Brasil deverá assumir a liderança mundial na exportação de alimentos até o ano 2020. O USDA, (Dep de Agricultura na sigla inglesa) acaba de divulgar um relatório que sugere um crescimento de 47% nas exportações brasileiras até o fim da década, ampliando a participação mundial do País, dos atuais 32% para 38%, ao mesmo tempo em que os EUA deverão encolher de 42% para 37% (Correio Braziliense, 14/04/2011).&lt;br /&gt;Talvez aconteça mesmo, se o Ibama e a Funai não impedirem o avanço da fronteira agrícola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A maquiavélica filosofia política de Leo Strauss.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Estabelecido nos EUA, têm inspirado não só o Partido Republicano como também a política externa norte-americana. As teorias de Strauss podem resumir-se em uma premissa básica : “Por direito natural, os fortes devem governar sobre os fracos.”&lt;br /&gt;Certamente que não gostamos. Podemos não concordar com ele, mas sabemos que quando os fortes querem, eles governam, a menos que dissuadidos por uma resistência desproporcional ao ganho almejado.&lt;br /&gt;Para isto é necessário força. e principalmente decisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Decepção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Havíamos saudado a escolha de um ministro do STF, por seu saber jurídico, diferente daquele que nunca passou num concurso para juiz de primeira instância.&lt;br /&gt;Nosso entusiasmo diminuiu quando votou contra a aplicação da ficha limpa, e acabou quando declarou que o povo havia votado errado e se deveriam vasculhar as casas (de pessoas comuns, suponho), para confiscar-lhes as armas.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentário nº 95 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;05 de maio de 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Adendo: Carta de um homem que veio do campo&lt;br /&gt;Resposta a um ecologista que deseja punir quem desmatou para plantar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Renato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se o amigo em questão é oriundo do campo ou se nele já labutou, eu e tenho certeza, muitos outros milhões que hoje vivem nas cidades, viemos do campo, brinquei de mergulho no rio usando como trampolim o galho das arvores, acordava muito antes do galo para poder dar conta do recado antes de enfrentar 10, 15 km de estradão de chão poeirento ou lamacento para chegar na escola na cidade, muitas vezes iamos a pé, de carona agarrados nas laterais da carroceria dos caminhões, de bicicleta era mais comum, quando tínhamos condições de comprar... na volta tínhamos de voltar atacando os pomares no caminho para mata a fome, pé de cana não ficava touceira inteira, laranja, manga, goiaba, banana então nem se fala, chegando em casa, lá pelas 2 ou 3 da tarde, corríamos direto pra cozinha, pegar a comida que ficava aquecida num forninho de LENHA que tínhamos de cortar do mato nativo todo dia pra deixar na beira do fogão e facilitar a vida de nossa mãezinha que tinha jornada TRIPLA, comíamos e íamos para a lida, meus pais já estavam lá desde o nascer do sol e lá ficávamos até não se pdoer mais enxergar sem o uso de lampião, muitas e muitas noites ficávamos horas a noite nos barracões escolhendo e selecionando, encaixotando e carregando os caminhões que iriam de madrugada para o CEASA, dormíamos coisa de 5 a 6 horas e olhe lá, eu tinha o que, 7, 8 anos, meus dois irmãos menores, com 4 e 6 que ainda não iam pra escola, já estavam lá colhendo tomate, escolhendo, lavando, limpando, capinando com uma enxadinha menor, cuidando da irrigação dos canteiros, eu chegava e já me assumia o guidão de um tobata para dirigir e arar os canteiros para plantar as mudas de alface e outras hortaliças, meus irmãos mais velhos cuidavam da lavoura maior, tomate, melancia, milho, pepino, etc., trabalho pe sado, coisa de gente grande, trator grande, tínhamos de arar a terra, destocar, DESMATAR, capinar e cuidar constantemente para que pudéssemos transformar áreas improdutivas tomadas de mata e pasto em área de cultivo de ALIMENTOS que após tanto sofrimento, carregávamos nos caminhões e na kombi e íamos madrugando nos domingos para a cidade, levar para vender na feira nos domingos e para o CEASA nas terças e quintas, eu só ia no domingo, eita vidinha FDP a de AGRICULTOR neste país, depois de tanto sacrifício, víamos ser jogado mais de 30% do que colhíamos aos porcos e galinhas da fazenda porque o pessoal da cidade achava que nossos produtos estavam muito CAROS e nos obrigávamos a vender quase de graça pra poder compensar a viagem e o esforço, e ainda tinha de ficar dando produto de graça pra policia rodoviária, fiscal da prefeitura e tudo quanto é FDP que se apresentava como "gente do governo" e que encostava na gente... era uma alegria poder pegar uns troca dos e ir comprar uns pastéis que saciavam nossa fome... eu sempre que podia comprava LIVROS, pois meu velho pai, um ex-combatente da segunda guerra e piloto de caças, sempre nos dizia que EDUCAÇÃO ERA A ÚNICA COISA QUE ELE PODERIA DEIXAR PARA NÓS NO BRASIL, porque aqui ninguém valoriza quem PRODUZ ALIMENTOS..., éramos crianças e já conscientizados pelo nosso velho pai, amaldiçoávamos a vida na roça, que era só trabalhar, trabalhar, trabalhar e nada de respeito, nem consideração, nem fartura, nem nada... hoje vivemos todos na cidade, MAS JAMAIS CUSPIREMOS NAQUELES QUE LABUTAM DE SOL A SOL E NOITE ADENTRO para produzir o que comemos, NÃO É NOSSO DINHEIRO QUE NOS GARANTE O QUE COMER, mas sim o sacrifício desta gente corajosa que desbrava, destoca, desmata, ara a terra, planta, colhe e nos agracia com seu fruto do sofrimento, MAS QUE ACIMA DE TUDO CUIDA DO SOLO, PLANEJA, EXPLORA, RECUPERA E DEPENDE deste solo mãe gentil que lhe garante a subsistência, cansei de ver meus pais e irmãos fazendo isso e nunca os ví cuspir na terra que nos dava alimentos, ví meu pai e meus irmãos, eu inclusive, drenar, tratar e fazer um banhadão morto e fedorento de água podre produzir toneladas e toneladas de pepinos, vagens, quiabos, beringelas, gilós, alface... na época pudemos alimentar o povo do bairro e da fazenda de café, cuja população ignorante era composta de descendentes de ex-escravos que só sabiam plantar e colher café, eles nos adoravam e reconheciam nosso trabalho que lhes garantia alimento farto, hoje seríamos presos com certeza... esta mesma gente que vc (penso que no seu caso por mero equívoco ou incosciência quanto a importância maior do produtor rural) e milhares de outros bem ou mau intencionados para com o nosso Brasil e nosso irmãos brasileiros que PRODUZEM ALIMENTOS, podem estar sendo injustos ao apontar-lhes os dedos (certamente irresponsáveis), tratando-os como BANDIDOS!!! mas pode ficar tranquilo, vc não está errado, SIM AMIGO, sob esta óptica SOMOS E SEREMOS SEMPRE MARGINAIS, pois o agricultor em toda a história da humanidade SEMPRE SE SACRIFICOU para abastecer a humanidade E SEMPRE FOI MARGINALIZADO pelas sociedades CULTAS DAS CIDADES, que sempre os tratou como CAIPIRA, JÉCA, ZÉ-DA-ROÇA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria ver se o campo parasse de produzir, queria ver o que faríamos com nosso VALOROSO DINHEIRO, veículos, tecnologia, etc., veria-se rapidinho que não dá pra comer, mas dá pra comprar, ENQUANTO TIVER o que comprar e depois??? Só para lembrar: UCRANIA,(lá pelo leste europeu, região próxima da Hungria, de onde saiu refugiado a família do presidente Thomas) = mais de 11 MILHÕES DE MORTOS (DE FOME), porque os comunistas trataram de marginalizar os produtores e roubar-lhes tudo, no campo houve mais SOBREVIVENTES do que nas CIDADES... a razão é óbvia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vemos aqui a lei dos gordos abastados da cidade a fud... a vida do miserável do campo e ainda literalmente marginalizá-lo, nada de mais pra eles, sempre souberam-se marginalizados, sempre a margem da lei, pois eles não conhecem direito das leis, apenas tentam sobreviver, desmatam por falta de orientação técnica (sabemos que existem os que o fazem mau intencionados, estes sim devem ser responsabilizados, mas há que se considerar os motivos e jamais, JAMAIS, tratá-los na mesma forma que se trata um bandido qualquer, pois estes homens do campo são os verdadeiros heróis e é assim que devem ser reconhecidos pela sociedade... eu ví lá no japão, o respeito que a sociedade tem pelos seus agricultores, principalmente o governo e os governantes, RESPEITO É A ÚNICA COISA QUE O HOMEM DO CAMPO DESEJA!!! pois o resto ele não pede, não implora, não reclama, ele se sacrifica e nos garante o pão de cada dia e a fartura nas gondolas e prateleiras das cidades...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PENSE NISSO AO SE REFERIR AOS VERDADEIROS E ABNEGADOS HERÓIS DESTE PAÍS E DO MUNDO QUE PRECISA DE COMIDA NA MESA!!!&lt;br /&gt;H.S. Morita - C.E.O.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-1028410479167559635?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/1028410479167559635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/05/bin-laden-eletricidade-desarmamento.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1028410479167559635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1028410479167559635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/05/bin-laden-eletricidade-desarmamento.html' title='Bin Laden,  Eletricidade, Desarmamento, Prognóstico agrícola e Filosofia de Strauss'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-720314452889232832</id><published>2011-04-14T03:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T03:57:38.330-07:00</updated><title type='text'>Petróleo, Eletricidade e Guerra;  Desarmamento</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Petróleo, Eletricidade e Guerra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Japão não tem petróleo, nem fontes hídricas como as do Brasil, nem carvão como a CHINA, e não tiveram outro jeito senão construir usinas nucleares. Mesmo com todo o risco eles precisam da energia elétrica. Mesmo assim, o Japão, como os países que exauriram suas reservas ou nunca as tiveram tem que o obter de algum modo. Os EUA e seus aliados ensaiam tomá-lo de outros. Certamente não da Rússia com seu arsenal nuclear. Espera-se que não do Brasil que o extrai do mar a um custo maior , mas sim dos que tem reservas terrestres de baixo custo e sem risco de acidentes como o do Golfo do México. Não se entende o esforço des ses países em impedir que o nosso país construa hidrelétricas. É a tal guerra de 4ª Geração?&lt;br /&gt;Independente dos desejos de paz, sopram os ventos de guerra. Quem tem riquezas a defender só estará seguro tendo força militar capaz de causar mais dano do que as vantagens de tomá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências do desarmamento civil quanto a segurança pública&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Desarmar as pessoas de bem é o sonho dos malfeitores; inclusive dos “honoráveis bandidos”.&lt;br /&gt;Impedir que as pessoas de bem se defendessem é facilitar a vida dos assaltantes&lt;br /&gt;Proibir a comercialização legal de armas é incentivar a comercialização ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências do desarmamento civil quanto a indústria.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um tal Maierovich teria proposto o fechamento das indústrias de armas e munições no Brasil. Lógico, as armas virão do exterior, sem pagar imposto, sem criar empregos no Brasil e não vai resolver o problema da violência pois os bandidos e traficantes já usam armas fabricadas lá fora.&lt;br /&gt;Essa medida conseguiria:&lt;br /&gt;1- Desempregar milhares de brasileiros&lt;br /&gt;2-Tornar o país dependente até de munições simples para as polícias civis e militares de todo o país, e nem sempre outros países concordariam em fornecer.&lt;br /&gt;3- As Forças Armadas não mais teriam fontes de suprimento seguras - mesmo em face da mais simples ameaça externa. Em uma emergência não se consegue improvisar uma indústria de defesa!&lt;br /&gt;4- Reservar o mercado às indústrias estrangeiras e aos contrabandistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conseqüências do desarmamento civil quanto a Defesa Nacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As guerras modernas comprovam: nações podem ser vencidas militarmente, mas ocupadas somente quando suas populações civis não dispõem de armas.&lt;br /&gt;Na Suíça, cada cidadão tem seu fuzil em casa, e o esporte nacional é o tiro ao alvo. Ninguém, nem a Alemanha Nazista ousaram invadi-la- e praticamente não há criminalidade.&lt;br /&gt;Nos EUA também se permite, e até incentiva em muitos Estados, o porte de arma aos cidadãos – é impossível ocupar qualquer parte daquele país, e a criminalidade é menor do que aqui.&lt;br /&gt;A Venezuela armou sua população. Goste-se ou não do Chávez, isto contribuiu para evitar uma invasão.&lt;br /&gt;Os países que desarmaram sua população civil acabaram por massacrar os grupos minoritários. Querem exemplos? –Rússia, Alemanha, Turquia e mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem paga?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Corre na internet a existência de um senador bem pago por concorrentes estrangeiros para destruir a indústria bélica concorrente nacional.&lt;br /&gt;- Verdade? Não tenho meios de julgar.&lt;br /&gt;É de estranhar o empenho de certas autoridades, inclusive de uma que já me pediu (através de um seu assessor) para ensinar-lhe a atirar. Alguma coisa estranha há por trás disto.&lt;br /&gt;Enfim, no site da ONG Viva Rio, seção “prestação de contas” está que recebeu R$ 3.972.254 de seus parceiros para atuar na segurança pública e direitos humanos (certamente significa “desarmamento”).&lt;br /&gt;Origem do dinheiro: 61% do exterior. O governo britânico contribuiu com mais de um milhão.&lt;br /&gt;É evidente o interesse estrangeiro na campanha de desarmamento. Fica a cargo de o leitor concluir os motivos e o que querem alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mosca da Carambola - Ameaça à produção e exportação de frutas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mosca da Carambola, praga de origem asiática, ataca não só a carambola, mas todas as frutas, especialmente as mangas. O Japão já avisou (antes do Tsunami) que aparecendo nas frutas importadas, suspenderá todas as compras de frutas do Brasil&lt;br /&gt;A mosca já havia sido assinalada no Amapá. Agora apareceu em Roraima, vila Mutum, na Raposa –Serra do Sol.&lt;br /&gt;O que causa espanto é que em redor dessa vila há centenas de quilômetros de terras praticamente desertas. Mais de cem km em território nacional. Para a mosca vir da Venezuela, mais 400 km de área desabitada. Outro tanto se vinda da Guiana.&lt;br /&gt;Em toda essa área em redor não existe a tal praga. No episódio da “desintrusão” os ongueiros estrangeiros pululavam por lá. Certamente se trata de nova atuação estrangeira em Roraima. Esta praga ameaçará nossas exportações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boa notícia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em debate o projeto de mudanças no Ibama, com o repasse das atribuições aos Estados. A idéia é que o Ibama se restrinja ao licenciamento ambiental, mas sem autonomia para embargar obras públicas ou atrasar a liberação de licenças.&lt;br /&gt;Parabéns! O governo Federal está conseguindo cortar algumas das amarras que nos impediam o desenvolvimento. É bom lembrar que a embromação injustificável nas licenças ambientais retardou por anos a construção de hidrelétricas indispensáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Queima da bandeira na praça dos Três Poderes -Brasília&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Covardia! Refiro-me a guarda do Palácio do Planalto que não atirou em alguém que queimava o símbolo maior da Pátria, no seu centro político. Nenhum país toleraria isto! Pelo jeito foram chamados os bombeiros para convencer ao sacrílego a descer do mastro. Teriam recebido ordem de não atirar? Não sei. De quem quer que seja a responsabilidade, é um emasculado! Gente assim só serve para ser escravizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Informo aos meus correspondentes que estarei fora da internet até o fim do mês.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 94&lt;br /&gt;14 de abril de 2011&lt;a title="" name="thumbs" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-720314452889232832?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/720314452889232832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/04/petroleo-eletricidade-e-guerra.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/720314452889232832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/720314452889232832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/04/petroleo-eletricidade-e-guerra.html' title='Petróleo, Eletricidade e Guerra;  Desarmamento'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1744753606328186481</id><published>2011-04-09T15:59:00.000-07:00</published><updated>2011-04-09T16:28:25.772-07:00</updated><title type='text'>Hidrelétricas, Compra de Terras e Outras Notícias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Objetivo: Deixar o nosso País sem energia? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;1 – Hidrelétricas em construção no rio Madeira &lt;/strong&gt;A ONG Kaninde, o MAB, o MST e outros que se opõe a construção de hidrelétricas procuram atrair para seu movimento os garimpeiros e até índios que vivem em aldeias fora da bacia do Madeira. Acordos com garimpeiros foram bloqueados pelo consorcio proprietário da UHE do Jirau, o que me deu a sensação que deseja mesmo a paralisação, quem sabe para arrancar mais dinheiro do Governo. No dia 15 de março foi iniciada, por encapuzados, uma destruição generalizada no canteiro de obras com incêndio de refeitórios, escritórios, ônibus e alojamentos do tamanho de uma pequena cidade. Teria iniciado com uma briga de um motorista com um passageiro, e se generalizou. Conversa para boi dormir; um incêndio de tais proporções ateado por encapuzados exige preparação anterior, com estoque de grande quantidade de gasolina. Resultado de más condições de trabalho? Outra conversa mole. A comida era boa e grátis; os alojamentos dignos (até com ar condicionado) e o pagamento acima da média. Eu constatei. Além disto, jamais operários queimariam alojamentos com seus pertences dentro. Em minha opinião, isto é uma ação coordenada do exterior para evitar a ocupação e o progresso da Amazônia e do Brasil &lt;strong&gt;2 – Agora a OEA “exige” suspensão imediata de Belo Monte &lt;/strong&gt;A OEA “determinou” oficialmente que o Brasil suspenda imediatamente o processo de licenciamento e construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, no Xingu, citando o potencial prejuízo aos direitos dos índios e ribeirinhos, em função de pedido de ONGs (Mov. Xingu Vivo Para Sempre, CIMI-Conselho Indigenista Missionário, Associação Interamericana para a Defesa do Ambiente e outras). A Hidrelétrica de Belo Monte será a terceira maior do mundo e atenderá boa parte da demanda de eletricidade em nosso País. Totalmente nacional, ajudará a nos libertar dos humores do Paraguai, além de criar uma importante hidrovia. É claro que as ONGs indigenistas e ambientalistas agem em função dos interesses estrangeiros, mas as notícias que chegam indicam que, pela primeira vez o Brasil não atenderá a uma ordem de organismo internacional. Está começando a agir como país soberano. Que bom! &lt;strong&gt;Compra de terras e de outros bens por estrangeiros&lt;/strong&gt; Nada de paranóia. Muitos empreendimentos de estrangeiros são altamente benéficos. Serão bem-vindos, mas sabemos que as chamadas multinacionais serão sempre ligadas as suas origens, o que nos aconselha a manter os olhos abertos. Com as evidências de que o dólar vai perder o valor, todos que o possuem tentam transformá-lo em ativos sólidos e compram terras, prédios, usinas e fábricas, antes que ninguém mais aceite aquele papel moeda. Isto e a desindustrialização causada pelo erro cambial tornam cada vez mais difícil que uma firma nacional permaneça nas mãos de brasileiros. Mais grave ainda quando compradas por firmas estatais ou paraestatais de outros países, como já tivemos por ocasião das privatizações do FHC. Nos dias atuais preocupa-nos principalmente as imensas compras da China. Começaram com jazidas e usinas de álcool. A seguir terras em enormes extensões, ao preço que for. Buscam desesperadamente parcerias com quem se recusa a vender. Nem tudo é maléfico. O cultivo de novas áreas trará mais progresso. Além de garantir suprimento, a China, afirma que seu objetivo é romper a intermediação de empresas norte-americanas, o que é bom. Entretanto traz riscos e exige cuidado. Nós conhecemos o exemplo do Texas, quando os mexicanos venderam suas propriedades. No ano passado o governo percebeu o perigo e falou em controlar a venda excessiva de terras. A nova legislação ainda nem foi regulamentada, e muita água já rolou por baixo da ponte &lt;strong&gt;Cadeira permanente no Conselho de Segurança&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;– com o TNP (Tratado de Não Proliferação Nuclear) vale a pena? &lt;/strong&gt;O Conselho Permanente da ONU é constituído atualmente por países que possuem armamento nuclear e exércitos de verdade. Qualquer país que não os tenha, será um eunuco ou servirá cafezinho no referido conselho Países que tem as armas proíbem os outros de desenvolvê-las. Assim, você pode me ameaçar com uma arma e eu tenho que me manter desarmado, refém da sua misericórdia, sem direito nem a cara feia. É melhor retirar-se desse tratado, até agora cumprido de forma unilateral. Sofreremos pressões, mas ganharemos respeito &lt;strong&gt;No mundo convulsionado, somente unidos poderemos ter sucesso.&lt;/strong&gt; Jogar ressentimentos para cima das Forças Armadas é um desserviço à união nacional, tal como comemorar nos quartéis a vitória da revolução. O coerente seria tratar o assunto como fato histórico; algo assim como a proclamação da República, comemorada outrora pelos seus partidários, hoje reduzida à verdadeira dimensão: apenas um acontecimento do passado, com bons e maus resultados. Correta foi a aula de História na AMAN sobre os acontecimentos da época, sem caráter de comemoração. Também digno de menção o equilíbrio do gen. Heleno deixando de lado o justo orgulho e suspendendo a palestra marcada. Da mesma forma, a ânsia de vingança de alguns dos antigos guerrilheiros só pode nos dividir. Na verdade, os poderes (inclusive o militar) precisam ser harmônicos e se respeitar. Não pode haver hostilidades entre eles. Isso é tão óbvio que nem precisaria estar sendo escrito ou lembrado. Mas com as provocações os ânimos estão esquentando, desnecessariamente, em função da falta de habilidade e da prepotência de determinados atores da cena política, incapazes de olhar para o futuro. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Incrível a falta de visão dos ecoxiitas &lt;/strong&gt;A discussão sobre o novo Código Florestal não se restringe a uma disputa entre ambientalistas e produtores rurais; este assunto não só interessa, mas afeta a todos os brasileiros. Se a Reforma do Código Florestal não for aprovada antes de 11 de julho, 90% dos produtores rurais ficarão na ilegalidade e poderão perder suas terras. Quando o mundo se ressente da falta de alimentos, os “verdes” tudo fazem (só no nosso País) para impedir a produção. Que Deus guarde a todos nós &lt;strong&gt;Gelio Fregapani &lt;/strong&gt;Comentário nº 93 09 de abril de 2011 &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ADENDO: OPINIÕES DIVERSAS (resumidas) &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Uma opinião técnica &lt;/strong&gt;Pau que dá em Chico também bate em Francisco. Quando a Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão da OEA, condenou o Brasil “impondo-lhe” a revisão da Lei da Anistia, um monte feliz. Houve doido que chegou a dizer que o país estava “obrigado” a cumprir a determinação. Uau! A tal corte teria mais poder por aqui do que o STF! Agora, outro organismo da mesma OEA, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos — com poderes de acionar a corte, onde há julgamento de casos propriamente — resolveu enroscar com a usina de Belo Monte. E não é pouca coisa, não! A fazer tudo o que pede a tal comissão, será mais fácil, rápido e barato investir, sei lá, em energia espiritual!!! O que quer a comissão? - suspensão imediata do processo de licenciamento da usina; - proibição da execução de qualquer obra na área (hoje, está proibido, diga-se); - ampla consulta às “comunidades” envolvidas sobre o impacto ambiental; - medidas para proteger a vida de povos indígenas que vivam isolados em áreas que podem ser afetadas pela usina; - tradução para as várias línguas indígenas dos estudos de impacto ambiental para recomendar a tal “ampla consulta”. E vai por aí. O Brasil considera ter cumprido boa parte desse roteiro já e sabe que as exigência da comissão são descabidas. O problema é que, se as solicitações não forem atendidas, é quase certo que a comissão denuncie o país à Corte, onde ele seria, então, “julgado” por crimes contra os direitos humanos. Eu já critiquei aqui trapalhadas de Belo Monte, especialmente seu cipoal jurídico, que acabou, na prática, retirando os investimentos privados. É tudo grana estatal. O governo Lula armou um troço hostil à iniciativa privada. Mas o assunto agora é outro: O mundo sabe, está em alguma corte?, quantas plantas de usinas hidrelétricas, nucleares, termelétricas ou movidas a cocô do cavalo do bandido a China, a Rússia, a Índia ou qualquer país europeu está tocando nesse exato instante? Não se trata aqui de aderir ao lulismo, Não é isso, não! Mas é evidente que as acusações contra Belo Monte chegaram à Comissão por intermédio de ONGs que pretendem que o Brasil deva ser uma espécie de santuário do mundo, na certeza de que, sendo as nossas florestas um patrimônio da biodiversidade mundial, então todo mundo pode meter o bedelho, dizendo o que pode e o que não pode ser feito. Aí não dá! O mesmo se verifica, diga-se, em relação ao novo Código Florestal. Se aprovado, é certo que alguém vai se lembrar de denunciar o Brasil como o país que incentiva o desmatamento, embora se tenha aqui, de muito longe, com muitas léguas de distância, a MELHOR RELAÇÃO NO MUNDO entre tamanho da economia e preservação da natureza; entre produção agrícola e manutenção da cobertura vegetal original. Acho que cuidados têm de ser tomados, sim! Mas isso que pede a comissão corresponde a fazer a usina voltar à estaca zero, como se nenhum estudo tivesse sido feito, o que é falso. Uma coisa é a comissão se interessar pelo caso, solicitar informações, outra, muito diferente, é querer atuar como se fosse o braço de uma ordem global que já tivesse estabelecido, sei lá, um governo mundial. Tomadas as devidas precauções, o fato é que o Brasil precisa de Belo Monte — e não só dela. Sim, é necessário respeitar os índios que lá vivem, tentar convencê-los, compensá-los por eventuais perdas, sei lá o quê. Se, no entanto, eles se negarem a sair de uma área que será essencial para a construção da usina, o que vocês querem que eu diga? Terão de ser tirados de lá. Se vocês quiserem, lamento, choro, fico triste, porque sou um homem bom, mas terão de ser tirados. No limite, sou obrigado a lembrar que, tivessem eles vencido a batalha há uns 500 anos, a história seria diferente. Mas não venceram. O Itamaraty diz ter recebido “com perplexidade” as recomendações. “O governo brasileiro está ciente dos desafios socioambientais que projetos como o da Usina Hidrelétrica de Belo Monte podem acarretar. Por essa razão, estão sendo observadas, com rigor absoluto, as normas cabíveis para que a construção leve em conta todos os aspectos sociais e ambientais envolvidos”, diz uma nota. Pois é… Esse mundo “governado” por entidades não-governamentais que querem tomar o lugar dos governos — só dos eleitos, ne?, porque, nas ditaduras, elas não se criam — não é nada simples. Daqui a pouco, você não consegue nem mesmo cortar a grama do seu jardim sem pedir autorização ao Greenpeace, à WWF, à Fundação Ford, ao Al Gore, à Marina Silva e, claro!, ao Bono Vox! &lt;strong&gt;- &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Abaixo, opinião de quem não pensa como brasileiro: &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;Se Brasil não atender à OEA, deve enfrentar a Corte Interamericana. A obra fere a Constituição e as normas internacionais de acordos que o Brasil assinou. Na resposta do Ministério das Relações Exteriores à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA - que solicitou a suspensão do processo de licenciamento da Usina Hidrelétrica Belo Monte - o governo se disse perplexo com o pedido. Na nota oficial divulgada nesta terça-feira, o Itamaraty considerou as orientações "precipitadas e injustificáveis". A recomendação da OEA é a resposta a um processo iniciado quando o Movimento Xingu Vivo para Sempre e outras 40 entidades de defesa das comunidades indígenas e tradicionais da Bacia do Xingu enviaram um pedido de medida cautelar à comissão. Esta requisitou que o governo brasileiro enviasse informações sobre o estado da a ção civil pública interposta pelo M Público, sobre a alegação de que a licença parcial outorgada à empresa Norte Energia não teria base legal e sobre e os procedimentos de consulta prévia realizados com os povos indígenas. A CIDH deu ao governo brasileiro um prazo de 15 dias. Agora, findo o prazo, a OEA solicitou oficialmente que o governo brasileiro suspenda imediatamente o processo de licenciamento e construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, no Pará, citando o potencial prejuízo da construção da obra aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do rio Xingu. A OEA recomenda que nenhuma obra seja feita na região até o cumprimento de algumas medidas como: a realização de consulta com as comunidades indígenas. A CIDH diz que o governo deve realizar processos de consulta "prévia, livre, informada, de boa-fé e culturalmente adequada", com cada uma das comunidades indígenas antes da construção da usina); a disponibilização dos estudos de impacto ambiental e a adoção de medidas para proteção da integridade pessoal dos povos indígenas , além de programas de prevenção à disseminação de epidemias e doenças. "Nós não esperávamos outra coisa da OEA. Nenhum organismo sério poderia analisar o caso de Belo Monte sem enxergar a violação evidente dos direitos dos povos indígenas. Até hoje, o Congresso não ouviu um só índio", diz o Procurador da República, Felício Pontes Jr. , que afirma que, depois da intervenção da OEA, o caso ganhou mais visibilidade internacional. "Eu achei a notícia boa e comemorei, mas não creio que o governo vá acatar a solicitação da OEA", afirma a índia Sheyla Juruna, liderança indígena do Movimento Xingu Vivo para Sempre. "Ainda não é uma vitória." Para Felício Pontes Jr., se o País não acatar a solicitação da OEA, o processo deve ir parar na Corte Interamericana de Direitos Humanos. "Neste caso, é líquido e certo que o Brasil será condenado, porque a violação é muito flagrante. E a partir do momento que o Brasil aderiu aos acordos internacionais, está sujeito às decisões e possíveis sanções que eles preconizam. "Essa obra fere a Constituição Federal e as normas internacionais estipuladas em acordos dos quais o Brasil é signatário", explica. Ele acredita que, talvez agora, com essa repercussão internacional, as empresas particulares ainda envolvidas na obra percebam o desgaste de imagem que sofrerão. Na Volta Grande do Xingu há duas áreas indígenas e algumas comunidades ribeirinhas. As reuniões feitas em aldeias indígenas por servidores da FUNAI como etapas dos Estudos de Impacto Ambiental foram gravadas em vídeo. Neles, os servidores públicos aparecem explicando aos índios que aquilonão são as oitivas indígenas e que essa questão ainda iria ser resolvida. &lt;a title="" name="40898985" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;(Resumido da Internet) -&lt;strong&gt; Uma opinião de geopolítico &lt;/strong&gt;Enquanto a ONU faz de conta que não vê que os rebeldes líbios estão sendo armados pelos ex-colonizadores do Norte da África (que já não têm mais colônias para explorar), dizendo que só a eles reconhecem o comando da Líbia – esquecendo que a nação ainda tem um chefe – do lado de cá, a OEA decide que o governo brasileiro não tem autoridade para construir uma hidrelétrica em seu território, sem ouvir as ONGs, que falam em nome dos índios. (M. Pacheco – Em 06/4/2011) &lt;strong&gt;-Minha preocupação:&lt;/strong&gt; QUANDO VÃO ARMAR OS REBELDES DE BELO MONTE? (GF)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-1744753606328186481?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/1744753606328186481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/04/hidreletricas-compra-de-terras-e-outras.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1744753606328186481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1744753606328186481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/04/hidreletricas-compra-de-terras-e-outras.html' title='Hidrelétricas, Compra de Terras e Outras Notícias'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-8303988426246571040</id><published>2011-03-24T05:07:00.000-07:00</published><updated>2011-03-24T05:16:51.345-07:00</updated><title type='text'>Visita de Obama, Ataque à Líbia e Pequenas Notícias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Visita do Poderoso Chefão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Visitas de chefes de Estado são boas para estreitar laços e aparar arestas. Entretanto todas tem objetivos, declarados ou não, principalmente por parte de quem teve a iniciativa da visita..&lt;br /&gt;Além de estreitar laços, o objetivo declarado de Obama era o comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na perigosa crise financeira com o dólar rampa abaixo, o bom senso indica que os EUA tentarão voltar a ser a grande potência industrial que foram antes de transferir suas fábricas para países de mão de obra barata, mas para isto necessitarão de petróleo e dos minerais que não possuem, além de abrir mercados para seus produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O triste será quando seu papel pintado não for bem recebido, ou mesmo for recusado. Terão que desenvolver alguma outra forma de obter o que for indispensável. Talvez tomar a manu militarii, mas melhor seria, se possível, algum acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro dessas premissas podemos sentir um recado: Para não acontecer o que está ocorrendo com a Líbia, de quem o Reino Unido, Itália e França querem o petróleo, vende para mim o do pré-sal que eu lhe protegerei. Caso não venda, eu o tomarei, aliado a eles ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria sido bom se o recado incluísse algo assim como “e continue a me fornecer nióbio a preço de banana. Forneça-me também terras raras, tantalita-volframita, urânio e tório e outros mais que necessito que você continuará com seu território inteiro. Até mesmo me comprometo a retirar minhas ONGs. Pagamento? Se o dólar não mais tiver valor, posso pagar com excelentes aeronaves de combate, com navios de superfície e com outros petrechos que garantirão sua soberania contra os demais ambiciosos (desde que eu concorde), mas nada poderiam contra a minha força”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um acordo assim seria uma volta ao semi-protetorado. Nada de mais. Já fomos semi-protetorado da Inglaterra que manteve a Amazônia para nós contra os EUA, e depois destes últimos que nos “protegeram” da ameaça (?) nazista, da União Soviética e do comunismo internacional. Claro tudo teve seu preço. Até tivemos que o acompanhar na guerra, mas foi o melhor para cada ocasião. Na verdade só deixamos de ser “protegidos” quando não havia mais ameaça, ou melhor, quando na ausência de um inimigo, o antigo protetor extrapolou suas ambições e passou a ser visto como a ameaça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a nova situação mundial força os EUA a buscar uma aliança conosco. Será a aliança ou o confronto. Certamente será melhor a aliança do que o confronto, mas como Vargas em 1942, caberá a Dilma tirar o Maximo proveito da necessidade do parceiro.  Uma aliança, mesmo que bem sucedida, sempre será provisória. Pode até haver simpatia entre países, mas não há amizades; há interesses. Os interesses forjam os tratados; e a garantia de cumprimento é a manutenção do interesse ou a força para o impor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me venham falar em justiça. Isto, na terra, só existe para quem tem força para a assegurar.&lt;br /&gt;A nação que confia mais em seus direitos do que em seus soldados, engana a si mesma e cava a sua ruína (Ruy Barbosa) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ataque à Líbia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não me move simpatia pelos regimes islâmicos.  Além do endêmico radicalismo deles me preocupa a diferença das taxas de natalidade entre eles e o ocidente cristão, inclusive a do nosso País. É conhecido o resultado de pressões, e a pressão demográfica, a longo prazo é a mais forte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, apresentar o ataque à Líbia como “proteção ao povo líbio chega as raias do cômico. Ontem  seu amigável chefe de Estado era presidente, hoje é chamado de ditador. Os amigáveis reis sauditas e do Barhein, enquanto amigáveis continuarão majestades. É de estranhar que um “ditador odiado” distribua armas à população, se isto for verdade.&lt;br /&gt;Hoje, invade-se a Líbia com o pretexto de defender a oposição a Kadafi. Amanhã, a "Nação Indígena" declara sua independência e o Brasil será atacado se quiser impor a união do seu território. O Índio, como o povo líbio servem para pretexto. A ONU vota a defesa dos índios pela força e a história se repete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Líbia, parece-nos certo que será colocado um governo títere ou será  amputada de sua região petrolífera. Isto é o resultado de riquezas naturais e falta de força. Situação parecida com a de uma vasta área sul-americana que um dia se chamou “Terra de Santa Cruz”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hidrelétricas do rio Madeira&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O aparato internacional conseguiu o que queria: Interromper a construção das hidrelétricas. Já usara ONGs, índios e movimentos sociais e políticos locais sem sucesso. Contou, estou convicto disto, com o beneplácito da líder do Consorcio – a multinacional Suez, que suspeito desejava aproveitar as paralisações para arrancar mais dinheiro do governo. Decidiu-se agora por sabotagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Briga de motorista com usuário? Piada! É indispensável preparação anterior para mascarados reunirem gasolina suficiente para incendiar dezenas de ônibus e alojamentos do tamanho de uma pequena cidade.&lt;br /&gt;Paranóia? Povos civilizados e desenvolvidos seriam incapazes de tais felonias?    Bem, mas o que teria acontecido em Alcântara?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Código Florestal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Priorizado o interesse nacional, o novo Código proposto por Aldo Rabelo será aprovado. Os problemas são os entreguistas e a ala ingênua dos ambientalistas, que consideram a ação das ONGs como sendo de proteção às florestas. A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental É importante não permitir que o meio ambiente nosso Brasil, continue sendo gerenciado por gente que só fala nosso idioma com sotaque estrangeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nova campanha de desarmamento das pessoas de bem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O estado com menor índice de armas registradas (Alagoas) tem, de longe, o maior índice de assassinatos. O min. da Justiça e outros ingênuos, (para não pensar coisa pior), acreditam que, se as pessoas de bem entregarem suas armas e confiarem seu patrimônio aos bandidos, o país será mais seguro e menos violento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assento permanente no Conselho de Segurança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com a ONU desmoralizada e sem poder de veto, será que vale a pena pleitear uma vaga? As resoluções, só serão respeitadas quando houver interesse dos EUA. No caso do Iraque, pela primeira vez a ONU disse não. Adiantou?   Creio que só o nosso País acha que deve cumprir ar resoluções tomadas naquela organização de fachada. E sem armas atômicas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 92&lt;br /&gt;23 de março de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-8303988426246571040?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/8303988426246571040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/03/visita-de-obama-ataque-libia-e-pequenas.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/8303988426246571040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/8303988426246571040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/03/visita-de-obama-ataque-libia-e-pequenas.html' title='Visita de Obama, Ataque à Líbia e Pequenas Notícias'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6992389953779476321</id><published>2011-03-14T06:38:00.001-07:00</published><updated>2011-03-14T06:51:11.789-07:00</updated><title type='text'>Cenário Mundial; Cenário Nacional e Pequenas Notícias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Cenário Mundial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há poucas semanas, com o dólar americano em direção ao abismo, especulava-se qual seria a reação dos EUA para garantir os acessos ao petróleo e às matérias primas indispensáveis ao ressurgimento de um parque industrial que suprisse ao menos seu mercado interno, já que internacionalmente ninguém poderia competir com a China.&lt;br /&gt; Os russos foram os primeiros a prever publicamente o uso da maquina militar da OTAN para garantir o petróleo. Isto lhes agradava, pois aliviaria a pressão separatista islâmica em seu próprio território. A China, com o mesmo problema russo, também daria seu beneplácito. Entretanto deve ser lembrada a existência de outros “atrativos” mais a mão, como o nosso pré-sal e os minerais das áreas indígenas.&lt;br /&gt;A onda dos movimentos “por liberdade” nos países do Norte da África e do Oriente Médio trouxe novos dados ainda não muito claros, que devem ser analisados em seus reflexos na disputa entre as potências por espaços e poder, acesso a matérias primas e mercados; cenário permanente nas relações internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das conseqüências se tornam evidentes como a tendência de formação de um bloco árabe-islâmico coeso e hostil aos EUA e a Israel. Ainda não está certo se os EUA perderão seus aliados árabes, mas esta é a tendência. Para Israel a situação provavelmente se agravará; mesmo que tivesse cedido na questão palestina, quando estava em posição de força, não teria a paz garantida. Muito menos adiantaria ceder agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os massacres de cristãos em países de maioria muçulmana, se ainda não despertaram a indignação geral, preparam o espírito das massas para uma nova cruzada, que tal como algumas das anteriores, será forjada pelos interesses de diversas nações, quer seja por se sentirem ameaçadas, quer seja para ter acesso ao petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse cenário ainda em ebulição pode afastar temporariamente a ameaça sentida por todos os geopolíticos ao nosso pré-sal e a provocação da secessão das áreas indígenas, pois em véspera de guerra, os EUA tudo farão para conquistar a nossa aliança, ou ao menos a nossa simpatia. O perigoso para nós seria os EUA/OTAN desistirem do Oriente Médio e se concentrarem na América do Sul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cenário Nacional&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lula deu sorte, ou foi de uma clarividência impar. A política de benefícios sociais, muitas delas exageradas, conseguiram manter a indústria e o comércio em funcionamento, atenuando ou mesmo anulando no País o efeito da crise financeira que atingiu os EUA com reflexos em quase todo o mundo. Aproveitando a situação privilegiada da alta das commodities, em seus dois últimos anos Lula retomou com sucesso o estilo desenvolvimentista dos governos militares e o País pode progredir, apos  afastada a paralisante influência de Marina Silva e de seus inconseqüentes seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diversos escândalos pouparam a figura do então presidente, mas atingiram aos quadros do seu partido. Para suceder-lhe, sobrou a Lula apenas a Dilma. Outra vez, parece que acertou.  Dilma iniciou agindo com coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto há uma dívida a pagar, e se essa dívida não se deve exclusivamente ao último governante, nenhum tesouro nacional teria condições de atender ao que Lula tentou, ainda mais com os erros nas prioridades que foram feitos. O preço a pagar a Dilma herdou; ou melhor, nós é que herdamos. Entre estes:&lt;br /&gt;1 – As prioridades erradas – Exemplos: Para prolongar a vida de um aidético deixa-se de salvar 100 maláricos; para tratar  um drogado (e quase sempre sem sucesso) se gasta o que deveria ser investido em segurança&lt;br /&gt;2 – O câmbio e os juros errados – A valorização do real acaba com a competitividade da indústria nacional. Os juros – os mais altos do planeta drenam as divisas e as verbas que seriam para a infraestrutura. A enxurrada de dólares entrando no País propicia a compra, por estrangeiros, de usinas, terras e outros bens de raiz, fonte de novos problemas no futuro &lt;br /&gt;3 – Instituições caríssimas e ineficientes – Exemplos: Temos o Congresso, o mais caro do mundo e talvez o mais inútil, e um Judiciário que abre mão de território nacional para minorias inventadas e demonstra opção preferencial pelos malfeitores em detrimento das vítimas, além dos definitivamente distorcidos e nefastos INCRA, FUNAI e o Min. do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;4 – A debilidade militar – O descaso de governos anteriores e a nova situação mundial nos colocou em vulnerabilidade, com pequena capacidade de dissuasão.&lt;br /&gt;5 – A exacerbação dos movimentos sociais, como o MST, MAB, indigenismos, movimentos quilombolas e outros, normalmente criados por ONGs estrangeiras, ameaçando dividir o País em pedaços e em segmentos hostis.&lt;br /&gt;6 – A impunidade universal, impedindo os castigos, deixa em desvantagem as pessoas de bem, abalando a disciplina nas Forças Armadas e a educação das crianças.&lt;br /&gt;7 – A valorização do hedonismo, destruindo os valores familiares incluindo a noção de pátria do dever e da honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o cenário está  evoluindo - A queda do dólar, a ascensão da China e agora as convulsões no mundo árabe trazem novos perigos, mas também novas oportunidades.&lt;br /&gt;A principal ameaça parece ser a econômica, ressaltando a desindustrialização e a compra estrangeira de nossos recursos naturais. A segunda certamente é a militar, em função desses mesmos recursos. A terceira é a ameaça de desagregação nacional. É claro que estas ameaças não são as únicas e estão entrelaçadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais oportunidades são o desenvolvimento dos setores onde seríamos imbatíveis, quer por termos o monopólio da matéria prima (por ex o nióbio e o quartzo), quer por vantagem significativa (agronegócio). Urge diminuir os juros e proteger as empresas nacionais de capital nacional de concorrências com que não possam competir e desenvolver o quanto antes a capacidade militar de dissuasão, sendo a melhor delas a bomba atômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pequenas notícias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A juíza Claudia Maria Bastos Neiva acatou a alegação de que Lamarca não poderia ser beneficiado porque desertou do Exército para entrar na luta armada contra o regime militar e suspendeu a anistia ao desertor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dep. Reguffe pretende alterar o Código de Ética da Câmara para que ilícitos anteriores ao mandato possam resultar em punição, aproveitando o caso Jaqueline  Roriz. O colegiado estava desacreditado com as últimas pizzas na Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roraima continua em ebulição. Além do desagrado dos índios por ver secar sua fonte de alimentação (os arrozeiros), pode vir a ter nova eleição.&lt;br /&gt;Até o Bispo de Jales, Dom Valentini, sabe que o código florestal em vigor, se aplicado inviabilizaria a agricultura nacional&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 91&lt;br /&gt;15 de março de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADENDO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Apenas para militares ou interessados no assunto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dissuasão&lt;/em&gt; –&lt;br /&gt;A capacidade de dissuasão não significa sempre a de vencer a guerra, mas ao menos a de cobrar um preço superior às vantagens a serem obtidas.&lt;br /&gt;Obviamente a capacidade absoluta de dissuasão são as armas nucleares. Quem as tiver. E meios de lançá-las, jamais será invadido nem pressionado além de certos limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se observarmos com olhar crítico veremos que, a partir da “demonstração” de Hiroshima e Nagasaki, as armas nucleares e políticas foram desenvolvidas mais para garantir a paz do que para ganhar uma guerra. Assim foi o  desenvolvimento nuclear da então URSS. Certamente os países nucleares, em alguma vez mantiveram a aberta a opção nuclear, mas sempre contida pela capacidade de revide, mesmo que com menor intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até uma disponibilidade mínima fornece garantia de dissuasão nuclear. Israel não sobreviveria nos próximos tempos sem seu armamento atômico, embora provavelmente ele nunca seja usado. Para um estado pequeno como o Paquistão, foi a garantia de paz com a Índia. Para esta a garantia de paz com a China e para a China, de paz, inicialmente com a União Soviética e atualmente com os EUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chance paz para o Irã é fazer sua bomba a tempo , e se a Coréia do Norte tiver realmente a bomba, só receberá ataques verbais.&lt;br /&gt;Nossos governantes falharam em compreender a geopolítica do poder. O Collor foi ignorante ou traidor ao interromper o desenvolvimento do armamento nuclear.O FHC foi certamente traidor ao renunciar unilateralmente. Ao Lula faltou, no mínimo coragem. E a Dilma? Faltará também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Ministério da Defesa se comenta que devemos manter a capacidade de dissuasão sem visar um inimigo específico. Caso se refira a capacidade nuclear isto funcionaria, mas na sua ausência é indispensável pensar em como se opor as ameaças existentes. Considerando que nossos vizinhos não nos ameaçam, mas que devemos dissuadir aventuras de países desenvolvidos em busca de nossos recursos naturais, sentimos que 36 caças, mesmo os melhores do mundo, nada significam nesse contexto, mas bons mísseis terra-ar podem influir na dissuasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, mesmo com a renovação dos nossos meios flutuantes não causaríamos ano à uma esquadra poderosa, mas submarinos talvez sim. Nas forças de terra, até os melhores tanques do mundo seriam destruídos pelo ar, tão logo aparecessem, mas guerrilhas nas selvas, nos sertões e nas cidades colocariam em cheque uma ocupação.&lt;br /&gt;É só pensar. &lt;br /&gt;GF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebido de Walter Mendes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A "operação Líbia" e a batalha pelo petróleo: Redesenhar o mapa da  África&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; por Michel Chossudovsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As implicações geopolíticas e económicas de uma intervenção militar EUA-NATO contra a Líbia são de grande alcance.&lt;br /&gt;A Líbia está entre as maiores economia petrolíferas do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo, mais do dobro daquelas dos EUA. A "Operação Líbia" faz parte de uma agenda militar mais vasta no Médio Oriente e na Ásia Central, a qual consiste e ganhar controle e propriedade corporativa sobre mais de 60 por cento da reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas de oleodutos e gasodutos. "Países muçulmanos incluindo a Arábia Saudita, Iraque, Irão, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Iémen, Líbia, Egipto, Nigéria, Argélia, Cazaquistão, Azerbaijão, Malásia, Indonésia, Brunei possuem de 66,2 a 75,9 por cento do total das reservas de petróleo, conforme a fonte a metodologia da estimativa". (Ver Michel Chossudovsky, &lt;a title="http://www.globalresearch.ca/index.php?context=" aid="4347" href="http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;amp;aid=4347"&gt;The "Demonization" of Muslims and the Battle for Oil&lt;/a&gt;, Global Research, January 4, 2007) .&lt;br /&gt;Com 46,5 mil milhões de barris de reservas provadas (10 vezes as do Egipto), a Líbia é a maior economia petrolífera do continente africano seguida pela Nigéria, Argélia (Oil and Gas Journal). Em contraste, as reservas provadas dos EUA são da ordem dos 20,6 mil milhões de barris (Dezembro 2008) segundo a Energy Information Administration. &lt;a title="http://www.eia.doe.gov/oil_gas/natural_gas/data_publications/crude_oil_natural_gas_reserves/cr.html" href="http://www.eia.doe.gov/oil_gas/natural_gas/data_publications/crude_oil_natural_gas_reserves/cr.html"&gt;U.S. Crude Oil, Natural Gas, and Natural Gas Liquids Reserves&lt;/a&gt;) Nota As estimativas mais recentes situam as reservas de petróleo da Líbia nos 60 mil milhões de barris. As suas reservas de gás em 1.500 mil milhões de m3. A sua produção tem estado entre 1,3 e 1,7 milhão de barris/dia e a produção de gás de 2.600 milhões de pés cúbicos por dia, segundo números da National Oil Corporation (NOC). A BP Statistical Energy Survey de 2008 (em alternativa) colocava as reservas provadas da Líbia nos 41.464 mil milhões de barris no fim de 2007, os quais representam 3,34% das reservas provadas do mundo. (Mbendi &lt;a title="http://www.mbendi.com/indy/oilg/af/lb/p0005.htm" href="http://www.mbendi.com/indy/oilg/af/lb/p0005.htm"&gt;Oil and Gas in Libya - O verview&lt;/a&gt; ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O petróleo é o "troféu" das guerras conduzidas pelos EUA-NATO Uma invasão da Líbia sob um pretexto humanitário serviria os mesmos interesses corporativos da invasão de 2003 e subsequente ocupação do Iraque. O objectivo subjacente é tomar posse das reservas de petróleo da Líbia, desestabilizar a National Oil Corporation (NOC) e finalmente privatizar a indústria petrolífera do país, nomeadamente transferir o controle e propriedade da riqueza petrolífera Líbia para mãos estrangeiras. A National Oil Corporation (NOC) está classificada entre as 25 maiores 100 companhias de petróleo do mundo. ( &lt;a title="http://www.libyaonline.com/business/details.php?id=" href="http://www.libyaonline.com/business/details.php?id=17260"&gt;The Energy Intelligence ranks NOC 25 among the world's Top 100 companies. - Libyaonline.com&lt;/a&gt; ) A planejada invasão da Líbia, a qual já está em curso, é parte da "Batalha pelo petróleo" mais vasta. Aproximadamente 80 por cento das reservas de petróleo da Líbia estão localizadas na bacia do Golfo de Sirte da Líbia Oriental. (Ver mapa abaixo) A Líbia é uma economia valiosa. "A guerra é bom para os negócios". O petróleo é o troféu das guerras efectuadas pelos EUA-NATO. A Wall Street, os gigantes anglo-americanos do petróleo, os produtores de armas dos EUA e UE seria os beneficiários tácitos de uma campanha militar dos EUA-NATO contra a Líbi. O petróleo líbio é uma mina de ouro para os gigantes petrolíferos anglo-americanos. Embora o valor de mercado do petróleo bruto esteja actualmente pouco acima dos 100 dólares por barril, o custo do petróleo líbio é extremamente baixo, tão baixo como US$1,00 por barril (segundo uma estimativa). Como comentou um perito do mercado a lgo cripticamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A US$110 no mercado mundial, a simples matemática à Líbia uma margem de lucro de US$109". ( &lt;a title="http://www.energyandcapital.com/articles/libya-oil-price/640" href="http://www.energyandcapital.com/articles/libya-oil-price/640"&gt;Libya Oil&lt;/a&gt; , Libya Oil One Country's $109 Profit on $110 Oil, EnergyandCapital.com March 12, 2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interesses petrolíferos estrangeiros na Líbia Dentre as companhias petrolíferas estrangeiras que operavam antes da insurreição na Líbia incluem-se a Total da França, a ENI da Itália, a China National Petroleum Corp (CNPC), British Petroleum, o consórcio espanhol REPSOL, ExxonMobil, Chevron, Occidental Petroleum, Hess, Conoco Phillips. Muito significativamente, a China desempenha um papel central na indústria petrolífera líbia. A China National Petroleum Corp (CNPC) tinha, até o seu repatriamento, uma força de trabalho de 30 mil chineses na Líbia. A British Petroleum (BP), em contraste, tinha uma força de trabalho de 40 a qual foi repatriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onze por cento (11%) das exportações de petróleo líbias são c analizadas para a China. Se bem que não haja números sobre a dimensão e importância da produção e actividades de exploração da CNPC, há indicações que são apreciáveis. Mais geralmente, a presença da China na África do Norte é considerada por Washington como uma intrusão por. De um ponto de vista geopolítico, a China é uma intrusa. A campanha militar dirigida contra a Líbia pretende excluir a China da África do Norte. O papel da Itália também tem importância. A ENI, o consórcio italiano, extrai 244 mil barris de gás e petróleo [por dia], os quais representam quase 25 por cento do total das exportações da Líbia. ( &lt;a title="http://www.skynews.com.au/businessnews/article.aspx?id=" href="http://www.skynews.com.au/businessnews/article.aspx?id=580994"&gt;Sky News: Foreign oil firms halt Libyan operations&lt;/a&gt; , February 23, 2011). Dentre as companhias estado-unidenses na Líbia, a Chevron e a Occidental Petroleum (Oxy) decidiram há cerca de seis meses (Outubro 2010) não renovar as suas licenças de exploração de petróleo e gás na Líbia. ( &lt;a title="http://english.ruvr.ru/2010/10/06/24417765.html" href="http://english.ruvr.ru/2010/10/06/24417765.html"&gt;Why are Chevron and Oxy leaving Libya?: Voice of Russia&lt;/a&gt; , October 6, 2010).&lt;br /&gt;Em contraste, em Novembro de 2010 a companhia alemã R.W. DIA E assinou um acordo de grande alcance com a National Oil Corporation (NOC) da Líbia que envolve a exploração e partilha de produção. AfricaNews - Libya: Ge rman oil firm signs prospecting deal - The AfricaNews, As apostas financeiras bem como "os despojos de guerra" são extremamente elevados. A operação militar pretende desmantelar instituições financeiras da Líbia bem como confiscar milhares de milhões de dólares de activos financeiros líbios depositados em bancos ocidentais. Deveria ser enfatizado que as capacidades militares da Líbia, incluindo o seu sistema de defesa aérea, são fracas. Redesenhar o mapa da África A Líbia tem as maiores reservas de petróleo da África. O objectivo da interferência dos EUA-NATO é estratégico: consiste no roubo sem rodeios, em roubar a riqueza petrolífera do país sob o disfarce de uma intervenção humanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta operação militar pretende estabelecer a hegemonia dos EUA na África do Norte, uma região historicamente dominada pela França e em menor extensão pela Itália e Espanha. Em relação à Tunísia, Marrocos e Argélia, o desígnio de Washington é enfraquecer os laços políticos destes países com a França e pressionar pela instalação de novos regimes políticos que tenham um estreito relacionamento com os EUA. Este enfraquecimento da França, como aspecto do desígnio imperial dos EUA, faz parte de um processo histórico que remonta às guerras na Indochina. A intervenção dos EUA-NATO que conduza à futura formação de um regime fantoche dos EUA pretende também excluir a China da região e por para fora a National Petroleum Corp (CNPC) da China. Os gigantes anglo-americanos, incluindo a British Petroleum que em 2007 assinou um contrato de exploração com o governo Kadafi, estão entre os potenciais "beneficiários" da proposta operação militar EUA-NATO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais na generalidade, o que está em causa é o redesenho do mapa da África, um processo de redivisão neo-colonial, o descarte das demarcações da Conferência de Berlim de 1884, a conquista da África pelos Estados Unidos em aliança com a Grã-Bretanha, numa operação conduzida pelos EUA-NATO. Líbia: Portão saariano estratégico para a África Central A Líbia tem fronteiras com vários países que estão na esfera de influência da França, incluindo a Argélia, Tunísia, Níger e Chad. O Chad é potencialmente uma economia rica em petróleo. A ExxonMobil e a Chevron têm interesses no Chad do Sul incluindo um projecto de oleoduto. O Chad do Sul é um portão de entrada para a região do Darfur, do Sudão, a qual também é estratégico em vista da sua riqueza petrolífera. A China tem interesses petrolíferos tanto no Chad como no Sudão. A China National Petroleum Corp (CNPC) assinou em 2007 um acordo de grande alcance com o governo do Chad. O Níger estratégico para os Estados Unidos devido às suas vastas reservas de urânio. No presente, a França domina a indústria de urânio no Níger através do conglomerado nuclear francês Areva, anteriormente conhecido como Cogema. A China também tem interesse na indústria de urânio do Níger. Mais geralmente, a fronteira Sul da Líbia é estratégica para os Estados Unidos na sua busca pela extensão da sua esfera de influência na África francófona, um vasto território que se estende desde a África do Norte até à África Central e Ocidental. Historicamente esta região fazia parte dos impérios coloniais da França e da Bélgica, cujas fronteiras foram estabelecidas na Conferência de Berlim de 1884. Os EUA desempenharam um papel passivo na Conferência de Berlim de 1884. Esta nova redivisão no século XXI do continente africano, baseada no controle sobre o petróleo, gás natural e minerais estratégicos (cobalto, urânio, crómio, mangan ês e platina) apoia amplamente os interesses corporativos anglo-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interferência dos EUA na África do Norte redefine a geopolítica de toda uma região. Mina a China e ensombra a influência da União Europeia. Esta nova redivisão da África não enfraquece apenas o papel das antigas potências coloniais (incluindo a França e a Itália) na África do Norte. Ela também faz parte de um processo mais vasto de deslocamento e enfraquecimento da França (e da Bélgica) sobre uma grande parte do continente africano. Regimes fantoches dos EUA foram instalados em vários países africanos que historicamente estavam na esfera de influência da França (e Bélgica), incluindo a República do Congo e o Rwanda. Vários países na África Ocidental dentro da esfera da França (incluindo a Costa do Marfim) estão destinados a tornarem-se estados proxy dos EUA. A União Europeia está fortemente dependente do fluxo de petróleo líbio. Oitenta e cinco por cento do seu petróleo é vendido para países europeus. No caso de uma guerra com a Líbia, a oferta de petróleo à Europa Ocidental poderia ser interrompida, afectando grandemente a Itália, França e Alemanha, as quais estão fortemente dependentes do petróleo líbio. As implicações destas interrupções são de extremo alcance. Elas também têm relação directa sobre o relacionamento entre os EUA e a União Europeia. Observações conclusivas Os media de referência, através da desinformação maciça, são cúmplices na justificação de uma agenda militar a qual, se executada, teria consequências devastadoras não apenas para o povo líbio: os impactos sociais e económicos seriam sentidos à escala mundial. Há actualmente três diferentes teatros de guerra na região do Médio Orie nte e Ásia Central: Palestina, Afeganistão, Iraque. No caso de um ataque à Líbia, um quarto teatro de guerra seria aberto na África do Norte, com o risco de escalada militar. A opinião pública deve tomar conhecimento da agenda oculto por trás deste empreendimento alegadamente humanitário, apregoado por chefes de estado e chefes de governo de países da NATO como uma "Guerra Justa". A teoria da Guerra Justa, tanto nas suas versões clássica como contemporânea, defende a guerra como uma "operação humanitária". Ela apela à intervenção militar sobre bases éticas e morais contra "estados vilões" e "terroristas islâmicos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria da Guerra Justa demoniza o regime Kadafi na sua fase de preparação. Os chefes de estado e de governo dos países da NATO são arquitectos da guerra e destruição no Iraque e no Afeganistão. Numa lógica absolutamente enviesada, eles são apregoados como as vozes da razão, como os representantes da "comuni dade internacional". As realidades são invertidas. Uma intervenção humanitária é lançada por criminosos de guerra em altos cargos, os quais são os guardiões da teoria da Guerra Justa. Abu Ghraib, Guantanamo, ... Baixas civis no Paquistão resultantes de ataques dos EUA com aviões sem piloto a cidades e aldeias, ordenados pelo presidente Obama, não estão nas primeiras páginas dos noticiários, nem tão pouco os 2 milhões de mortes civis no Iraque. Não existe isso de "Guerra Justa". A história do imperialismo dos EUA deveria ser entendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Relatório 200 do &lt;a title="http://www.newamericancentury.org/RebuildingAmericasDefenses.pdf" href="http://www.newamericancentury.org/RebuildingAmericasDefenses.pdf"&gt;Project of the New American Century (PNAC) intitulado "Rebuilding Americas' Defenses"&lt;/a&gt; apela à implementação de uma longa guerra, uma guerra de conquista. Um dos principais co mponentes desta agenda militar é: "Combater e vencer decisivamente em múltiplos teatros de guerra simultâneos". A operação Líbia faz parte desse processo. É um outro teatro na lógica do Pentágono de "teatros de guerra simultâneos". O documento PNAC reflecte fielmente a evolução da doutrina militar dos EUA desde 2001. Os planos dos EUA para se envolver simultaneamente em vários teatros de guerra em diferentes regiões do mundo. Embora a protecção da América, nomeadamente a "Segurança Nacional" dos EUA, seja mantido como objectivo, o relatório do PNAC explica claramente porque estes teatros de guerra múltiplos são requeridos. A justificação humanitária não é mencionada. Qual é o objectivo do roteiro militar da América? A Líbia é alvejada porque é um dentre os vários países que permanecem fora da esfera de influência da América, por não se acomodar às exigências dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Líbia é um país que foi seleccionado como parte de um "roteiro" militar que consiste de "múltiplos teatros de guerra simultâneos". Nas palavras do antigo comandante-chefe da NATO, general Wesley Clark:&lt;br /&gt;"No Pentágono em Novembro de 2001, um dos oficiais superiores do staff teve tempo para uma conversa. Sim, ainda estamos a caminho de ir contra o Iraque, disse ele. Mas havia mais. Isso estava a ser discutido como parte de um plano de campanha de cinco anos, disse ele, e havia um total de sete países, começando com o Iraque e a seguir a Síria, Líbano, Líbia, Irão, Somália e Sudão... (Wesley Clark, Winning Modern Wars, p. 130).&lt;br /&gt;09/Março/2011&lt;br /&gt;Parte I: &lt;a title="http://resistir.info/chossudovsky/libia_07mar11.html" href="http://resistir.info/chossudovsky/libia_07mar11.html"&gt;Insurreição e intervenção militar: Os EUA-NATO tentaram golpe de Estado na Líbia?&lt;/a&gt; Parte III: "War is Good for Business": The Libya Insurrection has Triggered a Surge in Oil Prices. Speculators Applaud... (a publicar) O original encontra-se em &lt;a title="http://www.globalresearch.ca/index.php?context=" aid="23605" href="http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;amp;aid=23605"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="http://www.globalresearch.ca/index.p hp?context=va&amp;amp;aid=23605" href="http://www.globalresearch.ca/index.p%20hp?context=va&amp;amp;aid=23605"&gt;http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;amp;aid=23605&lt;/a&gt; Este artigo encontra-se em &lt;a title="http://resistir.info/" href="http://resistir.info/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="http://resistir.info/" href="http://resistir.info/"&gt;http://resistir.info/&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;11/Mar/11&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6992389953779476321?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6992389953779476321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/03/cenario-mundial-cenario-nacional-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6992389953779476321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6992389953779476321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/03/cenario-mundial-cenario-nacional-e.html' title='Cenário Mundial; Cenário Nacional e Pequenas Notícias'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-4264653607287452322</id><published>2011-02-18T13:38:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T13:52:06.339-08:00</updated><title type='text'>O “Grande Jogo” da Política Internacional e Detalhes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O “Grande Jogo” da política internacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No “grande Jogo” da Política Internacional, qualquer estrategista, olhando o tabuleiro, vislumbra cenários de ameaças e oportunidades. Alguns dos cenários até podem evoluir no sentido imaginado, mas alguns seguem outro rumo. Por causa dos acontecimentos que se desviam do esperado, após o levantamento dos cenários é necessário um acompanhamento.&lt;br /&gt;Estes lances intelectuais de jogos de guerra e poder, nos revelam uma situação inédita face as potências dominantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez na História, ao enfrentar a ambição das grandes potências, teremos que nos defender sozinhos. Ninguém mais nos protege. Da independência até a I Guerra Mundial, a Inglaterra, tendo grandes lucros aqui, garantia que ninguém mais metesse o bedelho. Depois, até recentemente, na órbita dos EUA, contávamos com certa proteção, que ocasionalmente até se transformava em parceria para não perder o aliado. Agora, quase auto-suficiente e desligado do anterior “protetor” a situação se transforma.&lt;br /&gt;Vejamos, resumidamente, algumas das potenciais ameaças, ainda no estágio de observação Observe-se que não são estanques, mas acontecem de forma combinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Primeira ameaça Estratégica&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Com o dólar perdendo o valor, os EUA procuram voltar a ser a potência industrial de antigamente. Para isto necessitam de petróleo e de diversos minerais. Não podendo comprar, buscarão onde puderem, inclusive garantindo a independência das áreas indígenas que tem minérios estratégicos no sub solo.&lt;br /&gt;Não é a toa que a IV Frota norte-americana já volta a patrulhar as águas da América Latina. Em português claro, posiciona-se para garantir a hegemonia sobre os recursos naturais deste lado do continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segunda Ameaça Estratégica&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;As manufaturas baratas da China acabam com a viabilidade das indústrias brasileiras. O Brasil se torna totalmente dependente da exportação de produtos primários para a própria China, ou seja um verdadeiro satélite, mesmo sem guerra.&lt;br /&gt;A nossa economia já depende quase inteiramente da dela. Já vivemos, em outras épocas, situações semelhantes em relação ao Reino Unido e aos EUA, e não foi bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Terceira ameaça estratégica &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;As convulsões no mundo árabe tendem a radicalizar o Islam, alterando o equilíbrio de força no Oriente Médio. O desenvolvimento e a posse de armas nucleares por parte de governos radicais islâmicos levará Israel e os EUA a atacar preventivamente, arrastando o Ocidente, e mesmo a Rússia e a China, que também se sentem ameaçadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Resumindo&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;Estamos vivendo um jogo sobre o poder. Os mais poderosos impõem seus interesses em cada área do mundo. Entram em jogo os modelos de capitalismo, as interpretações de democracia e as estruturas religiosas desfiguradas pois os verdadeiros motivos dos ambiciosos - o jogo de interesses - podem ser suficientes para matar, mas não para morrer . Isto fica para os idealistas ou para quem não tenha alternativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos alternativa? Claro. É só integrar e ocupar as áreas indígenas; recusar a fornecer produtos primários, aumentando paulatinamente o valor agregado, e principalmente, criar uma força de dissuasão suficiente para evitar pressões, quer para aceitar a secessão das áreas indígenas, quer entrar em uma guerra que não nos diga respeito. Em minha opinião, essa força de dissuasão só será efetiva se tiver capacidade nuclear..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pequenas notícias para compor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De Paul Wolfowitz&lt;/em&gt;, Sub-Secretário de Defesa de Bush, agora Presidente do Banco Mundial: “É consideração prioritária, na formulação de qualquer estratégia de defesa, que se impeça, de qualquer maneira, o surgimento de uma potência na região cujos recursos naturais sejam suficientes para alçá-la ao patamar dos Estados Unidos da América”. - Só existe um alvo possível: o nosso Brasil. E isto é ainda antes do desespero para conseguirem matérias primas sem poder comprar com dólares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do Wikileaks&lt;/em&gt;:”As reservas de petróleo da Arábia Saudita foram superdimensionadas Esse fato poderia antecipar uma crise energética de proporções gigantescas” -Talvez seja a razão pela qual os EUA estão empenhados em assumir o controle das jazidas do Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)&lt;/em&gt;: “As restrições ambientais são uma das causas da inflação de alimentos e aumentará o risco de alta nos preços se os produtores não tiverem acesso a financiamento por causa de pendências ambientais”. - Certamente, se aprovado o código florestal proposto por Aldo Rebelo será eliminada a causa principal da inflação de alimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De Paulo Cesar Quartieiro&lt;/em&gt;, líder da resistência na Raposa-Serra do Sol: “Mesmo sendo de oposição, apoio integralmente a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Se os verdes e os índios conseguirem bloquear a construção de Belo Monte, jamais conseguiremos construir a hidrelétrica de Cotingo, que libertará Roraima da dependência da Venezuela”. - Enfim alguém pensa geopoliticamente em soberania&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De José Antonio Reguffe&lt;/em&gt;, deputado que recusou os 14º e 15 salários: “Não quero receber mais salários do que o povo que represento”. - Um com vergonha na cara, num Congresso que aumenta desproporcionalmente os próprios salários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do grupo Viva Rio&lt;/em&gt;: “Nunca reaja a um assalto. É muito perigoso. O bandido não tem nada a perder e sua vida vale mais. Nem olhe para ele. Ande com algum dinheiro para que ele não se aborreça e se torne violento”. -A idéia é acovardar a população, em conseqüência a nação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Do grupo Viva Brasil&lt;/em&gt;: “Desestimulando a autodefesa, e pessoas decentes não mais enfrentarão aos rufiões. cederão a qualquer ameaça sem pensar em reagir .” - E face a qualquer ameaça estrangeira o Brasil cederá; será dominado sem reagir, pois seu povo estará acostumado a deixar que o dominem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da Folha de São Paulo&lt;/em&gt;: “Para sobrar 54 bilhões bastaria reduzir em 3% a Taxa Selic. Afinal, para cada 0,5% de juros, o Governo dá cerca de 9 bilhões de reais para os banqueiros”. - Tornaria desnecessário o corte de 50 bilhões do orçamento. Contudo, destes, saudamos o corte nas emendas dos parlamentares&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº 89&lt;br /&gt;19 de fevereiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adendendo a pedidos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RAONI NÃO QUER PROGRESSO,&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Retirado de artigo de Janer Cristaldo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de uma centena de índios, liderados pelo cacique Raoni Metuktire, pisaram a grama do Congresso, em Brasília, para protestar contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Segundo a imprensa, a presença de jornalistas e profissionais de mídia foi grande, inclusive de veículos de outros países, o que atesta o apelo internacional que possui o tema, por conta dos impactos socioambientais e do polêmico debate que vem se ampliando na sociedade civil.&lt;br /&gt;De fato, as questões relativas à Amazônia sempre tiveram grande apelo internacional. Em abril ano passado, James Cameron, o diretor de Avatar – aquele solene abacaxi produzido para adolescentes e bobalhões outros – esteve nesta terra de botocudos e criticou a construção da usina. Disse que iria ped ir apoio de congressistas norte-americanos na luta contra o projeto. “Esta não é uma questão só do Brasil, mas do mundo todo. Vou para Washington para conversar com senadores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se conversou, não sei. Mas imagine o leitor o inverso, um cineasta brasileiro protestando em Washington contra a construção de uma usina pelos Estados Unidos. A imprensa ianque o tomaria por alucinado. No Brasil, jornalistas deslumbrados vêem Cameron como um profeta.&lt;br /&gt;Volto a Raoni, que, segundo os jornais, falou na sua língua nativa, com a dignidade da velhice que mantém seus ideais. Por artes mágicas da Funai, o cacique, que era txucarramãe, de repente virou caiapó. O que está por trás desta troca de tribos, ignoro. Mas alguma intenção oculta há de haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raoni, se alguém não lembra, é aquele cacique que, nos anos 80, exibia orgulhosamente aos jornais a borduna com que matou onze peões de uma fazenda. Não só permaneceu impune, totalmente alheio à legislação brasileira, como foi recebido com honras de chefe de Estado na Europa. O papa João Paulo II, François Mitterrand e os reis da Espanha, entre outros, o receberam como líder indígena. Raoni, com seus beiços, se deu inclusive ao luxo de expor sua pintura em Paris. Um dos quadros do assassino atingiu US$ 1.600 em uma lista de preços que começava a partir de mil dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, Raoni recebeu o título de Dr. Honoris Causa pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso). Enfim, isso de universidades homenagear assassinos está virando praxe acadêmica. Fidel Ruz Castro também é Dr. Honoris Causa pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Dr. Raoni Metuktire, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo que em setembro de 2009 encontrou-se com Nicolas Sarkozy na Embaixada da França, em Brasília, pouco antes do desfile da Independência. O presidente francês ficou impressionado com os belços do bugre, círculo de 8 cm de diâmetro que Raoni tem no lábio inferior. O cacique tem um instituto, que leva seu nome, e desenvolve projetos econômicos sustentáveis no parque do Xingu além de ações para proteção ambiental das áreas indígenas, com apoio financeiro de organismos europeus. Sempre haverá na Europa quem se oponha a projetos de desenvolvimento no Terceiro Mundo. Questão de proteção de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uns bons quatro anos, comentei reportagem do 60 Minutes sobre uma região da Índia que abrigava quarenta milhões de habitantes. O programa começava mostrando mulheres e crianças carregando em baldes, para próprio consumo, uma água preta e lamacenta. Outras juntavam esterco de vaca, usado como combustível. Havia um projeto de uma represa para abastecer de energia elétrica e água potável a região toda. Uma ONG vetou o projeto junto ao Banco Mundial, com a argumentação de que a represa ameaçava uma espécie qualquer de tigre. A represa gorou e quarenta milhões de pessoas continuaram a beber água podre e cozinhar com esterco de vaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem entrevistava em Nova York, em um elegante apartamento, a porta-voz da ONG que conseguiu sepultar a represa. Não sei se a moça percebeu a ironia, mas o repórter a filma enchendo um copo de límpida água de torneira. O repórter quer saber porque privar milhões de pessoas de água limpa. A moça dizia mais ou menos o seguinte (cito de memória): não queremos que aquelas populações adquiram os hábitos de consumo do Ocidente. É como se dissesse: esses hábitos do Ocidente são privilégios de ocidentais. Vocês aí, continuem catando esterco de vaca.&lt;br /&gt;Todas as casas de Roma tinham água encanada antes de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, até hoje, milhões de pessoas não dispõem deste conforto. Mais de trezentos projetos de barragens já foram engavetados no mundo, especialmente na África, Ásia e América Latina, por obra de ONGs. Estas organizações estão cometendo crimes contra a humanidade, ao condenar milhões de pessoas a viver longe da água potável e energia elétrica. Seus militantes são sempre oriundos de países desenvolvidos, todos pontilhados de represas. Sua ação sempre incide sobre países do Terceiro Mundo, que precisam de energia para abandonar esta condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cacique assassino, tido hoje como símbolo internacional do movimento de defesa da Amazônia, quer dizer à presidente que os povos indígenas da região do Rio Xingu, no Pará, não querem a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. “Vim para falar que somos contra, que não queremos Belo Monte. Se o governo pudesse me ouvir, queria dizer que não construam a usina. Não temos mais espaço. Vocês homens brancos já tomaram conta de todas as terras. O governo deveria deixar os índios onde os índios estão. Quero que rios e florestas fiquem para os meus netos e vou lutar por isso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coitadinhos dos bugres. São os maiores latifundiários do Brasil e se queixam da falta de espaço. Quando branco possui uma grande extensão de terra produtiva, é insultado pela imprensa como latifundiário. Indígenas que nada produzem a não ser folclore têm extensões ainda maiores de terra se queixam de pouco espaço. Com a carinhosa complacência dos jornalistas que anatematizam quem trabalha e produz alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um assassino em série, que deveria estar na cadeia e hoje se arvora em defensor do meio-ambiente, exige de a uma chefe de governo que proíba a construção de uma hidrelétrica.&lt;br /&gt;Que tempos, os que nos foram dado viver!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-4264653607287452322?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/4264653607287452322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/02/o-grande-jogo-da-politica-internacional.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4264653607287452322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4264653607287452322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/02/o-grande-jogo-da-politica-internacional.html' title='O “Grande Jogo” da Política Internacional e Detalhes'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-4645930697535940076</id><published>2011-02-09T10:47:00.000-08:00</published><updated>2011-02-09T10:55:35.257-08:00</updated><title type='text'>Democracia?...e Venda de Urânio</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Preâmbulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O nosso Brasil está vivendo tal deformação moral que já aceita que seus filhos&lt;br /&gt;sejam induzidos a conviver com o Kit-Gay, a aceitar a mais grosseira  deformação de seus valores, como demonstra a audiência do BBB, que já ultrapassou os limites de licenciosidade ao vivo e a cores. Tolera-se a safadeza e a malandragem. O bandido e o drogado passam a ser os coitadinhos que necessitam de recuperação e não de castigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ex-presidente está em campanha pela legalização do consumo de maconha, agora, amealhando o apoio de banqueiros, empresários e outros notáveis globais. Os efeitos nocivos e amplamente demonstrados da droga para a saúde humana parecem pouco importar, a julgar pelos argumentos absurdos invocados em sua campanha. A proposta da legalização do consumo de drogas é amplamente patrocinada pelo especulador George Soros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incentiva-se a covardia – Não resista e nem olhe para o ladrão. Renda-se, sem espernear. Sua vida vale mais que sua honra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será a verdadeira intenção? A destruição do que resta das forças morais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Democracia? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A emblemática abertura dos trabalhos legislativos foi lamentável; O Romário ficou jogando na barra da Tijuca e o Tiririca... Bem, isto é democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falo especificamente da “nossa”, mas de forma geral. Inegavelmente a democracia tem funcionado bem nos EUA, mas nem tanto nas demais nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos, no afã de impor ao mundo sua democracia representativa só cria confusão. Para entender o porquê, vejamos o que diz Cesare Cantu, cuja teoria absorvi há décadas, com orientação do meu saudoso pai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A forma de governo de cada nação se assemelhará a forma de suas famílias. Assim, quando as famílias forem patriarcais o governo tenderá a ser autoritário; quando todos familiares tem participação financeira (em conseqüência nas decisões) o governo será democrático. Nos grupos familiares tipo árabes tradicionais, com haréns e eunucos para vigiar as esposas o governo só pode ser policialesco, e finalmente quando a massa das famílias se desestrutura, cada um se virando por si, apenas mantendo as aparências, viceja nos governos a demagogia/oligarquia/tirania, com seu cortejo de hipocrisia e corrupção”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A democracia só conseguirá florescer aonde as famílias tenham estrutura econômica semelhante à dos norte-americanos, mas seria mesmo tão importante que todos os povos sejam democratas?. Seria a democracia a única forma de governo conveniente para todos os povos?. Se não for, como verificar qual seria a melhor forma para determinado povo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente isto só pode ser definido conhecendo a estrutura familiar do povo em estudo. Resultados? A democracia é, sem dúvida, a mais agradável para nós, mas por vezes até um governo policialesco dirigido por um “déspota esclarecido” pode conseguir melhores resultados e melhor aceitação do que um governo democrata com governante inepto. Veja-se Getulio Vargas. Tudo dependerá mais da integridade, da inteligência e da personalidade do dirigente, de seus auxiliares e das instituições do que da forma de governo. Nós mesmos já tivemos bons e maus governos quer na ditadura, quer na democracia.  Qualquer das formas de governo dará maus resultados quando contaminadas pela demagogia. Esta, normalmente é reflexo da dissolução dos costumes da população ou mesmo apenas do grupo dominante. Já vivemos isto em nossa carne; os exemplos estão na memória de cada um. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos ampliando o problema com a exaltação da cultura da malandragem com as leis liberalizantes em excesso, independente de sermos ou não, no momento, considerados uma democracia. A História nos mostra que os governos quando deterioram antes da massa da população, induzem e facilitam a dissolução da estrutura moral do resto da população. Creio que isto possa ser o caso do nosso Congresso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, todos os regimes políticos e econômicos estão sujeitos a serem atingidos por esses tristes fenômenos, e disto não escapou a nossa decantada democracia participativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá algum antídoto para isto? Acredito que haja um no nosso caso, em que o governo (ou o Congresso) já deteriorou, mas a população ainda não – a democracia direta. Esta, só aplicada historicamente nas cidades-estados gregas e em Cantões da Suíça, parecia impossível de ser posta em uso em uma grande população e em uma vasta área, mas muitos governos (o nosso inclusive) tem recorrido a plebiscitos pensando em dar legitimidade à medidas que querem impor, (como a proibição da posse de armas, por exemplo) O resultado as vezes surpreendeu, pois apesar da inegável influencia da propaganda governamental, é difícil enganar uma maioria, e impossível comprá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivessem havido plebiscitos sobre as questões mais polêmicas não teria acontecido a venda da Vale nem concessões no pré-sal, nem a proibição do uso de armas e muito menos a homologação da Raposa-Serra do Sol. Essas medidas foram tomadas a revelia dos desejos da nação por políticos e magistrados que não estão livres da suspeita de corrupção,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as facilidades da internet, a democracia direta virá. É só uma questão de tempo. O abaixo assinado da ficha limpa já nos demonstrou. Isto certamente diminuirá a importância dos parlamentares,  o que será bastante benéfico, no nosso caso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Urânio - Boa Notícia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Resumido de “O Estado de S. Paulo   &lt;br /&gt; O governo brasileiro já negocia a venda de combustível para usinas nucleares da China, da Coreia do Sul e da França. Alguns países só querem o urânio, mas o País rejeita exportar só a matéria-prima. As negociações têm por base a perspectiva de aumento do número de usinas nucleares no mundo e o alto preço alcançado pelo combustível no mercado internacional. Ainda não há uma decisão oficial sobre a exportação, mas temos uma das maiores reservas de urânio do mundo e dominamos a tecnologia de produção do combustível, ainda que em pequena escala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país apresentou a proposta de venda de elementos combustíveis para as 30 novas usinas em construção na China e para os clientes da multinacional francesa Areva, nossa parceira na construção de Angra 3. Os contatos coincidiram com o estudo sobre a viabilidade do enriquecimento de urânio feito pela Secretaria de Estudos Estratégicos e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que recomenda a produção de excedentes de urânio enriquecido para a exportação e estima que o país poderia faturar US$ 1,5 bilhão por ano nesse mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma queda de braço entre fornecedores de urânio natural sem valor agregado e fornecedores de serviços de enriquecimento que reflete o embate entre os que  pensam no lucro imediato e os que querem o desenvolvimento, mas o Brasil está tomando consciência que quer ser algo mais do que um simples fornecedor de matéria prima.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 88&lt;br /&gt;10 de fevereiro de 2011&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-4645930697535940076?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/4645930697535940076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/02/democracia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4645930697535940076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4645930697535940076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/02/democracia.html' title='Democracia?...e Venda de Urânio'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-7915235469936363531</id><published>2011-02-03T16:44:00.001-08:00</published><updated>2011-02-03T16:52:04.292-08:00</updated><title type='text'>Belo Monte e Ventos de Guerra</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Terrorismo contra Belo Monte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; No nosso País a força das águas é responsável por mais de 70% do suprimento de energia elétrica. A França usa energia nuclear, Estados Unidos gastam sua riqueza para queimar petróleo e a China usa o poluente carvão, mas as ONGs estrangeiras querem impedir o Brasil de usar a água para mover as pás das turbinas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estamos construindo, para tristeza dos ecoxiitas, as usinas de Jirau, Santo Antonio e Belo Monte, que ampliarão o uso hídrico na matriz energética brasileira, mas  está preparado outro ataque: o documentário Um outro mundo é possível - Luta pela Amazônia, do alemão Martin Kebler. contra a construção de Belo Monte. O diretor falou com pescadores, com a índios, ONGs e com o Fórum Social Mundial. Já é tempo de nos livrarmos desse complexo de culpa quanto ao ambiente, e de pararmos de nos subordinar ás instituições estrangeiras, como Greenpeace e WWF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para Belo Monte. finalmente o Ibama “concedeu” a licença ambiental. Precisou a demissão do diretor de licenciamento para sair a licença prévia em 2010, ainda assim cheia de absurdos condicionantes. Agora teve que ser retirado o próprio presidente do órgão para ser dada a licença parcial de instalação Será que o Ibama, livre dos traidores finalmente está agindo no interesse nacional? É difícil, pois o lobo muda a pelagem mas não de índole. Ponto para a Dilma. Está tendo a firmeza que desejávamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Horas depois do anúncio da liberação da licença de instalação do canteiro de obras, bombas atingem prédio da Eletronorte no Pará. O atentado terrorista, se não foi ação direta das ONGs, pelo menos foi de inspiração delas. Vamos ver até onde vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Claro, ainda foram ajuizadas ações junto à Justiça  pedindo a suspensão da licença. Um procurador é um dos autores de ação ambiental . O Ministério Público do Pará pediu a suspensão do empreendimento, sob a alegação de que, nas audiências públicas, os indígenas não foram ouvidos.  Estarão a serviço das ONGs? Ou de quem? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A ONG “Avaaz” convocou os seus mais de 850 mil associados no Brasil a telefonar para o gabinete da presidente Dilma Rousseff exigindo a revogação imediata da licença de instalação para as obras da usina de Belo Monte. Em “gauchês”, diríamos à presidente: “Não te micha, guria. Todos os patriotas estarão contigo nesta luta pelo desenvolvimento. Até os que votaram contra ti.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nova frente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os ministros de Minas e Energia e do Meio Ambiente, estão preparando as luvas de boxe. Lobão  defende a revisão do modelo das hidrelétricas do Rio Tapajós. No lugar de usinas a fio de água, as geradoras poderiam contar com reservatórios, reduzindo a necessidade de utilização de térmicas como complemento. A ministra. do Meio Ambiente finge não entender que reservatórios são o melhor meio de acumular energia, que termoelétricas são caras e poluidoras, e muito menos ainda que os ambientes mais favoráveis à vida animal são exatamente as águas rasas. É burrice de mais para uma ministra. Se não for burrice deve ser traição mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais dois inimigos internos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; A ANP, servindo a interesses diferentes dos do Brasil, tem colocado grande quantidade de blocos para serem leiloados, acima da capacidade da Petrobrás de investir, sem considerar que o país já estaria, só com o pós-sal, com seu suprimento garantido pela Petrobrás. A única explicação, triste, mas provida de nexo, é que a ANP está preocupada com a satisfação das companhias estrangeiras e com o abastecimento dos países desenvolvidos, que são extremamente dependentes deste energético e não o possuem. Assim, a pressa da ANP de realizar rodadas com muitos blocos, forçando a entrada das empresas estrangeiras no país é uma nova forma do “entreguismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O MST, ainda sem canal de negociação com o governo, decidiu antecipar as invasões pelo país, normalmente programadas para o chamado Abril Vermelho, quando uma onda de ocupações é organizada como protesto às mortes ocorridas em Eldorado do Carajás, no Pará. Desde o primeiro dia útil da gestão de Dilma, o MST tem invadido fazendas e prédios públicos ligados à reforma agrária, em São Paulo, além de prefeituras na Bahia, num período caracterizado como "janeiro quente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Só para lembrar &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Os EUA há muito tempo emitem moedas sem lastro. Ninguém sabe quantos dólares circulam no mundo. Havendo mesmo uma crise que leve a um crash do dólar, quem tem esta moeda entesourada, como nosso Banco Central, a China e o Japão, vai ficar com um mico preto nas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cientes que breve o dólar poderá não ser mais aceito, os EUA voltarão a fabricar tudo o que necessitarem em seu território, mas terão que importar petróleo e os minerais que não possuem. Para essa eventualidade estão comprando e acumulando ouro, e os trouxas, acumulando dólares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O euro também enfrenta problemas. Ainda que a instabilidade possa ter sido influenciada por manobra especulativa para manter, mais algum tempo, a posição do dólar, também não merece a confiança como a referencia mundial de valor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Qual deveria ser o nosso procedimento? É difícil responder, mas parece que usar urgente as reservas em dólar para algo útil e sólido, e mesmo desatrelar dessa moeda antes que vire pó sejam medidas indispensáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É uma forma de guerra?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; A sobretaxação do álcool brasileiro nos EUA; as calúnias internacionais sobre o biodiesel; a não aceitação da lista de fazendas para a venda de carne bovina para a União Européia; as acusações infundadas de destruição da floresta amazônica; o convites para salvar a floresta queimando um brasileiro; as insistentes tentativas pra a internacionalização da Amazônia; a possível transformação das Reservas Indígenas Ianomâmi e Reserva Indígena Raposa Serra do Sol em novos países separados do Brasil e incontáveis outras pressões, algumas ostensivas, outras insidiosas, deixam suspeita que estamos no meio de uma guerra assimétrica de quarta geração, que o desfecho poderá até envolver o uso da força, mas antes tentará minar a vontade nacional de resistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E no Oriente Médio?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; A agitação está se alastrando, e tende a ser radicalmente islâmica o que  enfraquecerá a posição dos EUA e a de Israel. Parece dar razão às previsões russas de guerra entre o Primeiro Mundo e o Mundo Islâmico. &lt;br /&gt;Ainda que essa guerra não nos diga respeito, conseguiremos ficar fora dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que aviões realmente necessitamos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Qualquer estrategista identifica a ameaça que deverá enfrentar e pensa como poderá fazê-lo. Se o inimigo for uma Força Aérea do primeiro mundo, Dezesseis aeronaves não servirão para nada. Melhor seriam bons mísseis terra-ar. &lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 87&lt;br /&gt;02 de fevereiro de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-7915235469936363531?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/7915235469936363531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/02/belo-monte-e-ventos-de-guerra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/7915235469936363531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/7915235469936363531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2011/02/belo-monte-e-ventos-de-guerra.html' title='Belo Monte e Ventos de Guerra'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-4295688477966874606</id><published>2010-11-16T13:37:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:42:30.120-08:00</updated><title type='text'>O que nos espera amanhã?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Situações preocupantes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Temos juntos analisado o perigo da secessão das áreas indígenas criadas pelas ONGs estrangeiras. É conhecida sua formação, inicialmente inspirada pelo Reino Unido sobre jazidas minerais, para evitar a nossa ocupação e exploração; depois sua ampliação e multiplicação manipulada pelos EUA visando garantir o suprimento de minérios estratégicos quando seus dólares sem lastro não mais pudessem comprá-los. Já é bem conhecida a “Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas”, que na prática já assegura a independência das ditas áreas indígenas e a fraqueza do nosso governo ao enfrentar essa ameaça a nossa integridade territorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescentando a ameaça de apoiar a secessão das “nações” indígenas (diga-se tomada das jazidas de minérios estratégicos) agora vem à luz a ameaça às reservas petrolíferas do pré-sal, cada vez mais clara através da OTAN, que pretende estender sua atuação ao Atlântico Sul. A ampliação atuação da OTAN  à regiões distantes do Atlântico Norte, como o Afeganistão tem sido liderada pelos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só um motivo pode haver para a expansão da OTAN sobre o Atlântico Sul: a ambição de controlar o petróleo do pré-sal. Assinale-se que os EUA não ratificaram a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982. Tecnicamente, isso os desobriga de respeitar os direitos brasileiros sobre a plataforma continental.  Certamente entraremos em um campo de divergências, já que o nosso governo sabiamente rejeita a atuação da OTAN no Atlântico Sul. (As informações são do jornal O Estado de S.Paulo). O que podemos esperar do futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Previsão científica do futuro (método “Delphos”)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Numa era de incertezas, com a ânsia de prever (e influir) nos acontecimentos, uma vez passado o tempo das profecias e oráculos, admite-se que o conhecimento da situação, das circunstâncias e da evolução provável pode embasar a tomada correta de decisões estratégicas. Em tempos modernos se considera que muitas vezes é possível prever acontecimentos, baseando-se em técnicas denominadas “Previsões Científicas Clássicas. Destacamos entre as técnicas, ou “Leis da Previsão”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A da Inércia: Uma tendência costuma se prolongar O modo que vinha evoluindo no passado até o presente, se não houver um fato novo, continuará evoluindo da mesma forma no futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A da Analogia: Ou seja, a identificação do caso atual com casos já ocorridos. Os resultados tendem a ser semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A da Causas e efeitos: Causas semelhantes  costumam ter efeitos semelhantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A do Pressagio: Uma sensação ou premonição de acontecimento futuro, que se sente, mas desconhecemos argumentos sólidos que possam confirmar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O moderno estudo dos cenários alternativos acrescentou os “fatores e agentes portadores do futuro”, isto é, os que podem alterar o cenário previsível, criando diversos cenários de acordo com o que possa acontecer, ou que possa ser provocado intencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro deste raciocínio podemos constatar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela lei da Inércia – Os povos imperialistas continuarão com a tendência a tomar as riquezas dos demais, pelo comércio ou pela força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela lei da Analogia – A crise financeira mundial apresenta alguma analogia com a Grande Depressão de 1929.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela lei da Causa e Efeito – Riquezas e recursos naturais com debilidade militar atraem ambições e guerras.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela lei do Pressagio – Muitos analistas sentem que algo está para acontecer, talvez envolvendo conflitos armados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condições para haver conflitos (“Teoria Geral dos conflitos” – ESG)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais condições, destacamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1) Existência de divergências intoleráveis e/ou possibilidade de ganhos significativos pelo uso da força por um lado ou ainda necessidade para a própria sobrevivência para uma das facções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2) A existência de forças capazes de iniciar a ação e de oponentes com alguma capacidade de reação. Quando é muito pequena a capacidade de reação o conflito toma a forma de uma punição, e quando a capacidade de reação é significativa, o conflito pode até ser evitado (ou a agressão dissuadida) pela certeza do revide (ou retaliação),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Evidencia-se que, na atual conjuntura, estão presentes todas as condições para haver conflitos, muitos envolvendo o nosso País: a necessidade de petróleo e de minérios estratégicos dos EUA, se torna uma questão de sobrevivência na medida em que a moeda deles (o dólar) não mais seja aceita; evidencia-se a possibilidade de ganhos significativos pelo uso de força militar, e a nossa pequena capacidade de reação militar é insuficiente para inibir  até mesmo as potências médias, quanto mais aos poderosos EUA. Muito menos ainda a um conluio anglo-holandês-americano como esse que se apresenta respaldado pelos demais membros da OTAN.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que em  passado recente tenha havido ações militares unilaterais anglo-americanas sem o respaldo da ONU  (Segunda guerra do Iraque), sempre que possível procuram algum respaldo jurídico para fazerem o que querem fazer. Agora, se conseguirem, agirão através da OTAN, onde são predominantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lembrai-vos da guerra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Certa vez lembrou  Kissinger: “Os povos do primeiro mundo não poderão viver como sempre viveram se não contarem com os recursos naturais do terceiro mundo, e terão que montar um sistema de pressões para os conseguir. Noutra ocasião, o presidente Bush II teria comentado que, na antiguidade, os povos vigorosos se precisassem de água, a tomariam sem se importar a quem pertenciam anteriormente; e que hoje, com o petróleo seria a mesma coisa. O pior é que ele tem razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco mais de um século nossa integridade territorial era garantida por nossos “aliados”, pois a jovem república era inerme e sem força. Como os ingleses eram os grandes beneficiários da borracha e do café, não tinham motivo para desmanchar o ”status quo”, e continham os demais ambiciosos. Agora a situação é outra. Lembremo-nos que a debilidade militar atrai desgraças. Se quisermos para nós os minérios da Amazônia e o petróleo do pré-sal tratemos de os explorar, pois como disse o grande Bismarck, riquezas em posse de povos que não podem ou não querem as explorar, deixam de constituir vantagem e passam a ser um perigo para seus detentores&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15 de novembro&lt;br /&gt;Não saúdo a data da proclamação da República. Considero-a como um indigno golpe positivista contra o melhor governante que tivemos. Transformou a forte e progressiva Nação numa dominada economicamente, inerme e quase esfacelada, que só por circunstâncias especialmente favoráveis manteve a maior parte de seu território.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 79&lt;br /&gt;15 de novembro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-4295688477966874606?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/4295688477966874606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/11/o-que-nos-espera-amanha.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4295688477966874606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/4295688477966874606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/11/o-que-nos-espera-amanha.html' title='O que nos espera amanhã?'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-9049891419164545454</id><published>2010-11-02T12:18:00.001-07:00</published><updated>2010-11-02T12:22:23.822-07:00</updated><title type='text'>Eleições, recomendações e considerações</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Eleições sui generis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estas eleições, tal como previsto, foram decididas pelas rejeições. Poucos votaram na Dilma pela Dilma. Alguns votaram por indicação do Lula , mas a maioria votou contra o Serra, ou melhor, contra o projeto desnacionalizante do FHC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Serra, praticamente ninguém votou. A quase totalidade de seus votos se deveu a rejeição às veleidades comunizantes e a corrupção dos “cupanheiros” da candidata. Acabou vencendo a filosofia menos rejeitada, mas a base do “menos pior”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a tolinha da Marina, pensando que os vinte milhões de votos (no 1º turno) eram dela. Ledo engano: eram basicamente de rejeição ao Serra e a Dilma. Traduziram-se em abstenções no 2º turno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais do que o Serra, a Marina foi a grande derrotada. Nem influiu e pode observar que foi apenas uma espécie de Tiririca presidenciável.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que recomendar à nova presidente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1 – Cuidado com o cambio.&lt;/em&gt; O rumo em que estamos conduzirá, em curto prazo, a desindustrialização por o produto estrangeiro ficar mais barato, especialmente o chinês. Ninguém comprando o produto nacional nossas fábricas fecharão. Conduzirá também a ruína do campo, por não poder competir com os gêneros importados. Enquanto nossas taxas de juros continuarem as mais altas do mundo continuarão atraindo dólares e quanto mais dólares entrarem mais baixo ficará. Além disto, quando os juros rendem mais do que os empreendimentos, só os loucos continuam empreendedores. Por algum tempo haverá quem continue a produzir, mesmo que arcando com prejuízo, mas esse tempo é limitado. Os empregos acabarão, e em nada adiantar á os produtos estrangeiros serem baratos, pois as pessoas não mais terão renda. Esse é o perigo mais imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem solução? Claro. Taxe-se fortemente a entrada de capital estrangeiro e baixem-se violentamente os juros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2&lt;em&gt; – Cuidado com as reservas indígenas.&lt;/em&gt; Algumas delas preparam a secessão do território Pátrio. A manobra anglo-americana foi perfeita para conseguir a separação sem luta: identificadas as jazidas, colocaram índios em cima, se já não estivessem lá. Pagaram antropólogos para demarcar e políticos para homologar. Induziram o nosso congresso a colocar uma emenda na constituição declarando que tratados e convenções internacionais aceitos pelo Brasil teriam força de constituição (acima das leis ordinárias). Em seguida propuseram uma “Convenção dos Direitos dos Povos Indígenas”, Aceita e assinada inconsequentemente pelo Itamarati. O próximo passo é a declaração de independência e o reconhecimento e apo io. Esse é o perigo mais grave&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem solução?   Claro. Povoe-se e se desenvolva a fronteira;  reduza-se o tamanho das terras indígenas; expulse-se as ONGS estrangeiras e acabe-se com suas sucursais nacionais dê-se ao índio os direitos e deveres de cidadão brasileiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3 -  Cuidado com as mudanças climáticas e com os ambientalistas.&lt;/em&gt; O clima está realmente mudando – sempre esteve – e os ambientalistas, orientados do exterior                                                                                                                             usam como pretexto para impedir o progresso. Esse perigo é de fácil solução,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem solução?  Claro. Chega priorizar o progresso em relação ao conservadorismo retrógrado e inútil e expulsar as ONGs estrangeiras que tentam impedi-lo. Estudar as mudanças em curso e nos adaptarmos a elas, pois a ação humana em muito pouco influirá na mudança climática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;4 – Cuidado com os movimentos dito sociais, particularmente o MST.&lt;/em&gt; Aí estão os embriões de uma violência que visa dividir o Brasil para que não enfrente coeso as pressões estrangeiras. Esses “movimentos” usam como pretexto a reforma agrária, mas realmente não a desejam pois uma boa reforma agrária os destruiria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem solução? Claro. Seriam três medidas: primeiro fazer uma bem estudada reforma agrária, que, além de necessária, só por si acabaria com a motivação dos que realmente precisam de terra; segundo, cortar o subsídio da malandragem que quer apenas tirar vantagem e por terceiro coibir as invasões estimulando a resistência dos proprietários legítimos e produtivos. É bom também coibir a especulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5 - Cuidado com o desequilíbrio nas políticas sociais.&lt;/em&gt; Na medida em que a população envelhece, não há recursos para manter aposentadorias por mais tempo do que o tempo de contribuição , e bem mais altas do que foi arrecadado. Isto agravado por bolsas muitas vezes sem critério redundam em tal déficit que conduzirá fatalmente ao colapso, além de desestimular a auto-estima, o trabalho, e em conseqüência a produção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem solução? Claro. É até fácil: chega aumentar a idade mínima para aposentadoria; ampliar a idade de aposentadoria obrigatória do funcionalismo público e substituir a maioria das “bolsas” por “frentes de trabalho”, que corrigiria a maioria dos erros atuais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6 – Cuidado com a falta de força militar.&lt;/em&gt; O nosso Brasil sempre foi rico em recursos naturais. Quando eram explorados em benefício exclusivo de estrangeiros, a nossa independência e unidade territorial estavam garantidas até pelos exploradores. No momento em que iniciamos a tomar conta desses recursos em benefício do nosso próprio povo (e o início foi no governo militar), os nossos antigos protetores passaram a serem as ameaças, e essas avultam dia a dia. Neste caso a falta de força só estimula as ambições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que as manobras estrangeiras transcendam às ações bélicas (independência das terras indígenas por exemplo) somente a força as pode inibir, e se não conseguirem inibir, a enfrentar o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem solução? Claro. Desenvolvendo nossas Forças Armadas ou/e armando nossa população para guerrilhas, inspiradas no modelo suíço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Considerações e o futuro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As decisões corretas costumam ser frutos das informações corretas. Mantendo a estrutura do GSI servindo de filtro às analises da Abin, e esta última sem um chefe profissional continuará com o “não sabe de nada” do Lula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando a história de vida da Dilma, nos parece uma pessoa com a firmeza indispensável para levar adiante medidas como as propostas acima, mas evitemos as ilusões;  se não há problema sem solução, também não há solução sem defeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos a observar se ela procurará elevar o nosso Brasil a um patamar mais alto (como implicitamente prometeu) ou se priorizará implantar seus sonhos comunistas da juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro dos indicadores de suas intenções será a designação do Ministro da Defesa; se for um petista aloprado estaremos mal. Sinalizará que sua prioridade será a comunização, certamente via PNH3 . Se for um militar respeitado ou mesmo um civil digno e estudioso da arte da guerra, estaremos no caminho certo.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gélio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 78&lt;br /&gt;01 de novembro de 2010&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-9049891419164545454?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/9049891419164545454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/11/eleicoes-recomendacoes-e-consideracoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/9049891419164545454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/9049891419164545454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/11/eleicoes-recomendacoes-e-consideracoes.html' title='Eleições, recomendações e considerações'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6295772046094294127</id><published>2010-10-12T08:23:00.000-07:00</published><updated>2010-10-12T08:31:38.670-07:00</updated><title type='text'>10 bilhões de dólares; O efeito Marina; Quem rouba mais ; e Ainda sobre a Raposa.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Compra de 10 bilhões de dólares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A excessiva valorização do Real face ao Dólar acaba com a competitividade dos produtos nacionais. Isto todo o mundo sabe. É indispensável controlar tal situação, pois não só prejudica a exportação como facilita a importação, matando a indústria nacional e causando terríveis déficits na balança de pagamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de resolver o problema o setor econômico do Governo parece sofrer de debilidade mental; foi anunciada na imprensa a compra de dez bilhões de dólares para, diminuindo a quantidade em circulação no País evitar-lhe maior queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que erro de avaliação. A queda do dólar é porque não mais merece confiança e muitos já não o aceitam. Será que só o governo não sabe que os dólares comprados vão perder o valor? Que vão virar pó? Que os dez bilhões transformados em Reais e lançados no mercado causarão inflação? Que chegava diminuir substancialmente os juros para frear a entrada de dólares, além de propiciar um bom superávit na balança de pagamento?&lt;br /&gt;Francamente, que incompetência...ou quem sabe, corrupção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O efeito Marina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A senadora Marina Silva foi apresentada pela intelectualidade e pela mídia como a candidata ideal: mulher, religiosa, de origem humilde, comprometida socialmente, defensora do meio ambiente, honesta e sem o suposto radicalismo do PT, nem o suposto conservadorismo do PSDB. Seria a terceira via, embora dispusesse apenas de um monocromático programa ambientalista, em todo contrário ao interesse nacional.&lt;br /&gt;    Recebeu significativo número de votos, mas  o peso político de Marina é menor do que os votos que recebeu e  seu partido, o PV, é ainda menor que ela.&lt;br /&gt;Além dos votos dos poucos ecoxiitas convictos, Marina recebeu voto de protesto. Tal como o Tiririca para deputado, dos que não estão satisfeitos com o PT nem têm saudades do PSDB. Foi falta de opção. Houve quem quisesse reduzir o poder do PT (o PMDB?) mas não arriscar a eleger o Serra, e de pessoas que votariam no PT até se sentiram traídas  com a postura de seus caciques e aliados.&lt;br /&gt;     Os ecoxiitas convictos, majoritariamente internacionalistas iludidos pela propaganda ambientalista estrangeira, não passa de 5% do eleitorado brasileiro ou um quarto dos votos da Marina. Somente esses devem seguir a orientação dela no 2º turno, mas ambos os lados a estão cortejando. Certamente se comprometerão com seu programa de atraso ou comprarão o apoio do PV com cargos no governo&lt;br /&gt;Pela minha parte considero que Marina, conscientemente ou não, só prejudica o nosso País. Traiu o povo brasileiro quando se posicionou contra o crescimento do país. Impediu por 6 anos a construção das hidrelétricas que o Brasil precisa para crescer. Impediu até hoje o asfaltamento das rodovias que precisamos para baratear o frete, e o barateamento do frete tornaria nossos produtos imbatíveis no mercado mundial. Por sua subordinação às ONGs e homenagens que recebe em Londres me dá a sensação que é de lá que recebe ordens. Acredito que o preço do apoio dela será o compromisso de não mexer no arcaico Código Florestal, evitando a aprovação da proposta do Aldo Rebelo.&lt;br /&gt;    Não consigo ver justificativa no esforço que ambos os candidatos fazem para cabalar a miserável meia dúzia de votos que ela conseguirá dirigir. Mesmo que fosse significativo ou até decisivo o número de votos que a seguiriam, nada justificaria uma traição ao progresso da Pátria &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem rouba mais?&lt;/strong&gt;A maioria de meus amigos, a título de uma “escolha de Sofia”inclinam-se pelo que consideram menos pior – O Serra. Os dois candidatos que passaram ao segundo turno declaram-se de esquerda. A Dilma, agraciada com a bolsa terrorista em valores muito superiores aos de suas indefesas vítimas e o Serra, tadinho, se declara  o mais a esquerda. Ambos cortejam os outros dois seguintes, que também são de esquerda. &lt;br /&gt;    Essa escolha de Sofia tem, como disse o Dr. Fendel, o sabor do “leite menos podre”. Neste caso poderíamos escolher o candidato que represente o grupo menos desonesto.&lt;br /&gt;    Não conheço roubos pessoais dos dois candidatos (excetuando o do cofre do Adhemar), mas são conhecidos os de seus partidos; do PT o mensalão, a Erenice, o dinheiro na cueca e outros tantos. Do PSDB as falcatruas da privatização/desnacionalização, roubo de magnitude ainda maior. Fica novamente difícil escolher o “menos pior”. Certamente o pior será quem se comprometer com a Marina a não aceitar as indispensáveis  mudanças no atual código florestal.&lt;br /&gt;Desconfiando de todos eles, nem votei no 1° turno. No 2° turno votarei, - contra quem se aliar a ela e se comprometer  com o “verde” programa do atraso. Não fosse a possibilidade de apoio da Marina a um dos candidatos, novamente não votaria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda a Raposa&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;O processo de desnacionalização em Roraima está seguindo o rumo previsível. &lt;br /&gt;Após a homologação da Raposa-Serra do Sol, as discussões sobre o assunto tem ganhado ainda mais força. A ONG Conselho Indígena de Roraima (CIR), vencedora da homologação, convocou um seminário pretendendo reunir todas as facções. A pauta  foi marcada por questões como: “o que nós queremos com nossa terra homologada? Quais são os problemas? Como fazer? Com quem? O que vamos priorizar?”.&lt;br /&gt;     Poucos tuxauas compareceram. O pretexto foi  a má conservação das estradas ao final do período chuvoso, mas a ausência de muitos tuxauas foi causada pela profunda aversão entre as diferentes etnias. Várias lideranças se mantiveram em suas comunidades e regiões.&lt;br /&gt;Esta situação é fruto da divisão entre os povos indígenas de Roraima. Fortalecer a organização comum é o objetivo do CIR visando a criação de uma nação indígena que, tornando-se independente, seja dócil ao capital estrangeiro e garanta o acesso dos EUA  aos escassos recursos naturais.&lt;br /&gt;     O trabalho assalariado foi permanentemente mencionado como complicador para a autonomia e a identidade dos povos indígenas. O CIR se opõe que índios trabalhem para não índios ( e que se casem com eles ou mesmo que tenham contato). A “Bolsa  Família ou “bolsa preguiça”, foi usada pelo CIR como atrativo para a atração dos dissidentes, mas paradoxalmente contraria  os objetivos de autonomia, mantendo-os dependentes.&lt;br /&gt;     A repressão, na Raposa, atuou com força esmagadora. O líder da resistência Paulo Quartiero havia sido preso. Na revolução Farropilha Bento Gonçalves também foi preso, mas isto não acabou com a guerra. Agora Quartiero foi eleito deputado Federal, com numerosos votos indígenas, principalmente dos que, com a expulsão dos não-índios, ficaram sem trabalho. &lt;br /&gt;A entrega da Raposa ao estrangeiro ainda não está consolidada. Muita água ainda correrá debaixo da ponte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº 76 &lt;br /&gt;12 de outubro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6295772046094294127?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6295772046094294127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/10/10-bilhoes-de-dolares-o-efeito-marina.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6295772046094294127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6295772046094294127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/10/10-bilhoes-de-dolares-o-efeito-marina.html' title='10 bilhões de dólares; O efeito Marina; Quem rouba mais ; e Ainda sobre a Raposa.'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-2174022654651201025</id><published>2010-09-26T15:21:00.000-07:00</published><updated>2010-09-26T15:26:52.569-07:00</updated><title type='text'>Quase certezas:  Dúvidas e Desabafo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Quase certezas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma casa dividida não para em pé - Em vez de a direita ficar justificando o movimento de 1964 e a esquerda o ficar condenando, os que forem brasileiros devem entender que todos foram manipulados pelo verdadeiro inimigo imperial, aquele que nos joga uns contra os outros. Aquele que fomenta extremismos cria acontecimentos suscetíveis de exacerbar os ódios de brasileiros contra brasileiros. –É a união que faz a força. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravíssimos erros do atual governo  - Dividiu a nação em etnias, jogando índios e negros contra brancos, e sob o pretexto de "reparar" injustiças históricas criou castas de privilegiados. Com isto tira a coesão do País, deixando-o mais vulnerável a pressões estrangeiras. É a desunião que atrai todas as desgraças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento ecológico - Também causa divisões – Ganha projeção com a candidatura da Marina, mas na Amazônia as campanhas eleitorais pleiteiam a flexibilização das restrições ambientais. A maioria dos candidatos culpa o fraco desenvolvimento pela visão da mata como santuário, e tem razão. O lema lá é “Liberdade para produzir e criar empregos” ". Em Roraima, a revolta tem origem na demarcação de terras indígenas, como a Raposa/Serra do Sol, e de áreas de preservação federais. – Os ecoxiitas olham na Amazônia apenas os macacos, as árvores e os bagres e fingem esquecer que tem gente também. São poucos, mas muito barulhentos e contam com recursos e orientação estrangeira e do nosso próprio governo.Os que estudam o assunto sabem que países desenvolvidos procuram induzir o Brasil a ser a "babá ambiental do planeta", mas que na verdade desejam mesmo é meter a mão nas riquezas do “eldorado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O erro de privatizar –  a exploração de recursos naturais normalmente propicia  enormes lucros (se não fossem enormes não interessariam aos privativistas). Enquanto explorados por “estatais, os lucros deveriam (teoricamente) ser canalizados para estruturar o nosso País. Uma vez privatizada a exploração dos recursos, o Governo contará apenas com os impostos, tanto mais sonegáveis quanto maior a empresa. O pior é quando, além da privatização tiver ocorrido também desnacionalização; o grosso do lucro será drenado para o exterior, sangrando con tinuamente a economia nacional. Quando o recurso natural utilizado, beneficiado ou não, é estratégico para a nação, a perda do controle pode ter ainda conseqüências piores. (Este erro ao menos não pode ser creditado a este governo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um acerto do atual governo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A interrupção das privatizações /desnacionalizações, com ênfase no lançamento das ações da Petrobrás. Agora muitos brasileiros serão sócios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dólar tem seus dias contados -  Em  reuniões em junho de 2009, representantes da Rússia, China e representantes de outros países propuseram uma medida formal para substituir o dólar como moeda de reserva do mundo, em um encontro em que foi  recusada a presença dos Estados Unidos. No mínimo procurarão negociar nas próprias moedas. Tudo indica que, não sendo mais entesourado como reserva de valor, o dólar cairá continuamente.  A compra de dólares, que perderão o valor, pelo Banco Central é o melhor meio de dilapidar os recursos da Nação . É burrice ou pior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa Integridade Territorial está em perigo -  Continua em curso o processo de demarcação/homologação de terras indígenas, preparando  a “autodeterminação", propiciando a aplicação do "direito de ingerência dos mais fortes". Isto lhes possibilitaria retalhar o território brasileiro, em especial a Região Amazônica, dividindo-a em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. Sob o pretexto de defender os direitos das minorias, vão controlar nossas riquezas e recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mantermos a Integridade do nosso Patrimônio Territorial é indispensável não só o fortalecimento das Forças Armadas como de um governo apto a enfrentar os  desafios que se nos apresentam. Não se sente firmeza nos principais candidatos. Na Marina temos certeza: acabará com todo o progresso e receberia mais uma condecoração do príncipe Philip.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo vai melhorar - O Congresso, as Câmaras Legislativas e mesmo Governos de Estado melhorarão com a aplicação da emenda da “Ficha Limpa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duvidas&lt;/strong&gt;Dilma, se eleita, permitiria ou reprimiria os excessos do MST e de outros movimentos sociais? Tentaria impor o totalitário PNDH3?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serra, se eleito, prosseguiria com a capitalização da Petrobrás ou procuraria aliená-la seguindo os passos de FHC?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em eventual 2º turno, para ganhar os votos do PV, algum presidenciável se comprometeria a parar a construção de hidrelétricas e estancar o progresso agrícola?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a saúde de Dilma não agüentar, como seria um governo Temmer? Tem fundamento o que se fala das crenças religiosas dele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perigo da secessão indígena será ao menos aventado na disputa eleitoral?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Armas: As dificuldades criadas para a posse e porte dificultaram ou facilitaram os assaltos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desabafo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Confesso que estou desapontado.&lt;br /&gt;Passei toda minha vida dando segurança para o meu País, e garantindo-lhe a soberania e a integridade. Pedi e cumpri as missões mais difíceis. Procurei voluntariamente a luta e a tormenta. Era por ideal. Meus próprios colegas me chamavam de “o Patriota”. Era pelo meu País, por suas instituições, pelo meu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora olho o meu povo e o vejo prestes a se desagregar em etnias rivais; em conflitos sociais e a desfibrar-se na mesma libertinagem que, se não condenou Sodoma e Gomorra é certo que contribuiu para a queda de todos os impérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho para o meu Governo e o vejo cercado dos piores ladrões. Olho para o Legislativo e sinto um balcão de negócios, onde poucos se lembram que tem uma Pátria. Vejo um judiciário que, no caso da Raposa, decide contra a integridade da própria Pátria mesmo contrariando a opinião geral, mas quando está em jogo a ficha limpa, decide não decidir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso comigo: foi por isto que empenhei a vida toda? Valeu a pena brigar por esta gente? Por estas instituições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o poeta que tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Bonitas palavras, mas não são suficientes para impulsionar. Contudo me ressoa na mente o incentivo de minha mãe: “Cabeça erguida, soldado”! – Sim, contudo, ainda há gente boa em nosso País.  Dias difíceis estão a caminho. Tudo bem, se não houvesse dificuldades, a Pátria não precisaria de nós. Se ela necessitar de mim, me encontrará pronto, com a arma na mão.  Afinal, se diz na minha terra: “Não tá morto quem ainda peleia” &lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº 75 – 26 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-2174022654651201025?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/2174022654651201025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/09/quase-certezas-duvidas-e-desabafo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/2174022654651201025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/2174022654651201025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/09/quase-certezas-duvidas-e-desabafo.html' title='Quase certezas:  Dúvidas e Desabafo'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-5787424454821223396</id><published>2010-09-20T14:11:00.000-07:00</published><updated>2010-09-20T14:20:03.101-07:00</updated><title type='text'>Sigilos e Violações; A OTAN no Atlântico Sul; A Globalização e a China</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Sigilos mais conhecidos, protegidos pela lei:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;1 - Sigilo do voto – É importante em regiões dominadas por “coronéis” políticos e para quem não quer marcar sua posição, mas é especialmente forjador de iniqüidades quando parlamentares decidem sobre algum assunto polêmico &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Sigilo da Declaração do Imposto de Renda e Sigilo Bancário – Importantes para quem recebe dinheiro ilegalmente, seja originário de caixa dois; tráfico de drogas;  propinas para liberação de liminares, de roubos e assaltos e principalmente do recebido pela venda de voto no Congresso, nas Assembléias Legislativas, Câmaras municipais, etc..  É isto o que queremos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dossiês, acusações, sigilos e violações I&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O País vive momentos de perplexidade ante a revelação do tráfico de influência na Casa Civil. Foi falha a tentativa de acobertar, mas nada apareceria se alguém não trouxesse a público. O assassinato de Celso Daniel ainda está acobertado por diversos modos. Os “aloprados” compraram ou forjaram dossiês. Continham fatos verdadeiros? Não sabemos. No caso VarigLog outros dossiês. O que continham? No caso do Francenildo considerou-se criminoso o revelar que ele havia recebido algum dinheiro. No da filha do Serra nem sabemos o que o dossiê teria revelado. Foi levantada alguma suspeita relativa a parentes de ministro do STE, daquele que se empenhou na demarcação da Raposa-serra do Sol. Não interessa o que aconteceu. Só  “quem vazou”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dossiês, acusações, sigilos e violações II&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É claro que alguns assuntos necessitam ser secretos quando envolvem a segurança nacional. Também é necessário que as pessoas desfrutem de certo nível de privacidade, mas tudo tem limites, pois há outro lado da moeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Aprendi com meu mestre Homero Sanches que ninguém age mal em público. Aprendi com a vida que o segredo é o pai de todas as iniqüidades. Isto me faz julgar que  delito deve ser punido. Quem o trás a luz, normalmente faz uma ação meritória pois propicia, mais do que a punição do delinqüente, a inibição de delitos e mesmo das indignidades legais.  &lt;br /&gt;Como é do interesse dos poderosos de plantão, há uma tendência a blindar as iniqüidades com a capa do sigilo e da privacidade. Acusam-se os que alertam seu próprio povo das falcatruas dos poderosos que estão no poder e dos que querem estar.&lt;br /&gt; Consta que há países, como a Noruega, onde não existe o sigilo bancário nem o sigilo fiscal. Estou seguro que a abolição de certos sigilos aqui, diminuiriam significativamente as nossas mazelas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A OTAN e o Atlântico Sul&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A 4ª Frota já nos deixa inquietos, mesmo sabendo que seu alvo preferencial seja a Venezuela. Agora a OTAN que declara poder intervir em qualquer parte em ações antiterror, humanitárias, de contenção às ameaças à democracia ou nas agressões ambientais, está olhando para o Atlântico Sul. Há poucas dúvidas que a OTAN, na atualidade, seja um  instrumento dos EUA, e seus aliados e que entre seus objetivos pode estar assegurar o acesso ao petróleo do Pré-sal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Min Jobim deixou as coisas claras em Lisboa. Lamentavelmente não temos submarinos para respaldar suas ditas altivas palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Globalização e a China&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A globalização visa maior intensidade da dominação econômica e política mundial, caracterizado pelo controle crescente da economia em quase todo o mundo por um grupo de empresas e bancos transnacionais. Desde antes de 1700, a oligarquia financeira sediada em Londres tem puxado os cordéis dos acontecimentos políticos na maior parte do mundo. Esse império passou então a ser partilhado por grupos norte-americanos, ligados à City de Londres.&lt;br /&gt;A oligarquia anglo-americana, diretora do poder mundial, organizou as guerras mundiais, obtendo êxito em tornar a França, a Alemanha e o Japão potências  subordinadas. Conseguiu enfraquecer a Rússia após mais de 40 anos de “Guerra Fria”. &lt;br /&gt; Em nosso país a tendência é que as atividades empresariais sejam realizadas sob controle do capital estrangeiro.  Isso já existia antes e abrangia em parte, a finança e serviços públicos, como eletricidade, gás, transportes e as obras de infraestrutura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo, um fato novo não planejado veio por em cheque a “finalidade” da globalização: O sucesso econômico da China, que tem pouco a ver com a globalização. Está relacionado com o comércio e a exportação. Não é globalização. É mais próximo ao “Mercantilismo”, algo que temos negligenciado e que nossas escolas de Economia condenam do passado, por inspiração do “livre Comércio” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China desenvolveu-se rapidamente por seguir políticas perspicazes buscando somente o seu interesse nacional. Decididamente isto não estava nos planos anglo-americanos. O Departamento de Estado tem advertido a China de uma maneira muito interessante: que a China tem que assumir as responsabilidades internacionais, ou seja, seguir as orientações deles.  Para eles o Irã se constituiu numa ameaça porque não segue as instruções dos EUA. A China é uma ameaça maior; uma grande potência se recusar a obedecer a orientação constitui um grande problema, e talvez só uma guerra possa impedir a ascensão da China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ascensão da China mudaria a ordem mundial? A China desempenharia o papel que os Estados Unidos estão agora desempenhando? Instalaria 800 bases militares no exterior, invadindo países e derrubando governos como os Estados Unidos da América estão fazendo agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, a China não está assumindo o papel de agressor, mas ela terá um papel a desempenhar. É um gigantesco consumidor de recursos, e existem diferentes cenários possíveis. Não faz sentido comparar a sua influência global com as dos países ricos. É lógico que virá exercer alguma influência no Mundo, mas ainda não sabemos qual será. Temos é que cuidar de nosso próprio desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Política Econômica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O governo diz que tomará "medidas para impedir que haja valorização do real". Ainda bem, mas está atrasado. Os países estão há muito desvalorizando suas moedas para facilitar a exportação e dificultar a importação. O Japão impede a valorização do iene. A China do Yuan. Isso é orquestrado com outros asiáticos... Não só eles querem desvalorizar suas moedas. Estados Unidos e Europa também querem sair da crise econômica com exportação. Vejamos que medida que o Mantega e o Meireles pretendem tomar. Se for a de sempre:“comprar dólares” que perdem diariamente valor, pagaremos caro. Tem solução? Claro. Chega taxar fortemente a entrada de capital.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº 74– 20 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: É com pesar que informo que faleceu o General Roberto de Pessoa, o criador do nosso paraquedismo  militar. Lutou na Segunda Guerra Mundial ao lado da 101 Airbone. Mais desses heróis brasileiros esquecidos. Uma pena. Que descanse em paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-5787424454821223396?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/5787424454821223396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/09/sigilos-e-violacoes-otan-no-atlantico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5787424454821223396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5787424454821223396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/09/sigilos-e-violacoes-otan-no-atlantico.html' title='Sigilos e Violações; A OTAN no Atlântico Sul; A Globalização e a China'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-2000335857514937690</id><published>2010-06-23T16:55:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T17:01:40.730-07:00</updated><title type='text'>Golfo do México, O “efeito” Marina, Jazidas no Afeganistão, Desmitificando a Economia, Observações de Rondônia, Desenvolvimento de motor, Uma verdadei</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Vazamento de petróleo da B. Petróleo no Golfo do México&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Neste caso há completo silêncio por parte das organizações que tentam impedir o progresso do nosso País em nome do ambientalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este silêncio das organizações ecologistas: Greenpeace, Nature Conservancy, Sierra Club e outras é perfeitamente compreensível; Não é do meio ambiente que elas cuidam, mas sim de evitar a concorrência . Agem como se fossem braços dos serviços secretos anglo-americano-holandês. E tudo indica que o vazamento é ainda pior do que o anunciado.&lt;br /&gt;Agora seria a hora de provarem seu próprio veneno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Maligno “Efeito Marina”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Já sabíamos que a candidatura Marina, além dos aplausos britânicos, influenciaria as outras em suas agendas atraso-ambientalistas. Agora, com o empate técnico das duas candidaturas principais, ela tende a ser o fiel da balança de um segundo turno, levando, para a coligação que escolher, sua agenda do atraso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Afganistão – Já sabiam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porta-voz do Pentágono, disse que uma força-tarefa estudando os recursos do país descobriu jazidas significativas de cobre, ferro, ouro, mercúrio, enxofre, cromo, talco-magnesita e carbonato de potássio, além da presença de fluorita, berílio e lítio, entre outros.&lt;br /&gt;Se não influenciou a invasão, certamente influenciará a permanência. Para nós é bom; Talvez os gringos se contentem em apoderar-se das jazidas daquela desditosa terra e se desinteressem de incentivar a independência das nossas reservas indígenas, igualmente prenhes de preciosas jazidas minerais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desmitificando a economia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todos temem a inflação, o mais injusto dos impostos. Os monetaristas, eles mesmo rentistas, sempre pensam em aumentar os juros – claro, pois enxugando o dinheiro circulante haverá menos compras e os preços tendem a baixar.&lt;br /&gt;Paralelamente a produção diminui; os custos aumentam, bem como o desemprego e a dívida do governo. O dinamismo acaba, pois os juros passam a ser a melhor e mais segura forma de ganhar dinheiro, portanto preferível a empreendedorismo; e isto quando não é orientação estrangeira.O correto, em princípio, seria desonerar a produção. Isto baixaria os preços. Como? Fácil. Há muitas maneiras. Uma delas é melhorar a infra-estrutura dos transportes. Outra é baixar os juros. Outra ainda seria dar créditos para aumentar a produção, e existem várias medidas mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observações de Rondônia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não há como refrear o entusiasmo pelas obras do PAC no rio Madeira, nem como não se indignar com a obstrução, das ONGs, dos movimentos pseudo-sociais e até de órgãos governamentais.&lt;br /&gt;Aproveitando-se de nossa conjuntura social ainda injusta e dos indispensáveis transtornos aos moradores das áreas a serem inundadas, esses órgãos tudo fazem para impedir ou ao menos retardar a construção das hidrelétricas, e ainda contam com o corpo-mole dos consórcios dominados por estrangeiros em resolver os problemas sociais realmente existentes. As vezes chego a pensar que tem interesse em que a construção seja paralisada para arrancar mais dinheiro do governo.&lt;br /&gt;Assinalo que, se realmente houver tal interesse, esse seria do consorcio representado pelo seu grupo de Relações Institucionais, e não da Cia construtora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esta senhora nos dá orgulho. Quanto ao ministro...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Verdadeira heroína, Clara Takaki Brandão criou a multimistura, composto de farelos de arroz e trigo, folha de mandioca e sementes de abóbora e gergelim, fórmula que, nas últimas três décadas, revolucionou o trabalho da Pastoral da Criança, reduzindo as taxas de mortalidade infantil no País e ajudando o Brasil a cumprir as Metas do Milênio. Recebi a informação que o ministro da Saúde mandou retirar a “multimistura” da merenda escolar, preferindo produtos industrializados menos eficientes e muito mais caros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As vezes uma multinacional traz o progresso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em meio à busca de combustíveis alternativos, o grupo Fiat desenvolve no País um motor para máquinas agrícolas movido a óleo vegetal puro, que poderá ser produzido nas próprias unidades rurais. Seu uso em substituição ao diesel convencional no motor desenvolvido representará múltiplas vantagens e chegará ao mercado no fim do ano que vem.&lt;br /&gt;O novo motor está em testes no câmpus do Inmetro, em Duque de Caxias (RJ), com a participação do grupo de engenharia automotiva  que produz os motores para o grupo Fiat no Brasil. A multinacional quer aumentar sua participação no mercado de máquinas agrícolas, especialmente as voltadas para pequenos agricultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo motor dispensará a compra de combustível, que poderá ser preparado pelo próprio agricultor com sementes oleaginosas, como soja e girassol, dendê etc. A produção caseira, livre de impostos, deve chegar a um custo final de R$ 0,70 por litro, cerca de 30% abaixo do biodiesel industrializado e ainda ser mais eficiente pois a própria parafina será usada como combustível. Assinale-se que quando Herr Diesel inventou seu famoso e eficiente motor, este era movido a óleo vegetal puro, no caso, de amendoim. Aos poucos, devido ao óleo (diesel) mineral ser mais fino é que os motores foram sendo adaptados para o uso do diesel de petróleo. &lt;br /&gt;Até hoje manipulávamos o óleo vegetal para adaptá-lo ao uso nos motores disponíveis. Agora estamos adaptando o motor ao combustível. (As informações são do jornal O Estado de S. Pa ulo, mas há muito preconizadas pelo Dr. Fendel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Incentivo à divisão étnica em escolas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Crianças de Escola Suíço-Brasileira fizeram lanche comunitário com alimentos ligados à cultura indígena. Cocares, chocalhos, sementes e cantos indígenas estão se misturando aos livros e cadernos dos alunos nas aulas. Não só naquela escola. Estão todos cumprindo a lei que exige o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena, Vivenciam o dia a dia dos índios com alimentos típicos. "Eles aprendem as formas de comer e de sentar dos indígenas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de cocares, chocalhos, cantos indígenas e forma de comer, os professores falam nas práticas de canibalismo das culturas indígenas? Será que contam que o direito de matar filhos pelos motivos mais fúteis, como os que nasceram com simples manchas na pele. Considera-se cultura a manter o enterrar vivos, afogar, enforcar ou cravar um galho na moleira dos bebês? Dizem os antropólogos e indigenistas que a tradição deve ser respeitada. Você acha mesmo que devem ser  mantidas estas práticas tradicionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala-se nos horrores da escravidão negra. Seria interessante saber se os professores contam aos alunos que Zumbi, elevado a herói da libertação dos negros, também tinha escravos. Se ensinam que quem os vendia eram os chefes tribais africanos também negros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os professores não ensinam estas verdades históricas, os estudos afros-indígenas ficam incompletos. Dos nossos heróis índios, Arariboia e Poti não se fala. Também não do nosso grande herói negro, o Henrique Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá lá que se aprenda como era a cultura original de grupos que formaram o povo brasileiro, mas que se ensine também nossa origem européia, e quem sabe a japonesa. (Há mais japoneses étnicos do que índios étnicos). A nossa organização social, nossas instituições e nossa cultura são predominantemente européias, mas o que interessa é a integração. Esse endeusamento das culturas mais bárbaras, ainda em estágio primitivo da civilização é um desserviço ao País.&lt;br /&gt;Damos graças a Deus pela nossa mestiçagem. Sem ela já estaríamos divididos em pedaços.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 65&lt;br /&gt;21 de junho de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-2000335857514937690?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/2000335857514937690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/06/golfo-do-mexico-o-efeito-marina-jazidas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/2000335857514937690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/2000335857514937690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/06/golfo-do-mexico-o-efeito-marina-jazidas.html' title='Golfo do México, O “efeito” Marina, Jazidas no Afeganistão, Desmitificando a Economia, Observações de Rondônia, Desenvolvimento de motor, Uma verdadei'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1235718928375119929</id><published>2010-06-08T19:40:00.001-07:00</published><updated>2010-06-08T19:47:40.691-07:00</updated><title type='text'>Dinheiro externo, Índios e Direitos Humanos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A falácia dos empréstimos externos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando um governo precisa de dinheiro – seja para uma obra que trará desenvolvimento, seja para fazer assistência social, para se reeleger ou mesmo para roubar, ele tem três opções primárias: imprimir moeda, aumentar impostos ou pedir emprestado. Se imprimir, todo mundo sabe, haverá inflação de demanda, pois circulará mais dinheiro do que bens. Aumentar os impostos – a partir de certo ponto a arrecadação baixa. A teoria é simples: sendo 0% o imposto, a arrecadação será zero. Sendo 100% a arrecadação também será zero, pois nada compensaria. Entre 0% e 100% de imposto, a arrecadação subiria no início e depois declinaria novamente até o zero, ao atingir o imposto 100%. Os economistas chamam esta trajetória de “curva de Lafer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior opção é pedir emprestado do exterior. O dinheiro que chega, ao circular, cria a mesma inflação da demanda como se tivesse sido impresso no país, que ainda fica amarrado aos juros, quase sempre impagáveis, principalmente quando o empréstimo tenha sido para algo que não cria novas riquezas, que não dá dividendos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez endividados, os países têm três opções: dar um calote tornando-se um pária; imprimir dinheiro criando inflação ou aumentar impostos, que tende a diminuir a arrecadação. Isto se chama “circulo vicioso”. Claro, sempre será possível por a casa em ordem, com reformas corretas e investimentos produtivos, mesmo a custa de inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso caso, o próximo governo precisará diminuir a carga tributária, que deve ter ultrapassado o apogeu da curva (embora seja admissível o aumento em impostos seletivos como de importação de manufaturas e de exportação de comodities in natura); flexibilizar o mercado de trabalho e investir em infra-instrutora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Infra-estrutura e o Meio Ambiente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Observaram que o Greenpeace não se manifestou sobre o desastre ecológico no Golfo do México? Ah, a empresa é britânica. No Brasil já se manifestou sobre os perigos do pré sal. Quando houve um vazamento na ref. Duque de Caxias, fez um escarcéu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grupo “Pensar”, uma sociedade informal cujo propósito é analisar o custo e o benefício das decisões tomadas e das não tomadas, concluiu que o alto custo dos transportes é uma barreira que prejudica o crescimento é que afeta toda a produtividade de toda a economia.  Na semana passada, no Rio de Janeiro, economistas de várias nacionalidades, chegaram mesma conclusão. ELEMENTAR! Até um analfabeto também concluiria o mesmo, se estivesse levando uma carga de soja pelas BR 319 ou 164, que poupariam dezenas de dólares por tonelada, só no frete, se o Ibama não impedisse o asfaltamento de trechos degradados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poder-se-ia concluir que a causa primária da deficiência da infra-estrutura é o ambientalismo exacerbado, mas não seria a verdade. O ambientalismo é apenas um meio. Se sincero fosse, cuidaria primeiro dos esgotos; provocaria coleta seletiva do lixo; equacionaria os “lixões”; incentivaria a construção de biodigestores, de biocombustíveis e de usinas de energia renovável, como as hidrelétricas, que as ONGs tanto combatem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto se insere em um processo mais amplo de se apropriar dos recursos naturais, o que ainda não foi bem compreendido pelo atual governo e não sabemos como será o próximo, mas o início da reação foi soco na mesa do presidente ao defenestrar sua então querida ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, que impedia a construção das usinas hidrelétricas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) em defesa dos “pobres bagres”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem está em campo sabe que os “defensores da natureza”, recebem fundos de outras nações e arrecadam muito dinheiro até do governo para atuar contra o País. As ONGs exploram a debilidade institucional e política de uma nação que tardiamente está driblando as suas contradições e avançando no caminho do desenvolvimento. Trava-se agora uma batalha no Congresso entre representantes do ambientalismo internacional e  nacionalistas envolvendo uma modificação em regra do caduco Código Florestal e da restritiva legislação ambiental vigente no país. Desta batalha dependerá o progresso ou o atraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEM MAIS COMENTÁRIOS. O Ibama, até pouco tempo controlado por Marina Silva está sempre emperrando e obstaculizando qualquer projeto e programa de desenvolvimento  energético, industrial e de transportes no País.  Não é do meio ambiente que o Ibama cuida. Amarrar o Brasil é o verdadeiro objetivo.  Para o bem do Brasil, terá que ser neutralizado  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Armas nucleares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A hipocrisia  impera nos argumentos dos países detentores da bomba. Algumas nações possuidoras, como EUA, Rússia, Reino Unido etc. pretendem que o mundo seja dividido desta forma. Quem tem, continua tendo e até aumenta seu arsenal. Quem ainda não possui, está proibido de ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só a dissuasão impede o exercício da violência dos ambiciosos. As motivações para a guerra do Iraque podem ter sido a conversão das reservas iraquianas de dólar para euro e o controle da segunda maior reserva mundial petrolífera, mas ele só foi atacado por não possuir armas de destruição em massa, mesmo que sua “posse” tenha sido usada como pretexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nos interessa não é o programa do Iraque nem do Irã, mas o nosso. Com perseverança e persistência por décadas, houve brasileiros que se mantiveram firmes nos propósitos de independência nuclear apesar, das dificuldades, das tentativas de sabotagens e das manobras, comuns na América do Sul, de tentarem – e, às vezes, até conseguirem – colocar e tirar governantes do poder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem nenhuma conotação político-partidária - a política nuclear brasileira está correta. O Brasil tem matéria-prima nuclear e tecnologia, não há como submetê-lo aos caprichos do mercado internacional – desleal e sorrateiro e tirânico: escondendo-se atrás do ideal do desarmamento nuclear (dos outros), bloqueiam até o desenvolvimento da energia nuclear pacífica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para não passar em branco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mundo discute a interceptação de navios por Israel em águas internacionais.&lt;br /&gt;Ninguém que tenha coração deixa de se emocionar com o drama dos palestinos. Ninguém que tenha cérebro deixa de reconhecer o direito de auto defesa de Israel. Todos têm suas razões. Podemos até censurar determinados atos, mas nunca tomar partido. Já temos bastantes problemas internos de difícil solução e não é bom bancar a polícia do mundo. Bem, o que torna intolerável é a ironia feita por uma TV israelense mesmo que o (nosso) presidente tenha errado na atitude. Assim cria má vontade até onde não tinha. Enfim, não foi ato do gov. de Israel, foi apenas de uma TV, eu acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 64 –  12 de junho de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs:Para os interessados em se informar sobre o clube de Bilderberg recomendo: &lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=V5dRztisdbI&amp;feature=player_embedded&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-1235718928375119929?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/1235718928375119929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/06/dinheiro-externo-indios-e-direitos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1235718928375119929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1235718928375119929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/06/dinheiro-externo-indios-e-direitos.html' title='Dinheiro externo, Índios e Direitos Humanos'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3205861058760934664</id><published>2010-05-27T17:05:00.000-07:00</published><updated>2010-05-27T17:06:25.083-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3205861058760934664?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3205861058760934664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/05/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3205861058760934664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3205861058760934664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/05/blog-post.html' title=''/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-5105443033121121120</id><published>2010-05-12T11:26:00.000-07:00</published><updated>2010-05-12T11:34:03.300-07:00</updated><title type='text'>Economia, Política, Desarmamento, Crise</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Comércio mundial de celulose, MST e candidatos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A produção mundial de celulose arranha 200 milhões de toneladas. Estados Unidos e Canadá respondem por 52% do total; a Noruega exporta cerca de 90% de sua produção; a Indonésia é o principal exportador da Ásia. Nossa crescente indústria da celulose representa de 5% de nosso PIB já criando dois milhões de empregos. Fácil perceber porque representantes do Canadá, Noruega e Indonésia, coordenaram a depredação dos nossos laboratórios de eucaliptos pelo MST. Cartéis do papel disfarçados de instituições pseudo-católicas - Misereor e Caritas, entre outras - vêm financiando o MST para destruir não somente a concorrência madeireira como a toda estrutura agrária do País. Como aqui uma árvore cresce muitas vezes mais rápido do que na naquelas terras, tentam impedir a utilização das nossa s florestas ... para não serem alijados do mercado.. A tática foi inventar a falácia aquecimentista, demonizar as hidroelétricas, criar mentiras e tornar intocáveis as “sagradas” árvores nativas, mesmo as que não servem para nada, ao mesmo tempo que impedem o plantio de árvores exóticas. Para isto contam com os ambientalistas e com o MST &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O governo e o MST também tem sido aliados, pelo menos até agora.  Se para o general Félix, do GSI as violências são apenas um "excesso", o Incra, o Ibama e a Funai apóiam descaradamente o MST mesmo que por isto sejam recriminados pela população rural. Há tempo que o MST perdeu a simpatia que tinha dos românticos intelectuais urbanos. Hoje não soma mais votos. Ao contrário, só cria rejeição a quem o apoiar, ou se apoiar nele. Curiosamente, a candidata do governo se posicionou contra as invasões. Verdade ou cartada eleitora? – Não sei. O PV naturalmente estará com o MST, mesmo se proclamando contra a violência. O candidato do PSDB ainda não se posicionou; ou está analisando a vantagem eleitoral ou sua veia esquerdista ainda é mais forte do que a do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante, no caso, é verificarmos a posição de cada candidato e a credibilidade que nos merece, para, caso tenhamos de fazer a “escolha de Sofia” conhecermos o terreno onde pisamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desarmamento (das pessoas de bem)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ONG “Sou da paz”, financiada pela Fundação Ford e pelo governo federal para promover o desarmamento civil no Brasil, agora foca os colecionadores, atiradores e caçadores registrados no Exército. Não busca o desarmamento dos criminosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alvo certo; munição errada. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Está na moda entre meus amigos o ironizar O Lula. O governo Lula tem mesmo graves falhas, sendo que algumas delas o desqualificam até como brasileiro. Dou como exemplo o provocar a divisão do nosso povo em etnias hostis, e dentro deste quadro a entrega da Raposa-Serra do Sol às ONGs de inspiração estrangeira. Entretanto observo decepcionado que quase não são estes temas os abordados nas ironias ou nas reclamações, mas exatamente os (raros) em que poderíamos aplaudir a independência e a coragem do atual governante. Por exemplo: reclamam de que o Brasil se posicionou contra sanções ao Irã. No País e na comunidade internacional há críticas intensas. No estrangeiro claro, não é do interesse deles. Se apoiarmos as sanções isto vai se virar contra o nosso desenvolvimento nuclear. A pretensão de se tornar uma potência mundial começa pela capacidade atômica. Se o assimétrico TNP se não for denunciado e repudiado nos colocará em eterna dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analistas de vários países inclusive do Brasil tem apostado que acontecerá uma guerra de dimensões preocupantes que o será para os próximos anos. Só estará livre da ameaça nuclear quem tiver capacidade de retaliação. Se a guerra é horrível, quando em nosso território é pavorosa. Vamos primeiro cuidar da segurança do nosso País. Depois podemos combater o mau governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nas garras da “Justiça”&lt;/strong&gt;No "julgamento da anistia", o ódio transpira das palavras do Ayres de Brito. Ele e o Lewandovsky, que votaram contra a anistia, foram os mesmos que se empenharam de corpo e alma para entregar a “Raposa” às ONGs. Qual a maligna ideologia que os move?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se construir uma usina hidrelétrica consomem-se anos de custosas disputas judiciais, por sucessivos laudos que se opõem. É necessário pedir a anuência de cada índio que não usa luz nem paga impostos, ou de cada ONG cujos dirigentes vivem em outros países. O Ministério Público sistematicamente toma o partido do grupo que procura impedir o progresso e os executores e o próprio empreendimento passarão toda a vida ameaçados por ações judiciais. É hora de reagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma luz no fim do túnel&lt;/strong&gt;O ex-presidente do STF, Gilmar Mendes, apontou que, em casos como Belo Monte, o Ministério Público precisa ter o cuidado para não servir somente aos interesses de ONGs. Disse ele: “ É comum que ONGs façam cooptação do MP para as suas teses. Muitas vezes elas podem estar sendo financiadas por empresas internacionais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que tudo indica, pela gritaria que se vê, alguns grupos ditos defensores da Floresta (Osmarina Silva, Al Gore, Príncipe Charles, artistas gays, políticos ambiciosos, que comandam a política imperial dos denominados países do primeiro mundo (EUA, Inglaterra, Holanda etc.), e seus braços operacionais ( MAB, MST, ONGs etc.) bem como os pequenos grupos de índios colocados por eles sobre locais que serão inundados pelas barragens tiveram um revés inesperado com a realização do leilão para a o início das obras de construção da Hidrelétrica do Xingu. Pelos menos, por enquanto, alguma coisa está sendo feita em atenção aos interesses nacionais imediatos e urgentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Crise e o Santander&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Observadores apontam a Espanha como epicentro do colapso da união monetária européia, previsível para este ano e já desencadeado com a bancarrota da Grécia, a qual conduzirá às da Itália, Espanha, Portugal e Irlanda. O conjunto envolve quantia equivalente a US$ 2 trilhões, mais que o triplo que precipitou o colapso financeiro em Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Santander é o banco com maiores problemas da Espanha, mas é controlado pelo Bank of Scotland, associado a família real britânica, a mesma que procura separar do território brasileiro as zonas mais ricas em minérios do mundo a pretexto de serem áreas indígenas. É o Santander, que paga as palestras de FHC aqui e no exterior, foi o beneficiário da privatização que transferiu a propriedade do BANESPA, o maior banco estadual do mundo, àquele braço da oligarquia financeira mundial.,&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Campanha do “não reeleja ninguém”  - É bom reeleger alguns: entre eles o Bolsonaro, o Mozarildo e o Aldo Rebelo. GF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentário 62 - 10 de maio de 2010 &lt;br /&gt;Gélio Frgapani&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-5105443033121121120?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/5105443033121121120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/05/economia-politica-desarmamento-crise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5105443033121121120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5105443033121121120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/05/economia-politica-desarmamento-crise.html' title='Economia, Política, Desarmamento, Crise'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-2699977546711122830</id><published>2010-03-08T16:10:00.001-08:00</published><updated>2010-03-08T16:14:03.826-08:00</updated><title type='text'>Assuntos econômicos, Política externa e Ensaio de Futurologia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Assuntos Econômicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mesmo durante a fase aguda da crise econômica o nosso País se manteve melhor do que os outros, graças a abundância de nossos recursos naturais e a política de assistência social do governo, que sustentou o comércio no momento mais agudo Entretanto essa política teria que ser temporária, pois não há economia que possa agüentá-la por longo prazo, sem uma receita extra de petróleo ou por outra dádiva natural. O sócioambientalismo e os movimentos dito sociais não haviam conseguido impedir o avanço do agronegócio, que sustentou as contas do País, mas conseguiram freá-lo. Retardaram por quatro anos a construção de novas hidrelétricas, cuja licença para construção só foi obtida após uma verdadeira batalha do governo e da sociedade contra o socioambientalismo retrógrado, bem como a construção de novas estradas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a conta começa a ser cobrada; a industria transfere diversas fábricas para a China. Empresas estrangeiras e mesmo as nacionais estão deixando de produzir no Brasil, como forma de driblar os aumentos nos custos de produção Tal situação é fruto da política econômica do governo Lula, encabeçada pelo Banco Central e marcada pelo receituário vigente desde o governo FHC, que mantêm o real num patamar de apreciação acima do que a economia brasileira pode suportar. Felizmente o governo parou de apoiar o ambientalismo irreal, mas já perdeu muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo na improvável hipótese de não haver problemas externos, a nossa economia tende a deteriorar em função da assistência social distorcida, impossível de manter (bolsa família, bolsa educação, bolsa cultura, bolsa reclusão etc), das indenizações milionárias a antigos terroristas, das benesses a outros povos e perdão de dívidas. Entretanto a turbulência principal está se formando fora do Brasil com o desdobramento da crise econômica mundial.  Os Estados Unidos, está tentando resolvê-la com a emissão de dólares sem lastro, que inevitavelmente perderão o valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quase todos os países do mundo têm suas reservas em dólares. A China tem  trilhões de reservas em títulos do tesouro americano. O Brasil tem 200 bilhões de reservas em dólares. Assim acontece com muitos outros países. Só que os dólares não tem lastro. Uma das consequências para esses países será a desvalorização brutal dessas reservas, com prejuízos incalculáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as nações que planejam tomam suas providências; A China procura se desfazer dos dólares (só em dezembro vendeu 34,2 bilhões de títulos do Tesouro dos EUA); a Europa, mesmo com o Euro em crise, não mais vende em dólares; os árabes cogitam de criar nova moeda internacional equivalente a um barril de petróleo. Em suma, todos querem comprar em dólares para se livrar deles; só os tontos concordam em vender nessa moeda. Enquanto isto nós seguimos tolamente acumulando reservas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil prever que os EUA tentarão levar de volta suas fábricas  (A Caterpillar já está transferindo linhas de produção do Brasil para os EUA); o difícil é prever como eles pretendem conseguir petróleo e matérias primas depois do calote, quando a moeda deles não mais for aceita. Aí o perigo da aliança deles com as novas “nações” indígenas que eles fomentam. Os estrategistas que não cogitarem desta hipótese não são dignos desse nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que as previsíveis pressões nos encontrarão divididos em partidos irreconciliáveis.    Ainda está em tempo de despertar!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boas notícias:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 - Nossa dependência de importação de fertilizantes inicia a ser equacionada. Importando 90% da demanda a um preço de U$ 3,8 bi só em potássio, qualquer encrenca poderia levar nossa agricultura ao colapso (e com ele a nossa economia). A VALE explora uma pequena jazida em Sergipe, mas investe apenas no exterior (Canadá). Agora a Petrobrás entrará no jogo explorando uma grande jazida na confluência do Madeira com o Amazonas.  Saudamos esta decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – A superação dos ridículos entraves ambientais à construção de hidrelétricas, permitirá o progresso. Quando começarmos a construí-las também nos rios da margem esquerda do Amazonas, muito mais encachoeirados, teremos toda eletricidade que quisermos, a baixo preço. Necessitamos apenas ficar alertas contra a nova manobra ambientalista: como não mais conseguem impedir a construção de hidrelétricas, exigem que estas sejam a “fio d’água”, ou seja, sem barragens. Para proteger os bagres impedem os reservatórios da água, a forma mais barata de acumular energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar que os verdes não se interessam por corrigir esgotos, muito menos pela ecológica solução dos biodigestores. Antes de ter um problema ecológico, o Brasil tem um problema sanitário; nossa verdadeira tragédia ambiental é o fato de que 50% da população não dispõe de rede de esgotos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nossa política externa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cuba - Fidel afirma que nunca mandou matar ou torturar um inimigo político. Deve estar com Alzheimer. “Nosso” líder ouve sem contestar. A cultura dele já melhorou, mas falta estudar História. Bem merece o apelido de apedeuta. Se quisesse aliviar a barra de seu amigo poderia ter dito que também houve tortura em Guantánamo, mas aceitar que não houve “paredon” em Cuba...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vizinhos Próximos - A política externa brasileira acovarda-se em relação a Bolívia e Paraguai, intromete-se com os problemas internos da pequena Honduras e distribui benesses sem olhar as necessidades do seu próprio povo. Agora quer construir hidrelétrica juntamente com o Peru. Não aprendemos com Itaipu, que poderíamos ter construído em Sete Quedas, totalmente em território nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irã - Paradoxalmente, a Política externa recebe censuras na parte em que poderia se orgulhar: o enfrentamento das pressões norte-americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se concordassemos com as sanções ou mesmo com o ataque ao Irã por causa do desenvolvimento nuclear estariamos avalizando o apartheid tecnológico e não teriamos argumentos para nosso próprio desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ensaio de Futurologia&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;(apenas um cenário possível para quando o dólar perder o valor)&lt;br /&gt;Um pouco antes, Israel bombardeará o Irã para evitar que desenvolva a bomba atômica. Isto é compreensível, apesar de eles terem desenvolvido a deles, (devido as declarações do Ahmadinejad que seu objetivo é destruir Israel, não lhes resta outro recurso senão atacar primeiro). É claro que, sem a produção iraniana, faltará petróleo. Será o sinal para a perda de valor de todos os dólares fora dos EUA e o petróleo terá que ser obtido pela força ou chantagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí em diante se precipitarão os acontecimentos: Serão intensificadas as pressões norte-americanas no Oriente Médio. Previsível um avanço colombiano (por procuração) sobre o petróleo da Venezuela. A China avançará sobre Taiwan e sobre as terras férteis do Sudeste Asiático. Em todo o m undo haverá guerras e genocídios. O nosso País estará dividido e talvez em guerra civil, e sob pressão concederá independência aos territórios indígenas, que suprirão aos EUA as matérias primas que lhes faltam.&lt;br /&gt;Não gostou? – Faça alguma coisa para evitar a divisão da Pátria.   &lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 60 –  10 de março de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-2699977546711122830?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/2699977546711122830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/03/assuntos-economicos-politica-externa-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/2699977546711122830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/2699977546711122830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/03/assuntos-economicos-politica-externa-e.html' title='Assuntos econômicos, Política externa e Ensaio de Futurologia'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-8352980030741420302</id><published>2010-02-21T15:29:00.001-08:00</published><updated>2010-02-21T15:34:21.974-08:00</updated><title type='text'>Notícias Nacionais e Notícias Mundiais</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Em Rota de Colisão&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Divergências irredutíveis entre forças reativas levam ao conflito. Atualmente se acirram-se as divergências entre MST e proprietários rurais, tendendo os esquerdistas, indianistas, ambientalistas e ONGs estrangeiras a agregarem-se aos primeiros enquanto os conservadores, os industriais e os nacionalistas tendem a apoiar os segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já vi este filme. Sei como começa, mas ninguém sabe como terminará, pois novos dados foram incluídos no roteiro, tal como a pressão estrangeira pelos nossos recursos naturais, a ser exercida assim que estivermos divididos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento profundamente essa divisão, pois apesar da minha aversão ao comunismo preferiria o Aldo Rabelo a qualquer político anticomunista que não pense na Pátria. Contudo estou convencido que MST, os indianistas e os ecoxiitas implodirão o nosso Brasil, se tiverem oportunidade. Fica uma opinião pessoal quanto ao desfecho final, baseado em longa observação: apenas os que põem o País acima de tudo são capazes de lutar com eficiência, e estes concentram-se principalmente nas Forças Armadas. Seus opositores também são capazes de matar, mas quando arriscados a morrer, correm como galinhas assustadas, sacrificando seus seguidores para salvar a própria vida.&lt;br /&gt;Gente assim pode até ganhar eleições, mas não batalhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Declarações de generais – como o Exército as encara&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As declarações do gen. Maynard sobre a comissão da “verdade” correspondem ao pensamento consensual no Exército O correto seria tratá-las também como denúncias de um membro do Alto Comando e gerar uma investigação sobre o que a denuncia contém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a declaração do gen. Cerqueira, há que reconhecer que é sociologicamente correta; a nossa tropa ainda não aceita a chefia nem de quem parece homossexual, mesmo sem ser. Em outras culturas pode ter havido bons combatentes com essa orientação (dizem que o Zumbi era um deles), mas na nossa cultura não cola. Por muito tempo ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Povos “indígenas” ressurgidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estimulada pela Greenpeace e outras, a FUNAI estuda classificar aldeias comuns como “povos ressurgidos”. Para a criação dos “novos” índios usa-se o argumento falacioso de que o índio é um fator de preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrás das grandes vantagens de “serem índios” varias pequenas comunidades de ribeirinhos assumiram a nova identidade depois que antropólogos da FUNAI, o Sindicato dos trabalhadores rurais de Santarém e integran tes do Greenpeace apareceram na região. O grupo quer abocanhar uma área de terras maior do que muitos municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amazônia e a energia elétrica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Região Amazônica também é fundamental para garantir energia elétrica limpa e barata. As hidrelétricas do Madeira e do Xingu são indispensáveis para manter o desenvolvimento.  A cheia no Rio Xingu compensará a baixa no Sudeste, pois nos rios da Região Sudeste e no São Francisco - onde ainda se localizam as principais hidrelétricas do país — os meses de maior vazão são fevereiro e março, já no Xingu, o volume de água cresce nos meses de abril e maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criminosa suspensão da construção de hidrelétricas no governo FHC visou favorecer as negociatas de seus apaniguados com as termelétricas e importação de gás boliviano. Todos sabem no que deu. Nos primeiros anos o governo Lula seguiu a linha FHC, provavelmente por pressão dos grupos ambientalistas liderados pela ministra do atraso, a Marina Silva, até que no final criou coragem e forçou a barra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ONGs se mobilizam para retardar a construção do Jirau no Rio Madeira e evitar a de Belo Monte, no Rio Xingu. As alternativas são as térmicas a óleo. Foi com o atraso na construção das usinas do Madeira e do Xingu que tivemos o apagão, e com isto, malandramente, verdadeiros traidores conseguiram impor o que queriam.  Se Belo Monte continuar atrasando, vão entrar mais térmicas a óleo, ou então vamos conviver com dificuldades de racionamento como convivem hoje os países vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Decreto da discórdia&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Em lugar dos três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário, o Executivo legisla por decretos e medidas provisórias; o Legislativo julga por CPIs; e o Judiciário governa com liminares. Isto até funciona, quando encontra apoio ou ao menos indiferença da sociedade. O Decreto presidencial do Programa Nacional de Direitos Humanos suscitou reações de todos os setores da sociedade, desde militares à Igreja, desde imprensa aos advogados. O decreto contrariou a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse um decreto desejado pela sociedade como um pacote de medidas para conter a violência, enfrentar a difusão da droga e acabar com a corrupção, se visasse a reconciliação da sociedade brasileira, superando os conflitos, o desenvolvimento e a criação de empregos teria colhido uma aprovação praticamente unânime da sociedade, esmo com a distorção do processo.&lt;br /&gt;Como está só criará discórdia e, não duvido, poderá ser a causa da derrota do PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notícia nacional - O PT radicaliza e afasta parceiros&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Os participantes do 4º Congresso Nacional do PT aprovaram o texto final das diretrizes do programa de governo da pré-candidata Dilma Rousseff na eleição presidencial deste ano com um viés mais esquerdista e radical em relação ao texto base da Executiva Nacional. Aprovaram por unanimidade, uma moção de apoio incondicional do PT ao projeto do governo que trata do Programa Nacional de Direitos Humanos 3. Se o tentarem implementar, nada os livrará de nova revolução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notícia mundial – indícios de débâcle do dólar e do euro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A China deu ordem para que seus agentes se livrassem de títulos não  diretamente garantidos pelo governo americano.  Isso tem terríveis implicações sobre enormes volumes de papeis meramente garantidos pelos Estados, principalmente a Califórnia.  Somado à crise sem solução do Euro, isto fortalece a perspectiva de nova moeda de aceitação internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notícia mundial – Haiti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitos tem me perguntado de que se trata o projeto Haarp,e se merece fé. A resposta: pretensamente se trata de uma tecnologia capaz de provocar terremotos, naturalmente, onde houver falhas tectônicas. Merece fé? - Não sei, mas admito a possibilidade.  Ao mesmo tempo surgem notícias de que o Haiti era usado para treinar terroristas e que a reação norte-americana (terremoto e tropa) se destinou a neutralizar a ameaça. Isto merece credibilidade? – Para mim, até agora não.&lt;br /&gt;Deus guarde a todos vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 59&lt;br /&gt;20 de fevereiro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-8352980030741420302?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/8352980030741420302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/02/noticias-nacionais-e-noticias-mundiais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/8352980030741420302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/8352980030741420302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/02/noticias-nacionais-e-noticias-mundiais.html' title='Notícias Nacionais e Notícias Mundiais'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-5763464739631367822</id><published>2010-01-27T12:57:00.001-08:00</published><updated>2010-01-27T13:03:07.684-08:00</updated><title type='text'>Hipocrisia Anglo-Saxônica, Índios e Direitos Humanos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Façam o que eu digo, não o que eu faço&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para a Inglaterra a floresta amazônica é intocável. A  Guiana cedeu a sua para  fins de pesquisa sobre o aquecimento global, administrada pela Inglaterra que vem trabalhando para explorá-la. Ganha  dinheiro com extração de madeira, venda de produtos florestais, como mel e óleos, e bioprospecção. Em 2008, a floresta teve seu primeiro superávit, com receita de US$ 2,4 milhões e lucro de US$ 800 mil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EUA- parceria a evitar. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Notícia em primeira mão do Coturno Noturno, dia 11. &lt;br /&gt;Está batido o martelo pelo Pentágono. A indústria aeronáutica americana não fornecerá mais os componentes do Super Tucano, caso o caça comprado por Lula seja o Rafale. Guerra é guerra. Não dá para preferir tecnologia americana, mesmo que seja a melhor e a mais barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;País de todos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Índio tem direito de se apossar de milhares de hectares de terras, em dimensões de um Estado, sob a falaciosa argumentação de que o país pertenceu a eles. Para nós sobram os deveres e  impostos e vem demagogos dizer que quem é dono do país é o índio e não todos. Seremos os não-índios estrangeiros na nossa Pátria, condenados a pagar impostos para manter o estilo de vida de uma “raça” dominadora? &lt;br /&gt;Índio nenhum é mais brasileiro do que nós e nem tem mais direitos do que eu e você.  Chegará um instante que não mais aceitaremos uma coisa desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se fosse só isto...&lt;/strong&gt;ONGs estrangeiras tem enviado índios brasileiros para cursar universidades na França, Suíça e Inglaterra, em cursos de Administração Pública, Direito e Relações Internacionais, e apresentá-los regularmente em programas de TV europeus, no qual simplesmente difamam o Estado brasileiro e nosso povo (EuroVision TV em 23/06/2004; CNN Espanhol em 12/02/2005; Deutsch Welle em 21/03/2006). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todos os índios da Amazônia foram reunidos pelas ONG sobre as maiores jazidas minerais. Povos que nunca se deram bem foram juntados quase que na marra, sobre enormes jazidas de ouro e de estanho pela ONG Surviving international, do príncipe Phillip.   O pior foi termos assinado a Convenção dos Direitos dos Povos Indígenas, que virtualmente os aceita como nações independentes. É hora de despertar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Unidade nacional e os símbolos da fé&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São fatores de unidade nacional a língua, os costumes uma etnia, história e religião comuns Temos a nosso favor a língua e a história e até pouco tempo tínhamos a religião. Ela forneceu o arcabouço moral para a vitória contra os holandeses e franceses na época colonial. Os bandeirantes seguiam o pavilhão da Ordem de Cristo, a mais legítima herdeira dos templários. Mesmo na guerra do Paraguai, a mesma cruz no lábaro imperial e nas moedas o lema: “In Hoc Signo Vinces”, em tudo lembrava o espírito de Cruzada pela Terra de Santa Cruz. Ainda hoje as raízes cristãs formam um elo de união entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser paranóia, mas vejo a criação de mecanismos para impedir os símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União como mais uma manobra para quebrar os elos da unidade nacional, bem como as escolas em língua indígena e a distorção ostensiva da História Pátria. O PNDH3 prevê também a diversidade e religiosa com destaque para as religiões africanas. Acho que sei o porquê do destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A união faz a força, e a força o triunfo. A desunião só traz desgraças.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Todo geopolítico e a maioria dos homens cultos leram atentamente “A decadencia e a queda do império Romano”, de Gibbons. Quem se aprofundou nesses assuntos certamente verificou que as grandes nações, quando se esboroaram, sempre estavam desunidas por irredutíveis antagonismos internos. A desunião, na ausência de um líder aglutinador consegue dividir as nações mesmo sem revoluções. Também acontece se dividirem após guerras externas mal sucedidas, mesmo assim a desunião interna costuma ser a causa principal do insucesso bélico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa atual desunião preocupa; estamos cheios de antagonismos artificialmente criados. O próximo governo promete ser de uma partidária radical e vingativa que tenderia a espicaçar os adversários de ontem até forçá-los a reagir. Jamais aglutinaria ou pacificaria. A candidatura alternativa talvez ainda seja pior.  A divisão interna facilitará a cobiça internacional por nossos recursos naturais, o que pode nos trazer a guerra. E desunidos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderemos resistir a tudo, se tivermos união, mas não temos, no momento. Quais as causas? Quem está provocando isto, e por quê? Como podemos evitar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com pensamento científico procuro me abstrair de minha formação militar para analisar com isenção, e mesmo assim só consigo atribuir a desunião aos aloprados dos direitos humanos, aos ecoxiitas e ao Conselho Indigenista Missionário, que renega a fé e a Pátria ao estimular as bárbaras usanças das primitivas religiões e a criação de quistos inassimiláveis entre os indígenas. Eles terão que ser parados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom seria que nossas divergências não chegassem às vias de fato, mas é difícil chegar a um acordo quando o outro insiste em puxar briga.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direitos humanos – o feitiço atingirá também ao feiticeiro&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; A diplomacia dos "direitos humanos" foi criada pelos EUA, âmbito da guerra fria aproveitando os terríveis crimes usuais nos regimes comunistas. Tudo bem, era uma guerra psicológica, mas a causa era justa. Foi bem sucedida; significativo numero de pessoas se afastaram enojados dos regimes que tão friamente haviam praticado verdadeiros genocídios... como se os EUA não tivesse nenhuma culpa nos cartórios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certo momento o presd. Carter usou os “direitos humanos” em apoio aberto aos movimentos de oposição ao regime militar brasileiro, a aquela altura já desinteressante para os interesses norte-americanos, aproveitando-se das redes da Teologia da Libertação, dos grupos radicais do PT e do núcleo de intelectuais ligados a Fundação Ford, como o ex-presidente FHC, membro fundador do Diálogo Interamericano e responsável pelos dois primeiros programas nacionais de direitos humanos, dos quais o atual é uma mera continuidade pouco diferenciada. Conseguiram golpear duramente a união entre os brasileiros, mas isto também está virando contra eles mesmos. Os antigos assassinos comunistas estão descobrindo e aproveitando as vulnerabilidades americanas, a partir de Guantánamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estrategicamente, e o Haiti?&lt;/strong&gt;Não sei, ainda não há confirmação do que querem os EUA e mesmo o nosso governo. De confirmado só o terremoto e nossos mortos.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº 57 –  25 de janeiro de 2010&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-5763464739631367822?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/5763464739631367822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/01/hipocrisia-anglo-saxonica-indios-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5763464739631367822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/5763464739631367822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2010/01/hipocrisia-anglo-saxonica-indios-e.html' title='Hipocrisia Anglo-Saxônica, Índios e Direitos Humanos'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3913170345528521217</id><published>2009-12-28T04:30:00.000-08:00</published><updated>2009-12-28T04:40:02.094-08:00</updated><title type='text'>Relações  Internacionais, Meio Ambiente</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Viagens aos EUA ??!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Corte Federal dos EUA teria dado às suas autoridades alfandegárias o direito de analisar e copiar informações armazenadas em computadores portáteis de todos que cruzam as fronteiras do país. Com a nova lei, fotos, textos, e-mails, planilhas financeiras e todo o tipo de documento guardado nos hard-drives de laptops e outros gadgets - como telefones celulares, Blackberries e iPods perderam o caráter de propriedade pessoal.  Confisco arbitrário -  A memória de computadores portáteis agora poderá ser vasculhada nos aeroportos e portos do país norte-americano e, mesmo sem prova de qualquer delito, os oficiais de aduana têm respaldo legal para confiscar os equipamentos e nunca mais devolvê-los.&lt;br /&gt;Se você não gosta de ser humilhado pense se sua viagem é mesmo necessária  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Recebemos uma mensagem clara dos EUA: o Brasil “não precisa” ampliar o seu programa de enriquecimento de urânio e deve “dar um exemplo”, assinando os Protocolos Adicionais do TNP, (que criam ainda mais restrições aos desarmados). Em troca, propõem um “banco internacional de urânio enriquecido” que se encarregaria do enriquecimento de urânio e a distribuição do combustível para os reatores nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Defesa, Nelson Jobim afirma que o Brasil não irá assinar qualquer protocolo adicional ao TNP, cedendo a pressões externas. - “É uma decisão da Estratégia Nacional de Defesa. Não assinaremos nenhum protocolo adicional ao TNP”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem! Nós não havíamos mesmo assinado o TNP até o internacionalista FHC resolver atender seus patrões. Segundo o assimétrico tratado, os países não possuidores de artefatos nucleares abririam mão de fabricá-los e as “potências atômicas” procederiam a um desarmamento acelerado, o que nunca ocorreu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento nuclear envolve muita coisa além das bombas, mas a idéia de quem tem é monopolizar o conhecimento. Sob o pretexto da não-proliferação, o esquema consolidaria o regime de “apartheid tecnológico”, o objetivo estratégico do Establishment anglo-americano. E não é só anglo-americano. Está na hora de denunciarmos todos os tratados sem contrapartida que nos forem prejudiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Correram rumores que o min. Ayres de Brito teria votado contrariamente à extradição do Battisti por ser amigo do advogado do bandido. Ainda que esses rumores não sejam confirmados, a atuação do ministro no julgamento da Raposa-Serra do Sol dá margem a qualquer interpretação sobre suas motivações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indianismo e ambientalismo prejudiciais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maldito Conselho Indígena – é o que se ouve em Roraima depois do anuncio dos cortes da eletricidade venezuelana. O Conselho Indígena de Roraima (CIR) impediu a construção de hidrelétrica no rio Cotingo, que forneceria luz até para Manaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empenho britânico em manter as florestas tropicais tem objetivo claro: obstaculizar o desenvolvimento, mantendo a Amazônia subpovoada, isolada e retalhada em territórios indígenas em busca de "autonomia". A política de "desmatamento evitado"  deve ser chamada pelo que realmente é: desenvolvimento evitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aquecimento antropogênico- Mais uma farsa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O midiático ministro Minc e outros doutos ecoxiitas concluíram que seriam R$ 3,6 trilhões de “prejuízos” econômicos se nada for feito para evitar os impactos do hipotético aquecimento global antropogênico, e que Brasil que, segundo eles, deve sofrer mais com o aquecimento global do que os outros. Basearam-se nos cenários do desmoralizado IPCC de Londres. Prejuízo é o que o Minc causa por atrasar o desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O “dogma’ do aquecimento global caiu por terra. Nas vésperas da reunião de Copenhagen veio a público que essa teoria era manipulada. Cientistas corretos que vinham denunciando a adulteração de dados foram preteridos nos financiamentos e remetidos ao ostracismo . Só este fato deveria colocar o cidadão comum em estado de alerta… e a ONU sob suspeita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, existem as alterações climáticas? Claro que existem, sempre as houve. O Clima é dinâmico e cíclico, como, aliás, tudo o resto na Natureza. Há dez mil anos vastas zonas do Planeta estavam cobertas de espessa camada de gelo, incluindo regiões onde hoje existe um Clima Temperado úmido.  A um período de calor, sucede-se outro de frio, pelo menos em algumas regiões. No último milênio, ao Período Medieval Quente sucedeu um certo resfriamento (na periferia do circulo polar norte). O clima tem mudado ao longo dos tempos e vai continuar mudando. Isto está bem explicado no anexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo: os cientistas do IPCC mentiram. O Minc mentiu. A Marina Silva mentiu. Ninguém mente sem uma intenção espúria. É fácil deduzir o objetivo do IPCC. Qual a do Minc? Qual a da Marina? Por que o presd. Lula levou a maior comitiva para Copenhagen e lá fez as generosas ofertas?  Teria sido enganado? Isto ainda não sabemos. Salvou o bom senso nacional as declarações (quase) corretas da Dilma, de que o meio ambiente (quer dizer, o uso político do meio ambiente) prejudica o desenvolvimento e os nossos países&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministros da Defesa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Desde a criação do Ministério, parecia que a escolha do ministro era feita para desmoralizar. Cada um pior do que o outro. Por isto não admira a desconfiança com que recebemos o Jobin, agravado pelas primeiras atitudes que tomou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos nossa opinião foi mudando; ele fez por aumentar o poder de combate, que é o que interessa. Soube enfrentar o Vannuchi e o Tarso Genro em seus delírios revanchistas. Não foi um novo Pandiá Calogeras, mas mesmo assim deixará saudades, pois certamente em março se desincompatibilizará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem o substituirá não sabemos. Não poderá concorrer na eleição. Um grupo de oficiais nacionalistas está impressionado com a disposição do sen. Gim Argello em estudar a guerra do futuro, a luz da evolução das táticas e do armamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isto for acompanhado de uma compatível reestruturação salarial poderíamos ter nele um novo Calóreras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexo: Terminei hoje o rascunho de um novo livro. Dele segue em anexo umas linhas que julgo oportunas: O pólo Norte está derretendo, é verdade, mas o norte da Europa, da América e da Ásia está resfriando e caindo nevascas. Depois de ler o anexo, ficará difícil acreditar em aquecimento Global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês e feliz Natal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário nº 55&lt;br /&gt;22 de dezembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexo 4 de livro ainda por publicar &lt;br /&gt;A Idade Glacial Vindoura - A  verdadeira História do Aquecimento Global&lt;br /&gt;(Condensado de artigo de Betty Friedan, Harper’s Magazine,1959)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois cientistas começaram há alguns anos a puxar a meada de um dos grandes mistérios da Geologia: a causa das eras glaciais da antiguidade. O geofísico Maurice Ewing e o geólogo-meteorologista William Donnr encontraram por fim a explicação das gigantescas geleiras que quatro vezes durante o último milhão de anos avançaram e recuaram sobre a Terra. Se estiverem certos, o mundo caminha agora para outra idade glacial — inevitável desfecho de um processo que já se iniciou nos mares do norte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As geleiras que hoje estão paradas no Ártico, em tempos idos cobriam mais de metade da América do Norte com uma parede de gelo de até três quilômetros de espessura, cujos limites ao sul se estendiam de Long Island a Nova York e até ao Rio Missouri, com extensões pela região montanhosa do oeste; que cobriam a Inglaterra e vastos trechos da França e da Alemanha; que criaram os Grandes Lagos e os rios Hudson e S. Lourenço; que deslocaram bilhões de toneladas de pedra e  terra, esmagaram florestas e destruíram espécies animais e vegetais inteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagações e constatações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que o Ártico é congelado, mas quase não tem caído neve ali nos tempos modernos. Qual a causa das neves que formaram as geleiras das eras glaciais que periodicamente invadiam o hemisfério norte? Qual a causa de seus recuos? Por que vem a Terra se alternando há um milhão de anos entre idades glaciais e um clima como o atual? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Donn, diretor do Observatório Geológico de Lamont da Universidade de Colúmbia, e Ewing  diretor pesquisas sobre sismologia, geologia e biologia marinha e oceanografia estudaram esse mistério. Em meados de 1953, a escuna Vema, (que o Observatório de Lamont emprega em exploração científica) utilizava o seu recém aperfeiçoado equipamento de alto mar para investigar o fundo do oceano, do Atlântico ao Mar das Antilhas. Esse equipamento recolhe sedimentos no estado em que foram depositados há milênios.  Na lama profunda do Mar das Antilhas e do Atlântico equatorial, a expedição  achava sempre uma estranha e nítida linha divisória de cor. “Cerca de 30 centímetros abaixo do fundo do mar, o sedimento de repente passava de rosa-avermelhado a cinzento”, diz Ewing. “Submetemos a lama a exames de laboratório e descobrimos  que  em determinado tempo, o oceano de repente mudara de frio para quente. O sedimento rosa, que estava em cima, continha conchas de minúsculos animais de água quente; o cinzento, conchas de animais de água fria.” Os cientistas mediram o carbono radioativo de uma amostra de lama do fundo do mar e precisar há quanto tempo ela ali está. Essas medições revelam que o súbito aquecimento se processou em todo o vasto Oceano Atlântico há 11.000 anos. “Que foi que aconteceu de maneira tão abrupta há 11.000 anos para aquecer o oceano”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno Oceano Ártico, que é quase inteiramente cercado de terra Isto os fez pensar que, estando baixo o nível do mar, ficaria interrompido o intercâmbio da águas entre o Atlântico e o Ártico, e isto aqueceria o primeiro enquanto o Ártico congelaria. “Se o nível do mar se elevasse haveria um maior intercambio entre as águas frias do oceano Ártico e  as águas quentes do Atlântico. Claro que o  Ártico ficaria mais quente porque a água correria mais livremente entre ele e o Atlântico, dissipando o frio. E o Oceano Atlântico, logicamente ficaria mais frio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que surgiu a explicação: Com a água do Ártico aquecida pelo Atlântico, e mais quente do que a terra que a cercava, a água se evaporaria e cairia como neve mais ao sul, formando geleiras onde hoje estão as terras temperadas do hemisfério norte. O Oceano Ártico era aberto e livre de gelo durante a idade glacial e se congelou há 11.000 anos isolando-se do Atlântico.  Sem o intercambio das águas, o Atlântico se aquece, pondo termo ao que chamamos idade glacial. A “Era do Gelo” seria portanto restrita ao hemisfério norte, e não um fenômeno mundial, ainda que influenciasse o clima em todo o Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa constatação explicou muitas coisas. Pudemos reconstituir um perfil meteorológico confiável. Vimos os oceanos funcionando como termostato alternando entre idades glaciais e períodos interglaciais como o atual”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Oceano Ártico é quase completamente cercado de terras, exceto numa abertura rasa entre a Noruega e a Groenlândia, que se comunica com o Atlântico, e no insignificante Estreito de Bering. Se as águas do Ártico se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;intercambiassem livremente por essa abertura com a água quente do Atlântico, o Oceano Ártico não se congelaria. Nesse caso, a sua evaporação formaria geleiras. À medida que as geleiras aumentassem,  o nível do mar baixaria bloqueando o intercambio”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sabemos que o nível do mar caiu entre 90 e 120 metros no auge da última idade glacial, e que a maior parte da abertura entre a Noruega e a Groenlândia tem menos de 90 metros de profundidade. Em determinado ponto, a água acumulada nas geleiras baixariam tanto o nível do mar que o Oceano Ártico ficou praticamente separado do Atlântico mais quente. Então congelou. As geleiras, não mais alimentadas pela neve, se fundiriam ao sol, devolvendo sua água aos oceanos. Então, o nível do mar se eleva até  permitir  que a quente água do Atlântico flua pela abertura, em quantidade suficiente para derreter o lençol de gelo ártico e iniciar outro ciclo glacial .” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião em que Donn e Ewing formularam a hipótese, ainda não havia provas que o Ártico  houvesse  sido um mar livre de gelos. Alguns meses depois, Albert Crary, agora vice-chefe das pesquisas científicas do Programa Antártico dos Estados Unidos, voltou do Oceano Ártico com algumas amostras da lama do fundo do mar. Examinadas as amostras indicaram ter havido no Oceano Ártico, durante milhares de anos, vida sob a forma de animais marinhos, a qual cessou de súbito há 11 milênios. A pista seguinte veio de um ramo diferente da ciência.  Donn e Ewing  e obtive ram confirmação de antropólogos que realmente havia fortes indícios da existência de comunidades humanas estáveis em volta do Ártico há muitos milhares de anos. De fato, os mais antigos sílex que acusam a presença do homem na América, foram encontrados numa faixa em torno do Círculo Ártico. Os antropólogos estavam intrigados com o fato de o  homem ter escolhido esses locais para viver, mas tinham certeza de que há cerca de 11.000 anos o homem começara de repente uma migração de lá para o sul, numa onda explosiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donn e Ewing examinaram as observações de antigos exploradores árticos. Outros cientistas investigavam outros indícios.  A datação pelo carbono radiativo mostrou que o congelamento do Ártico deve ter sido  há 11.000 anos aproximadamente Assim, a data foi definitivamente conhecida: há cerca de 11.000 anos terminou a última idade glacial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A gente que vivia nas praias árticas do norte da América evidentemente viera da Sibéria quando as geleiras haviam retirado bastante água do mar para deixar a descoberto a ponte terrestre do estreito de Behring. Ali ficou alguns séculos em torno do tépido Ártico até porque as geleiras a impedia de descer para o sul. Por fim, há 11.000 anos, toda essa gente fugiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o Oceano Ártico congelando eles não teriam o que comer. Não poderiam voltar para a Sibéria porque a grande elevação do nível do mar no fim da idade glacial mais uma vez cobriria, a ponte terrestre. E nesse exato momento, as geleiras em fusão permitiram afinal ao homem tomar o caminho do sul. E o fizeram numa vaga tão rápida que a extremidade meridional da América do Sul foi atingida em poucos milhares de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, Ewing e Donn descobriram testemunhos nos desertos meridionais. Haviam deduzido que o Oceano Ártico, estando aquecido, teria causado chuvas e fertilidade em regiões que agora são desertos. Os arqueólogos descobriram novas provas de que o Deserto do Saara era coberto de vegetação e tinha florescente civilização quando as geleiras congelavam a vida na América e na Europa. Nas cavernas do Saara foram encontrados desenhos feitos pelo homem dos animais que caçava naquela região outrora coberta de relva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram assinaladas as seguintes glaciações em período (geologicamente) recentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de  80.000 a 60.000 aC&lt;br /&gt;de 50.000 a 40.000&lt;br /&gt;de 30.000 a 11.000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se ver pelo quadro geológico que a regra é a GLACIAÇÃO. Os períodos interglaciais são pequenos lapsos de tempo entre as glaciações. Estamos na INTERGLACIAÇÃO APÓS O ÚLTIMO PERÍODO GLACIAL.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restava responder urna pergunta: como se iniciou o primeiro ciclo glacial? “Sabemos que durante o último milhão de anos o mundo tem alternado entre idades glaciais e condições meteorológicas semelhantes às atuais”, disseram Ewing e Donn. “Antes disso, não havia zonas de extremo calor nem de extremo frio; palmeiras e magnólias viçavam na Groenlândia e havia coral em torno da Islândia; plantas subtropicais cresciam a 11 graus do Pólo Norte. Por que não funcionou então o termostato do Oceano Ártico? E o que foi que subitamente ligou esse termostato há um milhão de anos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação é que, até há um milhão de anos, o Pólo Norte não estava naquele Oceano Ártico cercado de terras, mas no meio do Pacífico, onde não havia terra em que se pudessem acumular neve e gelo e onde as correntes oceânicas dissipavam o frio. A idéia de que os pólos mudassem de lugar pode parecer fantástica, mas evidências magnéticas recentemente descobertas levam à inferência de que a crosta terrestre pode deslizar sobre o interior. Na ocorrência desse processo varia a posição dos pólos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          “O abrupto deslizamento da crosta terrestre, que transportou o  Ártico para o Pólo Norte colocou o Pólo Sul no Continente Antártico, onde o frio polar não podia ser dissipado pelas correntes marítimas livres. Isso deu início às zonas climáticas que hoje conhecemos e à concentração do frio que congelou o Oceano Ártico, criando condições para  provocar os ciclos glaciais. Enquanto os pólos permanecerem onde estão os ciclos glaciais continuarão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários cientistas têm procurado refutar a teoria de Ewing e Donn, sem resultado. E há sinais de que a Terra está entrando em outra idade glacial. A água quente do oceano correndo para o norte já expulsou o bacalhau para a Terra Nova; a temperatura anual já subiu cinco graus e meio na Islândia e na Groenlândia os invernos são mais quentes e é evidente o derretimento do gelo ártico, enquanto se fazem sentir o aumento das nevascas na zona temperada, desmentindo a paranóia política que prega estar havendo um aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medições das marés e do nível do mar, feitas no mundo inteiro pelo Serviço Costeiro e Geodésico dos Estados Unidos e por outras organizações, mostram que o nível do mar se elevou no século passado e que essa elevação continua. Isso significa que uma quantidade cada vez maior de água quente está passando pela abertura entre a Noruega e a Groenlândia, sob a capa do gelo ártico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas calcularam que o gelo ártico já é 40% menos espesso do que há 15 anos. Se o oceano continuara esquentar na proporção atual, Ewing e Donn acham que em menos de 100 anos haverá água livre no Ártico.  O início de uma idade glacial pode ser assistido: Operadores de televisão estão percorrendo o Extremo Norte para captar cenas da desintegração da capa de gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a teoria, até a fusão total da capa de gelo ártico haveria elevação do nível do mar, que iniciaria a diminuir em seguida com as nevascas. “Em vez de aumentarem o volume do mar, as geleiras começarão a extrair-lhe água. Em seguida, por muito tempo, a nova umidade ártica, que irá cair como neve nas geleiras, e aumentará a chuva e a neve cada vez mais ao sul, engrossando os rios e dando água aos desertos do hemisfério norte. Ventos gelados soprarão das geleiras em marcha e as grandes nevadas cairão cada vez mais para o sul. Finalmente, em alguns milhares de anos, uma camada de gelo de três quilômetros de espessura poderá cobrir grande parte da América do Norte, da Europa e Ásia, e o melhor dos climas poderá ser o do Saara”. Se o homem não descobrir um meio de manobrar o termostato glacial, esses ciclos glaciais continuarão até os pólos novamente mudarem de posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, falar em aquecimento num mundo que caminha para uma era glacial, somente demonstra má-fé de espertos para enganar e dominar a massa ignorante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3913170345528521217?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3913170345528521217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/12/relacoes-internacionais-meio-ambiente.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3913170345528521217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3913170345528521217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/12/relacoes-internacionais-meio-ambiente.html' title='Relações  Internacionais, Meio Ambiente'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-7667923768723521517</id><published>2009-11-01T17:21:00.001-08:00</published><updated>2009-11-01T17:35:45.096-08:00</updated><title type='text'>Observações de viagem e Noticias, boas e más</title><content type='html'>Retornando ao nosso contato após viagem ao exterior, inicialmente trago as observações que lá fiz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O dólar não é mais bem-vindo como antes. É evidente a má vontade em recebê-lo no Oriente Médio e na Europa. Parece que muitos já prevêem sua queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Inicia a haver respeito pelo nosso País.  “Brasil é a potência deste século”, diz até a imprensa. Comerciantes iniciam a ensaiar palavras em português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Não vi preocupação com o aquecimento global, tão badalado aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Há preocupação na Europa com a redução da população, causada pelas baixas taxas de natalidade, e com sua substituição por imigrantes islâmicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já, na Pátria, boas e más notícias&lt;br /&gt;– As boas:&lt;br /&gt;1 -Importante e oportuna declaração do vice-presidente Alencar: &lt;br /&gt;"Os países que possuem armas nucleares são respeitados e não sofrem as intimidações que observam-se diariamente. Possuí-las não significa beligerância e sim capacidade de definir seus destinos, soberania. A história recente vem mostrando que grandes são as pressões para impedir que o clube atômico aumente. Mas os que possuem a bomba não abrem mão dela”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O nosso vice é um homem de coragem. O modo em que enfrenta o câncer o prova. A forma em que expressa sua lúcida opinião sobre o assunto nuclear, contrariando todas as pressões internacionais me enche de admiração. Que Deus o conserve entre nós por muitos anos e que ele inspire valor aos políticos que o cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Começam a aparecer outros candidatos à presidência além dos já colocados. Pode ser que venha a ser discutido os verdadeiros interesses nacionais, o que seria improvável somente com o Serra, Dilma e Marina. Sendo eleito um destes, o Lula deixará saudade. Ao menos ele tem alma pacificadora, não atormentada. Não vejo bons augúrios com o próximo, infelizmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Inicia a haver consenso da necessidade de mudar o código florestal e diminuição das reservas ambientais para desengessar a economia e permitir a ocupação da Amazônia por brasileiros, antes que os estrangeiros o façam. Avante, Aldo Rabelo, relator da medida. Ele é comunista? Pouco importa a cor do gato, desde que cace ratos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – A aprovação do ingresso da Venezuela no Mercosul. Até agora nossos sócios ficavam com o “Merco” brasileiro e nós... com o “Sur”. Agora pelo menos teremos um sócio que não fará barreiras aos nossos produtos, pelo menos é o que se espera.  A forte rejeição de alguns políticos, motivada quer por interesses dos EUA, quer por simples oposição ao governo não levava em conta que aquele país é nossa primeira linha de defesa da Amazônia, e que, se ele enfraquecer, estará aberto o caminho para a união das áreas ianomâmis em ambos países e a formação de uma nova nação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As más:&lt;br /&gt;1 – O caos da segurança pública: a política governamental de desarmamento e acovardamento das pessoas de bem vai atingindo seus objetivos, que são deixar a população nacional completamente inerme e incapaz de resistir aos rapaces bandidos daqui e de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – No jogo eleitoreiro acirra-se o antagonismo entre petistas e antipetistas, os primeiros, além da corrupção, forçando a implantação de seus ideais esquerdizantes, e os segundos ao se opor se viram até contra os interesses da Pátria. Se a união faz a força, a desunião só traz o fracasso.  Refiro-me ao nosso sucesso como nação, não ao resultado de eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – O déficit nas contas públicas, causado pela corrupção, pela má administração e pelas  indenizações milionárias a antigos oponentes do governo militar , que ameaça comprometer até o que foi feito de bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 -Tropas do meu Exército, travestidas de capitães de mato, se meteram na aldeia do Flexal para fechar garimpos numa autentica perseguição aos índios que se opunham a reserva contínua na Raposa-Serra do Sol. No princípio não acreditei. Agora me envergonho. Que falta fazem o gen. Monteiro na 1ª Brigada de Selva e o gen. Heleno no Comando da Amazônia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O caso Vale&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São crescentes as tensões entre o governo e a mineradora Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo. Mesmo quando era estatal, a Vale costumava sobrepor outros interesses ao interesse nacional, pois de uma ou de outra forma, organizações estrangeiras influíam na nomeação de sua diretoria. Uma vez privatizada, naturalmente tendeu a desnacionalização, que certamente era o objetivo do grupo FHC.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente o atual governo nada fez para reverter as desnacionalizações ou para as pressionar as empresas a agir de acordo com os interesses nacionais, até pedir a Vale que comprasse navios no Brasil. A Vale se negou. É uma companhia privada, não pode ser obrigada a comprar mais caro. Em apoio a ela levantam-se os lobbies do capital estrangeiro e a parcela da oposição que não pensa no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que pode e deve ser obrigada a comprar no Brasil. Uma pequena leitura no “relatório sobre manufaturas” de Alexander Hamilton (o verdadeiro construtor do poderio industrial norte americano) nos ensinaria que uma indústria nascente não pode competir sem proteção com uma já estabelecida. Que se não forçarmos o início jamais poderemos desenvolver. Minha dúvida é se o Lula (quando tem boas intenções) terá coragem de prosseguir e enfrentar as pressões estrangeiras. Na Raposa ele não teve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está sendo estudada a possibilidade de taxar as exportações de minério de ferro. Represália? Até pode ser, mas é uma medida correta, pois a simples exportação de matéria prima, sem agregar valor, deve ser evitada. Seguramente, se o nosso país decidisse não mais exportar minério mas sim ferro gusa, mesmo perdendo mercados para outros exportadores de minério sairíamos ganhando em dinheiro e em empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que eu me oponha ás nefastas políticas governamentais da divisão de nossa gente em etnias hostis, de desarmamento de nossa gente, de submissão aos ditames internacionais sobre meio ambiente (que chegam a paralisar obras por causa de uma perereca), me vejo na obrigação de aplaudir as medidas como as da Vale, a taxação do capital estrangeiro que entra, especula e sai e a baixa constante dos juros    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será iminente a maxidesvalorização do dólar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A moeda norte-americana, na forma atual, parece estar com os dias contados. O  “FED”, estaria se preparando para substituí-la por novo modelo, já contemplando a desvalorização planetária em curso .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia e veja em primeira mão as reproduções das novas notas de dólar, em: http://www.armindoabreu.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.armindoabreu.blogspot.com"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarei, na próxima semana, estudando in loco mais uma particularidade da Amazônia (hidrelétricas) e adiarei o próximo comentário para a semana seguinte.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário nº 53&lt;br /&gt;01 de novembro de 2009&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-7667923768723521517?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/7667923768723521517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/11/observacoes-de-viagem-e-noticias-boas-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/7667923768723521517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/7667923768723521517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/11/observacoes-de-viagem-e-noticias-boas-e.html' title='Observações de viagem e Noticias, boas e más'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6355225410024214702</id><published>2009-09-26T13:08:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T13:25:25.362-07:00</updated><title type='text'>Contradições, Incoerências e Parcerias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sinais contraditórios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No âmbito geral, o País progride. Seria para a população estar feliz, e está, em grande parte. Angustía-se quem pensa. Quem vê tornar-se irreconciliável o antagonismos étnico onde antes havia harmonia e miscigenação; vê recrudescerem as diferenças entre os que desejam o progresso e os que o impedem sob o pretexto de conservar intocada a “sagrada” vegetação nativa; vê a escalada dos choques entre os produtores rurais e os movimentos intitulados de sociais, como o MST, e pior que tudo,  a deterioração da autoridade moral do Executivo, Legislativo e do Judiciário que costuma ser o primeiro passo para legitimação de qualquer guerra civil. Esses “pré-requisitos”, acrescido da crescente criminalidade acendem a luz amarela quanto ao que nos espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia vai bem, e isto afasta a luz vermelha, enquanto durar. Entretanto com os recursos esvaindo-se na corrupção, no insuportável custo de um legislativo inútil e em benefícios quase sempre mal empregados, a economia somente se manterá caso os dividendos do pré-sal correspondam às melhores expectativas e ainda cheguem a tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto houver um catalisador – o presidente Lula - a nação atuará razoavelmente unida, ainda que ele tenha incentivado a desunião e o germe do separatismo, mas num próximo governo dificilmente poderão ser controladas as forças centrípetas em gestação, criadas pela inconseqüente política em curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo aponta para um choque de grupos irreconciliáveis, e para o repudio da população a qualquer governo que venha a ser. O plano dos pré-candidatos é apenas chegar ao poder. Alguém sabe qual a diretriz de José Serra, a não ser a perigosa ameaça de aplicar as desnacionalizações que pautaram o governo FHC? Dilma mostra algo além de prometer continuar a dúbia política do Lula, nacionalista no pré sal e entreguista no resto? Marina Silva desejosa de acabar com a raça humana em proveito dos bagres?   Ciro nem parece que em 2002 dispunha de um programa definido.  Aécio Neves fala do pós-Lula, que não particulariza. E Heloísa Helena pensa destruir, sem falar na construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inaceitável um representante do FHC, o vendilhão da Pátria, agora um mascate da liberação da maconha. Inaceitável também uma ex-terrorista ressentida e vingativa. Se a disputa fosse hoje e entre esses dois seria decidida por rejeição. É difícil saber quem tem a maior rejeição, e isto abre caminho para um terceiro candidato, que seria a também inaceitável Marina, a campeã do atraso, agora fantasiada de incorruptível, como se fosse possível evitar que venha a luz o destino das apreensões que fazia quando ministra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejeitados esses, ainda pode aparecer um quarto, que pode ser o Ciro ou Aécio, mas que digam a que vieram. Mesmo apresentando uma plataforma coerente, as divergências  exacerbadas em gestação na atual administração dificilmente permitirão uma união nacional para enfrentar as pressões estrangeiras sobre a Amazônia. Um “avant premiere” dessa desunião vimos quando o MST ameaçou badernas em apoio das injustas exigências do bispo-papão Lugo do Paraguai &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Incoerências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; - A produção agrícola mundial necessita aumentar 70% até 2050 para alimentar a população do planeta que, com 2,3 bilhões de pessoas a mais, chegará a 9,1 bilhões, destaca um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Enquanto isto, no nosso Brasil, o ministério do Meio Ambiente tenta reduzir a área agricultável e exige reflorestamento com vegetação nativa. Tudo indica ainda que o ministério do Desenvolvimento Agrário apóia a atuação pré revolucionária do MST na destruição das propriedades produtivas e do agro-negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A reserva Raposa – Serra do Sol foi homologada para manter as tradições e costumes indígenas; para isto era necessário acabar com as plantações de arroz. Agora são os índios que manifestam querer plantar e produzir. Bom para o progresso e mau para a cultura indígena. A maior contradição e procurar a orientação do MST para desenvolver; logo o MST, que nada produz e só luta contra o desenvolvimento. Enfim, mesmo contraditoriamente, tudo pode mudar. O MST pode até virar produtor e os índios do CIR os defensores da fronteira. Quem me disse isto foi o Papai Noel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O desmatamento na Amazônia foi feito para produzir. Para o Minc tiroso isto é um crime horrível. Enquanto isto iniciou hoje mais um incêndio florestal na Califórnia (EUA), sobre as colinas de Fillmore.  Incêndios  lá não tem importância ambiental &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parceria Brasil França – A Guerra é a continuação da Política.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O valor de submarinos nucleares ficou evidente na guerra das Malvinas, onde sua simples presença manteve inativa toda a esquadra argentina, após o torpedeamento do Belgrano. Isto foi um feito notável, mas o verdadeiro valor dos submarinos nucleares é a autonomia que permite se aproximar das costas de outro continente e lançar mísseis atômicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que o valor militar dos submarinos nucleares, o fator Malvinas foi decisivo na parceria com a França. É que o apoio dos EUA ao Reino Unido mostrou a falsidade do TIAR  feito para garantir o apoio latino-americano contra a União Soviética. Isto teve reflexos diretos sobre o pensamento estratégico brasileiro, contribuindo para retirar a Argentina da antiga posição de nosso principal potencial oponente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo estadunidense e lideranças contrárias ao nacionalismo haviam promovido um “Diálogo Interamericano” que ia da "desmilitarização" à desregulamentação econômico-financeira, passando pelas privatizações/ desnacionalizações, agenda ambientalista e outros itens que integram atualmente as nossas erroneas políticas governamentais. Ainda que visasse evitar a resistência militar aos propósitos norte-americanos, a "desmilitarização" foi entusiasticamente apropriada por setores da esquerda radical (agrupados no Foro de São Paulo) que começaram a chegar ao poder político ao longo da década de 1990, freqüentemente, apoiados pelos interesses representados no Diálogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ser antiamericana, a parceria franco-brasileira simboliza uma rejeição a atual subordinação à longa hegemonia dos EUA e do Reino Unido. Se justifica por motivos político-estratégicos ,mais do que meramente econômicos e militares. Evita-se assim o condicionamento às diretrizes políticas de Washington, que não tem bons precedentes nessa área, remember o veto à venda de aeronaves militares da Embraer à Venezuela, pelo fato de conterem motores e instrumentos de origem estadunidense, ou os problemas da Força Aérea Chilena para receber os mísseis de longo alcance para equipar os seus novos caças Lockheed Martin F-16C/D. Entretanto é bom lembrar que se a experiência da Missão Francesa deixou saudades, o comportamento da França , dando os códigos do exorcet à Inglaterra sempre deixa desconfianças Não se nega que existem simpatias e anti patias entre nações, mas sempre o interesse falará mais alto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História tem uma dinâmica que às vezes leva tempo para ser percebida em todas as suas dimensões. Grande parte dos atuais desdobramentos políticos sul-americanos, aí incluído o fenômeno "bolivariano", se deve à opção estratégica feita pelos EUA no conflito das Malvinas, quando a arquitetura de segurança hemisférica foi atirada no ralo por conta da parceria hegemônica com o Reino Unido. Embora o vetusto enclave colonial britânico nas ilhas se mantenha, as conseqüências das fatídicas decisões tomadas em 1982 estão fazendo sentir o seu peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarei por um mês fora do ar.  Peço aos amigos que, neste tempo, evitem mandar-me e mails pois dificilmente terei acesso. &lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gélio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 52 &lt;br /&gt;27 de setembro de 2009 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo dois interessantes apêndices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;APENDICE 1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;– Comentário da TV Band sobre o índice de produtividade rural&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.band.com.br/jornaldaband/videos.asp"&gt;Abrir clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;http://www.band.com.br/jornaldaband/videos.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;APÊNDICE 2&lt;br /&gt;MARCO REGULATÓRIO DO PETRÓLEO - antecedentes&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Recebido de: Roldão Simas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEMBRANÇAS HISTÓRICAS X ALTERAÇÕES DO MARCO REGULATÓRIO &lt;br /&gt;*João Victor Campos       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;Com grande alarido, o atual governo apresentou no dia 31.08.09, decorridos 22 meses da Resolução nº 6 do CNPE de 2007, as mudanças julgadas necessárias no marco regulatório, amparado na Lei nº 9.478/97, visando, contemplar o novo paradigma da exploração e produção da nova província petrolífera do Pré-Sal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em decorrência desse importante fato, é oportuno lembrar uma sequência de eventos que o antecederam, e que seguramente influíram em decisões tomadas em governos anteriores e no atual, obedecendo, a seguinte  cronologia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Clube Bilderberg - 1954&lt;br /&gt;2) A Comissão Trilateral - 1973 &lt;br /&gt;3) O Relatório Kissinger (NSSM-200) - 1974&lt;br /&gt;4) O Diálogo Interamericano - 1982&lt;br /&gt;5) Debt-for-Equity - 1983&lt;br /&gt;6) O Projeto Antimilitar – 1988&lt;br /&gt;7) O Consenso de Washington - 1989&lt;br /&gt;8) ONGs - (?)&lt;br /&gt;9) O Enigma Lula&lt;br /&gt;10) Conclusões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CLUBE BILDERBERG&lt;br /&gt;Desde 1954, com a criação do famoso Clube Bilderberg (CB), na Holanda, que se conspira para a criação de um organismo único capaz de exercer amplo domínio, rumo a um governo mundial, uma economia global e uma religião também global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nata que constituiu o Conselho Diretivo foi formada por banqueiros, industriais, donos de meios de comunicação, políticos, famílias reais européias, presidentes, primeiro-ministros, ministros, secretários de Estado, lideranças militares e outras personalidades, que se reúnem anualmente para traçar os rumos do planeta, dentro dos moldes do que seria um governo mundial secreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Diretivo deste Clube teria um máximo de 130 delegados, sendo 2/3 de europeus e o restante dos EUA e do Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pretensões do CB, enveredam em duas hipóteses: a primeira seria a reunião da elite econômica e política do mundo  ocidental, para fazer face ao avanço do Comunismo do século XX;  a segunda, hoje com maior aceitação, vê o CB dentro do que se convencionou chamar de  teoria da conspiração, cujo movimento teria pretensões de dominar todo o planeta,  estabelecendo um governo mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este objetivo seria alcançado pela ONU – Organização das Nações Unidas – ,onde atualmente prevalecem teses esquerdistas na construção de uma nova ordem mundial, com moeda, exército e religião comuns, para quebrar a espinha dorsal da soberania das nações emergentes ou subdesenvolvidas, especialmente aquelas detentoras de reservas estratégicas, como recursos minerais, água e biodiversidade, onde o Brasil se destaca em primeiro plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto ao CB e a ONU, podemos citar outros grupos tidos como “controladores”, como o Diálogo Interamericano, a Comissão Trilateral, o FMI – Fundo Monetário Internacional , o CFR – Council on Foreign Relations (Conselho de Relações Exteriores), cujos objetivos seriam simplesmente os de eliminar a idéia de soberania nacional e as forças armadas nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A COMISSÃO TRILATERAL&lt;br /&gt;A chamada Comissão Trilateral, fundada em 1973 por David Rockefeller, reunia principalmente banqueiros dos EUA, Europa Ocidental e do Japão e, a partir de 1991, com o desaparecimento da União Soviética, viu-se um Primeiro Mundo reunido em torno desta Comissão, um Segundo Mundo agrupado em torno da falida ideologia socialista e um Terceiro Mundo subdesenvolvido, praticamente à mercê dos ditames destes outros dois mundos, com referência à proliferação da energia nuclear, terrorismo, direitos humanos, desmatamentos e venda de armas convencionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RELATÓRIO KISSINGER – NSSM-200&lt;br /&gt;No dia 10 de dezembro de 1974, o Conselho de Segurança Nacional dos EUA emitiu o Memorando de Estudo da Segurança Nacional – NSSM-200 – também conhecido como “O Relatório Kissinger”. Este documento expõe, explicitamente, uma detalhada estratégia pela qual os EUA promoveriam, de forma agressiva, o controle da população de países em desenvolvimento de forma a regular (ou ter um melhor acesso) às riquezas naturais destes países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira a proteger os interesses comerciais dos EUA, o NSSM-200 cita um número de fatores capazes de interromper o fluxo contínuo de matérias primas oriundo dos países menos desenvolvidos. Dentre esses fatores  incluí-se um que faz restrição a uma grande população da juventude anti-imperialista, a qual, de acordo com o NSSM-200, deve ser limitada pelo controle populacional. O documento identifica 13 nações, o Brasil dentre elas, que constituem o alvo primário dos esforços dos EUA em exercer o controle populacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Memorando foi mantido em sigilo absoluto até 1989 (ou seja, durante 15 anos), quando foi tornado público e transferido para o Arquivo Nacional dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto que a CIA e os departamentos de Estado e de Defesa dos Estados Unidos emitiam centenas de comunicados sobre o controle populacional e a segurança nacional, o governo dos EUA nunca renunciou ao NSSM-200, limitando-se apenas a emendar certas porções da sua política. Por conseguinte, o governo dos EUA ainda mantém o NSSM-200 como o documento fundamental no controle da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: embora por mim pesquisada junto à Fiocruz e o Ministério da Saúde sobre a origem da vacina anti-rubéola aplicada este ano (2009) em 68 milhões de brasileiros, aquela Fundação informou que não foi ela quem a fabricou, enquanto o Ministério da Saúde, que acusou o recebimento da indagação, até hoje não a respondeu, decorridos seis meses. A vacinação em massa é um ótimo meio de se inocular componentes esterilizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DIÁLOGO INTERAMERICANO&lt;br /&gt;Aproveitando o aparente caos político e institucional na América Latina, em seguida à Guerra das Malvinas e à crise da dívida externa, ambas em 1982, interesses internacionais moveram-se rapidamente buscando manter seu domínio político e econômico na região. Em junho, julho e agosto de 1982 foram organizados três seminários para debater as repercussões da Guerra das Malvinas nas relações interamericanas, sob os auspícios do Centro Woodrow Wilson, uma espécie de banco de cérebros, com sede em Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desses seminários surgiu a idéia do Diálogo Interamericano e, de outubro de 1982 a março de 1983, o Centro patrocinou uma série de reuniões já dentro dessa idéia, nas quais 48 delegados da América Latina, a título pessoal, debateram um longo temário. FHC, presente, subscreveu a ata de fundação, sendo, portanto, um de seus idealizadores. A fundação do Diálogo se deu em 15 de outubro de 1982 e contou com a presença do então Secretário de Estado George Shultz e do Subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos, Thomas Enders. A partir daí, o Diálogo reunir-se-ia a cada dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta estratégia, todavia, só começou a vir à luz a partir do início da crise da dívida externa ibero-americana, em 1982-1983, com a criação do cartel dos bancos credores – liderados pelos interesses de Rockefeller – o qual se propunha a elaborar uma nova formulação para garantir aos credores o recebimento sem riscos dos rendimentos da dívida externa dos países do Terceiro Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, este cartel influiu enormemente durante os trabalhos da Assembléia Geral Constituinte, onde um ativo lobby na Subcomissão da Ordem Econômica esteve a ponto de impor várias de suas idéias privatizantes, como foi oportunamente denunciado num Memorando Especial da revista Executive Intelligence Review – EIR – em junho de 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEBT - FOR – EQUITY&lt;br /&gt;A estratégia dos bancos começou a materializar-se a partir de uma reunião em Vail, Colorado, EUA, em agosto de 1983, onde o então consultor da empresa Kissinger &amp; Associates e diretor do Banco Morgan Guaranty, Alan Greenspan (que viria a se tornar presidente do FED – Banco Central dos EUA), expôs as linhas gerais da nova política dos bancos: converter os títulos da dívida externa em poder dos bancos em títulos de posse de “ativos nas nações devedoras”. Na reunião, ficou determinada a suspensão total de novos créditos bancários aos países do Terceiro Mundo, para obrigar seus governos a adotarem o esquema proposto, que ficou conhecido como Debt-for-Equity (dívida por ativos), em detrimento de suas soberanias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Greenspan, “está claro que, em lugar dos tradicionais empréstimos bancários privados, deve haver um grande número de investimentos diretos e acessos aos mercados de ações dos países menos desenvolvidos. Não podemos continuar a colocar dívida nova nos moldes tradicionais, porque isto cria situações críticas de pagamentos que os devedores não poderão cumprir, o que constitui uma causa principal da atual crise da dívida. Com os ativos, tais situações não existem... Devemos converter dívidas em ativos... Esses países devedores têm saldos de exportação e matérias-primas, o problema é: de que forma os credores teriam acesso aos ativos? Devemos ter formas de pagamento que não estejam especificamente relacionadas aos próprios limites de pagamento da dívida, mas aos futuros rendimentos das exportações e das explorações das matérias-primas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro de Vail reafirmou o papel do FMI – Fundo Monetário Internacional – como o executor da nova estratégia, qual seja: impor políticas econômicas de submissão e austeridade para “espremer” os países credores e abrir caminho para as reformas financeiras e bancárias necessárias ao esquema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os apertos financeiros, resultantes da cobrança ou enxugamento dos pagamentos exercidos sobre o Brasil, Argentina e México, deveriam obedecer aos pacotes do FMI e a “Nova Ordem Mundial” ou Globalização, após os governos militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1982, a dívida externa brasileira girava em torno de 90 bilhões de dólares. Em 1992 havia duplicado, tendo atingido 240 bilhões de dólares no ano 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso brasileiro, a detonação da dívida pelo FMI forçou e encorajou o plano de privatização das estatais, tendo como carro-chefe a privatização da Vale do Rio Doce e da hidroeletricidade, e ainda ditou as idéias para um plano mestre de privatização da Petrobrás, tudo incluído numa Carta de Intenção do FMI, que impunha a confissão da dívida e a concordância com as privatizações. FHC assinou esta carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A privatização da estatal Vale do Rio Doce era a prioridade do programa, pois possuía recursos minerais na área amazônica, incluindo grandes reservas, em torno de 160 milhões de toneladas, de nióbio, ouro, titânio e manganês, estimadas em 5 trilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: a Vale foi privatizada/doada por 3,3 bilhões de dólares, no governo FHC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a gigantesca e estratégica hidroeletricidade, que é o único e mais eficiente modelo de matriz energética, que não tem similar no mundo (em 1982, 90% da energia brasileira era produzida em hidrossístemas de baixíssimo custo) e, por isso, constitui grande atrativo para ser incluída na lista de prioridades do programa de privatização brasileiro, com particular interesse dos investidores estrangeiros e do cartel dos banqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI ordenou e obrigou o Brasil – levado à falência por um “novo e miraculoso plano monetário temporário”, baseado numa âncora cambial e na indexação fraudulenta da inflação, de autoria do agrupamento de economistas de FHC, tendo à frente Gustavo Franco e Pérsio Arida – a executar as seguintes medidas, após 1995:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Reduzir as importações em 17,5%;&lt;br /&gt;2 – Destruir em 20% a força de trabalho brasileira;&lt;br /&gt;3 – Proceder a uma completa e fraudulenta indexação (baixa) nas mudanças do sistema de indexação de salários;&lt;br /&gt;4 – Impor o fim dos grandes projetos industriais no Brasil;&lt;br /&gt;5 – Eliminar US$ 10 bilhões, em crédito subsidiado para a agricultura e industria nacional;&lt;br /&gt;6 – Encorajar investidores estrangeiros a comprar e controlar empresas públicas e privadas necessitadas de capital;&lt;br /&gt;7 – Implementar condições rigorosas para iniciar um grande plano de privatização das companhias estatais, incluindo as lucrativas indústrias mineradoras, de hidroeletricidade, energia e siderúrgicas estaduais brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: A Petrobrás, que deixou de ser incluída nas privatizações, quando do Diálogo Interamericano, por estar ainda protegida pelo monopólio estatal e também pelo mesmo motivo em 1995, foi objeto de um adendo, que prescrevia, entre outras medidas, que “importantes resultados e recursos de capital podem ser obtidos através das privatizações a nível de subsidiárias, tendo como candidatas óbvias a Petroquisa e a Petrofertil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobrás não chegou a ser privatizada por FHC devido à reação popular contrária, mas diversas tentativas foram feitas com os presidentes da empresa, Henri Phillipe Reischtul e Francisco Gros. Mas a largada fora dada, traduzida pela venda de ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York (40%) e disseminada entre testas de ferro e outros (20% no Brasil). A Petrobrás é hoje uma transnacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – Reduzir a expansão demográfica, como conseqüência da destruição da força de trabalho e da política de desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PROJETO ANTIMILITAR &lt;br /&gt;Na reunião de 1988 do Diálogo Interamericano (DI) em Washington, já acrescido de novos membros, foram acordadas as políticas e estratégias a serem adotadas para o domínio da América Latina e do Caribe. A divulgação deste evento resultou num modesto documento, sem entrar em pormenores, em função da gravidade dos assuntos tratados e da necessidade de sigilo. Todavia, no livro O Complô (EIR, 1993, pg. 100, vide ref.), encontramos: “O traço mais marcante do relatório de 1988 do DI é o seu virulento ataque aos militares ibero-americanos”. Portanto, o documento apresentado não era tão modesto assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuía o DI, em 1988, 70 fundadores, dentre os quais destacamos as “personalidades brasileiras” presentes : Sr. Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do CEBRAP; Sr. Celso Lafer, Ministro do Desenvolvimento; Sr. Roberto Civita, Presidente da Editora Abril. Mais tarde, a reunião do DI de 1992 contou com a presença do Sr. Luis Inácio Lula da Silva, convidado por FHC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi questionada a missão dos militares (ainda fruto da repercussão da Guerra das Malvinas), contrários a aceitar a transformação do nosso território em uma imensa fazenda exportadora de matérias-primas e de produtos semi-manufaturados e sub-valorizados. O foco dos países ricos passou a ser não mais somente os movimentos comunistas, que já não eram considerados tão perigosos “após o fim da guerra fria”, mas também as ações dos militares em defesa de suas respectivas soberanias nacionais. Em fins de 1986, o DI pôs em marcha um projeto que culminou com a publicação, em 1990, do Manual Bush, uma obra antimilitar, que sugeria o desencadeamento de uma guerra econômica contra os militares latino-americanos, assinalando que “o nível de recursos a ser destinado aos militares” deveria ser questionado e alterado, como uma das formas mais efetivas de “conter a influência das Forças Armadas” nos países ao sul do Rio Grande (fronteira com o México). Defendia também a substituição das Forças Armadas dos países subdesenvolvidos, notad amente da América Latina, por forças regionais de defesa, com o título de Força Interamericana de Defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-presidente FHC, um dos fundadores do DI, em 1982, foi quem, a partir de 1995, em atendimento a esta política imposta, deu início ao sucateamento das Forças Armadas e que até hoje persiste, pondo em risco a segurança da Nação. Também, atendendo a uma declaração do Secretário de Defesa dos EUA, William Perry, em visita ao Brasil, em 1995 (O Globo, de 06/05/1995) diz textualmente “que o seu governo quer que as Forças Armadas de cada país passem a ser lideradas por um Ministro de Defesa que seja civil. A liderança civil do sistema de defesa fortalece tanto a democracia quanto as próprias Forças Armadas. Nós vamos incentivar isso, assim como a idéia de que haja uma transparência cada vez maior no intercâmbio de informações militares entre as três Américas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “agachado” e comprometido FHC atendeu prontamente, criando o Ministério da Defesa, em 1999, tirando todo o poder político dos antigos comandantes das três Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONSENSO DE WASHINGTON&lt;br /&gt;O que se denomina informalmente de “Consenso de Washington” é o resultado de uma reunião levada a efeito na capital dos EUA, em novembro de 1989, entre funcionários do governo norte-americano e organismos financeiros internacionais ali sediados – FMI, Banco Mundial e BID -  cujo objetivo era proceder a uma avaliação das reformas econômicas empreendidas pelos países da América Latina. Estiveram presentes diversos economistas latino-americanos e funcionários de diversas entidades norte-americanas e internacionais envolvidos com a América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora com formato acadêmico e sem caráter deliberativo, o encontro propiciaria oportunidade para coordenar ações por parte de entidades com importante papel nessas reformas. Por isso mesmo, não obstante sua natureza informal, acabaria por se revestir de significação simbólica, maior que a de muitas reuniões oficiais no âmbito dos foros multilaterais regionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação objeto do Consenso de Washington abrangeu 10 áreas: 1. disciplina fiscal; 2. priorização dos gastos públicos; 3. reforma tributária; 4. liberalização financeira; 5. regime cambial; 6. liberalização comercial; 7. investimento direto estrangeiro; 8. privatização; 9. desregulação; e 10. propriedade intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propostas do Consenso de Washington nas 10 áreas convergem para dois objetivos básicos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a drástica redução do Estado e a corrosão do conceito de Nação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o máximo de abertura à importação de bens de serviços e a entrada de capitais de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo em nome da soberania absoluta do mercado auto-regulável nas relações econômicas tanto internas quanto externas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos tecnocratas nomeados por FHC, no seu 1º mandato para implementar o Plano Real, tais como Pedro Malan, Pérsio Arida, Edmar Bacha, Gustavo Franco, Bresser Pereira, Eliana Cardoso e outros, vários deles integravam o grupo que participou da reunião em Washington, em 1989, durante o qual foi realizado o estudo do diagnóstico sobre o Brasil elaborado por Eliana Cardoso e Daniel Dantas (o mesmo que foi recentemente preso por duas vezes seguidas e a seguir liberado pelo STF. Deve saber muita coisa, daí advém o temor de que ele “solte a língua”, temor este que se liga diretamente à FHC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONGs&lt;br /&gt;Como disse David Rockefeller, numa das primeiras reuniões do DI, em 1982:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E a maior parte da Amazônia, quem dominar a Vale, dominará a Amazônia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos, portanto, aí inferir o atual interesse das ONGs e das potências hegemônicas na demarcação das terras indígenas (Reserva Ianomâmi e Reserva Raposa-Serra do Sol).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos minérios citados acima (ver Debt-for-Equity), principalmente o estratégico nióbio, encontram-se nas reservas mencionadas. Entre os principais interessados, estaria a realeza britânica, na pessoa do Príncipe Charles e sua ONG, a WWF (World Wildlife Fund). A presença do Príncipe Charles no Brasil, este ano, quando da criação da Terra Indígena Raposa-Serra do Sol e também quando da TI (Terra Indígena) Ianomâmi, atestam esta cobiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A homologação da TI Raposa-Serra do Sol, pelo STF, neste ano de 2009, para gáudio de Sua Alteza, é um acinte ao povo brasileiro, principalmente quando se tem ciência da existência de um  objetivo não mais fortuito de “balcanização” da Amazônia, com a criação de diversas “nações indígenas” que, uma vez homologadas, se apossariam de imensas reservas minerais e da rica biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ENIGMA LULA&lt;br /&gt;“Aparentemente incompreensível, na lista dos membros do Diálogo Interamericano na reunião de 1992, é a presença do atual presidente da República, Sr. Luís Inácio Lula da Silva, lado a lado com FHC,  Lula, então presidente de honra do PT e candidato à Presidência da República, e que freqüentemente atacava a “política” empreendida pelo presidente FHC, a qual nada mais era do que o fiel cumprimento das normas ditadas pelos “donos do mundo” através do Diálogo Interamericano”. (Marcos Coimbra em “Brasil Soberano”)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo consta, no passado político de Lula existem passagens, como aluno (1968), pelo Iadesil (antigo Instituto Americano para o desenvolvimento do Sindicalismo Livre), escola de doutrinação mantida em São Paulo, pelos norte-americanos da AFL-CIO, que manteve financeiramente a CUT, com apoio da social-democracia italiana; pelos EUA, em 1972/1973, quando  foi treinado  em sindicalismo na Johns Hopkins University (o Lula fala inglês?), em Baltimore, EUA (Jogo Duro, Mario Garnero, Editora Best Seller, pgs. 130 a 132), foi membro da AFL-CIO (não sei se ainda continua), a Central Sindical Americana, onde criou amizades com Stanley Gacek e John Sweeney, respectivamente advogado sindicalista  da área internacional e o outro é o atual presidente da mesma. Recentemente, quando da viagem de Lula aos EUA para entrevista com o Presidente Barack Obama, “foi tomar a benção” primeiro com o Presidente da AFL-CIO, Sweeney. Por quê? Segundo Fernando Tollendal, “o PT e a CUT foram criados sob inspiração norte-americana, para cindir a completa hegemonia que os comunistas antes detinham no movimento sindical brasileiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de se supor, por conseguinte, que algum comprometimento tenha o Sr. Lula assumido com as diretrizes do FMI, senão como julgar as suas atitudes em harmonia com as ações de FHC durante todo o seu primeiro mandato e só recentemente, em setembro de 2007, com a retirada de 41 blocos da 9ª Rodada da ANP, 26 na área do pré-sal, veio a esboçar uma ligeira reação ao status quo imposto por FHC durante o governo dele. Mas, parou por aí. Veja-se abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Em que pese o avanço que representa as modificações do marco regulatório, ora propostas pelo governo, sobre à situação anterior estabelecidas pela Lei 9478/97: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A proposta do governo para o pré-sal, por não prever a retomada total do monopólio estatal, é frustrante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica difícil situar a posição do presidente Lula no atual contexto, ainda mais quando se leva em conta que ele, como candidato à Presidência, havia prometido instalar a CPI das Privatizações, a qual chegou a ser instalada no seu governo, porém morreu no nascedouro. Não tinha ele uma arma nas mãos? Ameaçar a oposição com a reinstalação da CPI das Privatizações, caso levassem avante a CPI da Petrobrás, quando ainda idéia? E, por que não o fez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a apresentação dos quatro Projetos de Lei, pelo governo atual, contendo as modificações propostas no marco regulatório, e tendo em mente o exposto acima, não é difícil explicar o porquê da tentativa (por enquanto) da adoção de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O sistema de partilha (?) – o que seria INQUESTIONÁVEL é todo o petróleo para o povo brasileiro&lt;br /&gt;- A continuidade dos leilões da ANP (?);&lt;br /&gt;- A criação da nova estatal – a PETROSAL (?);&lt;br /&gt;- Por que não a restauração da Lei 2004/53, com adaptações, em substituição à Lei 9478/97(?) e,&lt;br /&gt;- Por que não a recondução da Petrobrás (100% estatal, com a recompra das ações) à condição de executora do monopólio estatal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal mesmo teria sido o Contrato de Prestação de Serviços, única e exclusivamente, como bem se houve durante a vigência do monopólio estatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La revanche du Sud - Le Monde, 11 de junho de 2008 (tradução  A. Pertence):&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Uma empresa séria procura parceiros, basicamente, por três razões: carência de capital, carência de tecnologia e excesso de risco. A Petrobrás não se enquadra em nenhum dos três casos. Capital não é problema. Os lucros da empresa nos últimos dez anos têm sido astronômicos. Em relação à tecnologia, a Petrobrás, em seu campo, é líder mundial há décadas no desenvolvimento e domínio de tecnologias para exploração e produção em águas profundas e parte agora para mais um salto tecnológico, ao descobrir áreas muito mais promissoras abaixo da camada de sal, na plataforma continental em águas ultraprofundas. Quanto ao risco do negócio, a situação é idêntica. A Petrobrás foi progressivamente criando “expertise” e hoje suas chances de sucesso nesta nova fase são consideráveis. Ainda assim, nas novas descobertas ocorridas, especialmente na Bacia de Santos, tomamos conhecimento que há parceiros do Norte que irão usufruir dos bônus que a parceria com a Petrobrás lhes confere. No caso da exploração e  produção de petróleo e gás no mar brasileiro, a regra do jogo vigente é clara em ensinar que empresas na situação da Petrobrás deveriam dispensar taxativamente qualquer oferta d e parceria. No entanto, a Petrobrás as tem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durma-se com um barulho desses!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, em seus quinhentos e nove anos de história, já passou por diversos ciclos de espoliação, começando por aquele que praticamente extinguiu o Pau Brasil, o do ouro, do açúcar, do café e o da borracha e, se bobearmos lá se vai o Pré-Sal. Chega de subserviência. Vamos à luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para concluir, parafraseando o colega da AEPET, Raul Bergmann, do Rio Grande do Sul:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Parece que a única urgência no caso do Pré-Sal é a retomada para a União da propriedade integral do petróleo, garantindo que toda a cadeia produtiva do Setor fique sob controle do Estado Brasileiro, para não acarretar entraves, por interesses particulares, ao Desenvolvimento Sustentável do País”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;1.          O COMPLÔ para aniquilar as Forças Armadas e as nações da Ibero-América (EIR – Executive Intelligence Review, 2ª Edição, março de 2000) &lt;br /&gt;2.          Os Cabeças-de-Planilha (Luís Nassif – 2ª Edição – Ediouro, 2007) &lt;br /&gt;3.          Brasil Soberano (Marcos Coimbra, - Ed. Autor, 2009) &lt;br /&gt;4.          Kissinger Report 2004 – A Retrospective on NSSM-200 (Human Life Internati onal) &lt;br /&gt;5.          A Verdadeira História do Clube Bilderberg (Daniel Estulin, Editorial Planeta, 2005) &lt;br /&gt;6.          EIR – Memorando Especial: Brasil: Soberania sob Ataque (1989) &lt;br /&gt;7.          Diversos artigos na Internet de autores diferentes, entre os quais podemos citar: &lt;br /&gt;Adriano Benayon, Carlos I. S. Azambuja, Pedro Porfírio, Gélio Fregapani, Paulo Nogueira Batista, CMI Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6355225410024214702?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6355225410024214702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/contradicoes-incoerencias-e-parcerias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6355225410024214702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6355225410024214702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/contradicoes-incoerencias-e-parcerias.html' title='Contradições, Incoerências e Parcerias'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-371130949919539527</id><published>2009-09-19T17:53:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T18:34:32.166-07:00</updated><title type='text'>Antagonismos e conflitos internos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Segurança Nacional&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las. A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências, a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos: a divisão do povo brasileiro em etnias hostis, os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais, e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ameaça de conflitos étnicos.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;É a mais perigosa pelo caráter separatista &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anuncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira.  Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala. , idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanham de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara: &lt;br /&gt;1) Identificação das jazidas – já feito. &lt;br /&gt;2)Atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas – já feito.&lt;br /&gt;3)Conseguir a demarcação e homologação – já feito na maior parte.&lt;br /&gt;4)Colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns – já feito. &lt;br /&gt;5) Assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas – já feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas numa gigantesca, e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potencias carentes dos recursos naturais – petróleo e minérios, quando o Brasil reagir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará, virou um quilombo inteiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando aos  afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." Desde 1988? (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). Sim "Quem morava aqui?"  “Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio,  lá naquela montanha." "Tudo é seu. E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Conflitos Rurais&lt;/strong&gt; – os primeiros a eclodir&lt;br /&gt;MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança que em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas. É claro que os produto res rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o min. do desenvolvimento Agrário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, matando os empregos. Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os três passos para a guerra civil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Varias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do ministério da Justiça: Roraima não está totalmente pacificada; o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas; no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST; Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do min. Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.&lt;br /&gt;Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais - petróleo, minérios e até terras cultiváveis - e estando dividido, sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários, como já demonstrou  o MST no caso de Itaipu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 51&lt;br /&gt;20 de setembro de 2009 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APENDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAZENDA_COQUEIROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam a incrível documentação da atuação do MST no Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;É em slides. &lt;a href="http://mail.uol.com.br/main/download?msg_id=ODE4OTQ&amp;ctype=FAZENDA_COQUEIROS.pps&amp;disposition=attachment&amp;force_folder=INBOX="&gt;VALE A PENA VER CLICANDO AQUI &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://mail.uol.com.br/main/download?msg_id=ODE4OTQ&amp;ctype=FAZENDA_COQUEIROS.pps&amp;disposition=attachment&amp;force_folder=INBOX&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-371130949919539527?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/371130949919539527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/antagonismos-e-conflitos-internos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/371130949919539527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/371130949919539527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/antagonismos-e-conflitos-internos.html' title='Antagonismos e conflitos internos'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3946475125170813541</id><published>2009-09-12T19:34:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T19:55:43.624-07:00</updated><title type='text'>Paz e Guerra, Parcerias e registros</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Como manter a Paz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É elementar, em estratégia de defesa, primeiro decidir o que queremos alcançar; depois identificar as ameaças, avaliar como nossos meios, dispositivos e procedimentos responderiam às ameaças, e permanentemente fazer as modificações necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplificando, o mínimo que podemos querer é manter a paz e aproveitar as riquezas que Deus nos deu. Facilmente identificamos como ameaças uma convulsão interna e tomada, a manu militari, de certas riquezas como o pré sal e/ou as jazidas minerais nas terras indígenas, auxiliados por estes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos para outro comentário a possível convulsão interna. Para esta não adiantará aviões interceptadores nem submarinos nucleares. Concentremo-nos por hora na finalidade básica das Forças Armadas, que é fazer face a agressões externas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nosso objetivo é dissuadir, torna-se imperioso fazer com que o preço de qualquer agressão seja mais caro do que o possível lucro. Isto inclui a capacidade de  causar danos na defesa e a capacidade de retaliar. Dentro dessas premissas, concluímos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – A melhor forma de dissuadir uma agressão é poder responder (retaliar) com um ataque nuclear. Quem tiver armas atômicas e meios de lançá-las sobre o país do agressor, estará livre de ataques militares e até mesmo de pressões insuportáveis. Submarinos nucleares sempre terão sua importância, mas só serão eficiente arma de dissuasão se dotados de mísseis com ogivas nucleares, capazes de atingir, das proximidades da costa, centros vitais do país agressor.   Aumentando as tensões, teria que “viver” no mar, incógnito, para evitar ser destruído no porto.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Se tratando de aviões, os únicos que poderiam retaliar seriam os Sukoy russos, pela autonomia. Para o combate, como plataformas de tiro, melhores ou piores, todos cumprem satisfatoriamente suas missões. O desempenho depende mesmo é do armamento e dos “avionics”. Contra um inimigo infinitamente superior, independente do tipo da aeronave, não teríamos chance de vitória ou de causar dano expressivo, mas provavelmente os nossos seriam destruídos ainda em terra. Neste caso a sobrevivência dependerá do sucesso em ocultar o local de guarda, o que favoreceria a escolha de aviões de pouso e decolagem vertical, mesmo em detrimento de outras características. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, quaisquer dos que comprarmos serão úteis para manter a respeitabilidade entre os vizinhos e, principalmente, para inibir (e combater), firmas de segurança tipo Blackwaters e Halliburton eventualmente contratadas pelas ONGs indigenistas para garantir a independência das reservas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Em terra, não há como se enfrentar, em campo raso, exércitos infinitamente superiores, mas podemos desafiá-los com guerrilhas na selva, nas cidades e nos sertões, desde que haja população brasileira no local. Ainda que seja mínima a capacidade de retaliação – a não ser sobre os aliados do país mais forte – a capacidade de causar dano, de cobrar um preço caro demais pela agressão, dependerá de adequarmos o armamento, o equipamento e os procedimentos para a nova realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mobilidade ainda crescerá de importância, mas não as blindagens; motociclos e “boogies” armados com mísseis devem substituir os dispendiosos e vulneráveis carros de combate (tanques). De vital importância serão os mísseis portáteis e as armas manejadas e controladas a distância, as minas e o jogo de sensores. Entretanto a chave da vitória será sempre a existência de uma população local, armada e imbuída de decisão de defender a Pátria. Só isto que deixa uma região inconquistável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto evidencia o erro estratégico de interditar a fronteira aos não-índios. Só poderemos reverter a bobagem que fizemos, permitindo  garimpos nas reservas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si Vis Pacem Bellum Parati &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parceria com a França&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há lógica na definição da parceria militar com a França.  Lógica, comercial, mas principalmente política. A França e o Brasil se unem, não contra os EUA, mas de alguma forma para fugir da sua influência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época da bipolaridade, razões históricas e geográficas nos colocaram como aliados menores (satélites) dos EUA, o que, se não foi vantajoso pelo menos cumpriu a finalidade da segurança. Com a queda do mundo comunista, todos ficaram na incomoda posição de subordinação à hegemonia Norte-Americana, reconheçamos, bem mais suave do que as anteriores, mas nela não mais havia motivo para contemporizar com seus aliados, e se ampliaram as desconfianças pré-existentes, na medida em que disputavam o controle dos recursos naturais. Mesmo antes da crise, o futuro já apontava para uma tendência ao poder multipolar, cada grupo com um líder e seus satélites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa comparação doméstica, Colômbia e Peru aprofundam a sua ligação com os EUA, aliás, de dependência. A Venezuela, o Equador e a Bolívia voltam-se para a Rússia, em alianças também desequilibradas, enquanto o Brasil tende a optar pela França, formando um bloco onde ambos os parceiros tem a mesma importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orgulhosa França secularmente procura não se submeter a hegemonias, mas mesmo sendo um dos mais sofisticados tecnologicamente, não dispõe de base física para, sem alianças, ser um dos pólos de poder mundial. O Brasil, um país continental, com a Amazônia, mercado crescente, com produção agrícola, biocombustíveis e agora com o pré-sal, sem falar das maiores jazidas de urânio do planeta, torna-se para a França, o parceiro ideal. Poderia também ser o parceiro ideal para outras potências tecnológicas sem a base física, pois nenhum bloco pode ser significativo sem os recursos naturais de um país-continente. Foi uma questão de escolha.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parceria houve interesse estratégico. Para nós, a certeza da transferência de tecnologia propiciará o avanço que almejamos e em troca a França certamente visa, mais do que a mercados, ao acesso a recursos naturais escassos no mundo, entre os quais, sou capaz de apostar, o urânio. Vale lembrar que a França é uma potência nuclear. Por que não podemos ser também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prosseguindo esta parceria como esperamos, será formado um novo centro de poder a altura dos demais, mas onde os parceiros serão iguais e complementares.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim é difícil aplaudir um governo que nos separa em etnias hostis, mas aprecio essa escolha. Bem, até o relógio parado estará certo duas vezes ao dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para registro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- A relação do presidente Lula com Roraima pode ser comparada com aquele médico macabro que envenenou e matou o paciente e em seguida, embora tenha faltado ao seu funeral, teve a cara de pau de ir para sua missa de sétimo dia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O secretário-geral da ONU Ban Ki-moon pressiona o Brasil para que adote metas contra o desmatamento na Amazônia que atendam a demandas de países que abateram as suas florestas para progredir, e por isto são do primeiro mundo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A ONU quer que o Brasil deixe de usar o argumento da soberania para impedir  “sugestões” sobre o que fazer com a Amazônia. Trata-se da tese da “soberania restrita” que tem sido enunciada sem rodeios por  dirigentes de diversos países há mais de duas décadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gélio Fregapani  &lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 50&lt;br /&gt;13 de setembro de 2009 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                            &lt;strong&gt;APENDICE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Observe o seguinte quadro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1 - Sob orientação de ONGs. são criadas grandes reservas indígenas sobre as principais jazidas minerais do País (isto já aconteceu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Deputados traidores da Pátria introduzem na Constituição artigos que determinam: "Tratados internacionais assinados pelo Brasil (e referendados) passam a ter força de artigos da Constituição"(isto já aconteceu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 -  A ONU publica uma declaração de "Direitos dos povos indígenas" , que inclui o direito de escolher sua nacionalidade, inclusive uma própria. O representante brasileiro assina em nome do País (isto já aconteceu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Várias tribos já consideram seus territórios independentes, por orientação de ONGs estrangeiras. Fecham estradas, criam governos, bandeiras e não mais se consideram brasileiras. É mais difícil a um brasileiro conseguir permissão para visitar esses territórios do que para visitar um país estrangeiro(isto já aconteceu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Amparadas na ONU (e na legislação brasileira), as tribos declaram independência e contratam as forças mercenárias abaixo para a garantir. Tal como na África quem pagará os mercenários  serão as mineradoras. (isto ainda não aconteceu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países do 1º mundo só intervirão com suas Forças Armadas se for indispensável. Se não for, oficialmente ficarão fora da guerra. Apenas reconhecerão as novas nações e se aproveitarão de sua fraqueza para negociar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEIA A ENTREVISTA ABAIXO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Guerra no Século XXI  ou  A terceirização da guerra &lt;br /&gt;Entrevista a Dario Azzelini, pesquisador italiano das “novas guerras”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A guerra não é mais para instalar outro modelo econômico: ela é o modelo”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Natália Aruguete e Walter Isaía&lt;br /&gt;PÁGINA 12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires, 29/6/08&lt;br /&gt;A idéia do &lt;em&gt;conflito permanente&lt;/em&gt; cria condições para o surgimento de um modelo econômico que seria impossível de instalar em condições de paz. Ao mesmo tempo, é cada vez mais importante a intervenção de Companhias Militares Privadas (CMPs) em todo o mundo, do Iraque até a Colômbia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Que significa a denominação de “novas guerras” que o senhor usa no livro O Negócio da Guerra? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; −  No debate acadêmico  e − em parte − o político, a expressão “novas guerras” foi introduzida para denominar o fato que mais e mais guerras não se dão entre países mas no interior dos países ou, pelo menos,  entre um exército regular e um irregular. A expressão, porém poderia se ampliada porque com as modificações de estratégias de sua condução, vemos que até os países com exércitos regulares estão transferindo a violência para empresas privadas ou estruturas paramilitares: atores que não são os tradicionais nas guerras “comuns”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;− Acabaram as guerras entre Estados? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Não é que tenham acabado. Pelo contrário, na última década também houve um aumento das guerras entre países, mas se apresentaram de outra maneira. Os ataques ao Afeganistão ou Iraque foram guerras entre países, mas a porcentagem das guerras irregulares em comparação com as regulares está aumentando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Isso obedece à lógica neoliberal? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Dizemos que obedece a certas lógicas do neoliberalismo no sentido de aumentar lucros. O sentido da guerra mudou. Tradicionalmente era para trocar as elites e o controle das economias, ou introduzir outro modelo de domínio econômico ou político. Agora, em muitos casos as guerras são permanentes. Não se faz a guerra para implementar outro modelo econômico, mas a guerra mesmo é o mecanismo de lucros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Por exemplo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Por exemplo, Colômbia. Muito dos lucros nesse país são porque − praticamente − é um país em guerra. Durante os últimos 20 anos, a passagem da pequena e média agricultura para a agroindústria se fez com uma guerra. Se não fosse assim, não teria sido possível expropriar as terras de milhões de camponeses e fazer uma reforma agrária ao contrário, na qual os latifundiários e paramilitares se apropriaram de 6 milhões de hectares de terra.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Neste cenário, como fica o lugar do Estado? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Em todo o discurso liberal se diz que o Estado está supostamente perdendo o controle desses atores armados. Fundamentalmente, no caso da Colômbia. Creio que os Estados não perdem o controle e, se o perdem, é em pequenos pontos. Simplesmente estão terceirizando as funções repressivas ou de guerra, criando mais confusão. Os grupos paramilitares colombianos  foram criados pelas dificuldades do Estado em conseguir financiamento internacional nos anos 80, pela responsabilidade do exército ou da polícia em delitos contra os direitos humanos. Logo se montou o show da suposta desmobilização dos paramilitares, mas já no final dos 90 era de conhecimento público que o paramilitarismo estava coordenado, fomentado e  controlado pelo exército e as autoridades colombianas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, a Human Right Watch publicou uma análise da Colômbia cujo título era Paramilitarismo, a sexta divisão do exército colombiano (o exército colombiano tinha cinco divisões). Nesse informe esclarecem que o paramilitarismo é parte integral da situação do exército colombiano e que o processo de desarmamento é uma farsa. Os supostos paramilitares desmobilizados aparecem em outras zonas da Colômbia onde ainda se necessita o paramilitarismo como estratégia ou como supostos grupos rearmados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como e quando nascem as Companhias Militares Privadas (CMPs)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − As primeiras nascem imediatamente depois da II Guerra Mundial, porque o exército dos Estados Unidos tinha grande capacidade de transporte que já não necessita manter e começou a privatizar parte do transporte. Porém o verdadeiro boom dessas empresas começou em fins dos anos 80 e foi reforçado de forma maciça nos 90. Na primeira guerra dos Estados Unidos contra o Iraque, a relação entre os empregados das CMPs e os soldados era de 1 para 100. No Afeganistão, de 1 para 50/40. Agora, no Iraque há 180 mil empregados das CMPs, segundo dados do próprio exército norte-americano. Quantidade maior do que a dos soldados do exército.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Que atividades exercem estas companhias? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Todas as que alguém possa imaginar. O emprego de armas sofisticadas (como aviões não tripulados, radares ou mísseis de navios estadunidenses) na primeira onda de ataques ao Iraque foi realizado por especialistas de empresas privadas. Além disso distribuem a correspondência, cozinham ou lavam a roupa dos soldados, montam os acampamentos militares, as prisões. No caso da prisão de Abu Ghraib houve julgamentos e investigações contra menos de 10 soldados dos Estados Unidos, quando deveria haver muitos mais implicados.  A verdade é que a prisão era administrada em todas as suas funções por duas empresas privadas: CACI e Titan. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Quais são as vantagens de terceirizar esse tipo de tarefas para as CMPs?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como formalmente são civis, não podem, portanto, ser julgados pela Justiça militar. Ao mesmo tempo, em seus contratos lhes é assegurado que não podem ser submetidos à Justiça civil dos países em que eles atuam. Praticamente se criou um campo de impunidade. E a única via para fazer algo contra esses crimes é iniciar processos nos Estados Unidos contra essas empresas. Quantas vítimas têm a possibilidade de fazer isso. Quase ninguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Cria-se uma espécie de marco normativo para acionar estas empresas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Sim. Legaliza-se todo o negócio dos mercenários com esse marco de impunidade. Além disso, terceiriza-se a responsabilidade. Milles Frechette, ex-embaixador dos Estados Unidos na Colômbia, disse que é muito cômodo trabalhar com essas empresas porque se morrem, não são soldados dos Estados Unidos e, se fazem algo errado, a responsabilidade tampouco recai sobre os Estados Unidos. No caso da DinCorp que faz as fumigações de supostas culturas de amapola e coca, na Colômbia há um processo internacional porque fumigaram parte do Equa dor. Mas a empresa alega que eles não podem dizer nada porque parte de seu contrato é não dar informação a terceiros. O contrato vem do Pentágono. Então, se um congressista lhe solicita prestação de contas , o Pentágono apresenta o contrato e diz: eles fazem estas tarefas. Se faz algo mais não podemos controlá-la  porque é uma empresa privada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Estas empresas, geralmente estadunidenses, são contratadas pelo Pentágono? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − A maioria. De fato, a maior parte do financiamento vem dos Estados Unidos. Do gasto militar  no âmbito mundial os Estados Unidos executa a metade. Há empresas também na Europa, empresas russas, na Ásia. Mas as dos Estados Unidos só trabalham sob o consenso do Pentágono. Pode ser que treinem o exército da Coréia do Sul, mas com o de acordo do Pentágono. As empresas russas ou outras de países do Leste, contrata-as quem tem dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como convive o exército norte-americano com as CMPs? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Depende de que setores do exército falemos. No campo concreto provavelmente haja conflitos, já que os empregados dessas empresas de segurança costumam ganhar mais do que os soldados. Trabalham em assuntos de maior risco com menos segurança. Porém trabalhar juntos funciona muito bem porque as empresas de segurança são fundadas e organizadas por ex-membros do exército dos Estados Unidos. Também muitos políticos são donos ou copartícipes dessas empresas. Há empresas como a MPRI, fundada por generais dos Estados Unidos da primeira guerra contra o Iraque, que estiveram durante um tempo nas reuniões do Pentá gono. Há ligações pessoais muito estreitas. A Eagle Aviation Services and Technology (EAST), que prestou serviços à CIA nos anos 80, é a encarregada do transporte de maquinaria no marco do Plano Colômbia e do Plano anti drogas na América do Sul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Quanto dinheiro movimentam  estas empresas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − É um negócio que deve estar movimentando ao redor de 150 a 200 bilhões de dólares por ano no mundo. As pequenas foram compradas pelas maiores, movimentam  muito dinheiro, várias têm cotação na Bolsa. Tornou-se um mega negócio no qual participam empresas que trabalham em outros campos. Mas também há ligações entre empresas transnacionais de recursos naturais como petrolíferas e mineradoras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Pode nos dar um exemplo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Na guerra no Congo, antes que Laurent Cavila ganhasse, havia mineradoras transnacionais que pagavam a mercenários ou a empresas militares privadas para acompanhar as diferentes facções. Uma vez liberado um território mineiro, já havia engenheiros e as CMPs com as mineradoras tinham o controle do território e faziam um acordo com a facção ganhadora para explorar a jazida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como é a contratação das CMPs? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − São contratadas para fazer trabalhos. E esse também é outro assunto para escapar do controle. A lei norte-americana estabelece que todos os contratos que superem 50 milhões de dólares têm que ser aprovados pelo Congresso. Normalmente fracionam-se os contratos para que sejam inferiores e o Congresso nem se intera desses contratos ou do que estejam fazendo essas missões. É a possibilidade de os Estados Unidos fazer intervenções militares em outros países sem que apareçam como tais, porque não são seus soldados que atuam. Todos sabemos o impacto público que causa a imagem dos soldados mortos com a bandeira yankee que regressam aos Estados Unidos. Isso não acontece se morre um empregado de uma empresa privada: não causa indignação pública porque é como se morresse um empregado da IBM em Cingapura. Ninguém se importa com isso. No Iraque pode-se estimar que haja morrido, no mínimo, 2 mil empregados das CMPs. Isso ajuda a manter o número de baixas num nível baixo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Contratam empregados na América Latina? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − O recrutamento na América Latina cresceu muito nos últimos quatro anos. Antes recrutavam muito nas Filipinas, Nepal, Fiji, Estados Unidos, Inglaterra, França. Mais acostumados a trabalhar com certa modalidade. No Nepal, os gurkas têm uma tradição de 150 anos de mercenários e os de Fiji obtiveram muita formação em missões da ONU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Há uma estimativa de quanto destinam as empresas transnacionais para o financiamento de segurança com apoio militar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Seguramente o tem incorporado ao orçamento, mas é difícil estimar. Na Argentina, a Repsol está trabalhando com empresas de segurança privadas para dar segurança aos seus campos petrolíferos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Que tipo de atividades essas empresas realizam na Argentina? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Atividades de segurança que provavelmente significam também espionar os movimentos sociais com posições contrárias à exploração petrolífera ou o controle do território. A vantagem é que não necessariamente o Estado dá grátis os policiais ou militares que a empresa considera necessários para esse controle, em compensação, para a empresa privada é mais importante o que diz ele que a contrata do que diz a lei.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Sabe quais são as empresas contratadas pela Repsol na Argentina? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Não sei. Mas se necessita menos gente para resguardar um poço petroleiro na Argentina do que na Colômbia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como essas empresas aparecem nos meios de comunicação? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Um caso que passou muito pela imprensa foi em 2004 em Falluja, onde houve imagens fortes de uns supostos civis − como explicou em princípio a imprensa  − que foram cercados pela população iraquiana , assassinados e seus corpos queimados e pendurados em uma ponte. A imprensa disse que esse pessoal acompanhava um comboio. Formalmente eram civis, mas eram empregados da Blackwater, uma das maiores empresas no campo militar. Estavam protegendo um comboio de soldados norte-americanos, uma tarefa militar. O p roblema é qual informação é obtida e é apresentada pela imprensa. Toda a informação que se tem do conflito do Iraque passa pelo departamento de relações de imprensa do exército dos Estados Unidos. São repórteres de imprensa militares. Eles só relatam ações nas quais participam os soldados do exército norte-americano, porém, como há mais empregados das empresas militares do que soldados, não temos nenhuma informação sobre muitas ações. Houve empregados de empresas privadas que repeliram o ataque das forças rebeldes iraquianas quando a cidade de Falluja esteve tomada pela resistência. As forças da empresa Blackwater se infiltraram para fazer atentados e pôr bombas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Os empregados das CMPs são os contratistas que a cadeia CNN menciona, por exemplo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Sim. São os empregados destas empresas. O exército contrata as empresas e a as empresas a estas pessoas. Porém não apenas o exército. No Iraque todas as embaixadas e empresas contratam CMPs para custódia e segurança.  Na Colômbia, a colombiana Ecopetrol, que explora campos petrolíferos junto com a OXI dos Estados Unidos, contrata a CMP AirScan da Flórida para fazer sobrevôos e obter informação de tropas insurgentes que estejam perto dos campos e o oleoduto desde Caño Limon até o porto onde se exporta petróleo para os Estados Unidos. Em 1998, a vila de Santo Domingo foi bombardeada por helicópteros do exército colombiano e causaram quase 20 mortos.   Fez-se uma investigação, julgaram os pilotos do exército colombiano  que disseram  que bombardearam, mas somente seguindo ordens. A AirScan passou informação ao exército de que nessa vila havia uma coluna guerrilheira , por isso a bombardearam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Então cuidam dos negócios das empresas e brindam serviços ao exército. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; −  É parte do trabalho. No caso do campo petrolífero de Cano Limon é uma cooperação bem organizada e partilhada. A empresa de segurança é paga pelas empresas e apoiada pelo exército colombiano e pelos Estados Unidos com tecnologia. É um conjunto de empresas públicas e privadas, exércitos, CMPs e polícias que formam uma rede que garante a saída do petróleo da Colômbia para os Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Nessa trama, as CMPs têm relação direta com os Estados e os exércitos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − A operacionalização é a seguinte: os Estados Unidos faz o Plano Colômbia e grande parte do dinheiro nunca chega à Colômbia, só atravessa a rua do Pentágono, já que em frente estão as sedes de muitas das empresas militares privadas que vão “trabalhar” na Colômbia. Há que destacar que enquanto nas guerras clássicas os soldados tinham o interesse de terminar a guerra, estas empresas não, porque só ganham se há conflito. Provavelmente não agem com o espírito de terminar com esses conflitos porque perderiam seu ganha-pão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; −  Há vínculos comprovados com o narcotráfico na Colômbia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Houve casos de vários empregados de empresas que estiveram implicados em casos de narcotráfico. É muito difícil averiguar, mas pode-se supor que haja alguns contatos entre algumas empresas e o narcotráfico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Dentro das tarefas das CMPs na Colômbia, inclui-se agir contra dirigentes sindicais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Sim. A British Petróleo contratou uma empresa que fazia trabalhos de inteligência com movimentos sociais e indígenas que estavam na zona. Os paramilitares assassinaram líderes sociais e se sabe que as CMPs passavam informação ao exército. Os militares dizem que não os mataram, que foram os paramilitares, mas a ligação fica clara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como atuam estas companhias no México? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Há alguns mercenários israelenses que apoiaram o treinamento para a formação de grupos paramilitares em Chiapas. Mas é pouco claro. A construção do paramilitarismo no México é diferente do colombiano. Na Colômbia organizaram-se tropas irregulares que se apropriaram das terras, casas, etc. No México criaram-se comunidades paramilitares. Elas são infiltradas, preparadas e se tornam comunidades paramilitares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Como se vincula a ação destas companhias com a violência sexual na Guatemala? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − O caso da Guatemala é anterior ao das construções paramilitares como as autodefesas civis, pagas para apoiar o exército em seu trabalho genocida. A violência sexual se encaixa porque é parte integral da guerra desde sempre. Assassinavam os homens e violavam e ficavam com as mulheres. Isso rompe o tecido social de toda a comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Estas estruturas paramilitares, com as CMPs e os Estados, formam modos de controle social e paraestatalidades? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Sim, paraestatalidades porque têm território ou representam o Estado. Salvador Manuso, ex-chefe paramilitar colombiano – que foi extraditado em 15 de maio último para ser julgado nos Estados Unidos − disse em uma entrevista à RCN que controlavam congressistas e que, para chegar ao cargo, tinham que concordar com eles, se não, não recebiam votos. A Colômbia é claramente um narco-Estado paramilitar. Não controlam zonas senão as que estejam no Estado. Isso também explica as ligações com as empresas privadas. No norte da Colômbia, empresas bananicultoras pagavam uma porcentagem por cacho de bananas a os paramilitares para a segurança. Para se ver os laços estreitos da política com os paramilitares, outro chefe paramilitar, Diego Murillo, aliás Don Berna − também extraditado − disse que existiam sob os governos e Estados que os levaram a clamar pela Justiça “com nossas próprias mãos e nossos próprios meios. Se falam de prisão pelo que fizemos, todos eles devem ir juntos conosco”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Há empregados das CMPs reféns das FARC? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Há três (*), mas é um caso complicado. Um avião pequeno, emprestado pelo Pentágono a uma empresa, sobrevoava as zonas guerrilheiras para transmitir informação sobre as colunas e os chefes guerrilheiros e foi abatida.  Supunha-se que os estadunidenses em mãos das FARC eram da empresa, mas logo se soube que eram da CIA e que se usava a empresa como véu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          [(*) Devem ser os três americanos libertados agora, junto com Ingrid Betencourt]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Existe alguma estratégia dos Estados Unidos para a América Latina na qual participem as CMPs em médio ou longo prazo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; − Há dois elementos, um é a grande base de dados de ex-militares formados que participaram de ditaduras e foram adaptados às novas formas de atuação do exército dos Estados Unidos para trabalhar no Iraque.  Há milhares de empregados latino-americanos trabalhando para as CMPs: ex-militares da Argentina, Chile, Honduras, El Salvador e polícias especiais do Brasil e Peru. Neskowin tinha sua sede em Montevidéu e recrutava ex-militares argentinos e uruguaios para a Blackwater  no Iraque.  A segunda é a ampliação maciça do paramilitarismo em alguns países da América Latina. Na Venezuela começa a haver contatos com grupos da oposição. Na Bolívia também com os autonomistas de Santa Cruz. E no Equador, para formar como uma espécie de contra (revolução)  reserva (stand by) a médio prazo. Na Venezuela pode-se traduzir em uma combinação entre as estruturas paramilitares e o pessoal contratado que monte algo similar a contra (revolução) como foi na Nicarágua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; .......................................................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Organização Paramilitar = Milícia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.      A Companhia das Letras editou Blackwater, a ascensão do exército mercenário mais poderoso do mundo, de Jeremy Scahill (R$ 41,00), com a história da CMP que, em menos de dez anos, tem contratos oficiais de US$ 600 milhões só com o governo dos EUA.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.      A Blackwater comprou da Embraer um Super Tucano, avião para treinamento militar avançado, e que foi entregue em 22 de fevereiro deste ano. Segundo a revista ASAS de abril/maio de 2008, a empresa norte-americana é a primeira operadora “civil” do Super Tucano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3946475125170813541?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3946475125170813541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/paz-e-guerra-parcerias-e-registros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3946475125170813541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3946475125170813541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/paz-e-guerra-parcerias-e-registros.html' title='Paz e Guerra, Parcerias e registros'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6076681301871441640</id><published>2009-09-06T07:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T07:41:37.360-07:00</updated><title type='text'>A Ameaça Velada; Força e Coragem;  Pré Sal;  Marina</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Ameaça velada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nas relações internacionais, o poder do mais forte é aplicado sempre que estão em jogo interesses importantes ou vitais. Se a opção militar for necessária para resolver um conflito, uma potência empregará as Forças Armadas desde que o oponente não tenha capacidade de dissuasão. Assim fizeram todos; os EUA a Inglaterra, a Alemanha, e Rússia na Europa, na Ásia, na África e na América, e assim farão na Amazônia se lhes interessar, pois as Forças Armadas brasileiras estão incapacitadas para resistir à intervenção militar de potências, em face do absoluto e indesculpável desprezo de sucessivos governos pela defesa nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sociedades que atingiram um elevado nível de vida consomem quantidade de recursos naturais que não podem prover a partir dos próprios territórios. Pode ser vital para elas, garantir o acesso ou negá-lo a seus rivais e, para isso, projetam poder político-militar para controlar  áreas detentoras de tais recursos e regiões de alto valor geopolítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazônia, talvez a principal dessas áreas, aplicam uma estratégia velada para impor-nos a soberania compartilhada na região. Tem tido êxito; nosso governo se dobra negociando soberania por interesses sem ver ameaça na demarcação de terras indígenas na fronteira, financiadas por potências alienígenas, inclusive os EUA. A segregação, imposta pela Funai, impedirá que populações indígenas se sentam brasileiras por não estarem integradas à Nação. Esta é a herança maldita que nos passam a Funai e suas ONGs, muitas delas lideradas pelo marido da Marina Silva, e inexplicavelmente aceito por um presidente que se diz nacionalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Força e Coragem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não se entende o nosso comportamento covarde diante das injustas ofensas e agressões, contra o patrimônio do povo brasileiro, e menos ainda diante dos maus tratos que os brasileiros vêem recebendo em outro países. Seria por debilidade militar? Em parte, certamente, mas nos preparando militarmente dissuadiremos muitos dos que contrariem nossos justos interesses. Lamentavelmente, além de não nos armarmos, passamos como a que pedir desculpas por nossa força industrial e pelo enorme "pecado" de expandirmos nossas empresas para os países vizinhos, fazendo assim papel de um País fraco e indeciso. Já dizia Maquiavel:´ “Entre outros males, estar desarmado significa ser desprezado”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ser respeitados se entregamos nossas riquezas minerais sob a fachada de reservas indígenas e cedemos às mais descabidas exigências de qualquer ambicioso? Desarmaram-se nossos homens de bem e os aconselhamos a nunca resistir aos bandidos? Os outros diante disso, riem da assinatura por nossos diplomatas na ONU, do tratado apoiando a formação de "nações indígenas" dentro do próprio Brasil. Como respeitar um País que faz isso contra si próprio? E ainda foi o único a fazê-lo! Quem respeitaria uma potência que abre mão de produzir armamentos de grande poder dissuasório, para sua própria defesa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é o único dos BRIC que abriu mão de armas nucleares e de mísseis de largo alcance; e, sendo assim, é o único indefeso de fato, e passível de ser invadido desse grupo apesar de ser o de  maior potencial do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falta de disposição de ir até a guerra se necessário, e atrairemos toda a sorte de desgraças. Até agora tivemos soberania fictícia, aceita e as vezes mantida por outros enquanto fosse do interesse deles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora temos o pré sal. Algum produtor de petróleo garantiu a paz sem ceder tudo? Só tendo coragem e força para dissuadir. Falta-nos a força. A força se monta. Falta mais ainda coragem ao governo. Coragem é do tamanho que a gente quer.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xenofonte no livro “Ciropédia” transcreve as palavras do jovem príncipe Ciro, da Pérsia ao seu tio, o rico rei da Média: “Se mostras força e não tens riquezas, te deixarão em paz. Quando muito procurarão a tua aliança. Se tens riquezas, mas mostras ser forte, ainda assim te respeitarão, mas cuidado para não enfraqueceres, porque se tens riquezas e não tens força para as defender atrairás todas as ambições quer dos inimigos quer dos antigos aliados” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pré Sal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ainda existem riscos de algo não dar certo no pré sal, mas apostando que dará, o anunciado novo marco regulatório para a exploração representa "uma virada nacionalista" para o Brasil, que pode nos transformar em uma grande potência mundial de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ficará barato; as empresas estrangeiras confinadas a papéis secundários, esperneiam, e no primeiro mundo os governos protegem suas empresas como protegem suas Forças Armadas. Os lobistas das multinacionais, jogaram forte contra às mudanças na legislação do petróleo. A estratégia é clara: ganhar tempo e eleger candidatos que aceitem seus propósitos. Alardeiam vantagens do regime de concessões implementado por FHC, que forçou a Petrobras a admitir associação com outras empresas, notadamente estrangeiras, em infame manobra desnacionalizante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa estrangeira já comenta que para superar os desafios dos novos campos, a quilômetros sob uma camada de rocha e sal, o país precisará de ajuda, mas "poderá não atrair a colaboração a menos que ofereça aos parceiros termos mais lucrativos". Lembram ainda que "alguns observadores questionam a suposição de que a extração do petróleo é certa”. Na verdade as multinacionais não trouxeram contribuições importantes, muito menos na área tecnológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espernear das firmas prejudicadas já seria esperado, mas no País, também a parte burra da oposição também cria obstáculos a uma das poucas coisas boas que o governo faz, inclusive reclamando do prejuízo ao meio ambiente. Com isto só conseguem jogar os eleitores nos braços do Governo, por mostrarem que são ainda piores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No atual, regime de concessão, o Brasil recebe, hoje, menos da metade das vantagens que recebem os países exportadores mundiais, onde a média é 84%. Concessão, só nos EUA, mas lá as empresas são todas norte-americanas ou no máximo anglo-americanas. Aqui seriam empresas estrangeiras, casualmente do mesmo dono das de lá. Respeite-se os contratos já estabelecidos, mas não o estendamos ao pré sal . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente está certo no novo marco regulatório. Pessoalmente o desprezamos por sua fraqueza ante as exigências descabidas dos países vizinhos, e junto com as gerações vindoras, o amaldiçoaremos se o nosso País se dividir em nações étnicas por culpa dele, mas no caso do petróleo, goste-se ou não dele, é nossa obrigação  apoiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marina&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A propaganda verde aponta certa ex-ministra como a incorruptível. Aquela que prefere perder o pescoço a  perder o juízo. “Só” agora o PT parece perceber as falcatruas dela; a  imprensa já está anunciando as doações feitas a seu marido Fábio Vaz de Lima, líder de um pool de ONGs chamado GTA, e as irregularidades que praticava. Os órgãos de inteligência já sabiam disto há muito tempo, em conseqüência o governo deveria saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A propósito, aparece a sigla &lt;strong&gt;“GTA"&lt;/strong&gt; nas fotos da “&lt;em&gt;santa Dorothy&lt;/em&gt;”, aquela freira que não cuidava da religião, mas promovia conflitos rurais. Qual seria a ligação entre a evangélica Marina e freira pseudo-católica?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 49&lt;br /&gt;06  de setembro de 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;strong&gt;APÊNDICE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;                    &lt;strong&gt;TRÓIAS INDÍGENAS&lt;/strong&gt;                               &lt;br /&gt;Pelo General Luiz Eduardo Rocha Paiva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do STF sobre a Raposa Serra do Sol manteve a demarcação em terras contínuas. Perdeu-se a oportunidade de corrigir a sucessão de equívocos que, há duas décadas, vão consumando a perda de soberania e integridade territorial na Amazônia. Uma mudança de rumo levaria ao questionamento interno de várias demarcações e, por isso, a pressões externas sobre um País intimidado diante de reações internacionais que prejudiquem interesses menores, principalmente no campo comercial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um País que ignora ou despreza as lições da história sobre as relações de poder entre nações e, assim, arrisca irresponsavelmente a segurança de futuras gerações a quem caberá pagar a conta. A Amazônia não é uma questão de direito, mas sim do jogo internacional de poder, onde a estratégia do mais forte molda o direito de acordo com o seu interesse.&lt;br /&gt;O que explica a visita do Príncipe Charles ao Brasil às vésperas da decisão do STF? Veio dar um recado! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ressalvas impostas pelo STF, algumas já existentes na legislação, não eliminam a ameaça. Existem fatos consumados! Há imensas terras indígenas (TIs), nas fronteiras, onde o Estado cedeu sua autoridade a ONGs e outras organizações, muitas sem compromisso com o Brasil, e que representam potência s por quem são sustentadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais organizações não consideram os indígenas cidadãos brasileiros e querem sua reunião em nações autônomas. O Brasil, inexplicavelmente, votou a favor da Declaração de Direitos dos Povos Indígenas,que inclui o direito à autodeterminação, a vetar operações militares, a estabelecer instituições políticas, econômicas e jurídicas e a aceitar ou não medidas administrativas do governo nas TIs. É uma autonomia superior à dos estados da Federação e o artigo 42 da Declaração permite respaldar a intervenção internacional para impor os termos do documento. É a&lt;br /&gt;balcanização do País!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As potências ocidentais, desde o início dos anos 90, aplicam contra o Brasil uma estratégia tácita e velada para impor-nos a soberania compartilhada na Amazônia. São ações sucessivas exitosas, pois a Nação a elas se dobra voluntariamente, tornando efetiva e interna uma ameaça antes latente e distante. Ressalvas não revertem fatos consumados! Os conflitos nos Bálcãs, no Oriente Médio e na Ásia Central e a destruição da Sérvia pela OTAN são provas cabais para quem não vê a Amazônia como&lt;br /&gt;alvo. Nas relações internacionais, vale o direito da força e não a força do direito. A Resolução da ONU autorizando a intervenção da OTAN no Kosovo tinha como ressalva manter a integridade territorial da Sérvia.&lt;br /&gt;Hoje, o Kosovo é independente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sociedades das potências ocidentais atingiram um elevado nível de vida e consomem imensa quantidade de recursos, que seus países não podem prover a partir dos próprios territórios ou precisam tê-los como reserva estratégica. É interesse vital garantir o acesso privilegiado a matérias primas e, assim, projetam poder político-militar sobre áreas detentoras de tais recursos. Precisam, portanto, manter o status de potências dominantes para controlar regiões de alto valor geopolítico ou negá-las&lt;br /&gt;a seus oponentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o cenário de crise, que se está desenhando há duas décadas:&lt;br /&gt;“Os recursos da Amazônia brasileira e sua posição geopolítica são vitais para as grandes potências – EUA, Grã-Bretanha, França e outras – contra quem o Brasil não tem capacidade de dissuasão. Não lhes interessa surgir um poder competidor, que controle a região e usufrua soberanamente de seus recursos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prossegue, em âmbito mundial, a campanha que acusa o Brasil de não ter condições de gerir a Amazônia, preservar o meio ambiente, proteger as populações indígenas e coibir o tráfico de drogas e outros delitos transnacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Advoga-se a ingerência internacional para assegurar o desenvolvimento sustentável da região e o aproveitamento de suas riquezas ‘pela comunidade de nações’; deter a destruição da floresta, que alegam ser uma das causas principais do aquecimento global; e, ainda, proteger os ‘povos indígenas’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autoridade brasileira na região está bastante comprometida e é contestada internacionalmente. No futuro, grandes populações indígenas desnacionalizadas e submetidas às ONGs internacionais vão requerer a autodeterminação de TIs e a proteção da ONU. Estas condições objetivas e outras servirão como pretexto para uma resolução da ONU ou uma declaração de potências coligadas, impondo a soberania compartilhada na região, sem a necessidade do uso da força ante um País que perdeu a&lt;br /&gt;vocação de grandeza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, se um novo Brasil reagir, a campanha será intensificada nos campos político (pressão), psicossocial (propaganda adversa e guerra psicológica), econômico (embargo) e científico-tecnológico (boicote), aplicando- se a estratégia indireta para evitar o custo de uma operação militar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, ainda assim, o País resistisse sofreria a escalada da estratégia indireta, a que se somariam ameaças de ocupação, bloqueio e danos em áreas sensíveis da infraestrutura nacional com emprego do poder militar não, necessariamente, na Amazônia (estratégia direta)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A soberania compartilhada será exercida pela imposição de diretrizes e pelo uso privilegiado dos recursos da região, deixando-nos o ônus da administração sob fiscalização estrangeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não implica a conquista militar de toda a região, basta controlar um ponto forte para usar como moeda de troca. A ameaça principal está na calha norte do rio Amazonas, pois é mais exposta a ações militares estrangeiras que a fronteira a oeste e ao sul da Amazônia. Ao norte estão as guianas, prováveis cabeças de ponte de potências da OTAN como aGrã-Bretanha, França e Holanda, com quem mantêm laços históricos, e os EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política indigenista segregacionista transformou terras indígenas em tróias indígenas e as potências nos deram os cavalos – as ONGs – um autêntico “presente de grego”. Em Tróia houve ingenuidade, mas no Brasil há, também, miopia, conivência ou omissão de toda Nação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final desse filme é conhecido!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6076681301871441640?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6076681301871441640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/ameaca-velada-forca-e-coragem-pre-sal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6076681301871441640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6076681301871441640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/09/ameaca-velada-forca-e-coragem-pre-sal.html' title='A Ameaça Velada; Força e Coragem;  Pré Sal;  Marina'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-3960849664804373690</id><published>2009-08-29T15:51:00.000-07:00</published><updated>2009-08-29T16:15:22.305-07:00</updated><title type='text'>Espionagem, Bases Americanas,  Conjuntura Política</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O GSI e a Inteligência Nacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há muitas reclamações do GSI em função do desaparecimento das imagens da Lina.  Podem até ter razão, mas a inadequação do GSI tem raízes mais profundas. Deveria cuidar da segurança do presidente e não ser um filtro para os relatórios produzidos pela Abin. Aliás, para cuidar da segurança bastaria um coronel, desnecessário um general de quatro estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Qualquer serviço de Inteligência se liga direto com o governante supremo, sem filtros, muito menos de amadores. Não é de admirar que a nossa Abin, não funcione a contento. Engessada nem mesmo receberá missões de verdadeiro interesse nacional, e quando fez por conta própria, como no caso da Raposa, se os relatórios chegaram ao conhecimento do governo em tempo hábil, devem ter sido sem a ênfase necessária para evitar a besteira que foi feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço de Espionagem que não espiona.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Abin continua proibida até de fazer grampos coisa que até qualquer detetive de segunda classe faz. Assuntos conhecidos podem ser interpretados por uma boa equipe de analistas, que até podem projetar cenários futuros, mas os dados realmente importantes costumam ser ocultos e protegidos, isto é “negados” Se for vital o conhecimento deles, nada pode substituir a espionagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proibida de espionar,  a Abin pouca coisa fará além de analisar assuntos já publicados. A continuar assim é melhor poupar dinheiro e acabar com o órgão, mas pobre do país que não contar com informações confiáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aquecimento Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de 2007 ter sido registrado como o ano mais frio do século, os ecoxiitas insistem em alardear um inexistente aquecimento global, sendo que de fato, estamos iniciando nova era glacial&lt;br /&gt;Pior ainda; que as quase inexistentes grandes queimadas nas florestas brasileiras são as principais responsáveis pelo (inexistente) aquecimento Global. (As queimadas da Grécia e da Califórnia não contam)&lt;br /&gt;Imaginemos as acusações que o nosso País receberá na campanha da Marina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caminho do precipício&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por mais que preferíssemos frentes de trabalho ao assistencialismo das bolsas-família, devemos reconhecer que, além de minorar a miséria, elas foram responsáveis, em grande parte, pela manutenção do mercado interno, e em consequencia até da ordem pública. Entretanto, aumentando desmesuradamente as despesas e somadas a outras benesses detonam qualquer orçamento, já comprometido pelos abusos no legislativo. Não me refiro só a coqueluche do momento – o Senado. Pior ainda é a quantidade dos dispendiosos vereadores - milhares de vereadores, cujo número acaba de ser acrescido de mais de sete mil. Continuando o déficit, vai estourar no próximo governo. Seja ele quem for, terminará no buraco se o sistema não for reavaliado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complementando:  Todo presidiário com filhos tem uma bolsa de R$600,00 para sustentar a família, pois o coitadinho, preso, não pode trabalhar para sustentar os filhos.  Pergunta-se: Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho, que está preso, recebe alguma bolsa de R$600,00 porque o pai, morto pelo bandido, também não mais poderá os sustentar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bases norte-americanas na Colômbia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se acreditarmos na possibilidade de forças estrangeiras (do Primeiro Mundo) virem a apoiar a independência de “nações” indígenas, então qualquer presença delas nas proximidades é preocupante. As autoridades que disserem que não, estão enganadas ou enganando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Lula, mostrando preocupação, pede aos EUA garantias jurídicas que a atuação americana se circunscreverá à Colômbia. Já dizia Ruy Barbosa: “Uma nação que confia mais em seus direitos do que em seus soldados, engana a si própria e cava a sua ruína”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Impossível União Sul-americana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Seria muito bonito apesar da diversidade da língua, mas sempre teu um país em “relações carnais” com os EUA na esperança de tirar vantagem; ontem era a Argentina; hoje a Colômbia e amanhã será a Venezuela após a queda do Chávez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um problema igualmente preocupante é que o presidente Lula acha que deve fazer&lt;br /&gt;o possível e o impossível para ajudar os compañeros Morales e Lugo, mesmo em detrimento do nosso País. Isto lhe tira parte do crédito de ter tido, até pouco tempo, uma brilhante política exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mereça o nosso apoio&lt;/strong&gt;                        &lt;br /&gt;Os esforços do presidente para colocar em prática um novo marco regulatório que garanta ao Brasil a hegemonia do óleo e gás do pré-sal estão no caminho certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum país é, na atualidade, tão “generoso” com o estrangeiro como foi o governo FHC como seu “O Petróleo é Vosso” do Zilberstein. Isto tem que ser parado. Sabemos das pressões que o governo recebe, até de algumas das nossas elites. Ainda que exista quem, aborrecido com o vergonhoso financiamento dos apaniguados do poder, e não pensando na própria Pátria, prefira ver os lucros com os estrangeiros do que financiando os adversários políticos; ainda que uma posição nacionalista possa gerar conflitos com os estrangeiros frustrados em suas rapaces expectativas, se o presid. Lula se mantiver firme, neste caso merecerá nosso apoio e aplauso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se amesquinhe, presidente. Em "gauchês" dizemos: &lt;em&gt;"Vê se não te micha, tche!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conjuntura política para 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Seja qual for o resultado da disputa presidencial a perspectiva é apavorante: Os tucanos são ligados ao Diálogo Interamericano. O grupo governista afundado na corrupção, da qual também não são isentos os demais, e uma terceira via – com o discurso ambientalista  – é o sonho da perigosíssima turma de Bilderberg e seria a pior de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil que o novo(a) presidente receberá estará quebrado pela crise, pelo déficit gerado pela exagerada política assistencialista, e provavelmente dividido em grupos radicais de esquerda e direita, além das artificiais divisões em etnias hostis. Isto num momento em que as pressões estrangeiras podem chegar a um ponto nunca visto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previsão é de instabilidade, com muita pancada no decorrer do período eleitoral, o que no mínimo deixará uma parcela radicalmente contra o eleito. A confusão e os conflitos são mais do que prováveis. Caso o PT sinta que vai perder, talvez até antecipe a confusão, jogando em ação o peso dos movimentos “dito” sociais como o MST, MAB, Via Campesina, Sem-tetos etc. Quem viver verá.  Talvez dê saudade do tempo do Lula.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;APENDICE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(para quem estiver interessado em assuntos de Inteligência) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abin -- para que deveria servir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Em princípio, as decisões governamentais tenderão a ser tão corretas como os conhecimentos disponíveis. Esses conhecimentos compõem-se de informações coletadas por órgãos encarregados da Estratégia Governamental(GSI e Ministérios) e baseia-se em dados que, com freqüência, são ocultos pelas vontades adversas. Estes dados só podemser conseguidos de forma não convencional. Assim é em todas as nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os órgãos de inteligência servem, em princípio, para conseguir os dados negados, mas altos níveis do Governo devem dizer o que querem saber. Para os conseguir, os serviços de Inteligência usam de todos os meios disponíveis, dos quais o principal continua a ser o primitivo espião. Uma gerência intermediária orienta a busca e analisa os resultados e a administração superior os filtra e encaminha ao cliente, que é normalmente o chefe da nação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quais os dados que um serviço secreto necessitará buscar no milênio que iniciamos? Será ainda a disponibilidade do inimigo em carros de combate e aeronaves? O alcance e a precisão de seus mísseis?  - Sem menosprezar esses dados, eles poderão ser coletados em fontes abertas pelos próprios órgãos encarregados da Estratégia Governamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O certo é que órgãos de Inteligência, em princípio, devem ter os olhos voltados para a atuação e intenções dos outros países e grupos econômicos estrangeiros. Embora, conforme a necessidade, possam também atuar no interior do País e mesmo sobre nacionais, sua missão específica não deve ser vigiar os próprios cidadãos, a não ser quando estejam agindo no interesse do estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A situação atual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há muito a corrigir na Abin, mas o problema básico está fora de sua organização. Trata-se da ausência de missões. Os altos escalões governamentais não lhe pedem para descobrir algo específico. Sem receber missões, proibida de usar meios eletrônicos, sem confiança em chefes que tentam usá-la na política partidária e com um arremedo de órgão encarregado da estratégia governamental (GSI) bloqueando seu acesso aos clientes, torna-se quase inútil para as atuais necessidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No setor da estrutura interna, evidencia-se a mais absoluta inadequação. A boa doutrina nos ensina que as estruturas devem ser criadas em função das missões. Não havendo missões, a busca de dados torna-se aleatória; torna-se inútil uma estrutura com superintendências nas capitais e também não tem significado a existência de um órgão central capaz de analisar relatórios que não foram pedidos nem são desejados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma organização cara, sem eficiência para procurar os dados negados e voltada inteiramente para os problemas internos, quase sempre pouco relevantes para a Política Governamental, cujas ações, inevitavelmente, se superpõem às missões específicas da Polícia Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esse tipo de organização e de procedimento, se já estava obsoleto no final do século passado, mais ainda estará para as situações que presumimos que virão. Para o futuro, nenhuma das instituições nacionais tem maior necessidade de reestruturação do que a dedicada a busca de conhecimentos. As necessidades de conhecimento, inclusive de dados negados, muito mais do que militares, serão econômicas, mercadológicas, tecnológicas, científicas, culturais e religiosas. Para ser mais forte no comércio é necessário algo mais do que ter os produtos desejados, com os melhores preços e melhor qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Apesar de todas essas qualificações estarem relacionadas com “conhecimentos”, ainda há muito mais a conhecer para conseguir boas relações comerciais e parcerias políticas. Isto requer mais informações e an álises mais abrangentes do que era necessário anteriormente, mas serão informações de tipos diferentes. Mais do que antes, as intenções serão mais valiosas do que os dados frios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Toda a organização relacionada com a segurança, inclusive os serviços de Inteligência, ao se reorganizar, procura responder a algumas perguntas: &lt;br /&gt;1) Quais são as nossas missões?; 2) Como poderemos cumprir as nossas missões?; 3) Quais são os óbices e as ameaças ao cumprimento de nossas missões?;   4) Que modificações devem ser feitas na estrutura, nos procedimentos, nos meios e para sermos bem sucedidos nas missões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As modificações necessárias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estudemos o assunto.&lt;br /&gt;1) Quais são as nossas missões?&lt;br /&gt;As missões de um órgão de inteligência sempre envolverão a busca de dados; muitos deles negados. A natureza dos dados a buscar será função das ameaças aos objetivos nacionais e da busca de oportunidades. Caberá a alta direção política da nação defini-los. A partir dos pedidos é que um órgão de inteligência passa a monitorar e avaliar as ameaças, a descobrir oportunidades a serem aproveitadas, e, eventualmente, atuar, de forma secreta, fazendo o serviço que não possa ser realizado ostensivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente se receber missões o nosso serviço de Inteligência já funcionaria, apesar da estrutura inadequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É bom que nos lembremos que qualquer coisa que nos permita penetrar num mercado novo no exterior, ganhar uma concorrência internacional, substituir alguma importação por produto feito no País ou substituir o produto de uma multinacional pelo produto de uma firma brasileira, desenvolver ou copiar uma tecnologia melhor, será de interesse nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Como poderemos cumprir as nossas missões?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Para cada assunto pedido por autoridade competente deve ser organizada uma operação. Nomeado um “encarregado do caso”, este reúne os meios necessários ou disponíveis na forma de “Força Tarefa” e se dedicam inteiramente ao assunto, dentro dos limites em que tiver sido estabelecido pela direção de operações, São usados todos os meios disponíveis, dos quais o principal continua a ser o primitivo espião, infiltrado, ou recrutado entre os que podem ter acesso ao conhecimento desejado, mas também será feito uso das técnicas operacionais, conhecidas por todos serviços de Inteligência e, quando adequados, meios eletrônicos e informáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Quais são os óbices e as ameaças ao cumprimento de nossas missões?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente a legislação. Caso as leis não permitam a atuação eficiente, será melhor poupar despesas e acabar com o Órgão. Segue-se em importância a estrutura inadequada; com todo efetivo distribuído em superintendências, departamentos e repartições diversas tentando burocraticamente acompanhar tudo dentro do País e leitura de alguns jornais de fora, não é possível se aprofundar num assunto relevante e raramente conseguir um dado negado de importância. O princípio de o único cliente ser o presidente ainda agrava, pois a maioria das necessidades de auxílio dos serviços de Inteligência é dos ministérios, e através destes, das firmas estatais e mesmo privadas nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4) Que modificações devem ser feitas nos procedimentos, na estrutura e nos meios  para sermos bem sucedidos nas missões?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar devemos mudar os procedimentos para o recrutamento. Só por acaso concursos públicos selecionarão as pessoas adequadas a um tipo de serviço em todo diferente dos serviços ostensivos. O Órgão precisa poder recrutar a quem necessitar, nos diferentes níveis: oficial de inteligência (analista); auxiliar de Inteligência (especialista) e colaborador (nacional ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo, alterar a estrutura para propiciar a criação de “Forças-tarefas” para cada caso determinado por autoridade competente. cada Força–tarefa, uma vez criada, prosseguirá na sua missão até sua solução do caso ou ordem de ser desfeita. Nos locais julgados relevantes, no País e principalmente no exterior, deve haver um “Residente” não ostensivo, em caráter permanente, que não tomará parte nas operações das Forças-tarefa, mas as auxiliará com orientação e informações que normalmente só um Residente poderia obter. Fica evidente que as dispendiosas Superintendências Estaduais não mais terão razão de existir.  Sua extinção propiciará substancial economia, que passará a ser empregada em casos concretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sede, os Departamentos devem se adequar à nova dinâmica, ou seja o Departamento de Administração, no setor de pessoal deverá abranger o recrutamento, a formação, o aperfeiçoamento e a especialização, além do setor financeiro; o Departamento de Ciência e Tecnologia deverá desenvolver ou adquirir  os mais avançados petrechos e dispositivos adequados a obtenção de dados negados, escolher o pessoal certo para recrutado, adestrá-lo e treiná-lo em suas funções. O Departamento de Operações será o encarregado da coordenação e controle dos Residentes e das Forças-tarefa. Este Departamento apresenta os relatórios à Direção Geral, que dará conhecimento à autoridade que determinou a abertura do “caso” ou mandará que o próprio “Encarregado do Caso” o f aça pessoalmente, se for conveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a contra-Inteligência, é uma função mais afeta a Polícia Federal  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Proposta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De imediato:&lt;br /&gt;a)Interromper o processo de recrutamento por concurso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)Escolher as localidades mais importantes no País e no exterior para a colocação de “Residentes”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)Extinguir as Superintendências  Estaduais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d)Nomear comissão para sugerir as adaptações nos Departamentos a fim de adequá-los ás novas missões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e)Consultar o Governo Federal sobre o que quer saber, e quais as prioridades. (O Governo não tendo resposta apresentar uma lista de sugestões)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em curto prazo:&lt;br /&gt;a)Nomear os diversos “Residentes”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)Verificar, da lista do que o Governo quer saber, quais a disponibilidade de atender. Havendo, nomear “encarregados de caso” para cada missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)Levantar as necessidades em pessoal para o cumprimento das missões e iniciar o recrutamento do que falta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d)Equipar as Forças-tarefa com os meios necessários e disponíveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e)Realizar as adequações nos Departamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em médio prazo&lt;br /&gt;a)Passar as funções de Contra-Inteligência para a Polícia Federal, conservando apenas a vigilância sobre o pessoal próprio, orgânico, requisitado ou colaboradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)Equipar o órgão com meios eletrônicos, informáticos.,de vigilância aérea por veículos não pilotados e outros adequados ao bom cumprimento de suas missões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)Tendo em vista o desenvolvimento futuro, desenvolver uma coordenadoria de hackers para auxiliar as missões onde for compatível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d)Acompanhar o que houver de mais avançado no setor de busca de informações negadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Considerações finais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nós, brasileiros, considerando como nossos principais objetivos nacionais o desenvolvimento, a justiça social e a integridade territorial, podemos identificar como ameaças a situação da economia, a insegurança pública, as barreiras aos produtos brasileiros, a desnacionalização da indústria e das jazidas minerais e a possibilidade de separatismo das artificiais “nações” indígenas. É dentro deste quadro que os nossos serviços de Inteligência têm que verificar quais os motivos de suas missões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sobre esta última, uma das missões seria verificar o que está conduzindo os índios a não se integrarem, a formarem uma comunidade à parte, e como interromper esse processo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obtenção das informações protegidas ou simplesmente negadas é a missão de todo o serviço secreto, e a viga mestra de toda a estrutura é o espião. Na prática, a maior parte dos dados negados é realizada por colaboradores, pagos ou não, de algum modo convencidos a colaborar e que possam ter acesso aos dados. O recrutamento e o controle desses colaboradores e seu pagamento, se houver, fazem parte das funções das Forças-tarefas, que devem receber os meios necessários.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das missões de espionagem propriamente dita, a maioria dos serviços secretos usa seus elementos orgânicos ou colaboradores para uma série de funções e especialidades técnicas, que vão de chaveiros a hackers. A estes podemos chamar de auxiliares de inteligência. São de difícil formação; normalmente são recrutados prontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poder-se-ia argumentar que um eficiente serviço de Inteligência enfeixaria demasiado poder nas mãos. É real, mas poder também tem as Forças Armadas, o setor financeiro, os órgãos de comunicação, o judiciário, a polícia, a Industria e muitos mais. O Poder Nacional é a resultante da soma harmônica desses poderes. Quando falta algum, falta uma das colunas que sustentam o edifício. Em caso de tempestade, ele desaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 48 &lt;br /&gt;30 de agosto de 2009&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-3960849664804373690?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/3960849664804373690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/08/espionagem-bases-americanas-conjuntura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3960849664804373690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/3960849664804373690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/08/espionagem-bases-americanas-conjuntura.html' title='Espionagem, Bases Americanas,  Conjuntura Política'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-6218736409280520047</id><published>2009-08-22T16:30:00.001-07:00</published><updated>2009-08-22T16:41:35.850-07:00</updated><title type='text'>Ambientalismo; Palestras sobre Roraima; Bolívia, e Ministros.</title><content type='html'>Meditando sobre o futuro do nosso País, parecia-me que teríamos um futuro sombrio entre um herdeiro do grupo entreguista e uma ex guerrilheira recalcada e vingativa. Esse “plebiscito” tendia a ser decidido mais por rejeição do que por apoio, o que seria perigoso para a unidade nacional, o que me fazia torcer por um terceiro nome em quem pudesse votar. O que não esperava é que surgisse um ainda pior do que os existentes. Um que com certeza esfacelaria a Nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A candidatura da Marina Silva assusta sim. Parece natimorta com seus 3% com os minguados minutos do PV na propaganda “gratuita”, mas nada será assim tão fácil. Todo o aparato de comunicação, ligado ao estrangeiro e às ONGs estará apoiando a candidatura dela, bem como os serristas que esperam que ela tire votos do PT. Ela ainda contabilizará muitos votos dos que rejeitam a ambos os candidatos e não percebem o perigo que represente essa detestável criatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo na melhor hipótese (uma fragorosa derrota dela) podemos esperar no mínimo uma nova ofensiva ambientalista para engessar o progresso (só o do Brasil), mas orquestrada em todo o mundo. O quadro atual já é aterrador. O nosso País já tem estradas e hidrelétricas paralisadas por descabidas exigências ambientais criadas por ela e corre o risco de perder mais de 20% de sua área cultivada se cumprida a legislação atual. Se aprovadas todas as propostas do Min. do Meio Ambiente nem haveria terras suficientes no Brasil; só para atender as exigências teríamos que usar todo o Mercosul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é irracional, sabemos. Mas é real. E apavorante. Não se pode ignorar o apelo ao “meio ambiente” distorcidamente apresentado pelos melhores e mais criativos cérebros da propaganda mundial. Eles já nos transformaram no povo mais preocupado com o aquecimento global, mesmo não havendo base para as afirmações que fazem diuturnamente. Agora isto será ampliado na campanha eleitoral. Marina terá a sua disposição, além do aparato internacional de comunicação, a adesão sincera dos iludidos com a poesia do ambientalismo distorcido, que transforma estradas asfaltadas (que nos causam inveja dos outros povos) em agressões à natureza, e terrenos cultivados (que nos encantam no primeiro mundo) em crimes ambientais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que países do mundo inteiro tentam se unir para combater o desemprego e a fome, aqui no Brasil o governo, inspirado pelo discurso “ambientalóide” de ONGs estrangeiras, pode estar promovendo o desemprego de 20% a 40% dos brasileiros nos próximos anos, caso seja mantida a obrigação do produtor rural averbar 20 a 80% das suas propriedades para reserva legal. E isto tudo pode vir junto com as pressões causadas pela crise financeira e pela escassez de recursos naturais. Dá para sentir uma tempestade se armando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos nos reunir para a enfrentar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre Roraima&lt;/strong&gt;- Em palestra, Quartiero, o líder da resistência disse: - "O que aconteceu em Roraima mostrou quem realmente tem compromisso com essa nação e quem está lutando contra os interesses nacionais. Fomos derrotados, mas temos que reagir. E isso é para ontem. Não precisamos nos transformar em um homem-bomba, é apenas marcar que não concordamos, que não colaboramos, que resistimos".  O fazendeiro disse ainda que os índios que teriam sido “beneficiados” com a medida estão hoje morrendo de desnutrição. "Muitos estão aband onando a área e vindo tentar a sorte na cidade. Estão sem condições de permanecer lá porque não há mais trabalho e a comida é escassa"..., "O que fizeram em Roraima foi desmanchar um Estado com um imenso potencial. Essa política indigenista destroçou a nossa sociedade e dizimou as famílias de Roraima. Hoje vivemos em um Estado que só tem problema",.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    - Outra palestra que abordou a polêmica foi a do general  Lessa, ex-comandante militar da Amazônia (1998-1999). Ele criticou os movimentos pela ampliação das terras já demarcadas e chamou de "suicida" a atual política indigenista do Brasil. "Estamos criando um verdadeiro muro de Berlim crioulo no interior do Brasil. Se ficarmos quietos, ele só tende a aumentar", disse o general."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evo Morales prova o seu veneno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ironia com que a História castiga os ineptos atingiu o presid. boliviano Evo Morales, o grande promotor da divisão de seu país em etnias hostís. Empreendendo esforços para explorar as jazidas petrolíferas da sua região amazônica, ele está enfrentando forte oposição de tribos indígenas por supostas razões ambientais. Os “índios” impedem a movimentação de trabalhadores e equipamentos de perfuração. Morales agora condena os “irmãos índios”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À testa dos protestos está a ONG Fobomade (Fórum Boliviano sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento).  A Fobomade foi uma das principais ONGs que, por anos  criaram um contencioso diplomático entre o Brasil e a Bolívia por causa da construção das hidrelétricas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista dos patrocinadores da ONG mostra os que estão por trás do movimento ambiental e indígena na Amazônia boliviana. Vejamos quem são: O Novib (governo holandês); a Fundação Heinrich Boell (Partido Verde Alemão); o Canadian Lutheran World Relief (ligado ao Conselho Mundial de Igrejas); o Gaia/Grain (establishment britânico); a Oxfam (establishment britânico) e o C. S. Mott Foundation (establishment americano)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Evo sempre se apoiou nas ONGs. Talvez sem saber, foi  marionete dos patrocinadores. Agora que prove seu próprio veneno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Enquanto isto, o governo da Bolívia afirma que expulsará "à força" as famílias de brasileiros que vivem no povoado de San Ignacio de Velasco, no departamento de Santa Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; - O ministro da (in)Justiça, Tarso Genro, reforçou a crítica em relação à interpretação de que a Lei da Anistia impede a responsabilização criminal de quem cometeu tortura. Disse que tem esperança de que o STF decida que a legislação "não se aplica aos torturadores". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Elementos ligados ao Foro de São Paulo tentarão detonar o Min. da Defesa, Nelson Jobim por três motivos. 1- defendeu os militares contra o revisionismo da Lei de Anistia. 2 - tenta se credenciar como um possível candidato a vice-presidente, interferindo nas articulações de Lula com o PMDB. 3-  estaria atrapalhando negócios ocultos dos petistas na compra de equipamentos para as Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - A droga de ministro Carlos Minc Meio Ambiente deixa o cargo em março, para tentar se eleger alguma coisa, no Rio. Conta com os votos dos colegas da marcha de apologia ao consumo de maconha. O problema é os viciados se lembrarem da votar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gelio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 47 –  23 de agosto de 200 &lt;/strong&gt;                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue  apêndice  sobre a exploração do Pré Sal e sobre Roraima.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;APENDICE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Ventos do Nacionalismo Retornam na Questão do Petróleo .&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da mais importante descoberta de petróleo do mundo em anos, o governo  está buscando controlar diretamente a extração e o desenvolvimento dos campos em águas profundas, que geólogos internacionais estimam poder conter dezenas de bilhões de barris de petróleo recuperáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida faz parte de um impulso nacionalista para aumentar os benefícios obtidos pelo país com seus recursos naturais e cimentar sua posição como potência global.&lt;br /&gt;O pré-sal é a maior reserva em desenvolvimento no mundo, especialmente importante face ao aumento do consumo mundial e as dúvidas sobre o atendimento das necessidades  na próxima década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As apostas são altas.   Brasil pretende mais que dobrar sua produção de petróleo, para 5,7 milhões de barris por dia até 2020. O nacionalismo está novamente borbulhando no momento. Não é que seja hostil aos estrangeiros, mas é decidir quem ficará com os benefícios do nossos  recursos naturais, e isto depende basicamente do esforço que estejamos dispostos a fazer para os explorar e defender. Já contamos com uma economia diversificada, o que nos ajudará a evitar o "mal" da dependência de um recurso natural, que tem afetado várias das potências mundiais de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ventos nacionalistas estão começando a soprar de novo. O novo fervor nacionalista lembra o dos anos 70, quando o governo militar do Brasil declarava que "a Amazônia é nossa" para rechaçar enclaves estrangeiros na floresta tropical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O País tem bons motivos para querer limitar a participação estrangeira. Os preços do petróleo estão mais altos e tudo indica que subirão astronomicamente. O desenvolvimento dos novos campos, antes arriscado, "agora é um bilhete premiado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não gostou foram os estrangeiros – “A decisão de dar à Petrobras o controle operacional é míope, arriscada e poderá atrasar a capacidade do Brasil de usar o petróleo para ajudar a transformar o país”, afirmam consultorias de risco em Nova York. E o risco não é só este; riquezas e debilidade militar atraem ambições e guerras, mormente se as potências dominantes necessitarem do ouro negro para sobreviver. Além disto a exploração exigirá um esforço hercúleo. A Petrobras precisará de 40 plataformas  capazes de atingir os novos campos - mais da metade das existentes no mundo.  Muitas ela terá que construir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No País apesar da comoção nacionalista ainda não há a unanimidade do tempo do governo militar. Há quem pense (não sem razão) que governo usará politicamente o argumento ideológico, nacionalista e emocional para a eleição do próximo ano, mas se agir de acordo com o interesse nacional terá direito a colher os louros. Ao contrário, os que pensarem internacionalmente pelos motivos que forem, pagarão o ônus político e receberão o repúdio geral. Por maiores que sejam os inconvenientes do uso das estatais como cabides de empregos para os aliados políticos, isto ainda é menos ruim do que a desnacionalização do FHC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo atual, que merece nossa condenação pela covardia ante as exigências descabidas da Bolívia e do Paraguai e pela divisão do País em etnias hostis, neste caso está merecendo aplauso e apoio.   (Resumido e comentado de notícia da internet)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falta de Patriotismo e de Visão Estratégica&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;A Imprensa noticiou, de forma muito acanhada, faz pouco tempo, que os arrozeiros expulsos da Reserva Raposa Serra do Sol (RRSS) aceitaram proposta do governo da Guiana para  cultivarem arroz, em larga escala, naquele país. A imensa área, de 50 mil hectares, que lhes será concedida, localiza-se na região do Pirara, que foi perdida, diga-se, em 1904, para a Inglaterra, com o apoio da etnia tribal macuxi, uma das que habitam a  RRSS (roguemos a Deus para que fato semelhante não venha a ocorrer nos colossais vazios demográficos das reservas indígenas de Roraima...). Assim, mercê de uma antipatriótica Decisão do STF, a produção de arroz, numa região assaz ca rente, foi considerada uma ação criminosa, inviabilizando-se uma excelente capacidade produtiva, oriunda da experiência de lavoureiros do Sul do Brasil, ora aproveitada, inteligentemente, pela Guiana, país que nos é fronteiriço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo para que os índios sejam tratados como animais, em verdadeiros “jardins zoológicos”, permanecendo em seus estágios primitivos, segregados da civilização. Também alguns meios de comunicação nos deram conta, de maneira igualmente tímida, de que o Tribunal de Contas da União (TCU)  e a Controladoria-Geral da União (CGU) proibiram a perniciosa ONG “Conselho Indigenista de Roraima” (CIR) – uma das promotoras da campanha pela demarcação contínua da RRSS -, de firmar novos convênios com a União, por suspeitas de irregularidades. Outrossim, receberam a mesma proibição as ONGs “Coordenação Indígena da Amazônia Brasileira” e “Federação das Organizações do Rio Negro”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescente-se que o CIR (congrega apenas uma parte das etnias de Roraima) vem negociando uma parceria com o espúrio MST, com vistas à produção agrícola na área, tornando-se, os seus integrantes, que tanto lutaram e conseguiram criminalizar a cultura do arroz na RRSS, “empresários do agronegócio”, fazendo da “reserva indígena”, uma “reserva de mercado”... Diga-se mais que as ONGs deveriam ser Organizações Sociais de Interesse Público – OSIPs . Tais Organizações vêm suprindo o Estado brasileiro em suas carências, porém de maneira cada vez mais crescente, num equivocado entendimento do que seja ação subsidiária, arvorando-se em ”Estado paralelo” ou “poder paralelo” (há, evidentemente, as que são sérias, competentes e necessárias). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazônia, entretanto, proliferam, desafortunadamente, inúmeras ONGs que praticam, para potências hegemônicas, a espionagem e a predação de nossa biodiversidade e minérios. E mais: a FUNAI vem delegando a várias delas, a assistênc ia aos índios, ou seja, se “terceirizou”, estando os nossos aborígines duplamente tutelados: pelo Estado, por meio da mencionada Fundação, e por ONGs que seguem os ditames da caótica política indigenista brasileira, fazendo dos silvícolas meros objetos para “estudos de caso” de antropologia. O Estado (aí ressalvado o benemérito trabalho das Forças Armadas) vem se omitindo até porque a Amazônia não lhe desperta muito interesse, eis que possui o menor colégio eleitoral do país – apenas 7% do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso é fruto da lastimável falta de patriotismo e de visão prospectiva - de cunho estratégico -, das ditas elites nacionais, o que culminou com as demarcações, em área contínua e na faixa de fronteira, das reservas existentes nas “orelhas” do estado de Roraima, riquíssimas em minérios. Os grandes responsáveis por essas infelizes Decisões, foram os presidentes Collor, Fernando Henrique e Lula, sendo as mesmas ratificadas  por nossa Suprema Corte de Justiça, quando do julgamento da demarcação da RRSS, à exceção do voto patriótico do Ministro Marco Aurélio. Isso dará ensejo à criação de “n” nações indígenas”, Estados-fantoches, plurinacionais e multiculturais, Também já se fala na fundação da grande “Nação Guarani” (que terá, certamente, o apoio da ONU), formada por vários países sul-americanos, uma reconstituição mal acabada, do “Império Teocrático dos Jesuítas”, com as suas inúmeras reduções indígenas, de que são exemplo os “Sete Povos das Missões”, no RS, violências inadmissíveis à Unidade Nacional (Unidades Territorial e Lingüística).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a recente e maldita herança que ameaça a Soberania Nacional e tende a se agravar no futuro. Jamais devemos olvidar que  recebemos a Amazônia, de intrépidos lusitanos tais como Raposo Tavares e Pedro Teixeira, que a desbravaram, fazendo de nosso Brasil, um país-continente, o qual d evemos legar aos pósteros, tal e qual o recebemos de nossos avós. Em verdade, já nos dizia o Conde de Linhares (tido como “O Precursor da Geopolítica Brasileira”)  Ministro da Guerra, de Dom João, quando da chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, em 1808:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;“ O Brasil é, sem dúvida, a primeira possessão de quantas os europeus estabeleceram fora do seu continente, não pelo que há, atualmente, mas pelo que pode ser no futuro.  A feliz posição do Brasil dá a seus possuidores uma tal superioridade de forças, pelo aumento da povoação que se alimenta dos seus produtos e facilidade do comércio, que, sem grandes erros políticos, jamais os vizinhos do norte e do sul lhes poderão ser fatais”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urge que meditemos sobre essas sábias afirmações!&lt;br /&gt;Manoel Soriano Neto – Coronel, Historiador Militar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-6218736409280520047?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/6218736409280520047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/08/ambientalismo-palestras-sobre-roraima.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6218736409280520047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/6218736409280520047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/08/ambientalismo-palestras-sobre-roraima.html' title='Ambientalismo; Palestras sobre Roraima; Bolívia, e Ministros.'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1432249069323387081</id><published>2009-08-14T21:01:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T21:15:20.684-07:00</updated><title type='text'>Assuntos:  Cocaleiros,  Desarmamento, Eleições e Indianismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Uma ameaça real&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Lula fica se imiscuindo nos problemas de Honduras e a “elite nacional” iludida pela propaganda americana teme um ataque da Venezuela, dois Estados brasileiros correm perigo de fato com os projetos do índio cocaleiro, que além de expulsar os agricultores brasileiros da Bolívia, está criando assentamentos para plantação de coca junto a nossa fronteira o que irá incentivar o tráfico  e o crime na região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bolívia os brasileiros estão sendo deportados pela força militar, sob a coordenação da Organização Internacional para Migrações (OIM). Os plantadores de  coca ocupam suas terras de imediato. Além da flagrante injustiça é mais uma afronta ao País, que parece incapaz de reagir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As buscas de alternativas, seja para permanência dos brasileiros na Bolívia, seja para que sejam bem recebidos no Brasil esbarram na corrupção do INCRA e principalmente nas ações da OIM,  que recebeu   dez milhões de dólares do Governo brasileiro para custear o deslocamento das famílias, mas não indeniza ninguém, extorque e faz ameaças com truculência. Segundo relato do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Plácido de Castro, quando alguém pergunta aos funcionários da OIM o que acontecerá caso não queiram deixar suas terras, a resposta é a mesma: então podem ir preparando o peito para a bala. A internacional OIM é composta por gente de cinco países diferentes. Nenhum brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evo Morales já sentira, com o confisco das refinarias, que podia bater que o Brasil se acovardaria. Talvez se engane. O governo pode se acovardar; os acreanos não! No caso da tomada do Acre não foi o governo que reagiu à truculência e à entrega ao Bolivian Syndicate. Agora, novamente com brasileiros espoliados, o estopim está aceso. Representantes dos  partidos, sindicatos, igrejas, prefeituras e instituições, deram início à criação da Frente Acre-Pando para reagir. A população se declara indignada e querendo até expulsar os bolivianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;Só falta alguém jogar um pouco de gasolina para uma revolta”&lt;/em&gt;, avalia um líder local: &lt;em&gt;“Cada família de seringueiros possui pelo menos duas espingardas. Eles sempre estiveram armados”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História costuma se repetir quando retornam idênticas causas e condições. É verdade, falta-nos um Barão do Rio Branco e um Plácido de Castro, mas a truculência boliviana com o apoio de uma organização internacional, (a OIM), nos lembra o que já aconteceu no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desarmamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A tragédia do vôo 447 da Air France causou a morte de todos passageiros e, dentre elas, um tal de Pablo Dreyfus. Lamentamos todas as mortes, mas esta trouxe certo alívio a quem acompanha a Guerra de Quarta Geração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que? - Naturalmente não por ser estrangeiro, mas por ser o mentor da política de desarmamento, aquela que foi repelida no plebiscito, mas mesmo assim ele conseguiu estabelecer as mais proibitivas normas para Concessão de licença de posse e para porte de arma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desarmamento por ele coordenado tinha uma profunda visão geopolítica engendrada no estrangeiro; acovardar a população brasileira. Impedindo que houvesse reação individual aos bandidos, o povo se acostumaria a se conformar com a opressão, a ceder covardemente face a violência dos maus. As esquerdas radicais se aliaram ao Dreyfus; isto facilitaria as invasões do MST e evitaria uma possível insurreição contra o um futuro governo deles. Entretanto o motivo principal se prende mesmo a promoção do acovardamento coletivo, visando enfraquecer a resistência a exigências descabidas, a ceder quando ameaçados de represálias e, em caso extremo, a impossibilitar uma guerrilha contra uma ocupação estrangeira, como outrora fizemos em Guararapes.&lt;br /&gt;Enquanto isto, o demonizado Chávez distribuiu cem mil fuzis para sua população (para seus partidários, talvez). Com isto a Venezuela pode até ser vencida, mas dificilmente poderá ser ocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o nosso Brasil?  Com a população acovardada, fica difícil reagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crise financeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Banco Central brasileiro diversifica reservas com títulos de países como Alemanha e Espanha, além de papéis de organismos multilaterais. A medida é acertada.  A China ameaçou, a Rússia também disse que ia fazer o mesmo, mas nenhum dos principais credores dos EUA reduziu os investimentos nos títulos americanos como o Brasil.&lt;br /&gt;O principal fator é a probabilidade de redução do poder de compra do dólar. Se a economia americana voltar a crescer, a conversa muda, mas tudo indica que não há como evitar, em face de haver mais dólares do que bens no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Funai insaciável &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, Roraima continua em polvorosa devido ao pedido de ampliação da terra indígena Serra da Moça. De um lado estão 14 famílias indígenas e de outro, 478 famílias de um assentamento do Incra, das quais 78foram deslocadas da Raposa Serra do Sol. &lt;em&gt;“Nas últimas semanas houve um acirramento”&lt;/em&gt;, diz o presidente da Funai, Márcio Meira. Para ele a solução é dar aos índios a área de reserva legal do assentamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quosque tandeum Catilina, abutere patientia nostra?. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indianismo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ensaio das ONGs em isolar as tribos indígenas não dará resultado contra as epidemias. Essas populações estão "particularmente vulneráveis" a doenças porque têm menos imunidade, vivem na pobreza e possuem altas taxas de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardíacas. A História mostra que a gripe espanhola atingiu severamente mesmo aos índios mais isolados, e o efeito da gripe suína sobre os indígenas pode ser devastador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O isolamento só traz más conseqüências. Só a ciência e a melhoria das condições de higiene podem oferecer-lhes uma relativa proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eleições&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há quem esteja contente com a candidatura da ex-ministra do atraso, para prejudicar a da mãe do periclitante PAC. Essa abominável criatura já atrasou o progresso do País por anos.  Estamos cientes do apelo do meio ambiente, reforçado pela farsa internacional do aquecimento global. Isto, com tempo na TV, colocaria algemas no progresso e acabaria com empregos e riquezas. Elegê-la então é como buscar uma cascavel para acabar com os ratos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue um "Apêndice" sobre uma figura ímpar, que vale a pena ler.&lt;br /&gt;Que Deus guarde a todos vocês&lt;br /&gt;                                                                                     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;APENDICE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;UM HERÓI NOS TEMPOS DE HOJE&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Retira-se de Pacaraima , com a saúde abalada, após colocar três pontes de safena  e uma cirurgia ocular o analista de Inteligência João Arthur Pereira de Mello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retira-se de Pacaraima...Dificilmente o leitor fará idéia do que é Pacaraima. Na fronteira com a Venezuela, uma agreste serra separa as duas nações. Num colo das inóspitas montanhas, as mais altas da América do Sul fora dos Andes, ambos os países construíram uma estrada, que vem a ligar o Brasil à Venezuela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto de passagem, sobre o marco de fronteira BV8, foi se juntando um pequeno entreposto de produtos desejados pelos venezuelanos, algum comércio, pousadas, doleiros e até contrabandistas de combustível, pois após a fronteira a gasolina custa sete centavos o litro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A altitude dessa pequena cidade, mais de mil metros, ameniza o clima equatorial e por isto já foi chamada de Suíça de Roraima, mas talvez se pereça mais com Sarajevo depois do bombardeio, com suas ruas esburacadas e irregulares, sitiada por reservas indígenas dominadas pela ONG “CIR”, que lhe impede desde a expansão à constrição de um deposito para o lixo, sem conter que lhe nega o acesso à água nas épocas de estio.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o Mello, homem culto e sofisticado, considerado por vários como o melhor analista da Abin, haveria de se voluntariar para aquela região perdida onde falta tudo, distante de seus entes queridos, completamente isolado e muitas vezes sem o apoio de sua própria instituição? E isto já sendo sexagenário com os naturais problemas da idade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil encontrar outra resposta além do amor à Pátria;  Mello soube que em Pacaraima havia a única população brasileira naquela vasta fronteira norte; que Pacaraima, e que enquanto existir, impede a formação da grande e uma nação indígena que os ONGs – braços de Serviços Secretos estrangeiros querem separar do Brasil. Soube que havia conivência até nos mais altos escalões do Governo Federal; que o perigo de desmembramento do País era real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mello olhou as fotos de seu pai e de seu avô. Ir para lá representaria grande sacrifício, talvez da própria vida, não só pelas condições de saúde como também por estar enfrentando os mais inescrupulosos serviços secretos do mundo, que trabalham para garantir os recursos naturais das serras para que seus países mantenham seu modo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mello meditou. Parecia-lhe ouvir seus ancestrais a lhe dizer: “ Vá homem, faça o que sabe ser  certo. Embora por momentos não pareça, você nunca estará inteiramente sozinho e muitos ouvirão a sua voz. Vá  e faça tudo que puder. Você certamente vai esbarrar  n a ironia e mesmo na traição de alguns e na indiferença de muitos, mas aquela pobre gente precisa de você. Aliás, o Brasil precisa de seu esforço para permanecer inteiro”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mello pensou que devia isto a eles e a seus filhos, e foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Pacaraima, como economista orientou, sempre gratuitamente, a formação de cooperativas e ensinou novas técnicas de produção. Como advogado orientou, também gratuitamente, as defesas contra os desmandos de órgãos federais desviados como a Funai e o Ibama, que obedientes às ONGs, tudo faziam para acabar com a cidade. Chega lembrar a astronômica multa à prefeitura, por morte de alguns urubus envenenados ao comerem lixo tóxico, ou uma absurda ordem judicial para todos abandonarem a cidade, onde só poderia permanecer a sede da prefeitura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo sem dúvida o homem mais culto da cidade e talvez até de Roraima, ele deu vida ao campus avançado da Universidade de Roraima. Agora o Mello se afasta não porque quer, mas para tratar da saúde. Afasta-se depois da expulsão dos não índios da Raposa-Serra do Sol, que foi uma batalha a perdida para o Brasil e se espera nova pressão sobre Pacaraima, mas o sacrifício dele não será em vão. Ele ajudou essa cidade a criar alma. Agora ela resistirá. Não conseguiu impedir, mas foi importante para retardar por três anos a expulsão da população brasileira da fronteira, até que a crise financeira balançasse os alicerces dos financiadores das ONGs e que o próprio governo tomasse conhecimento dos desvios e falcatruas daquelas organizações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o Brasil começa a tomar conhecimento do problema. Centenas e até milhares acompanham a nossa luta. O dia da vitória está mais perto, e quando vier, ele lembrará com orgulho que ajudou garantir este chão para o Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Gélio Fregapani&lt;br /&gt;Comentário da semana  nº 46 –  16 de agosto de 2009&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025168084377079769-1432249069323387081?l=escudobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/feeds/1432249069323387081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/08/assuntos-cocaleiros-desarmamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1432249069323387081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7025168084377079769/posts/default/1432249069323387081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escudobrasileiro.blogspot.com/2009/08/assuntos-cocaleiros-desarmamento.html' title='Assuntos:  Cocaleiros,  Desarmamento, Eleições e Indianismo'/><author><name>mfpporto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sDGb04snhaI/SYmAakEt6LI/AAAAAAAAACg/vqTKb4vf3Yw/S220/Foto+para+revista+003+Cor.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025168084377079769.post-1424220617702160641</id><published>2009-08-08T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-08-08T13:30:14.178-07:00</updated><title type='text'>Meio Ambiente, Ações eleitoreiras, Exilados, Falta Reciprocidade</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Aquecimento global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Sabíamos que o aquecimento global era usado politicamente. Cada vez mais se evidencia ser também uma farsa. A Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore?  Estamos sendo inundados de afirmações que não condizem com a realidade. Juntando com outros dados podemos induzir os objetivos de tal campanha: evitar a concorrência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já quase não se fala no desmoralizado “aquecimento global”. Ao que parece, o mundo está em um dos ciclos de resfriamento. Enquanto isto, o Ibama, em nome de uma falácia, continua impedindo o progresso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma Derrota dos ecoxiitas do Ibama&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; A criaç
